Como aproveitar a praia com seu cachorro

quiropraxia em animais

Cao praia

O verão já vem chegando e, com ele, a vontade de partir pra praia. Mas, mesmo que a ideia de ver seu cachorro correndo na areia e tomando banho de mar possa ser tentadora, uma série de cuidados precisam ser tomados. O veterinário e adestrador Rodrigo Guimarães dá algumas dicas para que cães e banhistas convivam em harmonia e, assim, possam aproveitar tudo que o verão tem a oferecer.

Cuidado com o verme do coração: Um dos principais perigos que cães e gatos ficam expostos na praia é a doença do verme do coração, transmitida por pernilongos encontrados mais facilmente no litoral do que em áreas urbanas. Os sintomas podem demorar anos para parecer, mas costumam ter consequências muito graves. “Fora isso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser passada a humanos”, alerta Rodrigo.

 Raças que não curtem o verão: Esteja consciente de que, mesmo que a praia seja um local atrativo pra você, pode não ser para o seu cão. Algumas raças são originárias do frio e, por isso, não toleram o calor. Se você tiver um Husky, um Golden Retriver ou um São Bernardo, fique atento a algumas providências para aliviar o sofrimento do seu animal.

Saúde em dia sempre: É imprescindível manter vacinas, vermífugos e anti-pulgas em dia. “Tenha sempre em mãos a carteira de vacinação do seu cão, já que em algumas cidades há fiscalizações a fim de evitar riscos à saúde da população”, recomenda o veterinário.

Fique atento às placas de proibido: Em algumas cidades é proibido levar o cachorro até a areia. Verifique as leis municipais e evite contratempos.

Cães agressivos não são boa ideia na areia: Ninguém conhece seu cão melhor do que você. Se ele for muito agressivo, um passeio na praia pode não ser a melhor opção. Mas, se mesmo assim for leva-lo, faça-o usar focinheira e guia. “As praias sempre estão lotadas de crianças correndo e brincando, o que pode irritar cachorros menos mansos”, ressalta Rodrigo. “Acidentes graves podem ser facilmente evitados com o uso desses instrumentos.”

Nada de cocô na praia: Por último, mas não menos importante: sempre recolha as fezes do seu animal. Mais do que manter a higiene da praia que você frequenta, o hábito é um sinal de cidadania.

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Fogos de artifício são um pesadelo para cães. Aprenda a protegê-los

cao assustado

Se as festas de fim de ano são só alegrias para nós, para os animais não é bem assim. O pânico que eles sentem com o barulho ensurdecedor dos fogos de artifício é negligenciado pela maioria dos donos, mas precisam de atenção especial. Assustados, eles podem até fugir de casa e se perderem ou sofrerem acidentes. Alguns até chegam a chegar ter convulsões, tamanho o pavor. Mas, com um pouco de atenção, dá pra diminuir o sofrimento.

 

Instinto + linguagem corporal dos donos = pânico

Um som muito alto, com origem desconhecida, assusta qualquer animal. “O mesmo acontece com o trovão ou com o escapamento de moto”, aponta o adestrador Bruno Marques Ferreira. Esse medo, puramente instintivo, se desenvolve e se transforma em fobia à medida que o cão observa a postura dos donos. “Nós, involuntariamente, ensinamos o cão que ele deve temer os fogos através de nossa linguagem corporal”, explica. Afinal, quem nunca acolheu o filhote no momento em que ele se mostrou assustado com o barulho das explosões?

 

Postura de herói

Ao contrário do que muitos pensam, tentar acalmar o cachorro tem um significado diferente para o animal. “Ele vê seu dono, aquele que aos seus olhos é destemido, acanhado no canto do sofá com ele, falando baixinho”, ressalta. O adestrador recomenda, portanto, que se reaja de forma oposta do usual. “Ignore a situação e vá ao encontro do perigo: se aproxime da janela ou da varanda, erga a cabeça, estufe o peito. Mostre o cão que não há motivo para temer”, indica.

 

Recompense sempre

Existe, também, uma solução ainda mais eficaz para o problema: procure por CDs ou gravações com sons de fogos. “Reproduza esses sons em volume baixo, de modo que o cão não reaja, e premie com um biscoito”, recomenda. Aumente o volume gradativamente, recompensando sempre. “Esse processo, chamado de dessensibilização, consiste em expor o animal a algo no qual é reativo até que não o incomode mais”, explica. “Junto à dessensibilização é feito o contra-condicionamento, no qual o cão começa a relacionar o som dos fogos a uma recompensa, e não a algo assustador.”

 

Ensine desde cedo

Sempre precisamos ficar atentos as nossas posturas perante os animais. Para explicar melhor, Bruno faz uma analogia: “cães chegam em nossas casas como um pen-drive vazio e nós vamos colocando informações, regras e experiências. Ao contrário de um CD, que já vem pronto”, diz. Assim funciona com os filhotes que, ainda “vazios”, precisam receber informações positivas a respeito dos fogos. Com os cães mais velhos, é preciso um pouco mais de paciência. “O pen-drive permite que seja adicionada novas informações e retiradas outras”, relaciona. No entanto, cães com medos extremos precisam de uma forcinha extra. “Procure a ajuda de um profissional que trabalhe exclusivamente com reforço positivo para ajudá-lo nessa missão”, aconselha. Também converse com seu veterinário sobre a possibilidade de administrar uma medicação contra ansiedade ou, então, algum sedativo. No entanto, essa deve ser a última opção: o uso excessivo desses medicamentos pode deixar os cães ainda mais ansiosos.

Atendimento veterinário: 6 critérios para escolher o profissional

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Dentre as muitas obrigações de quem tem um animal de estimação, está escolher o atendimento veterinário. Além de ser quem vai acompanhar a saúde do seu pet de perto e garantir que esteja tudo em dia, esse atendimento será imprescindível em momentos de urgência e imprevistos.

No post de hoje, confira quais são os critérios que você deve levar em consideração, ao escolher um veterinário.

6 critérios para avaliar ao escolher o atendimento veterinário ideal

1 – Oferecer atendimento 24 horas

Para a sua maior tranquilidade e segurança do seu animal, contar com um atendimento veterinário que esteja disponível 24 horas é muito recomendado. Assim, caso aconteça um imprevisto ou o seu cão ou gato comece a passar mal no meio da noite, você sabe onde levá-lo com urgência.

2 – Estar próximo ao seu lar

Também em casos de urgência, quanto mais próxima a clínica veterinária for da sua casa, melhor será para garantir que o seu pet ficará a salvo.

Dessa forma, antes de escolher qual é a mais indicada para realizar os atendimentos veterinários de rotina, considere também que durante imprevistos você terá que contar com um serviço que, além de ser 24 horas, também seja próximo ao seu lar.

Nesse caso, por você já frequentar e levar o seu pet no estabelecimento com frequência, ele já conhecerá a saúde e costumes dele, o que facilitará ainda mais a consulta.

3 – Contar com boas referências

Uma das melhores formas de saber sobre a reputação de um profissional, seja ele um veterinário ou qualquer outra profissão, é contar com boas referências. Peça a indicação de amigos e familiares, além de fazer uma boa pesquisa na internet e conferir a avaliação dos profissionais que você está considerando.

4 – Utilizar equipamentos de qualidade

Quanto mais completa e bem estruturada for a clínica, maiores serão os benefícios para o seu melhor amigo e com mais agilidade ele dará o diagnóstico de possíveis doenças e enfermidades. Confira quais são os serviços prestados, que tipo de exames são realizados, se conta com equipamentos e um espaço dedicado a uma UTI, dentre outros fatores.

5 – Ter um ótimo currículo

Faça uma breve pesquisa na internet e procure pelas qualificações do veterinário que vai atender o seu pet. Saiba a formação dele, quanto tempo tem de experiência, cursos que já fez e a credencial dele no Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Procure também verificar qual é a especialidade do profissional, por exemplo, se as especializações dele são voltadas para cães ou gatos.

6 – Levar jeito para lidar com animais

De nada vai adiantar que o profissional tenha um currículo invejável se ele não souber conquistar a confiança do seu pet — e, consequentemente, a sua. Durante um atendimento veterinário, certos cuidados serão imprescindíveis para que o seu animal de estimação se sinta confortável o suficiente para permitir que os procedimentos sejam feitos com tranquilidade.

Portanto, busque observar a forma como o veterinário age com relação a cães e gatos, se ele tem paciência, atenção, carinho e dedicação.

Após avaliar todos esses critérios, escolha um local que seja condizente com as suas necessidades e do seu animal de estimação e que faça você se sentir seguro e confortável para levá-lo em qualquer tipo de situação.

Você ainda tem dúvidas sobre como escolher um atendimento veterinário de qualidade para o seu pet? Tem mais algum critério que você leva em consideração, mas que não mencionamos neste post? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência ou questionamentos sobre o assunto!

Cuidados com os pets na noite de natal

Natal

O Natal já bate à porta, trazendo consigo todos suas decorações e pratos típicos e, também, a visita de quem a gente ama. Mas um dos convidados sempre fica um pouco perdido em meio a tantas novidades: o seu animal de estimação. Por isso, é preciso dar uma atenção especial aos pets. Afinal, qual gato não vai querer desvendar os novos enfeites e brincar com as bolinhas da árvore? E que cachorro não vai querer ir direto para o colo de seus convidados, mesmo – ou principalmente – daqueles que não gostam de animais?

Enfeites duradouros

Grandes e brilhantes, os enfeites de Natal são quase que hipnotizantes para os gatos. É quase impossível fazer com que eles não brinquem com eles, mas dá pra evitar prejuízos. “Evite enfeites de vidro, ou que sejam fáceis de quebrar”, recomenda a adestradora Neusa Maria Carvalho. “Além do estrago, o gato pode se assustar e até se ferir.”

Fios longe do alcance das patinhas

Não se esqueça de colocar os cabos das luzes bem longe do alcance dos animais. “Tanto gatos quanto cachorros, principalmente filhotes, gostam de roer esses fios”, conta Neusa. De preferência, revista os cabos com fita isolante. Assim, se o pet brincar com ele longe da sua visão, é mais difícil de danificar a fiação elétrica e, também, de o animal sofrer com um choque.

Caminhada antes da ceia: bom para o seu cão e para os convidados

Se você vai receber visitas em casa, esteja preparado: seu cão vai ficar eufórico. Alguns donos chegam a dar tranquilizantes para o animal a fim de acalmá-lo, mas a melhor solução é partir para o exercício físico. “Leve-o para caminhar ou correr antes de receber seus convidados”, indica. “Se seu cão for bastante ativo, dedique um bom tempo a ele, até cansá-lo.”

Cantinho relax

Reserve um cantinho da casa para o pet. “Se ele tiver uma caminha na qual se sinta confortável, é mais provável que ele passe mais tempo lá do que no meio da família”, conta Neusa.

Fuja dos fogos

Evite os fogos de artifício. Cães tem a audição muito mais sensível que a nossa, e o barulho os assusta demais. Caso as explosões não estejam ao seu controle, uma série de providências precisa ser tomada para diminuir o desconforto do bicho. Veja mais aqui.

Sem petiscos e doces

Oriente aos convidados que não deem comida para os animais. “Em último caso, pequenos pedaços de carne podem ser servidos”, diz. Doces, no entanto, são extremamente proibidos. O chocolate, inclusive, é venenoso para os cães e, em grande quantidade, podem até matar o animal.

Ceia apropriada

Mas, já que é Natal, seu animalzinho também merece um jantar especial. “Eles adoram biscoitos especiais para animais e ossos”, recomenda Neusa. E dá pra ir mais além, presenteando o animal. Caminhas, potes e roupas são algumas das opções.

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Adestramento de gatos: o que Jackson Galaxy pode nos ensinar?

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Pegar a bolinha, dar a patinha, fazer xixi no local certo, sentar, deitar e rolar. Quando pensamos em adestrar um animal, logo nos vem à cabeça alguns truques para cães, não é mesmo? Mas você já ouviu falar que existe o adestramento de gatos?

Deixando os mitos de lado, saiba que é possível educar o seu felino e tornar o comportamento dele mais tranquilo e adequado. Para tanto, mais do que conhecer as melhores práticas e dicas de adestração, é preciso levar em consideração o temperamento e até os instintos naturais do gato.

E é isso que torna Jackson Galaxy tão habilidoso no que ele faz. Já conhece o trabalho dele? No post de hoje, compartilharemos com você algumas dicas de adestramento de gatos ensinadas por ele e que contribuirão bastante para a domesticação do seu pet. Confira:

Quem é Jackson Galaxy?

Conhecido nos Estados Unidos como “The cat daddy”, algo que poderia ser traduzido como pai dos gatos, Jackson Galaxy se tornou famoso ao apresentar o programa “Meu gato endiabrado” e por conseguir ajudar e dar dicas a donos de gatos e “domar” até mesmo os felinos que se mostram mais arredios e indisciplinados.

O seu diferencial é que para colocar o adestramento de gatos, ele tenta primeiro entender o que pode estar provocando tal comportamento no animal, para depois encontrar uma solução.

Dicas de adestramento de gatos

Com tanta sabedoria e conhecimento sobre o comportamento dos gatos, existem algumas dicas práticas que podemos aprender com Jackson Galaxy, como:

1 – Ensinar o gato a andar na coleira

O seu gato precisa se sentir confortável para permitir que você saia com ele na coleira. Portanto, crie nele a sensação de que está propiciando algo benéfico a ele enquanto coloca o acessório — uma dica é dar biscoito para felinos durante essa etapa.

Depois, para que ele ande com a coleira, chame a atenção dele com o saco de biscoitos, tentando recompensá-lo com o petisco e com carinhos toda vez que ele “cumprir com o papel dele”.

2 – Aprenda a lidar com o comportamento agressivo

Você ama o seu felino e se dedica a ele da melhor forma que pode, mas, mesmo assim, ele não perde uma oportunidade de atacá-lo. Para mudar essa atitude, primeiro você precisa entender que, provavelmente, o seu gato não está tentando atacá-lo, mas, sim, brincando de uma forma mais agressiva.

Mas como assim? — você deve estar se perguntando. Por conta do seu temperamento, pode ser comum que ele tente se divertir brincando de caça e caçador e, no caso, você é a presa dele.

Tente passar um tempo todo dia promovendo atividades divertidas e interessantes para o seu gato, de modo que ele pare de ter esse tipo de comportamento.

3 – Conquiste o carinho do seu felino

Você tenta se aproximar do seu gato e fazer com que ele deixe acariciá-lo, mas isso parece impossível? Talvez você não esteja fazendo isso da forma adequada.

Alguns gatos não sentem uma sensação agradável com carinho em excesso, pois esse movimento no pelo provoca estática neles e, por conta disso, podem apresentar algumas reações como se afastar ou até mesmo atacá-lo.

Mas isso não quer dizer que você não pode nunca acariciá-lo. Tente observar as reações dele e quando demonstra estar cansando do carinho. Além disso, aprenda quais são os locais em que ele gosta de receber os afagos.

Gatos costumam ser desconfiados e territorialistas, portanto, conquiste a confiança dele e, antes de tentar qualquer aproximação, tenha a permissão dele.

Já conhecia o trabalho do Jackson Galaxy? Já tentou algum dia o adestramento de gatos? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência no assunto!

8 perfis de Instagram de animais que mostram todo o seu amor

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Cães, gatos, porcos e até capivaras. Você já se imaginou seguindo perfis de Instagram que mostram a rotina de diferentes animais de estimação? Pois saiba que está cada vez mais comum criar um perfil no Instagram para pets e eles costumam ser repletos de seguidores — tanto por conta do carisma como pelo fato deles serem tão adoráveis e conviverem tão bem com outros animais!

Cada um deles apresenta particularidades próprias e motivos diferentes para serem seguidos. Quer conhecer alguns deles? No post de hoje, confira 8 perfis de Instagram de animais que você deve acompanhar e morrer de fofura!

8 perfis de Instagram de animais para seguir

1 – @thatgoldendog

O perfil @thatgoldendog era originalmente dedicado a Champ, considerado o cão mais feliz do mundo. Sua dona, Candice, costumava tirar fotos do seu cão da raça Golden Retriever em diversas situações, desde caçando borboletas e se divertindo com outros cães até quando ele se veste de marinheiro. No entanto, já com idade avançada e após lutar contra o câncer, Champ faleceu em 2015.

Agora, depois de um tempo sem publicações, mais um doce cão da mesma raça é o destaque da raça. Bear, assim como Champ, está participando de muitas aventuras e posando para fotos divertidas!

2 – @canseidesergato

Chico, a estrela do perfil @canseidesergato, aproveita diferentes datas e acontecimentos para mostrar como ele seria ao “cansar de ser gato”. Ele também aparece frequentemente na companhia de sua família e nos mostra como é o seu dia a dia.

3 – @bob_marley_goldenretriever

Este é mais um perfil dedicado a cães da raça Golden Retriever, mas, dessa vez, a fofura vem em dose dupla. Nele, é impossível não se apaixonar pelas fotos e Bob e Marley, os dois cães, e também pelos outros amigos deles que aparecem, como Periquitos, Cacatuas e Hamsters!

4 – @estopinharossi

A @estopinharossi é a grande aliada do adestrador Alexandre Rossi. Juntos, eles ajudam a outros cães aprenderem a se comportar melhor e a donos de cães lidarem com o temperamento dos seus pets. Você vai adorar as dicas que ela compartilha e as suas lindas fotos!

5 – @shimejiwasabi

Quem foi que disse que cães e gatos não conseguem conviver? Neste perfil, Asia, Ponzu e tantos outros amigos mostram que isso não só é possível como eles se amam bastante! Se você ainda tem dúvidas, vai se surpreender com as fotos e vídeos!

6 – @prissy_pig

Priscilla and Poppleton são o adorável casal de porcos que dividem este perfil no Instagram. Suas roupinhas encantadoras e os cenários mais lindos tornam as fotos ainda mais especiais. Além disso, eles são muito sociáveis e sempre trazem mais porquinhos para as fotos, além de outros animais, como cães e vacas.

7 – @joejoe_the_capybara

JoeJoe é uma capivara de estimação que vive em Las Vegas e que tem sempre fotos incríveis. Ele usa diferentes fantasias em suas fotos e está sempre brincando com outros animais. Ele já fez amizade com patos, cães, pintinhos e gatos. Impressionante, não é mesmo?

8 – @aquacat

Quem tem gatos em casa certamente vai se identificar com este perfil. Você vai acompanhar fotos que representam acontecimentos comuns na rotina de donos de felinos, como os locais inusitados em que eles gostam de se esconder, todos os objetos que facilmente se transformam em brinquedos e a convivência entre mais de um gato em um apartamento.

Já conhecia todos esses perfis de Instagram de animais? Tem amigos que também amam animais e que vão adorar este post? Então, compartilhe-o em suas redes sociais!

Convivência entre cães e gatos: 5 dicas para viver em harmonia

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Com a crescente oferta de animais para serem adotados e o amor das pessoas pelos bichinhos, faz com que ter apenas um, não seja o suficiente. Além disso, as famílias pequenas, com uma ou duas crianças abre espaço para a maior presença dos animais.

No entanto, é importante estar bem informado e atento sobre os cuidados necessários para conviver em harmonia com os animais de estimação, principalmente quando são de espécies diferentes.

Os cães e gatos são excelentes companheiros, porém possuem características e comportamentos distintos. Neste artigo, você lerá 5 dicas sobre como manter uma boa convivência entre cães e gatos. Confira!

1. Apresentação dos animais ainda filhotes

Quanto mais cedo os animais conhecerem um ao outro, melhor a convivência e o respeito entre eles. Um ou outro sendo filhotes – ou os dois – certamente favorece que eles se adaptem ao ambiente, as pessoas e à eles mesmos.

O cão tem o instinto de reconhecer e marcar território. Um animal novo deve ser aproximado com calma, aos poucos, para que ele aceite e entenda que este não é seu inimigo.

Num primeiro momento, eles irão se cheirar e reconhecer o ambiente. Caso o cão apresente um comportamento agressivo, afaste-os e tente novamente outro dia. É um processo que deve ser feito com muita paciência.

Nos primeiros dias do filhote na casa, procure respeitar o espaço de cada um. O cão considera muito seu alimento, então deixe o cantinho de comida e necessidades fisiológicas reservado para ele. Já o gatinho, precisa da sua caixa de areia no seu espaço.

Aos poucos, quando eles já estiverem entrosados, podem ter mais liberdade para estarem no mesmo espaço. Enquanto estiverem nesse processo de adaptação e aproximação um do outro é importante a presença de um adulto para que não haja qualquer desentendimento entre eles.

2. Atenção e amor na mesma medida aos dois animais

Procure dar a mesma atenção e carinho aos dois. Assim como, a chegada de um irmãozinho mais novo pode causar ciúmes no mais velho, com os bichinhos não é muito diferente. Se o gato é o filhote recém-chegado, o cão mais velho deve receber os mesmos mimos. Só assim ele entenderá que não está perdendo o amor de seus donos com a chegada do novo bichinho.

Também podem ser dadas recompensar em forma de petiscos, uma comida predileta ou até novos brinquedos quando o animal estiver bem comportado ao lado do amigo de quatro patas.

3. Castração para reduzir a agressividade

A castração é uma excelente forma de deixar os animais mais calmos, principalmente no caso de cães machos. Essa técnica reduzirá a agressividade e a agitação, deixando o animal mais receptivo aos outros bichos, inclusive ao gatinho.

Os gatos tendem a ficarem mais caseiros e recolhidos, o que, para aqueles que vivem em apartamento é uma ótima ideia. Eles podem ser cadastrados a partir dos 6 meses. Já os cães, depois de 1 ano ou depois do primeiro cio da fêmea.

A castração também favorece o adestramento e educação do animal canino em casa, como fazer xixi no lugar correto, evitando que os machos fiquem extremamente agitados na rua.

4. Passeios rotineiros

Para o cão passear significa gasto de energia e atenção do dono. A maioria deles adora quando veem qualquer sinal de que vão na rua. Com uma boa frequência de passeios, não só reduz a agitação,como dá atenção que eles precisam.

Se seu bichinho fica muito sozinho em casa, os passeios dão um ar de liberdade e os deixam muito felizes. A probabilidade de eles aceitarem um novo gatinho na casa é muito maior.

5. Dicas de outros donos

Para uma pessoa que sempre conviveu com cachorros em casa, ter gatos pode ser uma experiência nova e diferente. Antes de adquirir o novo bichinho, procure conversar com amigos e vizinhos que possuem gatos, e até aqueles que possuem os dois animais.

Gostou das dicas? Não deixe de visitar no nosso blog e conferir nosso post sobre 5 doenças de cães e gatos que são comuns entre eles!

É possível adestrar gatos de verdade?

é possível adestrar gatos de verdade

é possível adestrar gatos de verdade

Quando se fala em adestramento de animais, o gato é sempre aquele bichinho que passa uma imagem de independência e, portanto, difícil de adestrar, certo? Por isso, muitos donos de gatos muitas vezes desistem de tentar ensinar alguns truques para os bichanos, sem imaginar que é possível, sim, fazer com que eles atendam a alguns comandos.

Adestrar gatos é uma tarefa um pouco mais desafiadora quando comparada aos cães, mas é totalmente possível.

O processo de adestramento dos felinos é importante para deixá-los mais comportados e ainda para aproximar seu relacionamento com os humanos. Para que essa tarefa seja mais fácil para você, listamos abaixo algumas dicas e informações sobre o adestramento de gatos. Confira!

Entenda que gatos não são cães

Muitos donos de cães têm a tendência a acreditar que os gatos reagem da mesma forma que eles ao serem incentivados. Porém, não é apenas com elogios que você consegue adestrar um felino. Os gatos desejam, em troca de favores, presentes materiais, ou seja, um bom petisco ou aquele sachê delicioso que ele adora.

Caso seu gato não seja um adorador de comida, presenteie-o com alguns brinquedos ou brincadeiras de que ele mais gosta.

Comece desde bebê

Se o seu gato chegar com alguns meses, é importante que ele comece ser adestrado ainda bebê. Primeiramente, faça com que ele se acostume à rotina da casa, comendo nas mesmas horas em que a família come, por exemplo.

Também é importante que você o acostume com as limpezas de rotina, como banho ou corte das unhas. Assim, você não terá dificuldades para fazer a higiene quando for preciso.

Entenda as técnicas e como aplicá-las

Para evitar que seu gato suba onde você não quer

Nessas situações, o adestramento fica por conta da barreira física colocada para que o bichano não suba e nem entre em locais indesejados, como lixo, despensa e armários de cozinha. Coloque tampas mais pesadas no cesto de lixo, por exemplo, e tente colocar travas de criança no armário onde ele não deve ir. Com o tempo, a postura será automática.

Para ensiná-lo a responder quando for chamado

Gatos raramente respondem quando você os chama, certo? Para que essa situação mude, você pode associar o nome dele a momentos que ele goste. Por exemplo, sempre que for acariciá-lo, encher o pote de comida ou oferecer um petisco, repita seu nome. Dessa, forma, ele associará o nome a algo prazeroso e passará a atender quando for chamado.

Para colocar coleira

Sim, os gatos também podem usar coleiras, mas isso não significa que essa missão será fácil. Se puder começar a colocar o acessório desde poucos meses de idade, será mais fácil que o felino acostume-se com ele. É possível também colocá-lo em gatos adultos, mas há a possibilidade de o desafio ser maior.

Deixe a coleira no chão e sempre próxima a ele para que ele possa sentir o cheiro. Depois de ele se familiarizar, coloque a coleira sem fixá-la com as fivelas e dê um petisco. Espere um tempo e fixe a coleira, deixando-a apenas durante o período em que o gato se sinta confortável.

Quando notar que ele não se sente mais desconfortável com o peitoral, coloque a cordinha e treine alguns passeios dentro de casa, sem puxá-la demais.

É fato que os gatos possuem percepções e ações diferentes dos cães, por isso, exigem outros método e um pouco mais de paciência para que sejam treinados. Adestrar gatos é uma tarefa que deve ser feita diariamente, respeitando os limites do animal e sempre dando muito carinho para que ele associe o aprendizado e cumpra as ordens com menos resistência.

Agora que você já conheceu algumas técnicas para deixar seu bichano mais obediente, veja essa entrevista com o adestrador Leonardo Ogata e saiba tudo sobre adestramento de cães!

6 dicas para cuidar da saúde do seu pet com sucesso

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Nossos bichinhos de estimação merecem todo o cuidado do mundo, não é mesmo? Sabemos o quanto ficamos preocupados quando eles adoecem e qualquer sinal de comportamento atípico nos deixa inquietos e temerosos. Por isso, estar atento aos mínimos detalhes no cuidado cotidiano com nosso pet pode ser muito importante para manter a saúde e o bem-estar dele.

Conheça aqui algumas dicas interessantes para cuidar da saúde do seu pet e proporcione melhores dias ao seu amigo de quatro patas!

Alimentação

Pets que se alimentam muito rápido podem engasgar, vomitar, além de serem mais suscetíveis a problemas digestivos, como gastrite e má digestão. Algumas dicas envolvem utilizar comedouros lentos, que são divididos em compartimentos com diversas porções de ração, de forma a diminuir a ansiedade no momento da alimentação e estimular o raciocínio do animal.

Você também pode dividir a refeição em porções menores e oferecê-las de tempos em tempos ao longo do dia, o que evita que o animal se sinta faminto ao alimentar-se somente uma vez.

Fique atento! Pets que dormem fora de casa talvez precisem de um maior aporte energético para aumentar a camada de gordura corporal, mantendo o calor do corpo a níveis fisiológicos. Por isso, não deixe de conferir com o seu veterinário a porção ideal de ração conforme todos os hábitos do seu pet.

Saúde bucal

Os pets também precisam de cuidados odontológicos, de maneira a evitar problemas como tártaro, mau hálito, gengivite e até a perda dos dentes. Por isso, observe sempre a coloração das gengivas de seu pet — que deve ser rosada —, faça a escovação com regularidade e inclua mordedores que auxiliam na saúde bucal.

Hidratação

Em relação à ingestão de água, para os animais maiores e principalmente nos dias mais quentes, talvez seja interessante deixar mais de um bebedouro pela casa. E não se esqueça de manter a água sempre fresca e limpa, pois além de ser mais saudável para o pet, muitos deles deixam de se hidratar quando a água não está recém-trocada, ficando desidratados e com mais suscetibilidade a doenças.

Higiene

Animais de estimação necessitam de cuidados com a higiene, que podem variar dependendo da raça, do tipo de pelagem, da saúde geral do animal, entre outros fatores. De modo geral, cães devem tomar banho uma vez por semana e gatos uma vez por mês.

No momento do banho, é primordial que se faça a escolha dos produtos corretos para o seu pet —que devem ser recomendados pelo veterinário. Além disso, os materiais devem ser separados anteriormente para facilitar todo o processo. Utilize água morna ou em temperatura ambiente, toalha, secador com ar frio, rasqueadores, entre outros. Não se esqueça de ter bastante cuidado ao limpar os olhos e ouvidos.

Roupas

O uso de roupas pode ser indicado para o pet que tiver a pelagem mais curta, principalmente durante o inverno. Por isso, evite deixá-la molhada e troque-a sempre que necessário. Alguns animais podem caminhar com sapatilhas especiais, que protegem as patas da umidade, do frio e também de superfícies muito quentes.

Informação para cuidar da saúde do seu pet

Talvez a dica mais importante esteja relacionada ao conhecimento sobre o seu animal. Por isso, informe-se continuamente sobre as tendências patológicas conforme o tamanho, o tipo de pelagem, o formato do corpo, entre outras características do seu pet.

Procure saber se existem orientações específicas para o seu bichinho, fique atento em relação a mudanças de comportamento, de hábitos e de humor e nunca deixe de consultar o veterinário, que poderá auxiliá-lo de forma mais consistente e confiável!

Você já inclui alguns desses hábitos para cuidar da saúde do seu pet? Não deixe de comentar!

9 dicas de como dar banho em gatos

Dicas de banho em gatos

Dicas de banho em gatos

O gato é um dos animais de estimação mais limpos que existem: lambem-se para limpar os pelos e arranham as mais diversas superfícies para afiar as unhas.

No entanto, com a poluição dos dias atuais, é muito comum que os pelos se encham de poeira e que a queda natural da pelagem morta não aconteça. Por isso, em uma frequência razoável, é recomendável que seu felino tome um banho para garantir sua higiene.

Não imagina seu amigo peludo ficando calmo nessa situação? Pretende comprar uma roupa de borracha para evitar arranhões? Nada disso! Veja, agora, as nossas 9 dicas de como dar banho em gatos sem estressá-los, evitando acidentes.

Acostume-o desde filhote

Para que seu gato não tenha medo da hora do banho, o ideal é acostumá-lo desde filhote. No início, coloque o seu gatinho em uma banheira com um centímetro de água. Faça esse procedimento uma vez por semana ou duas vezes por mês até que ele se sinta confortável. Aumente a quantidade de água gradativamente até que seu gato aceite ficar imerso em dez centímetros. Essa técnica ajuda muito, mas os resultados podem surgir em semanas ou em meses. Tenha paciência.

Esgote as energias do seu gato

Não adianta querer colocar seu gato na banheira quando ele estiver muito agitado e alerta. É fuga e estresse na certa! Antes de dar um banho nele, brinque muito e deixe-o bem cansado. Uma boa hora é após a refeição, quando eles ficam mais preguiçosos.

Observe as unhas do bichano

Um gato que não está acostumado a tomar banho vai evitar entrar na água, então tenha certeza de que as unhas estão bem aparadas. Isso vai evitar que você se machuque e que se estresse.

Prepare a pelagem

Antes de colocar o bichano para tomar banho, escove-o primeiro. Além de ele adorar o carinho e ficar mais calmo, vai evitar que os pelos precisem ser desembolados enquanto estiverem molhados.

Tenha tudo à mão

Não pense que seu gato vai ficar imerso em uma banheira de espumas enquanto você vai até o armário buscar as toalhas. Antes de iniciar o banho, providencie toalha, xampu e secador (se for utilizar) – caso contrário, ele vai fugir e molhar a casa toda.

Prepare o local do banho

Se o seu gato perceber que o banho está próximo, vai se esconder. Portanto, prepare o lugar com a porta fechada e sem que ele veja. Na banheira ou no box, coloque um tapete antiderrapante ou uma toalha para que ele não escorregue e se assuste.

Use xampu para gatos

Produtos feitos para humanos ou para cães podem parecer funcionar, mas certamente sobrarão resíduos e seu gato vai engoli-los. Os produtos pensados exclusivamente para felinos evitam que as substâncias encontradas no xampu ou condicionador façam mal para seu amigo.

Molhe-o da cabeça para baixo

Procure lavar a cabeça, focinho e orelhas do seu gato com uma toalhinha úmida. Isso vai evitar estresse e que a água entre em seu ouvido.

Seque-o muito bem

Embora a secagem natural seja a mais indicada, nem sempre é possível – pelo frio ou para evitar que a sujeira grude no pelo molhado. Por isso, um secador é uma ótima pedida. Mas nada de fazer uma “escova” nele! Use a menor temperatura e a menor velocidade. Também fique atento para que o aparelho não esteja próximo à pele do felino.

Gostou das nossas dicas de como dar banho em gatos? Sente-se mais seguro? Passa por poucas e boas quando resolve colocar o gatinho na banheira? Tem alguma dica diferente das apresentadas aqui? Comente no post e divida suas histórias com a gente!