Carrapato: quais os riscos esse parasita oferece para os animais?

Carrapato em mão humana

Carrapato em mão humana

Todo dono de cachorro sabe a importância do passeio e de fazer atividades que permitam que o pet gaste energia. No entanto, uma caminhada inocente, sem os devidos cuidados, pode trazer algumas surpresas desagradáveis, como o carrapato.

Para ajudá-lo a entender melhor sobre esse assunto, explicaremos neste post os perigos desse parasita para a saúde de um cão e quais são as precauções necessárias para evitá-los. Confira:

Como o cachorro pega carrapato?

Locais com grama e com a presença de outros cães ou animais de estimação são os que têm mais chances do seu pet pegar carrapato. O ideal, nesses casos, é investir em uma das formas de prevenção contra o parasita, como coleiras, talcos, sprays, comprimidos etc. Tenha em mente que eles estão, normalmente, escondidos nesses ambientes e em busca de um hospedeiro.

Além disso, após todo passeio, é imprescindível fazer uma “varredura” no pelo do animal e verificar se ele mesmo assim não pegou algum. As áreas do corpo em que eles preferem se alojar são cabeça, orelhas, pescoço e pés, mas caso se torne uma infestação mais séria, outras partes também serão afetadas.

Quais são os riscos para a saúde do cão?

O carrapato é um parasita que se aloja no pelo do cão e se alimenta de sangue — para você ter uma ideia, algumas fêmeas são capazes de consumir mais de 8 mL. Isso é perigoso, pois se a infestação ganha proporções maiores, existem casos em que o cão morre por perda de sangue.

Os carrapatos também podem transmitir doenças — como veremos no próximo tópico — ou, como deixam os cães mais fracos, torna-se mais fácil que ele seja contagiado por outras patologias.

Quais doenças podem ser transmitidas pelo carrapato?

Ele pode desenvolver anemia, a chamada paralisia do carrapato e ter irritações ou infecções na pele. Em alguns casos, pode desenvolver algumas doenças mais graves, como:

Doença de Lyme

Apesar de ainda não ser tão comum no Brasil, já foram identificados casos da doença em alguns cães e pessoas. Por conta disso, não há vacina contra a doença em nosso país.

Nos animais, ela provoca febre, dor intensa nas articulações e prostração. Se não tratada a tempo, causa problemas em diferente órgãos. Já em seres humanos, surgem lesões eritematosas na pele.

Erliquiose Canina

Normalmente transmitida aos cães pela bactéria Ehrlichia sp, essa doença também pode afetar gatos e seres humanos. Para identificar se o seu pet desenvolveu essa doença, observe os seguintes sintomas:

  • prostração;
  • sangramentos no nariz e na pele;
  • falta de apetite;
  • anemia.

Leve-o imediatamente ao veterinário, pois indicará quais são os exames necessários para o diagnóstico e o tratamento adequado.

Infelizmente, não existe vacina para prevenir o seu cão contra essa doença, portanto, a medida mais eficaz é conter a infestação.

Febre Maculosa

Comumente transmitida pelo carrapato estrela, a Febre Maculosa acomete o cão cerca de 4 ou 6 horas após a picada do parasita contaminado. Em seres humanos, isso acontece de forma imediata, apresentando sintomas como manchas avermelhadas no corpo, dores fortes no corpo, de cabeça e febre.

Babesiose Canina

Se o seu cão está demonstrando tristeza, tem perdido peso progressivamente e está com pouca energia, esses podem ser sinais da Babesiose Canina. Essa é uma doença grave, que ataca os glóbulos vermelhos do animal e que provoca anemia forte.

Assim como as outras doenças que citamos, não existe vacina e o ideal é levar o seu cão o quanto antes para se consultar com um veterinário. Dessa forma, ele indicará qual é o tratamento mais apropriado e efetivo.

Entendeu a importância de evitar que o seu cão tenha carrapato? Quer mais dicas de cuidados para garantir a saúde e o bem-estar do seu pet? Então, assine a nossa newsletter e receba nossos conteúdos em primeira mão!

Obesidade canina: veja as raças que são mais propicias e como lidar

Cachorro obeso com lingua de fora

Cachorro obeso com lingua de fora

Você é daquelas pessoas que acha “fofinho” um cão gordinho e morre de vontade de apertá-lo? No entanto, dependendo do porte físico e da raça, essa “fofura” pode ser um sinal de que o seu cão está acima do peso e de que ele já pode estar desenvolvendo alguns problemas de saúde.

O sobrepeso é um transtorno que tem afetado cada vez mais cães ao longo dos anos. Além disso, a obesidade canina é muito perigosa, pois, na maioria dos casos, só é identificada quando o dono leva o pet para se consultar com o veterinário.

Quer entender melhor sobre o assunto e ter ciência sobre tudo o que é preciso saber sobre a obesidade canina? Então, continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas!

O que pode fazer com que um cão se torne obeso?

Existem alguns motivos que contribuem para que um cão se torne obeso. Dentre eles, podemos citar:

Predisposição genética

Algumas raças têm uma predisposição maior a se tornarem obesas, pois sofrem de uma alteração nos hormônios que controlam a saciedade. O ideal, nesses casos, é ter um acompanhamento de perto do veterinário, adotando uma alimentação controlada desde filhote.

Má alimentação

Dar mais ração do que o seu cão precisa e exagerar nos petiscos também são práticas que contribuem de maneira direta para que ele se torne obeso.

Para evitar passar por esse tipo de situação, crie uma rotina alimentar para o seu cão, dê petiscos apenas uma vez ao dia e siga as orientações do pacote de ração, dando a quantidade necessária de acordo com a raça, porte, peso e idade do cão.

Falta de atividade física

Cães sedentários têm grandes chances de se tornarem obesos, pois não gastam energia nem as calorias ingeridas ao longo do dia.

Para o bem-estar e saúde de um cachorro, é muito importante que ele faça exercícios diários. Saiba, também, que algumas raças e cães de porte grande precisam se exercitar com maior frequência.

Portanto, separe, pelo menos, meia hora para fazer uma caminhada ou brincadeira mais ativa com o seu animal de estimação.

Castração

É muito comum que alguns cães se tornem obesos após a castração. Isso acontece porque enquanto nas fêmeas o hormônio que regula a saciedade é cortado, nos machos o hormônio afetado é o que estimula a vontade de se exercitar.

O ideal é seguir as orientações do veterinário e cuidar para que o animal não se alimente mais do que precisa ou deixe de praticar atividades físicas, ok?

Quais são as raças mais propensas a se tornarem obesas?

Como você já sabe, algumas raças apresentam uma predisposição genética maior para a obesidade. As mais comuns, são:

  • Lhasa Apso;
  • Dachshund;
  • Golden Retriever;
  • Beagle;
  • Bulldog Inglês;
  • Pastor Alemão;
  • Labrador.

Quais os problemas da obesidade canina?

Mais do que apenas uma questão estética, a obesidade canina também pode provocar uma série de problemas de saúde no seu cachorro, como:

Quais são os cuidados com um cão obeso?

Se o seu cão foi diagnosticado como obeso, é muito importante que ele tenha um acompanhamento veterinário mais frequente, de modo a buscar formas de reverter esse quadro. O profissional deve indicar uma bateria de exames, para saber como está a saúde do cão.

Além disso, vai ser preciso que ele passe por uma reeducação alimentar e aumente a prática de atividades, de acordo com a capacidade física dele.

Agora que você já conhece quais são os perigos da obesidade canina e sabe que é preciso manter hábitos saudáveis em seu cachorro, leia o nosso post e aprenda como a alimentação natural pode ser um aliado para a saúde do seu cão!

Doenças respiratórias em cães: quais são as mais comuns?

Cão observando

Doenças respiratórias em cães: quais são as mais comuns?

Em alguns períodos do ano, principalmente no inverno, o clima seco e frio contribui de maneira direta para debilitar a saúde dos cães. Por conta disso, ao sair para passeios ou mesmo dentro de casa, todo cuidado é pouco.

Respiração rápida, superficial e ofegante, desânimo, falta de apetite, tosse seca, corrimento nasal. Caso o seu cão apresente esses sintomas, é possível que ele esteja com alguma doença respiratória.

Quer entender melhor sobre esse assunto e o que você deve fazer para prevenir doenças respiratórios no seu cachorro? Então, continue a leitura e tire suas dúvidas!

Doenças respiratórias em cães mais comuns

Dentre as doenças respiratórias em cães mais comuns, podemos citar:

Tosse dos canis

A traqueobronquite infecciosa, conhecida popularmente como tosse dos canis, é normalmente transmitida quando há uma grande aglomeração de cães.

Dessa forma, cachorros que frequentam com certa regularidade hoteizinhos e canis ou que entram em contato com outros cães em passeios, estão, portanto, mais propensos a pegar essa doença.

A principal forma de contágio é a partir do espirro do animal contaminado. E por conta do sistema imunológico mais frágil, filhotes e cães idosos costumam ser os mais afetados.

Para identificar se o seu cão foi contaminado, basta observar se ele desenvolveu uma tosse seca, sintoma mais comum da doença. Ela acontecerá o tempo todo, independentemente se ele fez alguma atividade física ou horário do dia.

Caso a contaminação tenha sido por meio de um vírus, em cerca de 15 e 20 dias a tosse vai parar por conta própria. No entanto, se for causada por uma bactéria, o veterinário pode ter que prescrever um antibiótico para ajudar no tratamento.

Para prevenir essa doença, é possível vacinar o seu cão. A vacina deve ser dada anualmente, a partir dos 4 meses de vida. Além disso, evite dar banhos em dias frios e deixá-los expostos ao vento e ações do tempo, vestindo roupinhas neles se for necessário. Evite também, sempre que possível, que ele entre em contato com grande aglomeração de cães.

Pneumonia

Assim como para nós humanos, a pneumonia em cães é uma doença perigosa e que pode até levá-lo a óbito quando não é tratada adequadamente. Com facilidade, uma simples gripe pode desenvolver para um diagnóstico pior, o que torna o acompanhamento da saúde do cão extremamente importante.

A pneumonia canina provoca a inflamação dos brônquios e pulmões. Ela também pode ser decorrente de gripes, cinomose e tosse dos cães, e a contaminação pode ser feita por meio de protozoários, fungos, bactérias e vírus.

O ideal para manter a pneumonia longe do seu cão é garantir que ele está se alimentando adequadamente, estando, portanto, em dia com as vitaminas e os nutrientes necessários para que a imunidade dele não seja afetada.

Os principais sintomas dessa doença são: febre, tosse, secreção nasal, perda de apetite e respiração ofegante.

Para determinar o tratamento adequado, o médico vai, primeiramente, avaliar qual foi a forma de contágio. Portanto, para ter um diagnóstico o quanto antes e dar logo início ao tratamento, ao perceber qualquer um desses sintomas, leve o seu cão ao veterinário.

Distrição respiratória

A distrição respiratória em cães é caracterizada pela alteração na capacidade de respiração do animal. Geralmente, acontece quando o oxigênio necessário para realizar a respiração da maneira adequada, ultrapassa a quantidade normal.

Ela pode tanto ser provocada por questões fisiológicas como patológicas. Quando a origem é por questões fisiológicas, ela pode ter sido provocada por um excesso de exercícios. Já, quando se dá por conta de problemas patológicos, isso se deve a problemas para respirar.

Assim como nas outras doenças, logo que o seu cachorro apresentar qualquer alteração no comportamento, é imprescindível levá-lo ao veterinário. Desse modo, a causa para esse problema será identificada e tratada com assertividade, aumentando as chances de cura.

Agora que você já conhece as doenças respiratórias em cães mais comuns e também os cuidados e tratamentos necessários, compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas informações com outras pessoas!

8 dicas para você identificar sintomas de doenças em cães e gatos

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Uma das grandes preocupações de quem tem um animal de estimação em casa é garantir que a saúde dele esteja em dia. Mas o que deve ser feito para identificar sintomas de doenças em cães e gatos? O que deve ser observado para perceber que há algo de errado com ele?

No post de hoje, tiraremos essas e outras dúvidas sobre a saúde de cães e gatos, além de mostrar alguns sinais que eles apresentam e que você deve ficar atento. Confira:

Identificando sintomas de doenças em cães

Alterações comportamentais

Se o seu cão é geralmente enérgico e ativo e, de uma hora para outra, passou a ficar mais quieto e isolado, isso pode ser um sintoma de alguma doença.

Alterações comportamentais em cães podem tanto significar que ele está com alguma disfunção física ou, até mesmo depressão — cachorros que não gastam energia ou que passam muito tempo sozinhos dentro de casa podem desenvolver esse problema.

Aumento da ingestão de água

Em dias mais quentes ou após a prática de atividades físicas, é normal que o cachorro tenha a necessidade de fazer a ingestão de grandes quantidades de líquidos. Mas caso isso aconteça sem um motivo evidente, fique atento. Esse é um dos sintomas de problemas renais e deve ser iniciado um tratamento o quanto antes.

Cansar com facilidade

Falta de ânimo e cansar com facilidade após certo esforço pode significar que o seu cão está com um problema cardíaco, respiratório ou que está acima do peso, podendo, até mesmo, estar obeso.

Secreção nasal e nos olhos

A secreção nasal e nos olhos podem apontar diferentes problemas. No focinho, quando passa a ter um odor desagradável e um tom amarelado, são sintomas de que ele pode estar com alguma alergia, infecção ou até cinomose.

Já se a secreção nos olhos está esbranquiçada e em excesso, o seu cachorro pode estar com o que é conhecido como olho seco, catarata, úlcera ou glaucoma.

Identificando sintomas de doenças em gatos

Vômito

É comum que os gatos vomitem porque eles têm o hábito de se lamber ao longo do dia e, provavelmente, estão engolindo muito pelo. Mas se isso se torna frequente, com uma coloração amarelada ou marrom, pode ser um sinal de que ele está com algum problema estomacal ou, também, anorexia.

Falta de apetite

Se o bichano está tendo problemas para se alimentar, preste bastante atenção e o leve o quanto antes ao veterinário. A alimentação inadequada pode provocar nele um quadro de lipidose hepática.

Diarreia

Geralmente, junto à falta de apetite, o felino costuma ter também diarreia, o que pode ser perigoso, pois ele se desidratará com muita facilidade. Em um primeiro momento, altere a alimentação dele.

Mau hálito

Felinos, por natureza, costumam apresentar certo odor bucal, principalmente quando são filhotes e estão em fase de troca de dentes. No entanto, caso esse mau cheiro se torne mais evidente e forte, este pode ser um sinal de que ele está com halitose felina.

O que fazer ao perceber esses sinais?

Caso o seu pet apresente qualquer um desses sinais, o indicado é que você o leve para se consultar com o veterinário o quanto antes e, assim, descubra o que está provocando isso nele.

Lembre-se de que quanto antes for feito o diagnóstico, maiores serão as chances de cura e de sucesso no tratamento.

O que achou das nossas dicas? Você usa algum outro método para identificar sintomas de doenças em cães ou gatos? Compartilhe com a gente nos comentários a sua experiência sobre o assunto!

3 razões para ter um controle preciso da vacinação de seu cachorro

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Como todos sabemos, muito melhor do que tratar uma doença é prevenir para que ela nem apareça. Por isso, a vacinação de cachorro é importantíssima! As vacinas são aliadas na tarefa de manter o seu amiguinho saudável e impedir que ele desenvolva uma série de doenças que podem, inclusive, representar um risco à vida do animal.

Você não quer ver seu cãozinho doente, não é mesmo? Então, pensando nisso, preparamos um artigo explicando um pouco sobre a importância de vacinar o seu cachorro. Acompanhe o nosso post e entenda um pouco mais sobre o assunto!

A ação das vacinas no organismo

Sempre que o organismo é infectado por algum vírus ou bactéria, o sistema imunológico ativa, automaticamente, mecanismos de defesa. Entretanto, nem sempre ele é bem-sucedido e o corpo acaba adoecendo.

As vacinas utilizam o próprio agente infeccioso que causa a doença como uma arma para combatê-la. Então, quando o nosso cãozinho é vacinado, ele é exposto a uma pequena quantidade do vírus ou bactéria com o objetivo de apresentá-lo ao agressor.

Com isso, o sistema imunológico do animal é estimulado a produzir anticorpos específicos para responderem a um eventual ataque. Basicamente, as vacinas ensinam o organismo a ativar suas defesas por meio da memória: ele se lembra do contato prévio com o agente agressor e inicia seu processo de defesa.

A importância da vacinação de cachorro

A vacinação de cães é importante porque é a melhor forma de protegê-los contra doenças virais, bactérias e micro-organismos nocivos. Quando os filhotes vêm ao mundo, eles ainda não têm o sistema imunológico bem desenvolvido, então não são capazes de lutar contra as doenças de forma eficaz.

Até então, sua resposta a agentes agressores depende dos anticorpos adquiridos na amamentação, pelo leite da mãe, mas esses anticorpos não são capazes de proteger o cãozinho contra muitas doenças.

As doenças virais, como a Cinomose e Parvovirose, são as que mais matam filhotes, mas afetam animais em qualquer idade. Além disso, há doenças que podem ser transmitidas, inclusive, para os seres humanos, por exemplo, a Raiva e Leptospirose.

O cronograma de vacinação

A vacinação de cachorro deve ser feita em qualquer idade, mas o início do ciclo de prevenção deve ser iniciado a partir dos 45 dias de vida. Em animais adultos que não foram vacinados ou naqueles sem histórico, também devem ser administradas vacinas preventivas, conforme a orientação de um veterinário.

Veja abaixo como é feito o cronograma de vacinas:

Vacina polivalente

Deve ser ministrada aos 45 dias de vida, e protege contra as seguintes doenças virais:

  • Cinomose;
  • Parvovirose;
  • Adenovirose;
  • Coronavirose;
  • Hepatite;
  • Parainfluenza;
  • 4 tipos de leptospirose.

Para filhotes, a polivalente deve ser administrada em mais duas doses de reforço, cada uma após 21 dias da dose anterior. Depois desse ciclo, o animal deve receber doses anuais de reforço.

Vacina contra Raiva

A vacina contra Raiva deve ser dada assim que o animal completa 4 meses de vida, pois já está com o sistema imunológico mais desenvolvido. Após essa dose, deve-se fazer o reforço com uma dose por ano.

As vacinas acima são consideradas como obrigatórias a qualquer cãozinho, mas há outras que também são importantes, como a contra leishmaniose e giardíase, por exemplo.

3 motivos para controlar a vacinação do seu cãozinho

1. Deixa o animal protegido

A vacinação de cachorro é a melhor forma de deixar seu amiguinho protegido contra diversas doenças. Além disso, o procedimento contribui para o bem-estar do cachorro, que terá uma vida mais longa e com muito mais saúde.

2. Proporciona maior controle sobre períodos de imunização

A carteira de vacinação é a melhor forma de você não se descuidar da saúde do seu cachorro. Com ela, você não se esquece de quando devem ser dadas as doses de reforço e mantém o animal sempre protegido.

3. Reduz o índice de contaminação

Você contribui para a saúde de todos os animais. Quando se vacina um cãozinho, as chances de disseminação de doenças reduzem, contribuindo para a proteção geral da população de cães e de seres humanos, no caso de doenças zoonose.

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Veterinário: qual a frequência ideal de visitas?

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Quando se trata do bem-estar de um animal de estimação, todo cuidado é pouco. E a forma mais segura de garantir a saúde e vitalidade do seu, é criando uma rotina de visitas ao veterinário.

Se você é dono de um pet de “primeira viagem” ou já tem um há algum tempo, mas ainda tem dúvidas com relação à frequência indicada de idas ao veterinário, este post é para você! Nele, daremos algumas dicas sobre o assunto, além de explicar qual a importância dessa prática para o seu pet! Confira:

Qual a importância da visita ao veterinário?

Muitas vezes, o seu cão ou gato estão aparentemente bem, mas já podem estar desenvolvendo alguma doença ou problema que ainda não desenvolveu sintomas mais graves. No entanto, com a frequente visita ao veterinário, a chance dele diagnosticar alguma patologia ainda no início é maior, aumentando, assim, as chances de cura e a recuperação do animal com mais facilidade.

Higienização do pet

A higienização do seu animal de estimação também é muito importante, pois tanto quando é feita no pet shop quanto realizada pelo próprio dono, além de ser um momento de maior contato e atenção, é possível perceber se ele está com algum problema de pele ou algo afim.

Porém, é importante ter em mente que cães e gatos apresentam necessidades diferentes com relação à quantidade de banhos. Enquanto que o indicado para um cão é pelo menos duas vezes por mês, gatos devem ser banhados apenas uma vez por mês.

Qual a frequência ideal para levar o animal de estimação ao veterinário?

Para facilitar o seu entendimento, dividimos as fases da vida do pets em filhote, adulto e idoso, e apontaremos qual é a frequência ideal de visitas ao veterinário em cada uma delas.

Filhote (até 6 meses)

Por conta do número de vacinas necessárias e de ser preciso um acompanhamento mais de perto, é aconselhável levar o seu cão ou gato pelo menos uma vez ao mês para uma consulta com o veterinário. Dessa forma, o profissional será capaz de observar de perto o desenvolvimento do filhote e até indicar com mais assertividade os cuidados básicos nessa etapa.

Adulto (a partir dos 7 meses)

Agora que o seu pet já não é mais um filhote, ele deverá retornar ao veterinário pelo menos uma vez ao ano, quando receberá as doses de reforço das vacinas.

Idoso (após 8 anos)

Com o passar dos anos, a saúde de nossos amigos vai se tornando mais frágil, o que torna fundamental aumentar a frequência de visitas ao veterinário. Para garantir que esteja tudo bem com ele e certificar que está recebendo todo o apoio possível durante essa fase da vida, leve-o para uma avaliação clínica de seis em seis meses.

Provavelmente, o veterinário também solicitará alguns exames de rotina para verificar como estão as funções do seu cão ou gato.

Independentemente da idade do seu pet, se você percebeu alguma alteração física ou no comportamento dele, não hesite em levá-lo imediatamente para se consultar com o veterinário.

Com que frequência você costuma levar o seu pet ao veterinário? Tem ainda alguma dúvida sobre o assunto? Compartilhe-a com a gente nos comentários!

Atendimento veterinário: 6 critérios para escolher o profissional

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Dentre as muitas obrigações de quem tem um animal de estimação, está escolher o atendimento veterinário. Além de ser quem vai acompanhar a saúde do seu pet de perto e garantir que esteja tudo em dia, esse atendimento será imprescindível em momentos de urgência e imprevistos.

No post de hoje, confira quais são os critérios que você deve levar em consideração, ao escolher um veterinário.

6 critérios para avaliar ao escolher o atendimento veterinário ideal

1 – Oferecer atendimento 24 horas

Para a sua maior tranquilidade e segurança do seu animal, contar com um atendimento veterinário que esteja disponível 24 horas é muito recomendado. Assim, caso aconteça um imprevisto ou o seu cão ou gato comece a passar mal no meio da noite, você sabe onde levá-lo com urgência.

2 – Estar próximo ao seu lar

Também em casos de urgência, quanto mais próxima a clínica veterinária for da sua casa, melhor será para garantir que o seu pet ficará a salvo.

Dessa forma, antes de escolher qual é a mais indicada para realizar os atendimentos veterinários de rotina, considere também que durante imprevistos você terá que contar com um serviço que, além de ser 24 horas, também seja próximo ao seu lar.

Nesse caso, por você já frequentar e levar o seu pet no estabelecimento com frequência, ele já conhecerá a saúde e costumes dele, o que facilitará ainda mais a consulta.

3 – Contar com boas referências

Uma das melhores formas de saber sobre a reputação de um profissional, seja ele um veterinário ou qualquer outra profissão, é contar com boas referências. Peça a indicação de amigos e familiares, além de fazer uma boa pesquisa na internet e conferir a avaliação dos profissionais que você está considerando.

4 – Utilizar equipamentos de qualidade

Quanto mais completa e bem estruturada for a clínica, maiores serão os benefícios para o seu melhor amigo e com mais agilidade ele dará o diagnóstico de possíveis doenças e enfermidades. Confira quais são os serviços prestados, que tipo de exames são realizados, se conta com equipamentos e um espaço dedicado a uma UTI, dentre outros fatores.

5 – Ter um ótimo currículo

Faça uma breve pesquisa na internet e procure pelas qualificações do veterinário que vai atender o seu pet. Saiba a formação dele, quanto tempo tem de experiência, cursos que já fez e a credencial dele no Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Procure também verificar qual é a especialidade do profissional, por exemplo, se as especializações dele são voltadas para cães ou gatos.

6 – Levar jeito para lidar com animais

De nada vai adiantar que o profissional tenha um currículo invejável se ele não souber conquistar a confiança do seu pet — e, consequentemente, a sua. Durante um atendimento veterinário, certos cuidados serão imprescindíveis para que o seu animal de estimação se sinta confortável o suficiente para permitir que os procedimentos sejam feitos com tranquilidade.

Portanto, busque observar a forma como o veterinário age com relação a cães e gatos, se ele tem paciência, atenção, carinho e dedicação.

Após avaliar todos esses critérios, escolha um local que seja condizente com as suas necessidades e do seu animal de estimação e que faça você se sentir seguro e confortável para levá-lo em qualquer tipo de situação.

Você ainda tem dúvidas sobre como escolher um atendimento veterinário de qualidade para o seu pet? Tem mais algum critério que você leva em consideração, mas que não mencionamos neste post? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência ou questionamentos sobre o assunto!

Cães e gatos sofrem no verão

cao ventilador

Verão, sol, mar e calor – muuuito calor. E não é só a gente que se incomoda com isso: os termômetros começam a subir e cães e gatos ficam ofegantes, abatidos e mal humorados. Para amenizar o sofrimento deles – e o seu, já que dono nenhum gosta de ver seu cão ou gato passando mal –, conversamos com a veterinária Luciana Rech e preparamos essas dicas.

 

Fique atento aos sinais de calor: É preciso saber identificar quando o animal está com muito calor: sua boca fica aberta, a respiração ofegante e ele procura se deitar no piso frio com as patas traseiras abertas. Um truque que pode amenizar o desconforto na hora é molhar as patinhas dele. “Alguns cães colocam as patas dentro do potinho de água, mas, caso o seu não faça, é preciso dar uma mãozinha”, sugere a veterinária.

 

Cães de focinho achatado sofrem mais: Se você tem um boxer, um buldogue, um pug ou outro cachorro de focinho achatado, a atenção precisa ser redobrada. Isso porque cães nesse perfil sofrem de síndrome braquicefálica, já que tem traqueias menores que o normal. “Cães braquicefálicos, se expostos a calor intenso, podem até morrer”, alerta. O problema é tão sério que algumas companhias aéreas se recusam a transportar esses animais.

 

Não deixe seu bichinho no carro: Muito cuidado na hora de viajar com seu animal. Em trajetos de média ou longa distância, procure investir em telas de janela, que protegem dos raios de sol. Faça paradas com frequência, para dar água fresca a ele. E nunca, jamais, em hipótese alguma deixe seu cachorro ou gato preso no carro, mesmo se os vidros ficarem abertos. O veículo superaquece muito rápido, e os animais tendem a passar mal.

 

Animais de pelo escuro sofrem mais: Sabe quando usamos uma roupa escura e sentimos mais calor do que quando estamos com roupas claras? Com os animais é a mesma coisa. “Os que tem pelagem escura sofrem bem mais”, garante Luciana. Os que tem pelos brancos, no entanto, estão mais expostos aos raios solares e, consequentemente, ao câncer de pele (sim, animas também podem contrair a doença). “O ideal é passar protetor solar próprio para cães e gatos. Atenção especial para o nariz e as orelhas, que estão mais expostos”, recomenda.

 

Raças de inverno precisam de refresco: Raças adaptadas ao inverno – tais como o Husky siberiano, o Malamute do alaska e o Bernese – podem precisar de ar condicionado ou ventilador para suportar o verão brasileiro. Esse hábito não é questão de “tratar o bicho como gente”, mas sim de respeitar a temperatura que o animal consegue suportar.

 

– Uma dica básica, mas que vale reforçar: tose os animais ainda no começo do verão. Para entender a importância desse cuidado, clique aqui.

Cuidados com os pets na noite de natal

Natal

O Natal já bate à porta, trazendo consigo todos suas decorações e pratos típicos e, também, a visita de quem a gente ama. Mas um dos convidados sempre fica um pouco perdido em meio a tantas novidades: o seu animal de estimação. Por isso, é preciso dar uma atenção especial aos pets. Afinal, qual gato não vai querer desvendar os novos enfeites e brincar com as bolinhas da árvore? E que cachorro não vai querer ir direto para o colo de seus convidados, mesmo – ou principalmente – daqueles que não gostam de animais?

Enfeites duradouros

Grandes e brilhantes, os enfeites de Natal são quase que hipnotizantes para os gatos. É quase impossível fazer com que eles não brinquem com eles, mas dá pra evitar prejuízos. “Evite enfeites de vidro, ou que sejam fáceis de quebrar”, recomenda a adestradora Neusa Maria Carvalho. “Além do estrago, o gato pode se assustar e até se ferir.”

Fios longe do alcance das patinhas

Não se esqueça de colocar os cabos das luzes bem longe do alcance dos animais. “Tanto gatos quanto cachorros, principalmente filhotes, gostam de roer esses fios”, conta Neusa. De preferência, revista os cabos com fita isolante. Assim, se o pet brincar com ele longe da sua visão, é mais difícil de danificar a fiação elétrica e, também, de o animal sofrer com um choque.

Caminhada antes da ceia: bom para o seu cão e para os convidados

Se você vai receber visitas em casa, esteja preparado: seu cão vai ficar eufórico. Alguns donos chegam a dar tranquilizantes para o animal a fim de acalmá-lo, mas a melhor solução é partir para o exercício físico. “Leve-o para caminhar ou correr antes de receber seus convidados”, indica. “Se seu cão for bastante ativo, dedique um bom tempo a ele, até cansá-lo.”

Cantinho relax

Reserve um cantinho da casa para o pet. “Se ele tiver uma caminha na qual se sinta confortável, é mais provável que ele passe mais tempo lá do que no meio da família”, conta Neusa.

Fuja dos fogos

Evite os fogos de artifício. Cães tem a audição muito mais sensível que a nossa, e o barulho os assusta demais. Caso as explosões não estejam ao seu controle, uma série de providências precisa ser tomada para diminuir o desconforto do bicho. Veja mais aqui.

Sem petiscos e doces

Oriente aos convidados que não deem comida para os animais. “Em último caso, pequenos pedaços de carne podem ser servidos”, diz. Doces, no entanto, são extremamente proibidos. O chocolate, inclusive, é venenoso para os cães e, em grande quantidade, podem até matar o animal.

Ceia apropriada

Mas, já que é Natal, seu animalzinho também merece um jantar especial. “Eles adoram biscoitos especiais para animais e ossos”, recomenda Neusa. E dá pra ir mais além, presenteando o animal. Caminhas, potes e roupas são algumas das opções.

Não deixe de comentar abaixo!

Plano de saúde animal: vale a pena contratar?

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Quem tem um animal de estimação, faz de tudo para garantir que ele receba todos os cuidados necessários e que esteja em dia com todas as demandas relacionadas à saúde, como vacinas, banho e tosa, exames preventivos, visitas ao veterinário, etc.

Hoje em dia, muitas são as opções para garantir que os animais de estimação tenham uma vida de qualidade. Já existem alguns hospitais públicos veterinários, por exemplo, que visam tornar mais acessível consultas e cirurgias. No entanto, este é um serviço que ainda está ganhando espaço e não está disponível em todas as cidades do país.

Como bem sabemos, toda essa dedicação não só é necessária como obrigatória, e pode custar uma boa quantia. Diante desse cenário, uma alternativa que tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil é o plano de saúde animal, que visa cobrir alguns serviços indispensáveis para a manutenção da saúde do seu cão ou gato.

Já ouviu falar nessa possibilidade? Quer entender melhor se vale a pena contratá-lo para o seu pet? Então, continue a leitura deste post e confira com atenção as informações a seguir:

Quais os benefícios de contratar um plano de saúde animal?

O plano de saúde animal é muito semelhante ao nosso. Normalmente, é preciso pagar uma mensalidade, que terá seu valor definido de acordo com o plano escolhido. Em alguns casos, como cirurgias, exames e medicamentos utilizados, pode ser preciso dar uma quantia extra por conta da coparticipação.

O grande benefício dele é que, de acordo com o nível de cobertura escolhido, ele vai disponibilizar diferentes serviços, garantindo a segurança do pet e que as suas necessidades sejam atendidas com a devida urgência.

Existem tanto aqueles que dão cobertura total, como também os que são voltados para emergências, exames de rotina, hospitalização e em casos de doença ou acidente.

Como escolher dentre as várias opções existentes?

Na hora de escolher o plano de saúde animal ideal, tudo vai depender das necessidades do seu bicho de estimação e quanto você está disposto a pagar. Leia todos os contratos com atenção e observe, por exemplo, quando a cobertura é total ou se há necessidade de coparticipação em algum serviço.

O indicado é que você avalie com cuidado todos os planos que contemplem a sua região. Opte por aquele que ofereça o melhor custo-benefício, ou seja, que além de contar com uma cartela de serviços mais abrangente, tenha um preço mais em conta.

Este tipo de serviço já existe para o Brasil todo?

Uma das desvantagens do plano de saúde para animais de estimação é que este é um serviço ainda ganhando espaço no país e, por conta disso, não são todas as áreas que têm cobertura. Porém, cidades grandes como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, já contam com algumas empresas.

No entanto, algumas clínicas, ao perceberem a crescente demanda por esse tipo de atendimento, já passaram a disponibilizar planos próprios. Caso a sua cidade ainda não tenha um plano de saúde animal, faça uma pesquisa e procure saber se existe alguma clínica que tenha essa possibilidade.

Agora que você já conheceu os benefícios do plano de saúde animal, quer acessar em um mesmo local todas as informações sobre a saúde e os cuidados necessários com o seu pet? Então, entre em contato com a equipe do Pataapata e conheça melhor os serviços oferecidos!