Saiba como fazer 3 brinquedos para gatos!

Gato em brinquedo

Gato em brinquedo

Provavelmente você já passou pela situação de receber algum produto e, após retirá-lo da caixa de papelão, lá estar o seu gato se divertindo, entrando e saindo da caixa. Ele faz a maior festa, não é mesmo?

Foi pensando nesses momentos que achamos interessante compartilhar algumas dicas de como fazer brinquedos para gatos! Assim, você garante a diversão dos bichanos e ainda economiza! Confira!

Saiba a importância de ter brinquedos para gatos

Antes de tudo, é muito importante reconhecer a importância de oferecer brinquedinhos aos seus gatos. Principalmente se o seu pet passa grande parte do dia sozinho, é ideal que ele tenha algo para brincar e gastar a energia, evitando que fique entediado.

Caso ele não tenha nada para fazer, pode muito bem buscar outras formas de ocupar o tempo, como usar os seus móveis de brinquedo. Além disso, os brinquedos garantirão o bem-estar, desenvolvimento e animação do pet, de modo que ele não fique prostrado e entre em depressão.

Aprenda a fazer brinquedos para gatos

Chegou a hora de colocar a mão na massa. Confira alguns brinquedos para gatos que você pode fazer em sua casa!

1. Bola de papelão

Esse brinquedo vai conquistar a atenção do seu bichano e fazer com que ele se movimente pela casa. Além disso, ele é fácil de ser feito e seus materiais não oferecem perigo ao pet.

Materiais:

  • papelão (pode ser um rolo de papel higiênico);
  • sininho ou guizo;
  • tesoura;
  • cola quente ou grampeador.

Modo de preparo:

  • corte cerca de 5 tiras de papelão — o tamanho vai depender de quão grande você deseja que a bola fique;
  • organize as tiras de modo que elas formem uma bola;
  • coloque o guizo ou o sininho no meio da bola;
  • use a cola quente ou um grampeador para fixar as tiras.

2. Porta-petisco

Por conta dos petiscos que ficam dentro deste brinquedo, os felinos podem se dedicar por horas na missão de tirar tudo o que há dentro dele.

Materiais:

  • garrafa pet;
  • tesoura;
  • petisco.

Modo de preparo:

Pegue a garrafa pet e faça um pequeno furo em algum ponto dela — ele deve ter um tamanho suficiente para que o petisco possa sair, mas não tão grande a ponto de eles saírem todos de uma vez.

3. Vaso de planta para gatos

Gatos costumam desenvolver um grande interesse por plantas. Como nem todas são seguras, uma dica é que você tenha um vasinho que eles possam brincar em segurança.

Materiais:

  • sementes de alpiste, trigo ou aveia;
  • vaso de planta;
  • terra.

Modo de preparo:

  • coloque a terra e as sementes escolhidas no vaso de planta;
  • águe diariamente e aguarde enquanto as plantas crescem — um pouco de água já é suficiente. Esse processo deve levar mais ou menos uma semana;
  • depois, é só colocar o vasinho em um local que o seu gato tenha acesso e deixar que ele se divirta.

Além de fazer os brinquedos, separe um momento do seu dia para brincar e interagir com o seu gato. Esse hábito vai ser importante para a saúde dele, pois estará se exercitando e para que ele se sinta acolhido em seu lar.

Gostou destas dicas de como fazer brinquedos para gatos? Então, divida este post em suas redes sociais e marque aqueles amigos que também são loucos por felinos! Eles, certamente, vão adorar conhecer estas informações!

Cuidados com pets: o que devemos observar no dia a dia?

Mulher abraçando cão

Mulher abraçando cão

Todo bom dono de cão ou gato sabe que é preciso manter alguns cuidados com pets. Levá-lo para se consultar com o veterinário com certa frequência, manter a vacinação em dia, ficar de olho na alimentação e garantir a higiene do animal e do espaço em que ele vive, são apenas algumas das responsabilidades que não podem ser deixadas de lado.

No entanto, no dia a dia, existem outros aspectos da vida do seu animal de estimação que devem ser observados, pois podem dar sinais de que há algo de errado com ele.

Para ajudá-lo a garantir que está tudo bem com o seu pet, explicaremos a importância de observar frequentemente o comportamento do seu animal e quais são os principais cuidados que devem ser tomados. Confira:

Por que é importante observar constantemente o comportamento do animal de estimação?

Um dos principais motivos para que estejamos sempre atentos aos menores sinais apresentados pelos nossos pets é o fato de algumas doenças serem silenciosas, ou seja, precisam de uma análise mais minuciosa para que sejam detectadas.

Portanto, conhecer a fundo o temperamento e os costumes do seu animal de estimação vai ser essencial para identificar o quanto antes se ele tem apresentado alguma mudança — seja comportamental ou física.

Para não correr o risco de esquecer algo, uma alternativa é manter anotações frequentes sobre tudo o que acontece com o seu pet — por sinal, existem plataformas online que facilitam anotar e manter em um mesmo local todas as informações relativas ao animal.

Quais são os principais cuidados com pets?

Abaixo, listamos alguns dos principais cuidados com pets que devem ser observados por você:

Queda de pelos

É normal que algumas raças tenham uma queda de pelos maior do que outras. Se você já tem o animal há algum tempo, já deve ter observado que, dependendo da época do ano, é comum que ele caia em maior quantidade.

No entanto, quando isso aumenta de proporção ou passa a provocar falhas no pelo do animal, pode ser que tenha algum problema — ele pode estar com sarna ou alergia, por exemplo.

Beber mais água do que o normal

Beber muita água — e, consequentemente, urinar mais vezes — também pode indicar que o pet está com algum distúrbio. No entanto, antes de pensar o pior, leve em consideração a alimentação do pet e a temperatura do dia, pois são fatores que influenciam diretamente.

Frequência que o animal urina

A quantidade de vezes que um cão ou gato urina, junto a outros sintomas, podem indicar doenças como diabetes, problemas renais, doenças hormonais etc.

Aspecto das fezes

As fezes do animal são bons indicadores sobre a saúde dele. É indicado, portanto, avaliar a consistência, coloração, se há algumaverminose ou sangue e algum outro indício de anormalidade.

Cães e gatos costumam defecar apenas uma vez por dia, dependendo do porte. O normal é que o cocô desses pets tenha uma consistência firme e que sejam úmidos. Diarreias ou fezes líquidas podem acontecer, mas, se persistirem, é preciso verificar o que pode estar causando isso.

Surgimento de caroços e feridas na pele

Tenha o hábito de observar a pele do seu animal, tanto em busca de feridas como de caroços. O quanto antes esses distúrbios forem identificados, maiores serão as chances de que o problema seja resolvido — como tumores, alergias, fungos e parasitas, problemas de pele etc.

Coçar-se exageradamente

Quando um cão se coça em demasia pode significar que ele está com algum parasita, como pulgas e carrapatos, ou que ele desenvolveu algum problema de pele.

Para não ter dúvidas, sempre que você observar alguma dessas situações, leve o animal ao seu veterinário de confiança, para que ele faça o diagnóstico adequado e, se for preciso, prescreva o tratamento indicado.

É muito importante que você esteja sempre de olho nesses sinais que o seu animal de estimação pode apresentar, de modo a garantir que os cuidados com pets estejam em dia e que ele se mantenha saudável e feliz.

Gostou deste post e quer se manter em dia sobre como certificar o bem-estar de um pet? Então aproveite para continuar em nosso blog e ler o nosso post sobre 5 cuidados básicos da saúde do pet!

Como deixar o pet em casa sozinho? 7 dicas para começar hoje

Cães observando pela porta

Cães observando pela porta

Descobrir uma forma de deixar o pet em casa sozinho é uma dúvida muito frequente de quem tem um animal de estimação. Seja ele um cão ou um gato, muitos apresentam bastante dificuldade em aceitar a ausência do dono.

Você também está passando por essa situação? Então confira 7 dicas que preparamos neste post para ajudá-lo a lidar com esse problema.

1. Crie este hábito desde cedo

O mais indicado é criar no animal o hábito de ficar sozinho desde cedo, principalmente se você e quem mais morar em sua casa passarem muito tempo na rua.

Uma dica é restringir o espaço que ele vai ter acesso, deixando apenas itens necessários, como brinquedinhos, potes de água e ração e o tapete para fazer as necessidades.

2. Passeie frequentemente com o animal

Essa é uma dica especial para quem tem um cachorro. Para facilitar a adaptação do animal à sua ausência, pratique algum tipo de atividade física com ele, nem que seja dar um passeio toda manhã antes de sair de casa. Dessa forma, ele vai gastar energia e vai ter passado um tempo com você.

Sair com gatos já é mais difícil, mas uma solução para exercitá-lo é investir em uma brincadeira que faça com que ele se movimente e se canse.

3. Garanta que o ambiente esteja seguro

É imprescindível garantir que todos os cômodos da sua casa são seguros se você vai deixar um pet em casa sozinho. Algumas providências são:

  • deixar as portas fechadas ou com algum peso segurando-as, de modo que não se feche e machuque o animal;
  • colocar telas nas janelas;
  • manter objetos e alimentos perigosos longe do alcance do cão ou gato.

Avalie em sua casa qualquer outro tipo de cenário que pode vir a ser perigoso para o seu pet, ok?

4. Proporcione a ele alguma ocupação durante sua ausência

Outra dica muito útil para deixar o pet em casa sozinho é dar a ele brinquedinhos ou objetos específicos que deixarão o animal entretido. Dessa forma, ele não vai se entediar e procurar alguma atividade perigosa ou que chame a sua atenção, como fazer xixi fora do lugar, estragar algum item ou arranhar os móveis — por sinal, ter um arranhador para gatos é muito importante.

5. Mantenha uma rotina

Manter uma rotina é uma dica muito interessante para quem tem um gato, pois são animais que levam um tempo para se acostumar a mudanças. Alimente-o sempre nos mesmos horários, determine um período para brincar com ele e também para fazer a limpeza da caixa de areia. Estabelecer esses costumes vão deixá-lo mais tranquilo e com a sensação de segurança.

6. Evite despedidas demoradas

Fazer longas despedidas provoca no animal a sensação de abandono, o que pode aumentar a ansiedade dele. Portanto, o indicado é deixar o seu lar sem fazer muito alarde, como se essa fosse mais uma atividade rotineira.

Essa orientação também vale para o momento da sua volta. Chegue em sua casa, faça o que deve fazer e, somente então, faça uma festa com o seu cão ou gato. Ele apenas deve associar o carinho a momentos de felicidade.

7. Dê atenção ao pet quando estiver em casa

E se você passa muito tempo na rua, seja estudando ou trabalhando, é mais do que obrigatório dedicar ao seu pet um momento de atenção. Assim, ele saberá que mesmo que o dono fique ausente por algumas horas, quando voltar vão passar um tempo de qualidade juntos.

Conhece alguém que tenha um animal de estimação e que também está tendo dificuldade em deixar o pet em casa sozinho? Então compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas informações com outras pessoas!

Plataforma para cuidar do pet: o que é e por que investir?

Cão com mulher olhando notebook

Cão com mulher olhando notebook

Você ainda é o tipo de pessoa que guarda dezenas de cadernetas de vacinação do seu animal de estimação? Tem até um caderninho sobre todo o histórico de saúde e comportamental do seu cão e gato? Precisa de uma agenda para não se esquecer de todas as atividades relacionadas ao animal?

Você já pensou em investir em uma plataforma para cuidar do pet? Por meio desse tipo de sistema, é possível armazenar todas as informações do seu animal de estimação em um só local, de maneira prática e acessível.

E o melhor de tudo: não vai ser mais necessário ocupar espaço guardando tudo isso em sua casa — todas as informações estarão disponíveis online.

Quer conhecer mais alguns benefícios de uma plataforma para cuidar do pet? Então continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Contribui para o controle de vacinação

Muito comum até recentemente, as antigas cadernetas de vacinação de papel eram até métodos eficazes de conservar o histórico de vacina do seu cão e gato. No entanto, com os avanços tecnológicos, já é possível manter esses dados online.

Com isso, além de não ser mais necessário guardar todas as cadernetas em uma gaveta, ocupando espaço e gastando papel, como já informamos, você não vai mais correr o risco de perder o documento, já que ele estará em um local seguro e de fácil acesso.

Além disso, essas plataformas costumam enviar lembretes, via SMS e e-mail, sobre as próximas datas de vacinação, ajudando-o a cuidar da saúde do seu pet.

Auxilia na gestão de atividades do animal de estimação

Outro ponto benéfico de investir em um sistema online para reunir todas as informações sobre o seu animal de estimação é que ele vai auxiliá-lo na gestão de atividades do animal.

Com a rotina agitada e repleta de compromisso que temos, é comum nos esquecer de todas as atividades que devemos realizar com o pet. Portanto, este sistema vai ser uma mão na roda para lembrá-lo de todas as demandas do seu cão ou gato, como consultas com veterinário, prática de exercícios, idas ao pet shop e, também, datas de vacinação.

Armazena de maneira prática informações do dia a dia do pet

Um modo bastante eficiente de perceber alterações comportamentais em seu pet é conhecendo-o muito bem. Assim, qualquer mudança em seus hábitos já despertarão a sua atenção.

Como a nossa memória pode vir a faltar, o ideal é que você mantenha anotações sobre o dia a dia e a rotina do seu pet — e as plataformas digitais permitem que você faça isso. Depois, em caso de dúvidas, é só acessar e conferir os seus registros.

Informa ao veterinário todo o histórico de saúde

Uma plataforma online que reúne todos os dados referentes ao seu animal de estimação também vai se mostrar imprescindível na hora de informar ao veterinário o seu histórico de saúde.

Dessa forma, caso o pet esteja com algum problema de saúde, o profissional terá em mãos informações embasadas e verdadeiras, que auxiliarão na identificação do que ele tem e no diagnóstico adequado.

Além disso, por meio dessa plataforma, o veterinário vai ter ciência sobre alergias ou outras doenças, podendo assim evitar a prescrição de remédios e tratamentos que podem não ser os mais indicados.

Já conhecia os benefícios de investir em uma plataforma para cuidar do pet? Quer ficar sempre por dentro das novidades que compartilhamos? Então, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em sua caixa de e-mail as tendências e dicas publicadas no blog!

Resgate de animais: como ajudar os animais abandonados?

Cão e gato deitados

Cão e gato deitados

Infelizmente, é comum encontrarmos cães e gatos abandonados nas ruas das cidades. No entanto, essa situação tem se tornado mais grave do que a gente imagina. Para você ter ideia, de acordo com a Organização Mundial de Saúde são mais de 30 milhões de animais vivendo nas ruas do Brasil — 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Diante dessa situação recorrente e que tem tomado proporções cada vez maiores, você já deve ter se perguntado mais de uma vez sobre o que pode fazer para ajudar no resgate de animais, não é mesmo?

Foi pensando nisso que produzimos este post. Nele, vamos explicar o que deve ser feito durante o resgate de animais e quais cuidados devem ser tomados. Confira:

O que fazer durante o resgate de animais?

Por estar na rua, o pet, provavelmente, estará bastante assustado e acuado. Portanto, o ideal é que você se aproxime com cuidado e vá conquistando a confiança dele aos poucos — no próximo tópico vamos explicar alguns cuidados que devem ser tomados ao pegar o animal.

Você pode, por exemplo, colocar um pote de ração à vista do pet e permitir que ele vá se aproximando por conta própria. Veja qual é a reação dele quando você chega mais perto e evite movimentos bruscos. Se for uma mãe com filhotes, por exemplo, ela pode estar com uma postura mais defensiva e todo cuidado é pouco.

Além disso, é importante checar se ele tem alguma identificação, pois, assim, você poderá entrar em contato com os donos e avisar que o encontrou.

Quais cuidados devem ser tomados?

Conquistou a confiança do cão ou gato de rua? O primeiro passo é observar a situação do animal. Ele aparenta estar machucado? Com feridas, pulgas ou carrapatos? Evite entrar em contato direto com ele, pois você não sabe se ele tem alguma doença ou se o temperamento está afetado por conta de todo estresse que está passando.

O ideal é envolver o animal com uma manta quando for pegá-lo e, se possível, colocar coleira e focinheira. Leve também uma caixa para transportá-lo, pois delimitar o espaço em que está ajudará a diminuir o medo dele.

Caso o animal esteja infestado com pulgas, existe um medicamento, o Capstar, que ajuda a conter a situação depois de 30 minutos da ingestão. Essa pode ser uma medida preventiva interessante.

Em hipótese alguma permita que o pet resgatado entre em contato com outros, caso você já tenha algum. Essa medida vai ser essencial para não permitir o contágio de doenças e parasitas.

Até decidir o que vai ser feito com o cão ou gato resgatado, é importante separar um espaço para ele, com água, ração e um jornal para que faça as necessidades. Além disso, lave sempre muito bem as mãos após qualquer tipo de contato com ele.

Se possível, leve o animal resgatado até uma clínica veterinária, essa ação é necessária para garantir que está tudo bem. Certamente, o profissional vai fazer alguns exames, indicar a vermifugação e, depois de garantir que a saúde dele está em dia, vaciná-lo. Considerar a possibilidade de castrá-lo também vai ser imprescindível.

Sabemos que todas essas medidas vão custar uma boa quantia. Nossa sugestão é que você faça uma campanha pedindo a ajuda de amigos, entre em contato com ONGs de proteção animal ou procure por hospitais veterinários gratuitos.

Não posso ficar com ele. E agora?

Por melhor que seja a sua intenção, nem sempre é possível ficar com o pet resgatado. Nesses casos, o ideal é entrar em contato com diferentes ONGs que recebem animais abandonados e verificar se elas podem recebê-lo.

Além disso, divulgue em suas redes sociais que esse animalzinho está precisando urgentemente de um novo lar. Peça também aos seus amigos para ajudar na divulgação, pois, assim, mais gente ficará por dentro da situação.

No entanto, não o entregue para a primeira pessoa que surgir. É importante reforçar a necessidade da adoção responsável, na qual temos certeza de que o futuro dono do animal vai cuidar bem dele, dando muito carinho e amor e garantindo o seu bem-estar.

É indicado que você vá até a casa da pessoa que vai adotá-lo e verifique se é um ambiente propício para que o pet viva bem. Para garantir que tudo corra bem, indicamos que você crie um termo de adoção, no qual a pessoa que vai ficar com ele se compromete a tomar algumas medidas — você encontra vários modelos na internet.

Já passou por alguma situação em que participou do resgate de animais? Tem alguma dica para compartilhar com a gente sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Cachorro seguro em casa: como tornar o ambiente seguro para o pet

Cão com criança

Cão com criança

Está pensando em ter um cachorro em casa? Pois saiba que não basta buscar o pet e levá-lo para o seu lar. Antes de mais nada, vai ser essencial tomar alguns cuidados e certificar se todos os espaços estão devidamente preparados e são seguros para recebê-los.

Foi pensando em quem está passando por esse tipo de situação, como você, que preparamos este post. Nele, listamos algumas dicas que, certamente, tornarão a sua casa um local em que o seu cão estará devidamente protegido. Confira:

Dicas de segurança para quem tem cachorro em casa

Confira se todos os cômodos da casa estão seguros

O primeiro passo é conferir quais perigos cada cômodo do seu lar pode oferecer para o cão. Gavetas se abrem com facilidade? É necessário comprar travas para as portas? O que fazer na cozinha para evitar que ele se aproxime do fogão quando ele estiver quente? A garagem tem algum item que possa vir a machucá-lo?

Essas e tantas outras questões devem ser solucionadas antes que o animal de estimação chegue em sua casa;

Nunca deixe objetos perigosos ao alcance do pet

Assim que um pet passa a habitar o nosso lar é preciso mudar alguns hábitos. Observar se itens perigosos estão com fácil acesso é um deles. É muito importante ter certeza de que objetos pequenos, tóxicos ou cortantes fiquem guardados em locais com tranca, de modo a dificultar que o seu cão os encontre.

Essa dica serve até mesmo para quem tem rede em casa. Em um momento que ninguém estiver prestando atenção nele, como de madrugada, ele pode sentir a curiosidade de entrar nela e, por não conseguir sair, acabar sufocando.

Não permita que o cão fique sozinho em uma piscina

A piscina oferece muitos perigos tanto para humanos quanto para os pets. Não é porque existe o “nado cachorrinho” que todo cão domina a habilidade de nadar. Por conta disso, é imprescindível ficar de olho quando o seu cão estiver em uma piscina ou tomar as ações necessárias para evitar que ele consiga entrar em momentos que não tem alguém por perto — uma dica é colocar uma capa resistente para tampar a piscina.

Além disso, cachorros com nariz achatado, como o Pug ou o Buldogue, podem não conseguir respirar enquanto nadam e, assim, afogar.

Coloque telas em todas as janelas

Essa dica costuma ser mais indicada para donos de gatos, mas também é bastante importante para quem tem um cachorro como animal de estimação, principalmente para quem mora em andares mais altos e com varanda.

Alguns cães podem se sentir atraídos por uma ave, por exemplo, e serem capazes de dar pulos altos e de longa distância. Por isso, não custa nada tomar esse tipo de precaução.

Tenha atenção redobrada com o que ele pode ingerir

Além de objetos pequenos, tóxicos e cortantes, que já mencionamos, redobrar a atenção com o que ele pode ingerir é mais do que indicado. Cuidado com os alimentos que são proibidos e também com os remédios, que podem intoxicá-los. Itens de limpeza e de cuidados com a higiene também devem ficar muito bem guardados.

Saiba quais plantas são tóxicas para animais

Se você tem plantas em casa, é muito importante saber quais podem envenenar o seu animal de estimação. Dessa forma, caso ele tenha a curiosidade de mexer nelas, não estará correndo perigo.

Garanta que ele não passe frio ou muito calor

Ter a certeza de que o seu animal de estimação não vai passar frio ou calor é outro cuidado que deve entrar na lista de cuidados de quem tem cachorro em casa. Verifique se o local em que ele vai passar a maior parte do dia proporciona uma temperatura agradável. O mais indicado é um ambiente que tenha momentos de sombra e, também, de sol.

Além disso, não deixe a vasilha de água exposta ao sol ou a caminha em um local que tenha corrente de vento.

Já conhecia todas essas dicas para quem tem cachorro em casa conseguir tornar o ambiente mais seguro? Que tal, então, assinar a nossa newsletter? Assim, você vai receber em sua caixa de e-mail todos os conteúdos que publicamos no blog!

Veja a importância de olhar as patinhas do seu pet

Pata de cão e mão humana

Pata de cão e mão humana

Você sabia que assim como outras partes do corpo (os olhos, ouvidos e boca), as patas do seu animal de estimação também necessitam de alguns cuidados específicos? Pois saiba que caso você não tenha o hábito de olhar as patinhas do seu pet com frequência, é preciso criá-lo o quanto antes!

No post de hoje, vamos apontar as principais características das patas de cães e gatos, explicaremos a necessidade de observar se está tudo bem com elas e como isso deve ser feito. Confira:

Quais são as principais características da pata do meu animal de estimação?

Você já reparou que o seu cão ou gato apresenta uma espécie de “almofadinhas” nas patas? Pois saiba que ela é muito importante e serve para proteger as patas do pet.

Por ter uma camada densa de gordura, ela tem diferentes funções, como:

  • orientá-lo sobre a mudança de terreno, enquanto estão correndo ou se movimentando;
  • proteção contra superfícies ásperas e que podem machucá-lo;
  • contribui para a transpiração do pet, por conta das glândulas sudoríparas da região que tornam possível que ali fique sempre seco;
  • impedem que eles sejam afetados pela temperatura do solo, protegendo os tecidos internos dos pés.

Qual é a real necessidade de olhar as patinhas do pet?

O ideal é que seja feita com frequência a avaliação das patas do seu pet, de modo a identificar se ele está com alguma alergia ou ferida no local. Esse hábito contribui para evitar que o seu animal de estimação sinta dores desnecessárias e que, caso esteja com algum problema, ele seja identificado o quanto antes.

Para quem tem cães e costuma levá-los para passear, por exemplo, procure após toda caminhada ver se está tudo bem.

É recomendado que cães que estejam com feridas em alguma parte da pata não andem em pisos que estejam quentes. Além disso, para evitar proliferação de bactérias, não use bandagens sem a devida orientação médica.

Portanto, assim que perceber qualquer alteração, leve-o para se consultar com um veterinário de confiança.

Como devo cuidar das patas?

Pensando em ajudá-lo, listamos algumas dicas do que deve ser feito para cuidar das patas do seu cão ou gato.

Cuidados com as patas dos gatos

Confira o crescimento das unhas

É muito importante ter um arranhador em casa, de modo que o seu gato se sinta à vontade para arranhá-las e mantê-las curtas. Lembre-se de que unhas grandes podem afetar o andar deles e até causar quedas.

Acompanhe se ele está com dificuldade para andar

Gatos gostam de ir em lugares altos e costumam pular longas distâncias. Por conta disso, é imprescindível sempre observar se ele está se locomovendo com dificuldade, pois pode ser um sinal de que tem algo errado com a pata dele.

Cuidados com as patas dos cães

Faça a tosa higiênica

A tosa higiênica da região é muito importante, tanto em relação à tosa dos pelos como, também, em manter as unhas sempre cortadas. Quando estão grandes provocam desconforto, podendo afetar até o modo de andar do animal.

Verifique a temperatura do solo

É ideal verificar a temperatura do solo antes de levá-lo para passear, principalmente em dias mais quentes ou no verão. Essa prática é muito importante para evitar que ele possa se queimar.

Para garantir que o piso é seguro, deixe a sua mão nele por cerca de 30 segundos. Se perceber que a temperatura está agradável, o passeio está liberado.

Observe o comportamento do pet

Alguns comportamentos, como lamber a pata constantemente, pode indicar que o seu cão está com alguma alergia, problemas psicológicos, hormonais, pele seca e até com parasitas. Caso isso persista, leve-o ao veterinário.

Já conhecia a importância de sempre olhar as patinhas do seu pet? Então continue renovando os seus conhecimentos para garantir a saúde e o bem-estar do seu cão ou gato! Leia o nosso post e aprenda como dar remédio para um animal de estimação!

Como medir a temperatura do cachorro? Veja agora!

Cão se esquentando

Cão se esquentando

Assim como desânimo, vômito, diarreia, falta de apetite, a temperatura do cachorro quando está elevada pode ser um sintoma de que há algo errado com saúde dele.

No entanto, apesar de muitos acharem que basta colocar a mão no focinho do animal para identificar a temperatura corporal dele, esta não é a prática mais indicada ou, até mesmo, correta. A temperatura natural de um cão é normalmente mais quente que a humana e isso pode alertá-lo sem motivo.

Portanto, no post de hoje, vamos mostrar a importância de medir a temperatura do pet, falaremos qual é a temperatura normal de um cão e compartilharemos o passo a passo de como a medição deve ser feita. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto:

Por que medir a temperatura do pet?

O principal motivo para medir a temperatura do pet é descobrir se ele está doente ou não. A febre costuma ser um sintoma de alguma doença, provocada tanto por vírus como por bactérias.

No entanto, é preciso levar em consideração todo o contexto do animal. Caso ele tenha se exercitado, provavelmente a temperatura dele vai ficar mais elevada por alguns instantes. O ideal, dessa forma, é que a temperatura seja medida assim que ele estiver descansado.

Qual a temperatura normal de um cachorro?

A temperatura normal de um cachorro é cerca de 3 graus acima da humana. Por conta disso, quando for avaliar a do seu pet, não se preocupe se ela estiver entre 37,5º e 39º, pois estará dentro dos valores adequados.

Uma curiosidade dos animais considerados de sangue quente, como é o caso dos cães e dos gatos, é que eles são capazes de manter a temperatura independentemente do ambiente. Porém, isso não quer dizer que eles não precisam ser aquecidos em dias mais frios, ok? Apenas indica que a temperatura deles não vai sofrer variações de acordo com o clima.

Como medir a temperatura?

Um dos primeiros sinais de que um cão pode estar com febre é se ele se mostrar mais quieto e sem energia. Nesses casos, ele não vai ter tanta vontade de brincar e a comida vai ser deixada de lado.

Se perceber essa alteração no comportamento dele, é ideal que a medição da temperatura seja feita. Para tanto, você vai ter que:

  • ter um termômetro tradicional;
  • deixá-lo em pé nas quatro patas (se necessário, peça o auxílio de outra pessoa para manter o pet quieto);
  • lubrificar o termômetro com vaselina ou óleo mineral, de modo que ele não cause qualquer tipo de desconforto no animal;
  • introduzir o termômetro no ânus do cachorro por cerca de dois minutos ou até ele apitar (se for desse modelo);
  • verificar se a temperatura está acima de 39,5º. Nesse caso, leve-o para se consultar com um veterinário, para identificar o que está causando a febre.

Já existe disponível no mercado um termômetro específico para cães e que é utilizado pelos veterinários. Com ele a temperatura é avaliada por meio do ouvido. O único ponto negativo é que o preço desse equipamento é mais salgado.

Agora que você já aprendeu a medir a temperatura do pet, leia o nosso post e saiba como dar remédio para o seu animal de estimação!

Como cuidar do pelo do pet? Confira 5 dicas.

Tosa em cachorro

Tosa em cachorro

Assim como os nossos cabelos têm diferentes tipos, os pelos do seu pet apresentam variações. Entre tantas possibilidades, os dos gatos podem ser semi-longos, curtos, encaracolados… — sem contar com as muitas colorações. Já os cães podem apresentar pelos grossos e sedosos, longos e lisos, com ondulações, curtos, dupla pelagem etc.

Ou seja, cada tipo de pelo, independentemente de você ter um cão ou gato, vai demandar cuidados específicos.

Para ajudá-lo nessa tarefa, no post de hoje, vamos listar algumas dicas essenciais para cuidar do pelo do pet, mantendo-o sempre macio, hidratado e saudável. Confira:

5 dicas para cuidar do pelo do pet

Apesar de serem animais diferentes, os cuidados básicos com o pelo de um cão ou gato não costumam variar muito. Portanto, abaixo, listamos os mais importantes:

1. Faça a escovação regularmente

É muito importante criar o hábito de escovar o seu animal de estimação regularmente. Essa prática auxilia na retirada de pelos mortos, identificação de pulgas e carrapatos, ajuda a reduzir a queda e ainda o mantém limpo por mais tempo.

O ideal é que pets de pelo longo sejam escovados pelo menos uma vez por dia. Já os de pelo curto podem ter escovações semanais.

2. Mantenha o seu pet sempre limpo

banho ajuda a retirar impurezas da pele do animal e contribui de maneira direta com a sua higiene. Portanto, pets de pelos longos devem tomar banho cerca de duas vezes por mês. Os de pelo curto, por outro lado, apenas uma.

No entanto, isso dependerá dos seus hábitos e de quão sujo o animal está. Não o deixe sujo por muito tempo, de modo a evitar problemas de pele e alergias.

3. Invista em bons produtos

Se você tem o costume de cuidar da higiene do seu cão ou gato em casa, é muito importante contar com produtos de qualidade e que sejam específicos para o seu animal de estimação. Observe se o item escolhido não provoca qualquer tipo de alteração nos pelos e se o animal se adapta bem a ele.

Na dúvida, peça a opinião do seu veterinário. Ele conhece o seu pet muito bem e, certamente, saberá indicar quais são os melhores produtos para deixar os pelos limpos e saudáveis.

4. Garanta uma alimentação de qualidade

Você sabia que a ração do seu pet pode influenciar no pelo dele? Algumas, quando não são de boa qualidade, podem provocar a queda, deixá-los quebradiços e frágeis.

Por conta disso, nunca descuide da alimentação do seu animal de estimação. Garanta que ele faça a ingestão adequada de nutrientes para manter o seu desenvolvimento.

5. Observe qualquer sinal de alteração no pelo

Qualquer alteração no pelo do seu pet pode ser um sinal de que a saúde dele não anda bem ou que desenvolveu alguma dermatite. Portanto, caso ele passe a ter mais quedas do que o normal, falhas, cheiro desagradável, feridas, entre outros sintomas, leve-o para se consultar com um veterinário o quanto antes.

Esperamos que com este post você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre como cuidar do pelo do seu cão ou gato! Como você pôde perceber, as dicas são simples e práticas para serem realizadas em seu dia a dia!

Agora que você já ficou por dentro de algumas dicas para cuidar do pelo do pet, leia o nosso post e aprenda a melhor forma de dar remédios para o seu animal de estimação!

DIY: 4 brinquedos para pets que você pode fazer em casa

Cachorro com brinquedo

Cachorro com brinquedo

É impressionante: não importa quantos brinquedos compremos para o nosso pet, mas basta surgir uma meia no chão ou qualquer outro objeto que desperte o interesse dele para que, logo, o cão ou gato se distraia e se entretenha.

Mas, independentemente disso, você deve ter em mente a importância de brincar com o seu animal de estimação e de praticar diferentes atividades com ele. Foi pensando nisso que criamos o post de hoje. Nele, vamos dar algumas dicas de como você pode fazer brinquedos para pets e aproveitar para se divertir bastante com o seu melhor amigo. Confira:

4 dicas de brinquedos para pets

Cães

1. Bola de meia

Mais simples do que essa dica, pode ter certeza, não há! Para tanto você vai precisar de jornal e algumas meias velhas, de preferência que sejam mais grossas, agulha e linha.

Faça uma bola de jornal, do tamanho que for da sua preferência, e a envolva com a meia. Agora, você deve torcer a meia até que ela fique em um formato de bola.

Para que não se desfaça, costure bem, de modo a ficar firme, com um ponto alinhavo. Dependendo do tamanho da bola, quanto mais meias você usar ou jornal, maior será a bola.

2. Corda

Para esse brinquedo, você vai precisar de um tecido grosso, como uma toalha de banho ou calça jeans velha, e uma tesoura.

Primeiramente, pegue o tecido escolhido e recorte três tiras de tamanhos parecidos. Em seguida, una as três pontas e dê um nó bastante apertado, para que ele não se solte.

Após dar o nó, você deve fazer uma trança, utilizando as três tiras. Ao chegar na ponta, dê outro nó.

Prontinho! A corda está pronta para o seu cão brincar com ela!

Gatos

3. Vara de pescar

Um dos brinquedos preferidos dos felinos são as varas de pescar com algum item amarrado na ponta, seja um petisco ou outro objeto que chame a atenção dele.

Para criar esse brinquedo, você vai precisar de uma vara de madeira, barbante e uma pena.

O modo de preparo desse brinquedo não tem segredo: você deve amarrar o barbante na vara de madeira e, na outra ponta do barbante, amarre uma pena. Para evitar que se solte, o ideal é que você dê um nó bem apertado em ambas as pontas.

Agora é só brincar com o seu gato! Certamente ele vai adorar seguir os movimentos que você fizer com a vara e ficará encantado com a pena pendurada na ponta!

4. Caixa de segredos

Você já deve ter percebido o quão fascinados os gatos ficam quando se deparam com uma caixa de papelão, não é mesmo?

Aproveitando que eles já gostam de brincar com elas, vamos transformá-las em um brinquedo ainda melhor para eles. Para tanto, você vai precisar de uma caixa de sapato, uma tesoura ou estilete e petiscos.

Agora, pegue a tesoura ou estilete e faça alguns furos ao longo da caixa, de modo que o seu pet consiga enfiar as patas dentro da caixa. Jogue alguns petiscos dentro da caixa e observe como o seu gato vai adorar passar horas tentando capturá-los!

Se achar que a caixa de sapato é muito pequena, caixas de papelão, aquelas que geralmente encontramos nos supermercados, também podem ser utilizadas.

Viu só como é prático e fácil fazer brinquedos para o seu animal de estimação? Esperamos que vocês se divirtam bastante e aproveitem bastante os novos passatempos!

Nossa orientação, porém, é que fique sempre de olho em seu pet enquanto eles brincam com esses novos itens, garantindo de que estão seguros.

O que achou dessas dicas de brinquedos para pets? Ficou com alguma dúvida sobre a confecção desses itens? Ou conhece algum outro brinquedo que pode ser feito em casa? Então deixe o seu comentário!