Como cuidar do pelo do pet? Confira 5 dicas.

Tosa em cachorro

Tosa em cachorro

Assim como os nossos cabelos têm diferentes tipos, os pelos do seu pet apresentam variações. Entre tantas possibilidades, os dos gatos podem ser semi-longos, curtos, encaracolados… — sem contar com as muitas colorações. Já os cães podem apresentar pelos grossos e sedosos, longos e lisos, com ondulações, curtos, dupla pelagem etc.

Ou seja, cada tipo de pelo, independentemente de você ter um cão ou gato, vai demandar cuidados específicos.

Para ajudá-lo nessa tarefa, no post de hoje, vamos listar algumas dicas essenciais para cuidar do pelo do pet, mantendo-o sempre macio, hidratado e saudável. Confira:

5 dicas para cuidar do pelo do pet

Apesar de serem animais diferentes, os cuidados básicos com o pelo de um cão ou gato não costumam variar muito. Portanto, abaixo, listamos os mais importantes:

1. Faça a escovação regularmente

É muito importante criar o hábito de escovar o seu animal de estimação regularmente. Essa prática auxilia na retirada de pelos mortos, identificação de pulgas e carrapatos, ajuda a reduzir a queda e ainda o mantém limpo por mais tempo.

O ideal é que pets de pelo longo sejam escovados pelo menos uma vez por dia. Já os de pelo curto podem ter escovações semanais.

2. Mantenha o seu pet sempre limpo

banho ajuda a retirar impurezas da pele do animal e contribui de maneira direta com a sua higiene. Portanto, pets de pelos longos devem tomar banho cerca de duas vezes por mês. Os de pelo curto, por outro lado, apenas uma.

No entanto, isso dependerá dos seus hábitos e de quão sujo o animal está. Não o deixe sujo por muito tempo, de modo a evitar problemas de pele e alergias.

3. Invista em bons produtos

Se você tem o costume de cuidar da higiene do seu cão ou gato em casa, é muito importante contar com produtos de qualidade e que sejam específicos para o seu animal de estimação. Observe se o item escolhido não provoca qualquer tipo de alteração nos pelos e se o animal se adapta bem a ele.

Na dúvida, peça a opinião do seu veterinário. Ele conhece o seu pet muito bem e, certamente, saberá indicar quais são os melhores produtos para deixar os pelos limpos e saudáveis.

4. Garanta uma alimentação de qualidade

Você sabia que a ração do seu pet pode influenciar no pelo dele? Algumas, quando não são de boa qualidade, podem provocar a queda, deixá-los quebradiços e frágeis.

Por conta disso, nunca descuide da alimentação do seu animal de estimação. Garanta que ele faça a ingestão adequada de nutrientes para manter o seu desenvolvimento.

5. Observe qualquer sinal de alteração no pelo

Qualquer alteração no pelo do seu pet pode ser um sinal de que a saúde dele não anda bem ou que desenvolveu alguma dermatite. Portanto, caso ele passe a ter mais quedas do que o normal, falhas, cheiro desagradável, feridas, entre outros sintomas, leve-o para se consultar com um veterinário o quanto antes.

Esperamos que com este post você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre como cuidar do pelo do seu cão ou gato! Como você pôde perceber, as dicas são simples e práticas para serem realizadas em seu dia a dia!

Agora que você já ficou por dentro de algumas dicas para cuidar do pelo do pet, leia o nosso post e aprenda a melhor forma de dar remédios para o seu animal de estimação!

DIY: 4 brinquedos para pets que você pode fazer em casa

Cachorro com brinquedo

Cachorro com brinquedo

É impressionante: não importa quantos brinquedos compremos para o nosso pet, mas basta surgir uma meia no chão ou qualquer outro objeto que desperte o interesse dele para que, logo, o cão ou gato se distraia e se entretenha.

Mas, independentemente disso, você deve ter em mente a importância de brincar com o seu animal de estimação e de praticar diferentes atividades com ele. Foi pensando nisso que criamos o post de hoje. Nele, vamos dar algumas dicas de como você pode fazer brinquedos para pets e aproveitar para se divertir bastante com o seu melhor amigo. Confira:

4 dicas de brinquedos para pets

Cães

1. Bola de meia

Mais simples do que essa dica, pode ter certeza, não há! Para tanto você vai precisar de jornal e algumas meias velhas, de preferência que sejam mais grossas, agulha e linha.

Faça uma bola de jornal, do tamanho que for da sua preferência, e a envolva com a meia. Agora, você deve torcer a meia até que ela fique em um formato de bola.

Para que não se desfaça, costure bem, de modo a ficar firme, com um ponto alinhavo. Dependendo do tamanho da bola, quanto mais meias você usar ou jornal, maior será a bola.

2. Corda

Para esse brinquedo, você vai precisar de um tecido grosso, como uma toalha de banho ou calça jeans velha, e uma tesoura.

Primeiramente, pegue o tecido escolhido e recorte três tiras de tamanhos parecidos. Em seguida, una as três pontas e dê um nó bastante apertado, para que ele não se solte.

Após dar o nó, você deve fazer uma trança, utilizando as três tiras. Ao chegar na ponta, dê outro nó.

Prontinho! A corda está pronta para o seu cão brincar com ela!

Gatos

3. Vara de pescar

Um dos brinquedos preferidos dos felinos são as varas de pescar com algum item amarrado na ponta, seja um petisco ou outro objeto que chame a atenção dele.

Para criar esse brinquedo, você vai precisar de uma vara de madeira, barbante e uma pena.

O modo de preparo desse brinquedo não tem segredo: você deve amarrar o barbante na vara de madeira e, na outra ponta do barbante, amarre uma pena. Para evitar que se solte, o ideal é que você dê um nó bem apertado em ambas as pontas.

Agora é só brincar com o seu gato! Certamente ele vai adorar seguir os movimentos que você fizer com a vara e ficará encantado com a pena pendurada na ponta!

4. Caixa de segredos

Você já deve ter percebido o quão fascinados os gatos ficam quando se deparam com uma caixa de papelão, não é mesmo?

Aproveitando que eles já gostam de brincar com elas, vamos transformá-las em um brinquedo ainda melhor para eles. Para tanto, você vai precisar de uma caixa de sapato, uma tesoura ou estilete e petiscos.

Agora, pegue a tesoura ou estilete e faça alguns furos ao longo da caixa, de modo que o seu pet consiga enfiar as patas dentro da caixa. Jogue alguns petiscos dentro da caixa e observe como o seu gato vai adorar passar horas tentando capturá-los!

Se achar que a caixa de sapato é muito pequena, caixas de papelão, aquelas que geralmente encontramos nos supermercados, também podem ser utilizadas.

Viu só como é prático e fácil fazer brinquedos para o seu animal de estimação? Esperamos que vocês se divirtam bastante e aproveitem bastante os novos passatempos!

Nossa orientação, porém, é que fique sempre de olho em seu pet enquanto eles brincam com esses novos itens, garantindo de que estão seguros.

O que achou dessas dicas de brinquedos para pets? Ficou com alguma dúvida sobre a confecção desses itens? Ou conhece algum outro brinquedo que pode ser feito em casa? Então deixe o seu comentário!

Cuidados com gatos: 5 necessidades do seu felino

Mulher abraçando gato

Mulher abraçando gato

Muitos são os mitos que envolvem os gatos, não é mesmo? Há quem diga que eles não são tão carinhosos quanto os cães, não gostam de tomar banho e que são mais arredios e independentes, mas não se engane.

Só quem realmente tem um felino sabe o quanto eles podem ser dóceis, apegados aos donos e muito interessados na rotina de quem vive no mesmo lugar que ele — apesar de ter os momentos em que gosta de ficar sozinho e fazer as coisas por conta própria.

Está pensando em ter um felino, mas tem muitas dúvidas a respeito? Não sabe quais são os cuidados com gatos e tem medo de não dar a devida atenção a ele? Não se preocupe!

No post de hoje, vamos compartilhar com você 5 necessidades do seu felino que não podem ser deixadas de lado. Confira:

1. Garanta a segurança do pet e evite que ele vá para a rua

Antes de mais nada, se está passando pela sua cabeça adotar um gato, o primeiro passo a ser dado é garantir que o seu lar está devidamente seguro para recebê-lo.

Para tanto, verifique se prateleiras e móveis estão firmes, bem montados, pois é grande a chance de que ele tenha curiosidade em subir nesses locais. Além disso, vai ser preciso ter atenção redobrada com o que fica espalhado pela casa, como objetos pequenos, tóxicos ou cortantes, de modo a evitar que o seu gatinho possa se ferir.

No entanto, a tarefa mais importante a ser feita antes do seu gato chegar é colocar tela em todas as janelas, se possível, inclusive as dos banheiros. Você já deve saber que o gato tem um instinto de caçador e que, muitas vezes, pode tentar escapar e explorar diferentes locais. É imprescindível não permitir que ele faça isso, pois pode se machucar com a queda ou com os perigos da rua.

2. Mantenha a vacinação em dia

Para manter a saúde do pet em dia e reduzir as chances de que ele tenha alguma doença, um dos maiores cuidados com gatos é seguir o cronograma de vacinação ao longo da vida deles.

Quando filhote, ele tomará a polivalente ao completar 60 dias — as doses serão reforçadas aos 90 e 120 dias. Essa vacina será dada novamente anualmente, com apenas uma dose. Já a antirrábica é dada pela primeira vez aos quatro meses de vida e reforçada anualmente.

3. Leve-o com frequência ao veterinário

É muito importante levar o seu pet para se consultar com o veterinário, pois apesar de parecer que está tudo bem, ele pode estar com algum problema assintomático. Além disso, esse profissional poderá analisá-lo com maior cuidado e identificar possíveis problemas genéticos ou questões que os olhos de um leigo não conseguem identificar.

O ideal é fazer visitas anuais — aproveite o mês de reforço das vacinas — em que o veterinário pode solicitar exames para certificar se ele está em boa forma.

4. Assegure a higiene do animal e da casa

Gatos são animais higiênicos e que não gostam de viver em lugares sujos e bagunçados. Portanto, garanta que a limpeza dele e do seu lar estejam sempre em dia. O indicado é que você:

  • troque com frequência a areia da caixa;
  • passe pano com desinfetante nos locais em que ele mais passa tempo;
  • dê banho pelo menos uma vez por mês no pet;
  • corte as unhas do animal e faça a limpeza dos ouvidos mensalmente.

5. Dê uma alimentação de qualidade

Converse com o veterinário e peça que o oriente sobre a melhor ração para dar ao seu gato. Ele saberá quais nutrientes não devem faltar na alimentação do seu felino e o que deve ser feito para compensá-los.

Além disso, faça uma lista de todos os alimentos que eles não podem comer em hipótese alguma, como leite, pães e uva.

Viu só como não era preciso ter tanta preocupação antes de ter um felino em seu lar? Seguindo nossas dicas de cuidados com gatos não vai ter segredo: o seu vai ser muito feliz, saudável e querido!

Quer ter acesso a todas as novidades e tendências sobre o mundo dos felinos e com a facilidade de receber os conteúdos em seu e-mail? Então assine a nossa newsletter e seja o primeiro a conferir as nossas dicas!

A importância de agendar as atividades do seu animal de estimação

Familia com cachorro

Familia com cachorro

Você, certamente, deve ter uma rotina de atividades que realiza, visando garantir que a sua saúde fique em dia — seja ao manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas, ir a médicos, realizar exames etc.

Saiba que, para o seu pet, também é muito importante ter uma agenda de tarefas atualizada e completa, pois, assim, será possívelmanter um acompanhamento de tudo o que ele precisa fazer ao longo dos dias.

No post de hoje, vamos explicar o porquê de ser ideal criar uma agenda para o seu animal de estimação, independentemente dela ser física ou digital, e quais devem ser as tarefas que deverão ser anotadas nela. Confira:

Por que ter uma agenda para o animal de estimação?

São tantos os compromissos que temos em nossa rotina que, contar com o auxílio de uma agenda para nos lembrar o que devemos fazer, é imprescindível — e isso vai se mostrar muito relevante também para as tarefas do seu pet.

Quais atividades devem ser marcadas na agenda?

Para ajudá-lo, listamos algumas das atividades mais frequentes e comuns na rotina de um animal de estimação e que você precisa anotar na agenda dele.

Idas ao pet shop

Com que frequência o seu cão vai ao pet shop para tomar banho, ser tosado e cortar as unhas? Para não se esquecer, anote todos esses dados em sua agenda e garanta que a higiene dele esteja adequada.

Se você mescla idas ao pet shop com banhos dados em casa, também é indicado que isso conste em suas anotações. Não se esqueça que o ideal é que um cão de pelo curto, por exemplo, tome banho no máximo duas vezes por mês. Já os que apresentam o pelo longo, o banho pode ser semanal.

Datas de vacinas

Nós já comentamos neste post a importância de manter um controle preciso da vacinação do seu cão. Portanto, essa deve ser mais uma das atividades do seu animal de estimação que deve estar presentes em sua agenda.

Anualmente, o cão recebe o reforço da vacina polivalente, que tomou quando era um filhote. Além disso, existem outras que precisam ser dadas para garantir a saúde dele, como a vacina contra a raiva.

Consultas periódicas com o veterinário

Não é porque o cão está sem apresentar algum sintoma ou comportamento diferente que podemos garantir que ele está saudável. Para não ter nenhuma dúvida com relação a isso, dependendo da idade do animal, é preciso levá-lo periodicamente para se consultar com o veterinário.

A quantidade de consultas que um filhote precisa não será a mesma de um adulto e nem de um idoso. Ou seja, ao longo da vida do seu pet, a agenda dele também vai se alterando, o que demonstra a importância de mantê-la atualizada.

Um filhote precisa de um acompanhamento mais próximo, pelo menos uma vez por mês, de modo que o veterinário seja capaz de acompanhar a sua evolução. Quando ele se torna um adulto, a frequência passa a ser anual, caso ele não aparente nenhum problema.

Ao se tornar um idoso, porém, os cuidados voltam a ser redobrados, tornando preciso que ele se consulte a cada seis meses.

Gostou dessas dicas para manter uma agenda de atividades do seu animal de estimação atualizada? Então assine a nossa newsletter e receba muitas outras novidades e informações sobre o mundo pet!

Ração para gatos ou feita em casa: qual é melhor opção?

Gato comendo

Gato comendo

Se tem uma dúvida que é recorrente e que aflige muitos donos de gatos é qual a melhor forma de alimentar o animal de estimação: ração industrializada ou caseira?

Pois saiba que não é só você quem lida diariamente com essa questão, já que este é um assunto que chega, até mesmo, a dividir a opinião de profissionais. Enquanto alguns acreditam que a ração para gatos industrializada é a mais indicada, outros preferem que eles sejam alimentados apenas com refeições caseiras.

Para acabar com as suas dúvidas, no post de hoje, vamos listar as vantagens e desvantagens dessas formas de alimentar o pet, auxiliando, portanto, a sua escolha. Confira:

Ração para gatos industrializada: vantagens e desvantagens

As opções são muitas: você vai encontrar opções como a standart, super premium, para filhote e adultos, e até para gatos castrados ou obesos. Além disso, as rações industrializadas podem ser encontradas em 3 variedades: secas, semi-secas e enlatadas.

Alternar entre essas possibilidades é o mais indicado para garantir que ele tenha uma alimentação balanceada e de qualidade. Abaixo, listamos algumas vantagens e desvantagens da ração industrializada.

Vantagens

Uma das principais vantagens que os alimentos industrializados propiciam aos felinos é que eles já costumam apresentar a quantidade necessária de nutrientes para mantê-los com a saúde em dia.

Outro ponto positivo das rações industrializadas é que elas influenciam na longevidade do pet, aumentando os anos de vida e evitando que eles desenvolvam algumas doenças, como as de deficiência nutricional ou problemas osteoarticulares.

Desvantagens

Assim como em relação à higiene, o seu felino vai se mostrar bastante exigente com a ração que vai alimentá-lo. Portanto, o ideal é que você observe qual vai ser do agrado dele.

Para ter certeza de que gosta da ração, ele, provavelmente, vai cheirar o pote, experimentando o conteúdo e analisando a textura. Caso não goste, logo vai se afastar de onde a ração está e não voltará a comê-la.

É importante que você se lembre, porém, que existem diferentes tipos de ração, influenciando na quantidade de nutrientes, vitaminas e demais benefícios para a saúde e bem-estar do animal.

Portanto, ao oferecer uma ração de má qualidade ao seu pet, além de aumentar as chances dele nem chegar perto dela, mesmo que ele goste, pode não propiciar o que ele precisa para se desenvolver.

Refeições caseiras: quando é indicada

Não pense que a refeição caseira servida ao seu gato é a mesma preparada para a sua família. Para que esse tipo de alimentação seja adequada, ela não deve, em hipótese alguma, ser condimentada.

Entre os alimentos que podem fazer parte da alimentação do seu gato, estão:

  • frango e peixe, tanto cozidos como grelhados (fonte de proteína);
  • vegetais;
  • cereais;
  • frutas;
  • leite (caso ele não tenha intolerância à lactose.

Normalmente, essa alimentação é adotada para ajudá-los a se recuperar de alguma doença ou infecção. Para não restar dúvidas, converse com o veterinário do seu gato. Veja a opinião dele e em quais casos ele acredita que a ração caseira é indicada, a quantidade ideal e o modo de preparo — aproveite e leia o nosso post com os 12 alimentos proibidos para gatos.

Este profissional também será de grande ajuda para orientá-lo sobre as melhores rações industrializadas e o quanto é necessário para manter o pet saciado e saudável.

Tirou as suas dúvidas sobre ração para gatos industrializada e refeições caseiras? Então não guarde essas informações apenas para você! Compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas dicas com seus amigos que também têm gatos!

Conheça 7 produtos para pet que tornam sua rotina mais prática

Produtos pet

Produtos pet

Um bicho de estimação é uma companhia e uma alegria ao nosso lado. Além de companheiros, ajudam muito a amenizar as tensões da rotina diária de pessoas nas mais variadas idades, do vovô ao netinho. Seja um gato, cachorro, porquinho da índia, ou chinchila, entre outros, o animal precisa de carinho e cuidados. Isso pode ser facilitado com produtos para pet em sua casa.

Neste artigo apresentamos alguns produtos para animais de estimação e seus benefícios para auxiliar no seu dia a dia com seu pet querido. Aproveite e boa leitura.

Garanta a saúde e o bem-estar do seu pet

Um pet necessita de atenção para estar saudável, limpo e feliz. Um veterinário, uma boa higiene e mimos fazem parte desse cuidado. E com o amor que ele recebe de você, o bicho vira o ‘dono do pedaço’.

Brinquedos, petiscos, artigos de higiene e acessórios estão disponíveis no mercado para você escolher e comprar. São muitas opções de produtos para a saúde, a higiene e a diversão nos mais variados tamanhos, especificações, cores e modelos.

Tudo para que o animal viva bem, confortável e faça a festa.

Conheça 7 produtos para pet que você deve ter em casa

Como você adora animais e quer que seu bicho de estimação esteja sempre bem e contente, fizemos uma lista com itens que ajudam nessa tarefa. Confira:

1. Petiscos

Pet adora um agrado.Petiscos é uma ótima opção para satisfazer as vontades do animal. Contudo, atenção para a qualidade desse alimento.Verifique se ele é indicado para o seu peludo, seus ingredientes e nutrientes. Biscoitos é uma boa, por exemplo.

O petisco natural com gengibre e eucalipto é uma indicação para cães.O gengibre auxilia no controle das bactérias na boca do peludo e o eucalipto atua como um descongestionante nasal.

2. Pote de ração personalizado

Uma dica legal para você guardar a comidinha de seu bicho querido, com direito a aplicar uma foto e o nome do fofo ou da fofa.

3. Gel para xixi

O bichinho fez xixi. Você aplica o gel sobre ele e rapidinho o pipi se transforma em pó. Então, é só varrer ou aspirar. Além da praticidade, o gel tem um odor de erva-doce que oferece um aroma agradável ao ambiente.

4. Lança bolinha

Se o seu pet é daqueles que adora uma diversão do tipo “corre e pega”, esse é um brinquedo delicioso.Faz bem para ele e para você.Muitas risadas e muitos afagos acontecerão.

5. Cama em formato de almofada

É uma gostosura. Você encontra em diversos tamanhos, modelos, cores e estampas. O bichinho vai curtir o aconchego e tirar uma soneca.

6. Roupas e acessórios

Roupas, calçados e bijuterias dão aquele toque de charme e fofura aos pets. Ter uma caixa com coleiras, plaquinhas e pingentes, em versões fashion, para repaginar o bichinho antes de sair para um passeio, é uma ótima opção.

E se vai passear, que tal vestir o amigo(a) com aquele figurino elegante e descontraído?

7. Sabonetes e shampoos

Bicho limpinho é tudo de bom. Então, tenha um estoque de sabonetes, líquido ou em barra, shampoos e condicionadores. Além do cheirinho de limpeza, eles combatem pulgas e carrapatos.

Curta seu pet com todo o amor que ele merece

Quem ama, cuida. Certamente, você está na lista das pessoas que adoram um pet e fazem de tudo para que ele esteja sempre bem. Brinquedos, a ração, medicamentos, artigos de higiene, roupinhas, petiscos, camas e casinhas são, além de produtos para pet, as melhores formas de expressar esse amor.

Agora é adquirir os produtos para pet que você ainda não tem, ou renovar o estoque.Seu bicho de estimação vai adorar. Siga nossas páginas no Facebook e Instagram e confira outras dicas sobre o encantado mundo animal.

Como dar remédio para pets da forma certa?

Veterinário examinando cachorro

Veterinário examinando cachorro

Dar remédio para pets é uma atividade complexa e, muitas vezes, imprevisível — para as pessoas. Afinal, cada animalzinho se comporta de uma maneira, e quase nunca eles parecem abertos a entender que se trata de algo benéfico para eles.

Isso, entretanto, não exclui a necessidade de medicá-los, consultar um veterinário, seguir à risca as suas orientações e brigar contra a indisposição do seu gato ou cãozinho para que melhore rapidamente.

Muitas pessoas abusam da criatividade para contornar o gênio difícil do bichinho, mas, em alguns casos, a alternativa pode não ser uma boa ideia por reduzir a eficácia do princípio ativo do remédio — como dissolver comprimidos em água.

Por isso, reunimos neste post tudo o que você precisa saber sobre dar remédio para animal de estimação, como algumas dicas para medicá-los, a relevância da figura do veterinário para realizar o diagnóstico da maneira adequada e até mesmo os riscos em tentar fazê-lo por conta própria.

Descubra como dar remédio para animal de estimação pode ser difícil, mas se trata de uma dificuldade necessária para superar todo tipo de problema de saúde que acomete os nossos amiguinhos!

Preciso dar remédio para meu animal de estimação, e agora?

Há quem trema só em imaginar o esforço em lidar com a lista de medicamentos dada pelo médico-veterinário.

Ainda mais quando ela é composta por comprimidos e líquidos, o que torna o desafio maior, já que cães e gatos têm o costume de fechar a boca quando percebem a nossa intenção.

Dessa maneira, acontecem algumas consequências que podem ser bastante prejudiciais ao animal de estimação, como:

  • administração errada do remédio;
  • desatenção, o que pode ocasionar no cão ou gato cuspir o medicamento posteriormente;
  • dosagem errada, muitas vezes, decorrente da dificuldade em ministrar todas as gostas de um medicamento líquido, interferindo na qualidade do tratamento;
  • soluções criativas e bem-sucedidas, mas que podem anular ou reduzir a eficiência do princípio ativo de cada remédio.

Em outros casos, as pessoas — ou mesmo o veterinário — não atentam para saber o melhor caminho para administrar um remédio para animal de estimação, o que leva aos problemas acima mencionados.

Por isso, vamos começar pelo básico: a diferenciação dos dois principais tipos de remédios usados, que é o comprimido e o medicamento em suspensão (o líquido).

O primeiro é costumeiramente prescrito para animais adultos (embora não seja uma regra), pois eles encontram mais facilidade para ingerir a drágea — além de ser possível esconder o medicamento em um alimento grande o suficiente.

O remédio líquido, por sua vez, é considerado mais fácil por muitas pessoas, que contam até mesmo com uma disposição maior do animal de estimação. A dificuldade, no entanto, está em observar se a dosagem certa foi aplicada.

Qual é a importância de levar o pet ao veterinário?

Se você encontra dificuldades em dar remédio para animal de estimação, saiba que sua batalha não é travada sem companhia: muitos veem a tarefa como algo estressante (para o animalzinho) e acabam administrando o tratamento da maneira errada.

Há quem sequer inicie o tratamento e quem abandone-o pela metade, pois acha que o estresse causado no cão ou gato não vale as tentativas em fazê-los ingerir o medicamento.

Acontece que, mediante a necessidade de usar algum tipo de remédio para animal de estimação, o caso é sério e precisa ser tratado com paciência e disciplina. Principalmente, porque os animais conseguem se comunicar conosco, mas com algumas limitações.

Como exemplo, existe quem abandone o tratamento por achar que o animal de estimação está melhor e não querer estressá-lo, quando, na verdade, os sintomas apenas diminuíram.

Até por isso, já mencionamos a importância do veterinário nesse processo. Afinal, ele entende dos melhores caminhos para conseguir a melhor administração dos remédios, além de ter muito mais conhecimento técnico e instrumentos que permitam o diagnóstico preciso.

Daí a relevância em levar o seu bichinho regularmente ao veterinário, o que ajuda a prevenir todo tipo de enfermidade, a fortalecer o sistema imunológico e também a observar qualquer situação que possa interferir na saúde e qualidade de vida dos seus companheirinhos.

Além disso, essa frequência elevada ajuda a identificar novas maneiras de cuidar bem do animal de estimação e até mesmo a analisar com mais eficiência qualquer sintoma que ele apresentar, já que essa troca de conhecimentos é fundamental em uma consulta veterinária.

Mas, no que diz respeito à aplicação do remédio para animal de estimação, é válido ler a bula/rotulagem do remédio, pois isso ajuda a encontrar uma série de informações importantes, como:

  • a dosagem média a ser administrada para animais de diferentes portes;
  • a via de administração;
  • o que fazer em caso da administração incorreta da dosagem;
  • o período mínimo e o máximo por que o produto deve ser utilizado.

Isso tudo, entretanto, precede o momento em que você precisa encontrar a melhor solução para dar o remédio para seu animal de estimação — algo que veremos aos montes no tópico seguinte!

Como dar remédio para animal de estimação?

Quando o veterinário não está por perto e é a hora da verdade entre você e o seu animalzinho, é importante manter a calma e não se estressar, pois isso ajuda a contribuir para a ansiedade do bichinho em se desvencilhar do seu abraço com intenções benéficas, mas que vão além do afago.

A solução mais popular é a tentativa de esconder o comprimido em um petisco (como um pedaço de pão), mas a perspicácia de alguns animais — especialmente os cães e gatos — pode colocar a perder a sua estratégia.

Sem falar que, como já mencionamos, existem remédios que não podem ser triturados ou ter a sua película removida para diluir em água, por exemplo. Isso pode interferir no tratamento e, consequentemente, na saúde do seu animal de estimação.

Aí vão, então, algumas dicas para você que deseja aprender como dar remédio para animal de estimação:

  • pergunte ao veterinário sobre a possibilidade de diluir, triturar ou mascarar o remédio em petiscos;
  • caso o tratamento seja longo, uma boa ideia é associar os horários de remédios com ações positivas, como um petisco, uma sessão de carinhos, passeios (que, inclusive, ajudam a gastar a energia do cãozinho destruidor) ou brincadeiras;
  • felinos podem ser verdadeiros desafios para se administrar a medicação, mas é mais fácil abrir a boca deles e colocar o remédio além do alcance de sua língua, pois isso evita que eles sintam o sabor comumente desagradável do produto;
  • para evitar aquela unhada dolorida durante a tentativa de fuga, pegue o seu gato no colo e enrole-o em uma toalha;
  • caso queira (e possa) mascarar o remédio em petiscos (como pão, salsicha ou carne, entre outros), dê, num primeiro momento, o petisco sem remédio. No segundo pedaço, coloque o comprimido dentro;
  • um terceiro pedaço de petisco é bem-vindo como recompensa para o animal, reafirmando o aspecto positivo da tarefa;
  • cuidado com antibióticos que tenham tetraciclina e doxiciclina em suas composições, pois eles não devem ser tomados junto de leite e derivados, pois o cálcio prejudica a absorção da propriedade ativa do medicamento;
  • caso consiga, o método mais eficiente e recomendado é colocar o animal de estimação entre as suas pernas, elevar o focinho deles, abrir a boca e colocar o remédio além do alcance da língua, massageando a região do pescoço em seguida;
  • para remédios líquidos, a situação é similar, mas, caso o animal rejeite a dosagem direta, deve-se colocar o remédio em uma seringa sem agulha para administrar o tratamento no bichinho.

Viu como existem diversas maneiras de seduzir o seu animalzinho, fazendo com que a administração de remédios não seja uma verdadeira tormenta?

Para facilitar ainda mais, vamos ensinar também um método eficiente para abrir a boca dos seus cães e gatos, caso tenha interesse em usar a maneira prática de medicá-los:

  • deposite uma das mãos sobre o focinho do animal, com o auxílio dos dedos para levantar os lábios e dentes;
  • com a outra mão, segure o comprimido entre os dedos polegar e indicador, usando o dedo médio para manter a boca do animal aberta (em sua parte inferior);
  • coloque o remédio bem no fundo, em sua língua, para que fique difícil de cuspir o comprimido.

O método com líquido é similar, como já vimos, então pode ser que a sua tarefa seja mais fácil e que você possa abrir mão de técnicas mirabolantes para dar remédio para animal de estimação.

É possível dar remédio manipulado para animal de estimação?

Não é recente o uso de remédios manipulados para tratar e prevenir uma série de enfermidades. Agora, para animais de estimação, a história pode ser uma curiosa novidade.

Ainda mais porque os manipulados podem ser feitos para lidar de maneira mais personalizada — a partir da elaboração de uma fórmula sob medida — para atender às suas necessidades e outras particularidades, como:

  • especificações do tratamento;
  • necessidades que determinado animal possa ter;
  • ajustar a dosagem ideal, de modo que você tenha a medida certa para o seu animal;
  • peso e tamanho do animal.

Além disso, é possível fazer com que esse tipo de medicamento valorize a dosagem certa com base na necessidade de determinada substância para qualificar o tratamento. E reduz o desperdício de medicamentos que ficam em estoque, quando finalizado o período de medicação.

Afinal de contas, os remédios manipulados são pensados de acordo com os dias e doses que serão necessários até que o animalzinho de estimação esteja com a saúde em dia. Sem falar que formatos, texturas e sabores variados podem ser pensados, reduzindo o amargor, por exemplo, além de facilitar a administração dos remédios.

A nossa recomendação, nesses casos, é verificar com o seu veterinário a possibilidade de substituir os remédios convencionais pelos manipulados — desde que existam benefícios nessa mudança, é claro.

Mas algo que ajuda a reforçar o quanto essa alternativa é benéfica ao dar remédio para animal de estimação é o resultado de um estudo aplicado pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Nele, ficou evidente que o faturamento do ramo pet de quase R$ 15 bilhões em 2012 e a expectativa de ascendência desses números para os anos seguintes são ótimos indicativos de que é bastante possível realizar essa mudança — e o quanto ela pode contribuir para a manutenção da saúde dos seus animais de estimação.

Vale também a explicação, aqui, a respeito da importância em usar apenas medicamentos veterinários que sejam registrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Isso porque esse é o órgão regulador desse tipo de medicação e traz, em suas exigências, todo tipo de cuidado e atenção que devem ser tomados e garantidos para que os produtos conservem a sua eficácia e segurança.

Assim, você se certifica, também, de que tem a melhor alternativa e solução para as enfermidades que acometerem os seus bichinhos.

Portanto, recuse todo tipo de medicamento que não tenha passado pelo rigor técnico do MAPA e, inclusive, os medicamentos manipulados, pois é proibido o uso de qualquer produto veterinário manipulado sem a sua devida autorização.

Por que seguir à risca as orientações do veterinário?

Você pode achar que administrar remédio para animal de estimação é uma tarefa difícil, mas as consequências do uso indevido e de ignorar outras recomendações do veterinário são ainda piores.

Em muitos casos, o que se pode perceber é a demora na eficácia do tratamento, a deterioração no quadro clínico do seu pet ou mesmo situações mais drásticas, como o óbito do animal.

Por isso, seguir as recomendações veterinárias é determinante para um tratamento mais ágil e eficaz. Principalmente, porque não se trata de uma simples exigência aleatória.

Afinal, hoje em dia, a medicina está cada vez mais alinhada com os conceitos da cronofarmacologia, que vêm ruindo aos poucos aquela noção de que podemos medicar os animais “duas vezes ao dia”, por exemplo, a qualquer hora.

Dessa maneira, a ideia reside no cumprimento rigoroso dos horários estabelecidos e também na duração do tratamento, pois ambos vão contribuir para que os efeitos terapêuticos sejam maximizados e todo tipo de risco colateral, minimizado.

O que é a cronofarmacologia?

A técnica — uma junção de três palavras gregas: crono (tempo), fármaco (remédio) e logia (ciência) — consiste em oferecer mais eficiência e segurança na administração de remédios, de modo que a sua concentração tenha duração maior no organismo, por meio do alinhamento com os ritmos biológicos de cada paciente.

A popularização dessa ciência se deve às diferenças entre cada ser vivo quando o assunto é a influência de fenômenos ambientais em nosso ritmo biológico. Como exemplo, podemos citar:

  • as estações do ano;
  • as fases da lua;
  • as oscilações das marés;
  • os períodos entre dia e noite.

Isso porque esses agentes externos e periódicos podem interferir no funcionamento do organismo. E, com a cronofarmacologia, tudo é pensado para que o princípio ativo do remédio seja absorvido da melhor forma possível.

Assim, há a possibilidade de obter uma resposta muito mais imediata e positiva, tendo em vista que a orientação do veterinário em dar remédio para animal de estimação em determinados horários — e por certo período de tempo — leva tais fatores em conta.

Por isso, cada remédio deve ser administrado no horário certo, o que também reduz os riscos colaterais, como já mencionamos. Trata-se de uma combinação de elementos detalhadamente pensados para aprimorar a saúde do bichinho e, também, reduzir certos aspectos negativos do tratamento.

Por que o diagnóstico e medicamento caseiros não são boas soluções?

Caso você já tenha lido o nosso post até aqui, já deve ter compreendido que o veterinário tem uma importante parte no tratamento dos seus animais de estimação.

Cabe às pessoas que cuidam do animalzinho seguir as suas orientações, porque ninguém melhor do que o médico-veterinário para avaliar os melhores medicamentos, os melhores horários e a duração da administração dos comprimidos ou remédios líquidos.

Por isso, é perigoso julgar que um ou outro sintoma seja o suficiente para você apresentar um diagnóstico do tipo de enfermidade de que o seu cãozinho ou gato pode estar sofrendo.

Sem falar que o diagnóstico errado e a escolha indevida de medicamentos para administrar a doença podem agravar a condição do animal, o que vai, consequentemente, exigir um tratamento mais prolongado e específico em outras necessidades decorrentes desse erro.

Por que procuramos por um médico-veterinário e qual é a importância em ouvi-lo?

Diferentemente de diferentes serviços para pets, que visam mais conveniência, praticidade, segurança e lazer para eles, o médico-veterinário é aquela figura que tem tudo à mão para entender o que tem acontecido com o organismo do seu companheirinho.

A partir dessa consulta, vêm o diagnóstico, a prescrição do tratamento e os devidos remédios. Por isso, após a visita ao veterinário, por que não ouvi-lo?

Afinal, ele entende o que deve ser feito para que o resultado seja o mais eficaz possível. Claro que você tem o direito de discordar, afinal, ninguém é infalível, podendo cometer equívocos, mas ignorar as recomendações e orientações acaba por levar essa baita responsabilidade para você.

O mais interessante, nesses casos, é usar o conhecimento médico do veterinário para resumir todas as suas dúvidas e apontamentos em soluções e em compreensão do que vai ser feito com o seu cãozinho ou gatinho, por exemplo.

Dessa maneira, você se cerca de cuidados para tomar a melhor decisão no que diz respeito à saúde do seu animal de estimação — como já falamos a respeito.

Além disso, lembre-se de consultar o profissional para cada mudança que você tiver pensado ao longo do tratamento e que não condisser com o que foi prescrito.

E, caso você não concorde de modo algum com o diagnóstico ou tratamento indicado, é sempre válido recorrer a uma segunda opinião profissional, algo muito melhor do que seguir a intuição ou o conselho de pessoas que têm pouco conhecimento sobre o assunto.

Para você entender a relevância de ouvir sempre a opinião e indicações do seu veterinário, confira alguns dos problemas que podem acontecer em decorrência do diagnóstico caseiro e da aplicação de remédios errados — como medicamentos feitos para humanos:

Remédios errados

Aqui, as dificuldades podem começar na escolha dos remédios, pois, quando a escolha é inadequada, é possível agravar o problema de saúde do animalzinho. Sem falar que alguns remédios que estamos acostumados a tomar são terminantemente proibidos para eles, como:

  • analgésicos (como a popular aspirina e o paracetamol);
  • antidepressivos;
  • anti-inflamatórios (como piroxicam, diclofenaco e ibuprofeno);
  • antissépticos por via urinária (como é o caso dos princípios ativos de sepurim ou pirydium);
  • colutórios (os enxaguantes e anestésicos que usamos para a higiene da boca e alívio da garganta);
  • descongestionantes nasais e também os antigripais.

São, portanto, medicamentos tóxicos e com uma dosagem muito superior — em alguns casos — à necessária ou segura para os animais de estimação, o que pode causar até mesmo falência aguda de alguns órgãos, levando-os ao óbito.

Ingestão acidental de medicamentos para humanos

Da mesma maneira que mantemos os remédios longe do alcance de crianças, é importante mantê-los afastados da curiosidade do seu gato ou cão.

Agora, caso ocorra essa ingestão acidental, verifique se o seu animal de estimação apresenta sintomas como:

  • convulsão;
  • diarreia;
  • dificuldade respiratória;
  • dor abdominal;
  • falta de apetite;
  • prostração intensa;
  • vômito.

Tendo uma ou mais condições como as citadas acima, leve o seu bichinho ao veterinário imediatamente e evite aplicar soluções caseiras para remediar a situação.

Aprenda como dar remédio para animal de estimação conosco

E então, o que achou deste post? As informações foram importantes para ajudá-lo a cuidar devidamente do seu animalzinho de estimação?

Esperamos que, agora, você entenda perfeitamente o quanto o veterinário é uma figura importante no tratamento dos seus animais, bem como as possibilidades de medicamentos que você pode encontrar e, principalmente, algumas técnicas para facilitar a aplicação.

Mas, caso tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto ou queira saber um pouco mais a respeito de como dar remédio para animal de estimação sem estressá-lo ou estressar a si mesmo, entre em contato conosco e confira tudo o que a Pata a Pata pode fazer pelo seu estimado companheiro!

Por quanto tempo é seguro deixar o gato sozinho?

Gato sozinho em casa

Gato sozinho em casa

Você vai precisar sair para viajar alguns dias e não sabe por quanto tempo é seguro deixar o gato sozinho em casa? Essa é uma questão comum entre donos de felinos, pois por mais que os gatos pareçam animais superindependentes, eles precisam sim dos cuidados e da supervisão de um humano.

Por quanto tempo o gato vai ficar sozinho em casa?

Para saber o que fazer com seu gatinho quando você for viajar, primeiro é importante saber a duração da viagem. Se você for ficar um ou, no máximo, dois dias fora, seu bichano pode se virar bem sozinho. Desde que você deixe algumas vasilhas de água e comida espalhadas pela casa e todas as portas e janelas fechadas. Também não deixe nenhum tipo de produto de limpeza ou material tóxico ao alcance do seu gatinho.

Isso também não é algo que deve ocorrer com frequência, pois mesmo sendo um tempo curto, se acontecer repetidamente pode trazer consequências para a saúde do animal. Os gatos também precisam de atenção e carinho, e quando se sentem sozinhos podem desenvolver sintomas de estresse, depressão e ansiedade, por exemplo.

Por esse motivo é que devemos pensar muito bem antes de adotar um animal, já que ele deve se adaptar ao nosso estilo de vida, sem que sua saúde e bem-estar sejam afetados.

O que fazer com meu gato se eu precisar me ausentar por mais tempo?

Se o período da sua viagem for maior do que dois dias, você vai precisar contar com a ajuda de alguém para cuidar do seu bichinho. Caso você não tenha nenhum amigo, familiar ou vizinho que seja de sua confiança, procure a indicação de alguém que preste esse tipo de serviço.

Hoje em dia, existem pessoas que trabalham como cat sitter. Ou seja, é um profissional que se hospeda ou visita a sua casa diariamente enquanto você estiver ausente, para dar comida, trocar a água e a areia sanitária de seu animal e brincar um pouco com ele.

Deixar o gato em casa e contar com os serviços de um cat sitter ou algum amigo é, sem dúvida, a melhor opção. Isso porque os gatos se estressam muito com mudanças de ambiente e levá-lo para passar uns dias em outro lugar pode trazer problemas.

Entretanto, caso você não se sinta confortável com alguém em sua casa, pode deixá-lo na casa de alguém de confiança ou em um hotelzinho próprio para animais. Porém, essa opção só funciona bem se seu gato for mais tranquilo.

Se for na casa de alguém que já tem um animal, o seu gato deve ficar em um cômodo à parte, para evitar as brigas. O local deve ter telas nas janelas e as portas devem estar sempre fechadas, evitando a fuga do seu bichano.

Já se for em um hotelzinho para animais, tenha a certeza de que é um ambiente bem higienizado, com a infraestrutura necessária e profissionais sérios, para que o seu gato esteja bem cuidado, em segurança e sem possibilidade de fuga. Busque sempre referências e contato com pessoas que já utilizaram o serviço.

Para que ele se sinta mais à vontade e sofra menos estresse, leve seus pertences pessoais como caminhas, brinquedos e cobertores. Assim ele vai sentir o cheirinho que já está acostumado e ficar um pouco mais calmo. Lembre-se também de deixar todos os seus números de contato para qualquer emergência.

Seguindo essas dicas, você pode viajar tranquilo, tendo a certeza de que seu gatinho estará bem cuidado enquanto espera você voltar.

Sabia que você também pode levar o seu gato pra passear? Confira as nossas dicas!

Bem-estar do Pet: conheça 5 serviços que cuidam do seu animalzinho

Mulher com cachorro

Mulher com cachorro

Brinquedinhos, caminhas, a melhor ração, roupas divertidas ou para agasalhar: quem tem um animalzinho em casa não mede esforços em prol do bem-estar do pet. Foi exatamente assim que surgiram muitos dos serviços que hoje conhecemos como exclusivos aos peludos.

Neste post, listamos alguns desses produtos (e profissionais) que podem facilitar bastante a vida dos tutores, em especial dos mais atarefados. Confira e boa leitura!

1. Pet Taxi: resolvendo os problemas de transporte

O nome já diz tudo! O pet táxi foi criado para garantir o conforto dos pets durante o transporte em diferentes tipos de viagens. As empresas que prestam esse serviço podem ser acionadas tanto para uma simples ida ao veterinário quanto para traslados mais longos.

Quem tem pet grande sabe: quanto maior a raça, mais difícil o transporte e, infelizmente, menor o conforto para o animal. Pensando nisso, é comum que os carros utilizados sejam adaptados com caixas de transporte fixas e de diversos tamanhos.

Dê adeus à dificuldade de achar um táxi comum que aceite seu animalzinho e experimente esse serviço na próxima viagem!

2. Hotel e creche de animais: diversão garantida para os pets

Os hotéis para animais são uma ótima opção para quem costuma viajar bastante e não tem com quem deixar o seu fiel escudeiro. Os preços das diárias variam de acordo com os serviços ofertados.

Um desses serviços é a creche, que também pode ser contratada isoladamente. Essa é uma opção interessante para quem quer que seu pet socialize com outros animais e gaste bastante energia.

Ao optar por esse serviço, é importante observar se o local escolhido é criterioso no controle da vacinação dos pets que passam por ali — a saúde de um é a saúde de todos! Lembre-se, também, de fazer a identificação correta do seu peludo para que os profissionais saibam como agir em casos de emergência.

3. Pet Sitter: a babá de animais

A principal diferença da babá de pets para os dois últimos serviços aqui apresentados, é que o seu animalzinho não precisa sair de casa para receber atenção e cuidados.

As babás geralmente ficam responsáveis pelo passeio, pela alimentação e por quaisquer outras atividades previamente combinadas com os tutores. Pode ser uma excelente opção em épocas de viagem caso seu pet não se adapte bem aos hotéis ou ao convívio com outros amiguinhos.

4. Dog walker: a solução para a falta de tempo

Esse é um serviço mais específico que os oferecidos por hotéis, creches ou mesmo pelas babás de pets. O dog walker é responsável apenas pelo passeio do seu animal, uma boa saída para os dias mais atarefados.

Ainda assim, é comum que esses profissionais estejam capacitados a ensinar algumas técnicas de adestramento ao seu animalzinho, desde que também sejam remunerados para isso. O serviço é mais comum entre os pets caninos, mas também atende gatos que gostam de passear.

5. Plano de saúde animal: bem-estar do pet e tranquilidade do dono

O plano de saúde dos pets costuma ser semelhante ao dos tutores. Ele pode oferecer carência para algum serviço, mas trazer vantagens, como a possibilidade de escolha de profissionais e a certeza do atendimento.

Atualmente, existem várias opções no mercado: aqueles que oferecem cobertura total, os que são válidos para situações emergenciais e os que cobrem apenas exames e consultas. Vale a pena colocar os possíveis gastos na ponta do lápis e avaliar o que é melhor para o seu pet!

Agora que você já conhece mais sobre esses serviços que garantem o bem-estar do pet e, por consequência, o seu também, o que acha de assinar a nossa newsletter para receber mais conteúdos como este? Você não vai se arrepender. Até a próxima!

Gatos podem passear? Descubra aqui!

Gato em caixa de transporte

Gato em caixa de transporte

Você sabia que seguindo os devidos cuidados e garantindo a segurança do pet, gatos podem passear? Mas não se engane! Não estamos falando dos passeios perigosos e indevidos que alguns fazem sozinhos e sem a supervisão dos donos! Esses devem ser estritamente eliminados da rotina do seu animal de estimação!

No post de hoje, vamos explicar como isso é possível e o que deve ser feito para propiciar um passeio tranquilo e seguro ao seu felino. Confira:

Gatos podem passear?

Gatos podem, sim, passear, mas desde que essa seja a vontade dele. Antes de sair com o animal na rua, observe o comportamento dele e se está apresentando alguns sinais de que não se sente confortável com tal passeio. Pode acontecer dele arrepiar todo e esse é um forte indício de que está com medo.

Uma alternativa é trazer esse hábito para a rotina dele de maneira tranquila e aos poucos. Primeiro, acostumando-o a passear no seu colo na porta da sua casa ou apartamento. Depois, você pode familiarizá-lo com a coleira e observar qual é a reação dele.

Quais cuidados devem ser tomados?

Para garantir que corra tudo bem durante o passeio e que ele não se sinta acuado ou amedrontado, é preciso tomar alguns cuidados. Lembre-se de que os gatos são animais desconfiados e que levam um tempo maior para se acostumar com novidades, portanto, é ideal evitar qualquer tipo de estresse.

Compre uma coleira

O primeiro é adquirir uma coleira/guia específica para gatos e do tamanho adequado do seu pet. Ela deixará você no controle da situação e será de grande auxílio para guiá-lo ao longo do caminho.

No início, deixe que ele ande pela casa com a coleira ou brinque com ele, de modo que ela não se torne algo negativo.

Dê preferência pelo mesmo local

O ideal é que, em um primeiro momento, os passeios sejam feitos no mesmo lugar, de modo que ele o reconheça e passe a se sentir confortável ali.

Leve a caixa de transporte

Tenha também sempre perto a caixa de transporte. Desse modo, caso você perceba que ele cansou ou apresentou algum comportamento anormal, é só colocá-lo dentro.

Se notar que o seu gato está apresentando mais dificuldade do que o normal para sair de casa, converse com o seu veterinário e busque descobrir quais podem ser os motivos para isso estar acontecendo.

Quais são os benefícios de passear com felinos?

Os felinos apresentam um instinto caçador forte e, por conta disso, os passeios farão muito bem a eles e contribuirão para que se sintam mais livres.

Outro benefício muito importante é que, ao passear com o seu gato, você estará realizando uma atividade física com o animal, o que evita que ele desenvolva problemas de saúde, como a obesidade felina.

Inserir na rotina do seu pet a prática regular de exercícios e brincadeiras é primordial para manter a saúde dele em dia e longe de doenças.

Agora que você já sabe se gatos podem passear e quais cuidados devem ser tomados, leia o nosso post sobre os 12 alimentos proibidos para felinos que você não conhecia!