Ração para gatos ou feita em casa: qual é melhor opção?

Gato comendo

Gato comendo

Se tem uma dúvida que é recorrente e que aflige muitos donos de gatos é qual a melhor forma de alimentar o animal de estimação: ração industrializada ou caseira?

Pois saiba que não é só você quem lida diariamente com essa questão, já que este é um assunto que chega, até mesmo, a dividir a opinião de profissionais. Enquanto alguns acreditam que a ração para gatos industrializada é a mais indicada, outros preferem que eles sejam alimentados apenas com refeições caseiras.

Para acabar com as suas dúvidas, no post de hoje, vamos listar as vantagens e desvantagens dessas formas de alimentar o pet, auxiliando, portanto, a sua escolha. Confira:

Ração para gatos industrializada: vantagens e desvantagens

As opções são muitas: você vai encontrar opções como a standart, super premium, para filhote e adultos, e até para gatos castrados ou obesos. Além disso, as rações industrializadas podem ser encontradas em 3 variedades: secas, semi-secas e enlatadas.

Alternar entre essas possibilidades é o mais indicado para garantir que ele tenha uma alimentação balanceada e de qualidade. Abaixo, listamos algumas vantagens e desvantagens da ração industrializada.

Vantagens

Uma das principais vantagens que os alimentos industrializados propiciam aos felinos é que eles já costumam apresentar a quantidade necessária de nutrientes para mantê-los com a saúde em dia.

Outro ponto positivo das rações industrializadas é que elas influenciam na longevidade do pet, aumentando os anos de vida e evitando que eles desenvolvam algumas doenças, como as de deficiência nutricional ou problemas osteoarticulares.

Desvantagens

Assim como em relação à higiene, o seu felino vai se mostrar bastante exigente com a ração que vai alimentá-lo. Portanto, o ideal é que você observe qual vai ser do agrado dele.

Para ter certeza de que gosta da ração, ele, provavelmente, vai cheirar o pote, experimentando o conteúdo e analisando a textura. Caso não goste, logo vai se afastar de onde a ração está e não voltará a comê-la.

É importante que você se lembre, porém, que existem diferentes tipos de ração, influenciando na quantidade de nutrientes, vitaminas e demais benefícios para a saúde e bem-estar do animal.

Portanto, ao oferecer uma ração de má qualidade ao seu pet, além de aumentar as chances dele nem chegar perto dela, mesmo que ele goste, pode não propiciar o que ele precisa para se desenvolver.

Refeições caseiras: quando é indicada

Não pense que a refeição caseira servida ao seu gato é a mesma preparada para a sua família. Para que esse tipo de alimentação seja adequada, ela não deve, em hipótese alguma, ser condimentada.

Entre os alimentos que podem fazer parte da alimentação do seu gato, estão:

  • frango e peixe, tanto cozidos como grelhados (fonte de proteína);
  • vegetais;
  • cereais;
  • frutas;
  • leite (caso ele não tenha intolerância à lactose.

Normalmente, essa alimentação é adotada para ajudá-los a se recuperar de alguma doença ou infecção. Para não restar dúvidas, converse com o veterinário do seu gato. Veja a opinião dele e em quais casos ele acredita que a ração caseira é indicada, a quantidade ideal e o modo de preparo — aproveite e leia o nosso post com os 12 alimentos proibidos para gatos.

Este profissional também será de grande ajuda para orientá-lo sobre as melhores rações industrializadas e o quanto é necessário para manter o pet saciado e saudável.

Tirou as suas dúvidas sobre ração para gatos industrializada e refeições caseiras? Então não guarde essas informações apenas para você! Compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas dicas com seus amigos que também têm gatos!

Como dar remédio para pets da forma certa?

Veterinário examinando cachorro

Veterinário examinando cachorro

Dar remédio para pets é uma atividade complexa e, muitas vezes, imprevisível — para as pessoas. Afinal, cada animalzinho se comporta de uma maneira, e quase nunca eles parecem abertos a entender que se trata de algo benéfico para eles.

Isso, entretanto, não exclui a necessidade de medicá-los, consultar um veterinário, seguir à risca as suas orientações e brigar contra a indisposição do seu gato ou cãozinho para que melhore rapidamente.

Muitas pessoas abusam da criatividade para contornar o gênio difícil do bichinho, mas, em alguns casos, a alternativa pode não ser uma boa ideia por reduzir a eficácia do princípio ativo do remédio — como dissolver comprimidos em água.

Por isso, reunimos neste post tudo o que você precisa saber sobre dar remédio para animal de estimação, como algumas dicas para medicá-los, a relevância da figura do veterinário para realizar o diagnóstico da maneira adequada e até mesmo os riscos em tentar fazê-lo por conta própria.

Descubra como dar remédio para animal de estimação pode ser difícil, mas se trata de uma dificuldade necessária para superar todo tipo de problema de saúde que acomete os nossos amiguinhos!

Preciso dar remédio para meu animal de estimação, e agora?

Há quem trema só em imaginar o esforço em lidar com a lista de medicamentos dada pelo médico-veterinário.

Ainda mais quando ela é composta por comprimidos e líquidos, o que torna o desafio maior, já que cães e gatos têm o costume de fechar a boca quando percebem a nossa intenção.

Dessa maneira, acontecem algumas consequências que podem ser bastante prejudiciais ao animal de estimação, como:

  • administração errada do remédio;
  • desatenção, o que pode ocasionar no cão ou gato cuspir o medicamento posteriormente;
  • dosagem errada, muitas vezes, decorrente da dificuldade em ministrar todas as gostas de um medicamento líquido, interferindo na qualidade do tratamento;
  • soluções criativas e bem-sucedidas, mas que podem anular ou reduzir a eficiência do princípio ativo de cada remédio.

Em outros casos, as pessoas — ou mesmo o veterinário — não atentam para saber o melhor caminho para administrar um remédio para animal de estimação, o que leva aos problemas acima mencionados.

Por isso, vamos começar pelo básico: a diferenciação dos dois principais tipos de remédios usados, que é o comprimido e o medicamento em suspensão (o líquido).

O primeiro é costumeiramente prescrito para animais adultos (embora não seja uma regra), pois eles encontram mais facilidade para ingerir a drágea — além de ser possível esconder o medicamento em um alimento grande o suficiente.

O remédio líquido, por sua vez, é considerado mais fácil por muitas pessoas, que contam até mesmo com uma disposição maior do animal de estimação. A dificuldade, no entanto, está em observar se a dosagem certa foi aplicada.

Qual é a importância de levar o pet ao veterinário?

Se você encontra dificuldades em dar remédio para animal de estimação, saiba que sua batalha não é travada sem companhia: muitos veem a tarefa como algo estressante (para o animalzinho) e acabam administrando o tratamento da maneira errada.

Há quem sequer inicie o tratamento e quem abandone-o pela metade, pois acha que o estresse causado no cão ou gato não vale as tentativas em fazê-los ingerir o medicamento.

Acontece que, mediante a necessidade de usar algum tipo de remédio para animal de estimação, o caso é sério e precisa ser tratado com paciência e disciplina. Principalmente, porque os animais conseguem se comunicar conosco, mas com algumas limitações.

Como exemplo, existe quem abandone o tratamento por achar que o animal de estimação está melhor e não querer estressá-lo, quando, na verdade, os sintomas apenas diminuíram.

Até por isso, já mencionamos a importância do veterinário nesse processo. Afinal, ele entende dos melhores caminhos para conseguir a melhor administração dos remédios, além de ter muito mais conhecimento técnico e instrumentos que permitam o diagnóstico preciso.

Daí a relevância em levar o seu bichinho regularmente ao veterinário, o que ajuda a prevenir todo tipo de enfermidade, a fortalecer o sistema imunológico e também a observar qualquer situação que possa interferir na saúde e qualidade de vida dos seus companheirinhos.

Além disso, essa frequência elevada ajuda a identificar novas maneiras de cuidar bem do animal de estimação e até mesmo a analisar com mais eficiência qualquer sintoma que ele apresentar, já que essa troca de conhecimentos é fundamental em uma consulta veterinária.

Mas, no que diz respeito à aplicação do remédio para animal de estimação, é válido ler a bula/rotulagem do remédio, pois isso ajuda a encontrar uma série de informações importantes, como:

  • a dosagem média a ser administrada para animais de diferentes portes;
  • a via de administração;
  • o que fazer em caso da administração incorreta da dosagem;
  • o período mínimo e o máximo por que o produto deve ser utilizado.

Isso tudo, entretanto, precede o momento em que você precisa encontrar a melhor solução para dar o remédio para seu animal de estimação — algo que veremos aos montes no tópico seguinte!

Como dar remédio para animal de estimação?

Quando o veterinário não está por perto e é a hora da verdade entre você e o seu animalzinho, é importante manter a calma e não se estressar, pois isso ajuda a contribuir para a ansiedade do bichinho em se desvencilhar do seu abraço com intenções benéficas, mas que vão além do afago.

A solução mais popular é a tentativa de esconder o comprimido em um petisco (como um pedaço de pão), mas a perspicácia de alguns animais — especialmente os cães e gatos — pode colocar a perder a sua estratégia.

Sem falar que, como já mencionamos, existem remédios que não podem ser triturados ou ter a sua película removida para diluir em água, por exemplo. Isso pode interferir no tratamento e, consequentemente, na saúde do seu animal de estimação.

Aí vão, então, algumas dicas para você que deseja aprender como dar remédio para animal de estimação:

  • pergunte ao veterinário sobre a possibilidade de diluir, triturar ou mascarar o remédio em petiscos;
  • caso o tratamento seja longo, uma boa ideia é associar os horários de remédios com ações positivas, como um petisco, uma sessão de carinhos, passeios (que, inclusive, ajudam a gastar a energia do cãozinho destruidor) ou brincadeiras;
  • felinos podem ser verdadeiros desafios para se administrar a medicação, mas é mais fácil abrir a boca deles e colocar o remédio além do alcance de sua língua, pois isso evita que eles sintam o sabor comumente desagradável do produto;
  • para evitar aquela unhada dolorida durante a tentativa de fuga, pegue o seu gato no colo e enrole-o em uma toalha;
  • caso queira (e possa) mascarar o remédio em petiscos (como pão, salsicha ou carne, entre outros), dê, num primeiro momento, o petisco sem remédio. No segundo pedaço, coloque o comprimido dentro;
  • um terceiro pedaço de petisco é bem-vindo como recompensa para o animal, reafirmando o aspecto positivo da tarefa;
  • cuidado com antibióticos que tenham tetraciclina e doxiciclina em suas composições, pois eles não devem ser tomados junto de leite e derivados, pois o cálcio prejudica a absorção da propriedade ativa do medicamento;
  • caso consiga, o método mais eficiente e recomendado é colocar o animal de estimação entre as suas pernas, elevar o focinho deles, abrir a boca e colocar o remédio além do alcance da língua, massageando a região do pescoço em seguida;
  • para remédios líquidos, a situação é similar, mas, caso o animal rejeite a dosagem direta, deve-se colocar o remédio em uma seringa sem agulha para administrar o tratamento no bichinho.

Viu como existem diversas maneiras de seduzir o seu animalzinho, fazendo com que a administração de remédios não seja uma verdadeira tormenta?

Para facilitar ainda mais, vamos ensinar também um método eficiente para abrir a boca dos seus cães e gatos, caso tenha interesse em usar a maneira prática de medicá-los:

  • deposite uma das mãos sobre o focinho do animal, com o auxílio dos dedos para levantar os lábios e dentes;
  • com a outra mão, segure o comprimido entre os dedos polegar e indicador, usando o dedo médio para manter a boca do animal aberta (em sua parte inferior);
  • coloque o remédio bem no fundo, em sua língua, para que fique difícil de cuspir o comprimido.

O método com líquido é similar, como já vimos, então pode ser que a sua tarefa seja mais fácil e que você possa abrir mão de técnicas mirabolantes para dar remédio para animal de estimação.

É possível dar remédio manipulado para animal de estimação?

Não é recente o uso de remédios manipulados para tratar e prevenir uma série de enfermidades. Agora, para animais de estimação, a história pode ser uma curiosa novidade.

Ainda mais porque os manipulados podem ser feitos para lidar de maneira mais personalizada — a partir da elaboração de uma fórmula sob medida — para atender às suas necessidades e outras particularidades, como:

  • especificações do tratamento;
  • necessidades que determinado animal possa ter;
  • ajustar a dosagem ideal, de modo que você tenha a medida certa para o seu animal;
  • peso e tamanho do animal.

Além disso, é possível fazer com que esse tipo de medicamento valorize a dosagem certa com base na necessidade de determinada substância para qualificar o tratamento. E reduz o desperdício de medicamentos que ficam em estoque, quando finalizado o período de medicação.

Afinal de contas, os remédios manipulados são pensados de acordo com os dias e doses que serão necessários até que o animalzinho de estimação esteja com a saúde em dia. Sem falar que formatos, texturas e sabores variados podem ser pensados, reduzindo o amargor, por exemplo, além de facilitar a administração dos remédios.

A nossa recomendação, nesses casos, é verificar com o seu veterinário a possibilidade de substituir os remédios convencionais pelos manipulados — desde que existam benefícios nessa mudança, é claro.

Mas algo que ajuda a reforçar o quanto essa alternativa é benéfica ao dar remédio para animal de estimação é o resultado de um estudo aplicado pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Nele, ficou evidente que o faturamento do ramo pet de quase R$ 15 bilhões em 2012 e a expectativa de ascendência desses números para os anos seguintes são ótimos indicativos de que é bastante possível realizar essa mudança — e o quanto ela pode contribuir para a manutenção da saúde dos seus animais de estimação.

Vale também a explicação, aqui, a respeito da importância em usar apenas medicamentos veterinários que sejam registrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Isso porque esse é o órgão regulador desse tipo de medicação e traz, em suas exigências, todo tipo de cuidado e atenção que devem ser tomados e garantidos para que os produtos conservem a sua eficácia e segurança.

Assim, você se certifica, também, de que tem a melhor alternativa e solução para as enfermidades que acometerem os seus bichinhos.

Portanto, recuse todo tipo de medicamento que não tenha passado pelo rigor técnico do MAPA e, inclusive, os medicamentos manipulados, pois é proibido o uso de qualquer produto veterinário manipulado sem a sua devida autorização.

Por que seguir à risca as orientações do veterinário?

Você pode achar que administrar remédio para animal de estimação é uma tarefa difícil, mas as consequências do uso indevido e de ignorar outras recomendações do veterinário são ainda piores.

Em muitos casos, o que se pode perceber é a demora na eficácia do tratamento, a deterioração no quadro clínico do seu pet ou mesmo situações mais drásticas, como o óbito do animal.

Por isso, seguir as recomendações veterinárias é determinante para um tratamento mais ágil e eficaz. Principalmente, porque não se trata de uma simples exigência aleatória.

Afinal, hoje em dia, a medicina está cada vez mais alinhada com os conceitos da cronofarmacologia, que vêm ruindo aos poucos aquela noção de que podemos medicar os animais “duas vezes ao dia”, por exemplo, a qualquer hora.

Dessa maneira, a ideia reside no cumprimento rigoroso dos horários estabelecidos e também na duração do tratamento, pois ambos vão contribuir para que os efeitos terapêuticos sejam maximizados e todo tipo de risco colateral, minimizado.

O que é a cronofarmacologia?

A técnica — uma junção de três palavras gregas: crono (tempo), fármaco (remédio) e logia (ciência) — consiste em oferecer mais eficiência e segurança na administração de remédios, de modo que a sua concentração tenha duração maior no organismo, por meio do alinhamento com os ritmos biológicos de cada paciente.

A popularização dessa ciência se deve às diferenças entre cada ser vivo quando o assunto é a influência de fenômenos ambientais em nosso ritmo biológico. Como exemplo, podemos citar:

  • as estações do ano;
  • as fases da lua;
  • as oscilações das marés;
  • os períodos entre dia e noite.

Isso porque esses agentes externos e periódicos podem interferir no funcionamento do organismo. E, com a cronofarmacologia, tudo é pensado para que o princípio ativo do remédio seja absorvido da melhor forma possível.

Assim, há a possibilidade de obter uma resposta muito mais imediata e positiva, tendo em vista que a orientação do veterinário em dar remédio para animal de estimação em determinados horários — e por certo período de tempo — leva tais fatores em conta.

Por isso, cada remédio deve ser administrado no horário certo, o que também reduz os riscos colaterais, como já mencionamos. Trata-se de uma combinação de elementos detalhadamente pensados para aprimorar a saúde do bichinho e, também, reduzir certos aspectos negativos do tratamento.

Por que o diagnóstico e medicamento caseiros não são boas soluções?

Caso você já tenha lido o nosso post até aqui, já deve ter compreendido que o veterinário tem uma importante parte no tratamento dos seus animais de estimação.

Cabe às pessoas que cuidam do animalzinho seguir as suas orientações, porque ninguém melhor do que o médico-veterinário para avaliar os melhores medicamentos, os melhores horários e a duração da administração dos comprimidos ou remédios líquidos.

Por isso, é perigoso julgar que um ou outro sintoma seja o suficiente para você apresentar um diagnóstico do tipo de enfermidade de que o seu cãozinho ou gato pode estar sofrendo.

Sem falar que o diagnóstico errado e a escolha indevida de medicamentos para administrar a doença podem agravar a condição do animal, o que vai, consequentemente, exigir um tratamento mais prolongado e específico em outras necessidades decorrentes desse erro.

Por que procuramos por um médico-veterinário e qual é a importância em ouvi-lo?

Diferentemente de diferentes serviços para pets, que visam mais conveniência, praticidade, segurança e lazer para eles, o médico-veterinário é aquela figura que tem tudo à mão para entender o que tem acontecido com o organismo do seu companheirinho.

A partir dessa consulta, vêm o diagnóstico, a prescrição do tratamento e os devidos remédios. Por isso, após a visita ao veterinário, por que não ouvi-lo?

Afinal, ele entende o que deve ser feito para que o resultado seja o mais eficaz possível. Claro que você tem o direito de discordar, afinal, ninguém é infalível, podendo cometer equívocos, mas ignorar as recomendações e orientações acaba por levar essa baita responsabilidade para você.

O mais interessante, nesses casos, é usar o conhecimento médico do veterinário para resumir todas as suas dúvidas e apontamentos em soluções e em compreensão do que vai ser feito com o seu cãozinho ou gatinho, por exemplo.

Dessa maneira, você se cerca de cuidados para tomar a melhor decisão no que diz respeito à saúde do seu animal de estimação — como já falamos a respeito.

Além disso, lembre-se de consultar o profissional para cada mudança que você tiver pensado ao longo do tratamento e que não condisser com o que foi prescrito.

E, caso você não concorde de modo algum com o diagnóstico ou tratamento indicado, é sempre válido recorrer a uma segunda opinião profissional, algo muito melhor do que seguir a intuição ou o conselho de pessoas que têm pouco conhecimento sobre o assunto.

Para você entender a relevância de ouvir sempre a opinião e indicações do seu veterinário, confira alguns dos problemas que podem acontecer em decorrência do diagnóstico caseiro e da aplicação de remédios errados — como medicamentos feitos para humanos:

Remédios errados

Aqui, as dificuldades podem começar na escolha dos remédios, pois, quando a escolha é inadequada, é possível agravar o problema de saúde do animalzinho. Sem falar que alguns remédios que estamos acostumados a tomar são terminantemente proibidos para eles, como:

  • analgésicos (como a popular aspirina e o paracetamol);
  • antidepressivos;
  • anti-inflamatórios (como piroxicam, diclofenaco e ibuprofeno);
  • antissépticos por via urinária (como é o caso dos princípios ativos de sepurim ou pirydium);
  • colutórios (os enxaguantes e anestésicos que usamos para a higiene da boca e alívio da garganta);
  • descongestionantes nasais e também os antigripais.

São, portanto, medicamentos tóxicos e com uma dosagem muito superior — em alguns casos — à necessária ou segura para os animais de estimação, o que pode causar até mesmo falência aguda de alguns órgãos, levando-os ao óbito.

Ingestão acidental de medicamentos para humanos

Da mesma maneira que mantemos os remédios longe do alcance de crianças, é importante mantê-los afastados da curiosidade do seu gato ou cão.

Agora, caso ocorra essa ingestão acidental, verifique se o seu animal de estimação apresenta sintomas como:

  • convulsão;
  • diarreia;
  • dificuldade respiratória;
  • dor abdominal;
  • falta de apetite;
  • prostração intensa;
  • vômito.

Tendo uma ou mais condições como as citadas acima, leve o seu bichinho ao veterinário imediatamente e evite aplicar soluções caseiras para remediar a situação.

Aprenda como dar remédio para animal de estimação conosco

E então, o que achou deste post? As informações foram importantes para ajudá-lo a cuidar devidamente do seu animalzinho de estimação?

Esperamos que, agora, você entenda perfeitamente o quanto o veterinário é uma figura importante no tratamento dos seus animais, bem como as possibilidades de medicamentos que você pode encontrar e, principalmente, algumas técnicas para facilitar a aplicação.

Mas, caso tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto ou queira saber um pouco mais a respeito de como dar remédio para animal de estimação sem estressá-lo ou estressar a si mesmo, entre em contato conosco e confira tudo o que a Pata a Pata pode fazer pelo seu estimado companheiro!

Saiba como cuidar de um cachorro idoso

Cachorro idoso

Cachorro idoso

Assim como nós, os nossos amigos de 4 patas também crescem e envelhecem, é um processo natural que faz parte da vida. Porém, muitos tutores têm dúvidas sobre como tratá-los quando eles entram nessa nova fase. “Quais são os cuidados que um cachorro idoso precisa ter?”, costuma ser o principal questionamento.

E é para lhe ajudar quanto a isso que preparamos este post especial, com algumas sugestões simples e fundamentais para você aplicar na rotina com o seu melhor amigo. Confira!

Visite o veterinário com frequência

A cada 6 meses, pelo menos, você deve levar o seu cão para se consultar com um veterinário. Esse é um passo primordial nessa nova fase da vida do bichinho. Afinal, com o devido acompanhamento, é possível diagnosticar e tratar com mais agilidade possíveis doenças, garantir o bem-estar e ampliar a expectativa da vida dele.

Outro ponto importante é que o veterinário analisará além do comportamento e do aspecto clínico a alimentação do pet. Dessa forma, ele indicará uma dieta equilibrada e saudável para o seu amigão.

Atente à alimentação correta para cachorro idoso

Há pouco citamos a alimentação do cão idoso e aqui vamos nos aprofundar um pouco mais sobre o assunto, já que sua atenção deve ser redobrada quanto a esse detalhe.

Isso se deve ao fato de que, uma vez na fase senil, ele precisará de um cardápio alimentar que atenda as necessidades nutricionais que possui e que evite quadros de sobrepeso ou mesmo emagrecimento excessivo.

Por isso, converse com o veterinário do seu cachorro e defina uma dieta rica em antioxidantes, vitaminas, proteínas nobres e fibras que ajudem a retardar o envelhecimento, regular o trato intestinal, reduzir a perda de massa muscular etc.

As rações sênior, por exemplo, são uma boa opção já que são produzidas especificamente para cães na terceira idade.

Proporcione um local confortável para o seu descanso

Oferecer um local confortável para o seu cão dormir é fundamental, seja ele um filhote, adulto ou sênior, para que ele tenha um descanso de qualidade.

Porém, nesta última fase é ainda mais importante, já que o cachorro idoso pode apresentar problemas como artrose ou artrite, que afetam suas articulações e limitam a mobilidade dele.

Devido a isso, um espaço longe de interferências climáticas, como chuva, frio ou calor, com uma cama macia, acolchoada e adequada ao porte dele, é essencial para a sua qualidade de vida.

Faça passeios com seu pet

Outro cuidado importante com o cachorro idoso diz respeito aos passeios. Isso porque muitos tutores acreditam que por causa da senilidade eles devem ser diminuídos, o que não é verdade.

Esses momentos ao ar livre em um parque ou praça, por exemplo, e em sua companhia são muito importantes para exercitá-lo, diminuir o estresse canino e promover o bem-estar dele.

Porém, tenha em mente que os melhores horários para uma caminhada são pela manhã e no final da tarde, quando o clima está mais ameno. Além disso, evite forçá-lo a fazer atividades que exijam muito do seu condicionamento. Elas devem estar moldadas para a necessidade e o ritmo do seu pet.

Invista em brinquedos para entretê-lo

Fora os passeios que vão divertir e proporcionar momentos de interação com novos ambientes, é válido investir em brinquedos que mantenham o cachorro entretido também dentro de casa, especialmente quando você não estiver por perto.

Isso ajuda a impedir que ele manifeste alguns problemas emocionais, como o estresse e a síndrome de ansiedade de separação. Afinal, será uma distração que pode não apenas mantê-lo ocupado por horas, mas também exercitá-lo.

Gostou de saber mais sobre os cuidados com cachorro idoso que você deve ter com o seu companheiro de 4 patas? Então coloque-os em prática e garanta que ele envelheça com saúde, bem-estar e muito carinho!

Contudo, fique atento ao escolher os brinquedos que são de morder, pois estes devem ser específicos para os idosos já que alguns modelos podem causar danos à gengiva ou mesmo a dentição dele devido ao material com que são feitos.

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Bem-estar do Pet: conheça 5 serviços que cuidam do seu animalzinho

Mulher com cachorro

Mulher com cachorro

Brinquedinhos, caminhas, a melhor ração, roupas divertidas ou para agasalhar: quem tem um animalzinho em casa não mede esforços em prol do bem-estar do pet. Foi exatamente assim que surgiram muitos dos serviços que hoje conhecemos como exclusivos aos peludos.

Neste post, listamos alguns desses produtos (e profissionais) que podem facilitar bastante a vida dos tutores, em especial dos mais atarefados. Confira e boa leitura!

1. Pet Taxi: resolvendo os problemas de transporte

O nome já diz tudo! O pet táxi foi criado para garantir o conforto dos pets durante o transporte em diferentes tipos de viagens. As empresas que prestam esse serviço podem ser acionadas tanto para uma simples ida ao veterinário quanto para traslados mais longos.

Quem tem pet grande sabe: quanto maior a raça, mais difícil o transporte e, infelizmente, menor o conforto para o animal. Pensando nisso, é comum que os carros utilizados sejam adaptados com caixas de transporte fixas e de diversos tamanhos.

Dê adeus à dificuldade de achar um táxi comum que aceite seu animalzinho e experimente esse serviço na próxima viagem!

2. Hotel e creche de animais: diversão garantida para os pets

Os hotéis para animais são uma ótima opção para quem costuma viajar bastante e não tem com quem deixar o seu fiel escudeiro. Os preços das diárias variam de acordo com os serviços ofertados.

Um desses serviços é a creche, que também pode ser contratada isoladamente. Essa é uma opção interessante para quem quer que seu pet socialize com outros animais e gaste bastante energia.

Ao optar por esse serviço, é importante observar se o local escolhido é criterioso no controle da vacinação dos pets que passam por ali — a saúde de um é a saúde de todos! Lembre-se, também, de fazer a identificação correta do seu peludo para que os profissionais saibam como agir em casos de emergência.

3. Pet Sitter: a babá de animais

A principal diferença da babá de pets para os dois últimos serviços aqui apresentados, é que o seu animalzinho não precisa sair de casa para receber atenção e cuidados.

As babás geralmente ficam responsáveis pelo passeio, pela alimentação e por quaisquer outras atividades previamente combinadas com os tutores. Pode ser uma excelente opção em épocas de viagem caso seu pet não se adapte bem aos hotéis ou ao convívio com outros amiguinhos.

4. Dog walker: a solução para a falta de tempo

Esse é um serviço mais específico que os oferecidos por hotéis, creches ou mesmo pelas babás de pets. O dog walker é responsável apenas pelo passeio do seu animal, uma boa saída para os dias mais atarefados.

Ainda assim, é comum que esses profissionais estejam capacitados a ensinar algumas técnicas de adestramento ao seu animalzinho, desde que também sejam remunerados para isso. O serviço é mais comum entre os pets caninos, mas também atende gatos que gostam de passear.

5. Plano de saúde animal: bem-estar do pet e tranquilidade do dono

O plano de saúde dos pets costuma ser semelhante ao dos tutores. Ele pode oferecer carência para algum serviço, mas trazer vantagens, como a possibilidade de escolha de profissionais e a certeza do atendimento.

Atualmente, existem várias opções no mercado: aqueles que oferecem cobertura total, os que são válidos para situações emergenciais e os que cobrem apenas exames e consultas. Vale a pena colocar os possíveis gastos na ponta do lápis e avaliar o que é melhor para o seu pet!

Agora que você já conhece mais sobre esses serviços que garantem o bem-estar do pet e, por consequência, o seu também, o que acha de assinar a nossa newsletter para receber mais conteúdos como este? Você não vai se arrepender. Até a próxima!

Cinomose: guia completo sobre essa doença

cão com bola

cão com bola

Hoje em dia, é mais fácil manter um bom acompanhamento da saúde do seu animal de estimação. Afinal, com o amplo acesso a informações proporcionado pela internet, aprendemos, mesmo dentro de casa, a ter os principais cuidados com cachorros. Sem falar que também conseguimos identificar uma série de sintomas quando eles não estão bem.

Essa possibilidade de compreender melhor os hábitos e os comportamentos dos nossos bichinhos é importantíssima para conhecê-los um pouco mais, mas é também fundamental para nos anteciparmos às urgências e, assim, levar os nossos amigos quadrúpedes ao veterinário o quanto antes.

Nesse sentido, vamos falar bastante a respeito da cinomose, uma perigosa doença que afeta os cachorros, especificamente, e com alta recorrência em cãezinhos durante o seu primeiro ano de vida — embora a doença também possa acometer cães em idade avançada.

A ideia deste post, portanto, é orientar você a identificar os sintomas dessa doença debilitante e resistente, bem como ensinar a lidar com a cinomose no que diz respeito ao seu tratamento e a consequente cura do seu cãozinho — que é difícil, mas possível.

Por isso, convidamos você a ler o nosso post e ter em mãos uma informação de qualidade para enfrentar uma virose de elevadíssimo risco de contágio — e que não afeta seres humanos. Confira!

O que é a cinomose e quem ela afeta

Em essência, a cinomose é um vírus. Mas queremos antecipar a boa notícia para quem tem um cãozinho com a doença: ela tem cura, apesar do seu grave risco. O importante, aqui, é a identificação rápida dos sintomas, uma vez que essa doença é traiçoeira e imprevisível.

A imprevisibilidade da cinomose se dá na ordem com a qual ela decide atacar os órgãos — fazendo dela uma doença sistêmica.

Isso, inclusive, a torna tão desconhecida, mortal (especialistas apontam que a taxa pode chegar a até 85% dos casos) e também passível de erros de diagnóstico, já que os sintomas tendem a variar bastante.

Por isso, o vírus em questão (o CDV, que é a sigla para Canine Distemper Virus) deve ser amplamente estudado e divulgado, e o conhecimento a respeito dele, disseminado. Tudo para fortalecer campanhas de prevenção da doença e reduzir essa taxa altíssima.

O que nos leva à afirmação dada no início deste artigo: os caminhos para enfrentar a cinomose. Afinal, ela costuma atacar os cães em dois momentos, principalmente:

  • no seu primeiro ano de vida;
  • quando não recebem a vacina de prevenção;
  • quando se encontram com a imunidade baixa.

Por isso, é importante entender que a cinomose pode atacar cães em todas as etapas de suas vidas. Sem falar que o vírus possui alta resistência: pode sobreviver, em locais secos e frios, por um longo tempo e, em áreas quentes e úmidas, por até um mês.

Além disso, como havíamos antecipado, a cinomose é altamente contagiosa — mas apenas entre os cães. Assim, é fundamental que o contato com outros animais seja evitado. Um mal social necessário para reduzir ao máximo o risco de contágio com outros cachorros.

A prevenção, portanto, é uma das alternativas mais seguras para evitar o surgimento e propagação desse vírus mortal. Por isso, vamos entender um pouco mais como a doença tende a atacar a saúde dos cães.

As fases da cinomose

Nem sempre é fácil identificar alguns sintomas em nossos pets, e tampouco é uma tarefa simples identificar o surgimento da cinomose nos cãezinhos. Mas é possível identificar algumas mudanças visíveis, uma vez que a doença costuma se caracterizar por fases.

A princípio, os sintomas iniciais são os mais fáceis de nos precipitar em um diagnóstico equivocado, já que são caracterizados por um breve mal-estar. Assim, é comum observar no cãozinho algum tipo de doença respiratória ou mesmo no sistema digestivo.

Sintomas que costumam se evidenciar por meio de episódios de:

  • vômitos;
  • diarreia;
  • espirros;
  • bastante secreção ocular e nasal.

Quando tratado indevidamente, o quadro evolui rapidamente para casos de pústulas, febre alta resistente e até mesmo pneumonia.

Em seguida, a doença pode chegar ao seu estágio avançado, de gravíssimo risco ao cão. É quando a cinomose alcança o sistema nervoso, podendo ocasionar uma série de tiques nervosos, espasmos, comportamentos pouco habituais e, em casos mais graves, convulsões e até mesmo estados de coma.

Especialistas alertam que, quando diagnosticado nesse estágio, as chances de recuperação são cada vez mais reduzidas. Há, inclusive, a possibilidade de restar alguma sequela quando o estado é revertido, com resposta do animal ao tratamento.

Portanto, que quem possui um cãozinho, ou conhece quem conviva com um, precisa entender melhor o funcionamento da cinomose e avaliar sempre o comportamento do animal.

Vale também se atentar à significativa importância em levar o animal periodicamente ao veterinário. Uma prática que pode ajudar a antecipar o diagnóstico e diminuir a gravidade da cinomose.

Mas esse quadro pode ser observado quando as pessoas possuem todo tipo de informação a respeito da doença. Por isso, vamos nos aprofundar no que já discutimos anteriormente e conhecer os principais casos em que a cinomose pode se manifestar.

Os principais riscos que levam à contração da doença

Vimos, até aqui, a gravidade da cinomose e as principais causas que podem levar à contração da doença. Afinal, trata-se de uma contaminação direta e indireta, como veremos a seguir:

  • contaminação indireta: pelas vias respiratórias do cãozinho, que pode ser feita pelo contato com o ar contaminado, ao redor, pela interação e contato com algum objeto contaminado e até mesmo no contato com fezes e espirros de outros animais;
  • contaminação direta: por meio do contato do cãozinho com as secreções de um cachorro doente.

Mais uma vez, aqui é reforçada a prevenção da cinomose, para que ela não se espalhe rapidamente pelos locais onde o seu cachorro, com risco de estar doente, possa transitar.

Em especial, esse cuidado deve ser redobrado quando o seu cãozinho possuir idade entre 3 e 6 meses. A explicação para isso é simples: é o período em que o animal perde alguns anticorpos maternos por conta do fim da amamentação.

Devido a esse fator determinante, a melhor prevenção é a vacinação adequada do cãozinho, pois o procedimento possui o poder de protegê-lo da cinomose. Ela é aplicada, geralmente, nos primeiros 45 dias de vida do animal. Em seguida, pode ser aplicada mais 2 ou 3 vezes, quando ainda são filhotes, existindo também o reforço anual dessa vacina.

Mas vale lembrar que a idade não é o único fator de risco, já que a cinomose também pode contaminar cães em idade avançada, que estejam com a imunidade baixa.

E, embora não exista algum elemento definitivo a respeito, foi observado que a cinomose acomete mais cães das raças Greyhound, Husky Siberiano, Malamutes do Alaska e Samoieda e Weimaraner.

Por fim, um ponto que também deve ser levado em consideração à vacinação é o cuidado quando o seu cachorro possui alguma verminose, já que esse tipo de caso torna ineficiente o efeito da vacina.

Isso, entretanto, é um quadro que deve ser examinado e identificado pelo veterinário, para que não ocorra nenhum risco ao seu animal de estimação durante a aplicação das vacinas.

Além disso, outras maneiras eficientes de prevenção podem ser apontadas como diferenciais para evitar a disseminação da cinomose, como:

  • evitar o contato com outros cachorros durante a ocorrência da doença;
  • lavar os locais onde o cãozinho teve contato com água sanitária — o que ajuda a erradicar, parcialmente, a presença do vírus nos ambientes;
  • nunca compartilhar os potes de ração e água e as caminhas com outros cães;
  • lembrar-se de aplicar anualmente a vacina preventiva;
  • reduzir ou evitar o contato com outros cães enquanto não forem tomadas todas as precauções contra o contágio de cinomose.

Com isso, você consegue reduzir exponencialmente — e, com certeza, erradicar — a presença do vírus da cinomose e, assim, manter em dia a saúde de seus pets.

Os sintomas da cinomose

Apontamos, anteriormente, como a cinomose age no organismo do cachorro, atuando em um sistema de fases que vão, gradativamente, prejudicando cada vez mais a saúde do bichinho.

A dificuldade no diagnóstico se dá pelo fato de que a cinomose é uma doença sistêmica e pode afetar outros órgãos, em vez de seguir sempre uma mesma ordem. Devido a essa imprevisibilidade, as pessoas devem redobrar a atenção com relação aos sintomas que surgem em seus animais de estimação.

Existe também a dificuldade em diagnosticar precocemente a cinomose porque nem todo cão apresenta a mesma quantidade de sintomas que outros cães possam ter apresentado. Mas, em geral, existe um padrão específico de sintomas que devem ser analisados cuidadosamente:

  • ocorrências de secreção ocular em excesso;
  • falta de apetite;
  • pústulas que começam a surgir no focinho ou mesmo na barriga do cão;
  • fraqueza, melhor apontada pelo desânimo e perda de equilíbrio do animal.

Esses sintomas iniciais são os principais que tendem a guiar para um diagnóstico precipitado. Até mesmo porque o cão pode desenvolver hábitos que não possuía até então, como o ato de comer grama.

A fase seguinte já agrava o caso do desequilíbrio, dificultando a locomoção do cachorro em linha reta, por exemplo. Uma disfunção que, ao evoluir, se caracteriza também pela ocorrência de espasmos musculares, convulsões e paralisias (nas pernas, principalmente).

É no caso dos espasmos e outras disfunções involuntárias que o cão pode estar demonstrando a gravidade da cinomose: quando ela conseguiu alcançar o sistema nervoso. Esse é o último estágio da doença e o que possui menos chances de reversão.

Dessa maneira, entenda todo o ciclo de evolução da cinomose, que pode variar, mas tende a manter um padrão similar ao citado abaixo:

  • período de incubação do vírus, que varia entre 3 e 15 dias;
  • estado febril (pode chegar a até 41 °C) e ocorrência dos sintomas citados;
  • evolução rápida para os sintomas gravíssimos, quando a cinomose já chegou ao sistema nervoso do cão.

Vale mencionar que muitos dos sintomas que surgem nos primeiros estágios tendem a melhorar e aparecer de novo, posteriormente — um sintoma que dificulta a identificação da cinomose. Além disso, o agravamento e a consistência dos sintomas variam também conforme a própria imunidade do seu cachorro.

Com isso, o que mais determina o diagnóstico precoce da cinomose é a visita periódica ao veterinário e a atenção redobrada das pessoas que convivem com o cãozinho.

Assim, à medida que um ou mais desses sintomas aparecerem, o mais indicado é encaminhar o animalzinho ao veterinário de sua confiança para que ele seja avaliado e examinado. Assim, o melhor tratamento poderá ser apontado para a imediata recuperação do animal.

Os caminhos para tratar a doença

Uma ou mais opções de tratamentos específicos para a cinomose ainda estão em estado de análise, estudo e comprovação de sua eficácia (no fim deste artigo, falaremos brevemente sobre um deles).

Até o momento, entretanto, o tratamento que tem se mostrado mais útil é a combinação de alternativas para combater os sintomas no cãozinho ao mesmo tempo em que medidas para fortalecer a sua imunidade são também praticadas.

O problema é que, quanto mais avançada a doença, mais fortes são os medicamentos, o que também dificulta a própria reabilitação do cachorro — daí, novamente, a importância em identificar mudanças e sintomas o quanto antes.

A eficácia desse tipo de tratamento também é condicionada à saúde e ao histórico do animalzinho de estimação. Afinal, como já mencionamos, a cinomose costuma encontrar espaços de entrada justamente quando o seu pet se encontra mais debilitado.

Dessa maneira, é importante manter a qualidade de vida do cãozinho sempre em alta — com uma alimentação balanceada e também com uma rotina de exercícios. Quanto mais saudável e fortalecido ele estiver, menor pode ser o impacto da doença sobre ele.

O que ajuda no tratamento contra a cinomose

Acima, falamos que não existe, ainda, um tratamento definitivo e conclusivo no combate à cinomose. Também foi mencionado que esse vírus é gravíssimo e com alta taxa de mortalidade — seja pela demora em identificar e relacionar os sintomas à doença, seja por conta da baixa idade do cãozinho.

Por isso, antecipar-se é sempre a melhor prevenção. Além das já mencionadas vacinas preventivas — e que devem reforçadas anualmente — e das visitas periódicas ao veterinário, a atenção com a alimentação e os exercícios do cachorro são elementos fortalecedores.

Consequentemente, caso a cinomose apareça, o organismo do seu cachorro terá mais chances de combater os próprios sintomas e, assim, reduzir os riscos decorrentes dos avanços da doença.

O que nos leva a listar, logo abaixo, uma sequência providencial para que você, seu animal de estimação e o veterinário possam seguir para encontrar o melhor tratamento contra a cinomose:

  • manter uma rotina qualitativa do cãozinho (com alimentação regrada e exercícios regulares);
  • realizar as primeiras vacinações (sendo a dose inicial aplicada durante os primeiros 45 dias de vida do cão);
  • atentar-se a toda mudança de comportamento e aos sintomas listados neste artigo;
  • fazer tratamento pontual dos sintomas que surgirem, para que a doença não debilite muito o cachorro, por meio do uso periódico de anticorpos, antibióticos e vitaminas, entre outros medicamentos, ou mesmo de remédios injetáveis aplicados pelo veterinário.

Com isso, é possível garantir um auxílio importante ao longo de toda a vida do seu cachorro, reduzindo ao máximo as possibilidades de que ele possa contrair a cinomose. No entanto, atenção: quando filhotes, a doença é ainda mais perigosa e debilitante, com altas taxas de mortalidade.

Cabe ressaltar, também, que a doença se manifesta e evolui de diferentes maneiras em cada animal. Desse modo, a solução é administrada na medida em que o veterinário puder acompanhar os sintomas. Por isso, essa união de esforços é tão importante.

O que leva à importante conclusão, quanto ao tratamento da cinomose em cachorros: nunca tente administrar o tratamento por conta própria.

Afinal de contas, como vimos até aqui, esse tipo de evolução se deve não apenas ao surgimento de sintomas variados, como também ao ataque ao sistema imunológico do cão. Assim, a combinação de medicamentos deve ser pensada e aplicada por profissionais qualificados.

Da mesma maneira que o veterinário é a pessoa mais indicada para observar e analisar os percursos trilhados pela doença, podendo antecipar situações que podem ocorrer no quadro clínico do cãozinho. Sem falar no diagnóstico definitivo da doença, feito por exames solicitados pelo próprio profissional.

Portanto, não tente diagnosticar e medicar o seu cachorro sem prévia avaliação e indicação profissional. Isso tudo pode impactar decisivamente na qualidade do tratamento do seu animal de estimação. Sem falar que, por meio de um esforço assertivo e muito bem encaminhado, a cinomose tem cura, sim — como veremos a seguir!

O que leva à cura da cinomose

A princípio, reforçamos que o melhor tratamento contra a cinomose é a sua prevenção. Uma medida que tem início com a rotina de vacinas bem aplicadas no animal de estimação.

Para esse tipo de doença, o processo de vacinação eficaz é composto pelas doses V8 e V10, que combatem uma série de doenças — a cinomose entre elas — e pela devida manutenção ideal das aplicações ano após ano.

A cura, por sua vez, é um quadro possível de atingir e que, como desenhamos até a conclusão deste artigo, depende da assertividade do veterinário, da agilidade das pessoas em casa, para reconhecer os possíveis sintomas do cãozinho, e do próprio animal de estimação em estar fortalecido o suficiente para responder de maneira positiva ao tratamento.

Logo, é entendível que a cura é passível de um tratamento focado em ajudar o cachorro a resistir aos sintomas e a fortalecer a sua imunidade. Afinal, ele é o único que pode efetivamente combater os avanços da doença — desde que munido dos meios para isso.

Um tratamento alternativo contra a cinomose

Agora que você já sabe tudo a respeito da cinomose — como ela atua, avança e ataca a imunidade do seu animal de estimação —, podemos falar de um assunto que tem tomado muito tempo dos especialistas: a cura definitiva para a cinomose.

Além de remédios e vacinas que ainda se encontram em estágios iniciais ou intermediários de avanços, uma espécie de tratamento diferenciada tem trazido mais otimismo aos profissionais de saúde veterinária: o tratamento da cinomose por meio do uso de células-tronco.

A pesquisa também se encontra em um estado intermediário de evolução, mas já é tida como uma das mais promissoras para combater especificamente a cinomose, e consiste na doação de células-tronco de cães saudáveis para os animaizinhos infectados com o vírus.

A técnica tem sido significativa, e está sendo conduzida por especialistas do Centro Universitário Fundação de Ensino Octávio Basto, que fica na cidade de São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Os resultados, até aqui, foram satisfatórios.

Entre os casos mencionados como positivos, está o de uma cachorrinha com 3 anos de idade e que, após submetida ao tratamento com células-tronco, recuperou os movimentos que haviam sido prejudicados pelos avanços da cinomose.

Ou seja: não é nada definitivo, mas é um passo certo dado rumo ao tratamento definitivo e capaz de combater, por completo, os danos causados pela cinomose.

Considerações finais

E então, após tudo o que vimos aqui, deu para ter uma boa ideia da gravidade da cinomose e a consequente atenção que todos ao redor do cãozinho devem ter com relação ao surgimento de seus sintomas?

Não se esqueça de que a vacinação é um dos principais cuidados que podem contribuir para evitar a contaminação desse vírus — dentro de um amplo leque de medidas que podem ajudar a manter o seu cãozinho sempre seguro, como o chip para animais também é.

De resto, basta manter o seu cãozinho sob os melhores cuidados de alimentação e exercícios, afinal, a resistência natural do melhor amigo do ser humano vai se fortalecer e combater os sintomas da cinomose.

Agora, para garantir que você fique por dentro não apenas dos cuidados a respeito da cinomose, mas de outras doenças, tratamentos e cuidados relacionados à saúde dos seus animais de estimação, que tal assinar a nossa newsletter e fazer parte dessa comunidade que visa o melhor para os nossos pets? Até o próximo artigo!

Como cachorro pega raiva?

Cão com veterinário

Escrito por AdoroCães

Cão com veterinário

A raiva canina é uma doença bastante conhecida pelo nome.

Mas o que siginifica exatamente?

Um cachorro que possui raiva apresenta febre e mudanças de comportamento como ansiedade e solidão. Os cães antes brincalhões podem tornar-se irritadiços e até morder. Alguns passam pelo processo inverso. De agressivos, viram afetuosos.

Na segunda fase, mais comum em gatos, os animais passam a apresentar característica de fúria. Ficam muito sensíveis a estímulos auditivos e visuais. Passam a ficar desorientados e eventualmente morrem.

O cães que não passam por essa fase, vão diretamente para a fase paralítica, quando começam a ter dificuldade de respiração e para engolir além de apresentar pralisia muscular, como por exemplo, nos músculos da face.

Com dificuldades para respirar e se alimentar fatalmente vêm à falecer.

A raiva é uma doença transmitida de diversas formas. Uma delas é pela mordida de um cachorro infectado. O contato com saliva ou sangue do animal doente com algum orifício ou ferida aberta também transmite o vírus.

Uma coisa a cuidar é que não é só o cão que transmite a doença, o gato também. Outros animais como lobos, morcegos entre outros também podem transmití-la.

Uma vez infectado, o vírus da raiva se instala e se multiplica até atingir o sistema nervoso.

Infelizmente, não existe cura nem tratamento para a raiva.

A melhor forma de combatê-la é a prevenção por meio da vacinação.

Nos filhotes, a vacina deve ser aplicada após o cãozinho completar 130 dias de vida, aproximadamente. Cães mais velhos também podem ser vacinados. Então não esqueça. Mantenha o seu cão com as vacinas em dia!

Conheça raças de gatos que sofrem mutação genética

Gato da raça Sphynx

Gato da raça Sphynx

Se você tem um felino, sabe o quão fofos e bonitinhos eles podem ser — independentemente da raça, cor, tipo de pelagem e porte.

No entanto, tem se tornado cada vez mais comum a prática de realizar mutações genéticas no animal, de modo a torná-los ainda mais belos e, consequentemente, comerciais.

No post de hoje, vamos mostrar como esse tipo de atitude pode ser prejudicial para a saúde do animal e o porquê deve parar de acontecer em todas as raças de gatos. Confira:

Por que as mutações genéticas em gatos devem parar

Algumas raças de gatos costumam apresentar doenças ou problemas genéticos de maneira natural. É o caso, por exemplo, do gato Persa que tem grande predisposição a desenvolver a doença do rim policístico ou, como também é conhecida, polycystic kidney disease (PKD).

Já em alguns felinos da raça Scottish Fold é possível que as cartilagens e ossos se formem de maneira desproporcional. Enquanto que muitos da raça Angorá podem nascer surdos, ter ataxia e cardiomiopatia hipertrófica, que é quando o músculo cardíaco é bastante ampliado.

Os gatos brancos de olhos azuis também podem apresentar problemas genéticos curiosos:

  • normalmente são surdos;
  • podem não enxergar muito bem;
  • apresentam dificuldade para se reproduzir, pois não são muito férteis;
  • apresentam a saúde frágil.

Gatos malhados ou com a pelagem no tom conhecido como “carapaça de tartaruga” podem não apresentar interesse algum na fêmea e nascer estéreis.

Raças de gatos que mais sofrem mutações genéticas

Diferentemente da mutação genética que acontece de maneira natural e é comum a algumas raças, como mostramos no último tópico, um dos maiores problemas relacionados às mutações que são realizadas de maneira artificial é a quantidade de problemas de saúde que elas podem provocar no gato.

Shorty e Munchkin

Pode acontecer de gatos nascerem de maneira natural com as pernas curtas, pois eles apresentam um tipo de nanismo.

No entanto, as raças Shorty e Munchkin costumam passar por procedimentos artificiais para nascer com essa condição.

Essa intervenção genética, porém, pode provocar diversas deformidades ósseas no animal. É possível, por exemplo, que ele nasça com problemas de coluna, lordose e malformação espinhal. Além disso, não será capaz de saltar como outros felinos.

Scottish Fold e Sphynx

A criação de novas raças é algo que tem se tornado também relativamente “normal”. No entanto, o cruzamento entre algumas raças pode desencadear problemas sérios.

Nós já citamos neste post que o Scottish Fold pode ter alguns problemas de saúde genéticos. Porém, ele também tem sofrido modificações que resultaram em sua orelha “dobrada”. O gato da raça Sphynx também foi modificado ao longo dos anos e passou a não ter pelo algum.

A mutação genética de maneira artificial é uma prática que deve ser eliminada, pois, na maioria dos casos, visa apenas tornar a raça felina mais rentável e não se preocupa com as consequências que podem afetar a saúde e o bem-estar deles.

Tem amigos que também são amantes de felinos? Compartilhe este post em suas redes sociais e divida com eles essas informações!

Veja como matar carrapato sem colocar a saúde do bichinho em risco

Cachorro com pessoas

Cachorro com pessoas

Você tem o costume de passear com o seu cachorro? Costuma levá-lo para áreas com grama ou que tenham outros cães e animais de estimação? Pois saiba que são nesses momentos em que são maiores as chances dele pegar carrapato.

Mas não basta apenas retirar aqueles que surgirem no pelo do seu cachorro. Para não colocar a saúde dele em risco, é preciso seguir alguns passos para matar carrapato, além de saber escolher a medicação adequada e o melhor anti carrapato.

No post de hoje, confira o que deve ser feito para afastar os carrapatos do seu animal de estimação.

Quais os perigos do carrapato para a saúde do cachorro?

Por ser um parasita, os carrapatos se alimentam do sangue do animal. O período mais intenso e em que eles costumam se reproduzir de maneira mais acentuada é durante o verão, mas regiões quentes podem sofrer com esse mal o ano todo.

Dentre os principais problemas provocados pelo carrapato estão as hemoparasitoses, também conhecidas como doença do carrapato, e alergias.

Como retirar e matar carrapato?

É preciso ter muito cuidado ao retirar e matar carrapato. Há quem tente fazer isso com as mãos (prática que é altamente imprudente) ou com o auxílio de uma pinça. Mas saiba que caso ele não saia por completo e os ferrões continuem na pele do cão, é possível que ele continue contaminado e tenha até uma infecção — o que certamente desencadeará problemas maiores.

A melhor forma para retirá-los, portanto, é colocar um pedaço de algodão com álcool no local em que está o carrapato. Deixe o algodão por alguns minutos e observe se o parasita vai se soltar sozinho — não é preciso nenhum medicamento após a retirada dos carrapatos da pele do cachorro.

Quando ele se soltar, com o próprio algodão você pode aproveitar para matá-lo, apertando-o com os dois polegares.

Observe, porém, se o seu cão não vai desenvolver uma alergia após esse procedimento. Em caso afirmativo, ele deve apresentar alguns sintomas, como: coceiras, lesões, inflamações e inchaço no local. Não hesite e leve logo o animal para uma consulta com o veterinário.

Como acabar de vez com os carrapatos?

Para ter a certeza de que o seu cão está livre desses parasitas, o indicado é que você faça uma vistoria no pelo após um passeio. Um dos melhores momentos para verificar a existência deles é enquanto o animal está dormindo, já que é quando os carrapatos preferem se locomover.

Além disso, é imprescindível levar o seu cão para uma consulta com o veterinário. Assim, ele poderá avaliar a situação do seu cão e indicar o melhor tipo de tratamento, caso ele já esteja com o parasita, e prevenção.

Atualmente, existem no mercado produtos que visam impedir que o carrapato se torne um parasita de animais de estimação, como sprays, coleiras, talcos, comprimidos e pipetas para despejar no pescoço do cão.

Busque, também, evitar locais com grande concentração de cães, que podem estar com o parasita e passar para o seu, e passear em ambientes com grama.

Um outro problema muito comum provocado pelos carrapatos é a infestação dos lares, sendo que é possível que eles se tornem parasitas em pessoas também. O ideal, nesses casos, é que o ambiente seja dedetizado, evitando que o parasita continue se reproduzindo e transmitindo doenças.

Você já conhecia os perigos e a forma ideal de matar carrapato sem colocar a saúde do seu cão em risco? Quer ficar por dentro de dicas e novidades como essa? Então, assine a nossa newsletter e receba em seu e-mail todos os nossos conteúdos!

Afinal, por que cachorros comem grama?

Cachorro na grama

Cachorro na grama

Nossos cães costumam apresentar alguns hábitos bem curiosos, não é mesmo? Uns gostam de cavar, outros correm atrás do rabo e têm aqueles que comem grama. Mas por que será que isso acontece?

É muito importante observar se o seu amigo canino está se comportando de maneira diferente. E quando cachorros comem grama, aliás, pode ser um sinal de que algo nele não está bem.

Se o seu pet desenvolveu esse hábito e você não sabe o que fazer, não se preocupe! No post de hoje, mostraremos os principais motivos para ele estar com esse costume e o que deve ser feito para evitá-lo. Confira:

Por que cachorros comem grama?

Um dos grandes motivos para um cão comer grama é bem simples: ele gosta. Essa é uma prática comum e que até certo ponto não é preocupante.

Você deve ficar alarmado, porém, caso ele desenvolva alguns sintomas como vômito e outros problemas de comportamento. É ideal, também, que você observe que tipo de planta ele está comendo e se ela não é tóxica para ele.

Abaixo, listamos os principais motivos para um cão comer grama:

Gastrite ou dor de estômago

Alguns especialistas acreditam que o cachorro come grama para melhorar algum mal-estar no estômago ou intestino que ele esteja sentindo.

Normalmente, após ingerir a grama, pode acontecer dele vomitar o alimento que o estava afetando.

Caso isso se repita com muita frequência, procure o seu veterinário de confiança e explique a ele o que está acontecendo. Ele saberá fazer o diagnóstico e orientá-lo sobre o melhor tratamento.

Fome

Outro motivo que pode estar contribuindo para o seu pet desenvolver o hábito de comer grama é estar com fome.

Na falta de alimento, ele procura por algo que seja comestível e, em certo ponto, agradável para o paladar dele.

Isso só reforça a importância de criar uma rotina para o seu cão, com horário de comer, brincar e dormir.

Falta de nutrientes

Como é a alimentação do seu cachorro? Você tem providenciado uma ração de qualidade? Saiba que a falta de nutrientes é outra causa para ele ter interesse em comer grama.

Os animais de estimação precisam ter uma dieta equilibrada e de acordo com porte, raça e idade. Talvez seja o caso de você trocar a ração ou investir em uma dieta natural para ele.

Ao levá-lo para se consultar com o veterinário, ele solicitará alguns exames e analisará quais são os nutrientes que estão insuficientes.

Ansiedade ou tédio

Se um cão passa muito tempo sozinho ou não recebe a devida atenção dos donos, é muito provável que ele comece a ter ansiedade e tédio. Dentre os sintomas que apontam que ele está com esses problemas, estão latir muito alto, automutilação, letargia e, claro, comer grama.

Não se esqueça nunca que o seu cachorro sente falta da sua atenção e carinho! Portanto, dedique a ele um tempo de qualidade e leve-o para passear e praticar atividades físicas.

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Existem diferenças nas areias sanitárias para gatos?

Gato na areia sanitária

Gato na areia sanitária

Ao chegarmos ao supermercado ou pet shop, nos deparamos com diferentes tipos de areias sanitárias para gatos. Diante de tantas possibilidades, é comum ter dúvidas quanto a qual é a mais indicada para o nosso pet, não é mesmo?

Por conta disso, listamos neste post os principais tipos de areia para a caixa do seu gato para ajudá-lo a conhecê-las melhor. Confira:

Tipos de areias sanitárias para gatos

Areia de sílica de microcristais

A areia de sílica de microcristais tem ótima qualidade, durando por mais tempo e segurando melhor o odor das necessidades do gato. No entanto, ela é mais cara do que as outras areias.

Caso você tenha poucos gatos em casa, ela pode ter um bom custo-benefício, pois o ideal é que ela seja trocada semanalmente.

Areia de sílica de bolinhas

Apesar de ter as mesmas vantagens da areia de sílica de microcristais e ser muito confortável para as patas do felino, a de bolinhas apresenta algumas desvantagens. Como ela é mais fina, é bastante comum que o animal ao pisá-la a espalhe pelo chão.

Areia à base de farinha de mandioca

Essa é uma opção natural e bastante barata. No entanto, pode, sim, fazer a maior bagunça em sua casa, pois os grãos fininhos da areia grudam na pata do felino e se espalham por onde ele for.

Areia granulada com perfume

A areia granulada com perfume é uma das mais fáceis de ser encontrada. Muito prática, assim que o gato faz xixi se formam pequenos blocos de areia, o que torna mais simples a retirada dos dejetos. Quando isso acontece, ela também libera um perfume para sobrepor o odor exalado pela urina do gato — o que faz com que tenha um preço mais alto.

No entanto, é importante observar se o seu gato não desenvolve algum tipo de alergia a esse perfume.

Madeira

Feita de pequenos pedaços da madeira pinus, uma das principais vantagens desse tipo de areia é que ela é biodegradável. Além disso, tem um custo acessível e não provoca tanta alergia.

Porém, apesar da boa capacidade de absorção, ela deve ser peneirada diariamente — o que pode não ser tão prático para quem passa o dia fora de casa.

Pedras minerais

As pedras mineiras apresentam diferentes benefícios, como baixo custo, fácil limpeza e a possibilidade menor de provocar alergia no gato.

Apesar de apresentar essas qualidades, ela não segura com tanta eficácia o odor, o que torna necessário uma frequência maior de limpezas na caixa.

Areia comum

Areia encontrada nas praias também pode ser usada na caixa do seu gato — desde que você saiba a procedência e tenha a certeza de que não tem algum fungo ou bactéria.

No entanto, o que poderia ser uma solução prática e barata, não conta com tantas vantagens, já que ela não absorve com facilidade a urina ou segura o odor dos dejetos do animal. Consequentemente, sempre que o gato sujar a caixa é preciso limpá-la e lavá-la por completo.

Granulada à base de argila

Assim como a granulada com perfume, esse tipo de areia é muito fácil de ser encontrada. Tem um preço camarada e absorve a urina com qualidade — que forma bolinhas secas ao entrar em contato com a areia. Por conta disso, ela dificilmente se espalha ou gruda na pata do felino.

Agora que você conhece melhor os principais tipos de areias sanitárias para gatos, esperamos que você se sinta mais preparado para escolher a ideal para o seu felino!

Se você quer mais dicas, cuidados com a saúde e bem-estar do seu pet, siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e YouTube!