Fogos de artifício são um pesadelo para cães. Aprenda a protegê-los

cao assustado

Se as festas de fim de ano são só alegrias para nós, para os animais não é bem assim. O pânico que eles sentem com o barulho ensurdecedor dos fogos de artifício é negligenciado pela maioria dos donos, mas precisam de atenção especial. Assustados, eles podem até fugir de casa e se perderem ou sofrerem acidentes. Alguns até chegam a chegar ter convulsões, tamanho o pavor. Mas, com um pouco de atenção, dá pra diminuir o sofrimento.

 

Instinto + linguagem corporal dos donos = pânico

Um som muito alto, com origem desconhecida, assusta qualquer animal. “O mesmo acontece com o trovão ou com o escapamento de moto”, aponta o adestrador Bruno Marques Ferreira. Esse medo, puramente instintivo, se desenvolve e se transforma em fobia à medida que o cão observa a postura dos donos. “Nós, involuntariamente, ensinamos o cão que ele deve temer os fogos através de nossa linguagem corporal”, explica. Afinal, quem nunca acolheu o filhote no momento em que ele se mostrou assustado com o barulho das explosões?

 

Postura de herói

Ao contrário do que muitos pensam, tentar acalmar o cachorro tem um significado diferente para o animal. “Ele vê seu dono, aquele que aos seus olhos é destemido, acanhado no canto do sofá com ele, falando baixinho”, ressalta. O adestrador recomenda, portanto, que se reaja de forma oposta do usual. “Ignore a situação e vá ao encontro do perigo: se aproxime da janela ou da varanda, erga a cabeça, estufe o peito. Mostre o cão que não há motivo para temer”, indica.

 

Recompense sempre

Existe, também, uma solução ainda mais eficaz para o problema: procure por CDs ou gravações com sons de fogos. “Reproduza esses sons em volume baixo, de modo que o cão não reaja, e premie com um biscoito”, recomenda. Aumente o volume gradativamente, recompensando sempre. “Esse processo, chamado de dessensibilização, consiste em expor o animal a algo no qual é reativo até que não o incomode mais”, explica. “Junto à dessensibilização é feito o contra-condicionamento, no qual o cão começa a relacionar o som dos fogos a uma recompensa, e não a algo assustador.”

 

Ensine desde cedo

Sempre precisamos ficar atentos as nossas posturas perante os animais. Para explicar melhor, Bruno faz uma analogia: “cães chegam em nossas casas como um pen-drive vazio e nós vamos colocando informações, regras e experiências. Ao contrário de um CD, que já vem pronto”, diz. Assim funciona com os filhotes que, ainda “vazios”, precisam receber informações positivas a respeito dos fogos. Com os cães mais velhos, é preciso um pouco mais de paciência. “O pen-drive permite que seja adicionada novas informações e retiradas outras”, relaciona. No entanto, cães com medos extremos precisam de uma forcinha extra. “Procure a ajuda de um profissional que trabalhe exclusivamente com reforço positivo para ajudá-lo nessa missão”, aconselha. Também converse com seu veterinário sobre a possibilidade de administrar uma medicação contra ansiedade ou, então, algum sedativo. No entanto, essa deve ser a última opção: o uso excessivo desses medicamentos pode deixar os cães ainda mais ansiosos.

Cuidados com os pets na noite de natal

Natal

O Natal já bate à porta, trazendo consigo todos suas decorações e pratos típicos e, também, a visita de quem a gente ama. Mas um dos convidados sempre fica um pouco perdido em meio a tantas novidades: o seu animal de estimação. Por isso, é preciso dar uma atenção especial aos pets. Afinal, qual gato não vai querer desvendar os novos enfeites e brincar com as bolinhas da árvore? E que cachorro não vai querer ir direto para o colo de seus convidados, mesmo – ou principalmente – daqueles que não gostam de animais?

Enfeites duradouros

Grandes e brilhantes, os enfeites de Natal são quase que hipnotizantes para os gatos. É quase impossível fazer com que eles não brinquem com eles, mas dá pra evitar prejuízos. “Evite enfeites de vidro, ou que sejam fáceis de quebrar”, recomenda a adestradora Neusa Maria Carvalho. “Além do estrago, o gato pode se assustar e até se ferir.”

Fios longe do alcance das patinhas

Não se esqueça de colocar os cabos das luzes bem longe do alcance dos animais. “Tanto gatos quanto cachorros, principalmente filhotes, gostam de roer esses fios”, conta Neusa. De preferência, revista os cabos com fita isolante. Assim, se o pet brincar com ele longe da sua visão, é mais difícil de danificar a fiação elétrica e, também, de o animal sofrer com um choque.

Caminhada antes da ceia: bom para o seu cão e para os convidados

Se você vai receber visitas em casa, esteja preparado: seu cão vai ficar eufórico. Alguns donos chegam a dar tranquilizantes para o animal a fim de acalmá-lo, mas a melhor solução é partir para o exercício físico. “Leve-o para caminhar ou correr antes de receber seus convidados”, indica. “Se seu cão for bastante ativo, dedique um bom tempo a ele, até cansá-lo.”

Cantinho relax

Reserve um cantinho da casa para o pet. “Se ele tiver uma caminha na qual se sinta confortável, é mais provável que ele passe mais tempo lá do que no meio da família”, conta Neusa.

Fuja dos fogos

Evite os fogos de artifício. Cães tem a audição muito mais sensível que a nossa, e o barulho os assusta demais. Caso as explosões não estejam ao seu controle, uma série de providências precisa ser tomada para diminuir o desconforto do bicho. Veja mais aqui.

Sem petiscos e doces

Oriente aos convidados que não deem comida para os animais. “Em último caso, pequenos pedaços de carne podem ser servidos”, diz. Doces, no entanto, são extremamente proibidos. O chocolate, inclusive, é venenoso para os cães e, em grande quantidade, podem até matar o animal.

Ceia apropriada

Mas, já que é Natal, seu animalzinho também merece um jantar especial. “Eles adoram biscoitos especiais para animais e ossos”, recomenda Neusa. E dá pra ir mais além, presenteando o animal. Caminhas, potes e roupas são algumas das opções.

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Adestramento de gatos: o que Jackson Galaxy pode nos ensinar?

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Pegar a bolinha, dar a patinha, fazer xixi no local certo, sentar, deitar e rolar. Quando pensamos em adestrar um animal, logo nos vem à cabeça alguns truques para cães, não é mesmo? Mas você já ouviu falar que existe o adestramento de gatos?

Deixando os mitos de lado, saiba que é possível educar o seu felino e tornar o comportamento dele mais tranquilo e adequado. Para tanto, mais do que conhecer as melhores práticas e dicas de adestração, é preciso levar em consideração o temperamento e até os instintos naturais do gato.

E é isso que torna Jackson Galaxy tão habilidoso no que ele faz. Já conhece o trabalho dele? No post de hoje, compartilharemos com você algumas dicas de adestramento de gatos ensinadas por ele e que contribuirão bastante para a domesticação do seu pet. Confira:

Quem é Jackson Galaxy?

Conhecido nos Estados Unidos como “The cat daddy”, algo que poderia ser traduzido como pai dos gatos, Jackson Galaxy se tornou famoso ao apresentar o programa “Meu gato endiabrado” e por conseguir ajudar e dar dicas a donos de gatos e “domar” até mesmo os felinos que se mostram mais arredios e indisciplinados.

O seu diferencial é que para colocar o adestramento de gatos, ele tenta primeiro entender o que pode estar provocando tal comportamento no animal, para depois encontrar uma solução.

Dicas de adestramento de gatos

Com tanta sabedoria e conhecimento sobre o comportamento dos gatos, existem algumas dicas práticas que podemos aprender com Jackson Galaxy, como:

1 – Ensinar o gato a andar na coleira

O seu gato precisa se sentir confortável para permitir que você saia com ele na coleira. Portanto, crie nele a sensação de que está propiciando algo benéfico a ele enquanto coloca o acessório — uma dica é dar biscoito para felinos durante essa etapa.

Depois, para que ele ande com a coleira, chame a atenção dele com o saco de biscoitos, tentando recompensá-lo com o petisco e com carinhos toda vez que ele “cumprir com o papel dele”.

2 – Aprenda a lidar com o comportamento agressivo

Você ama o seu felino e se dedica a ele da melhor forma que pode, mas, mesmo assim, ele não perde uma oportunidade de atacá-lo. Para mudar essa atitude, primeiro você precisa entender que, provavelmente, o seu gato não está tentando atacá-lo, mas, sim, brincando de uma forma mais agressiva.

Mas como assim? — você deve estar se perguntando. Por conta do seu temperamento, pode ser comum que ele tente se divertir brincando de caça e caçador e, no caso, você é a presa dele.

Tente passar um tempo todo dia promovendo atividades divertidas e interessantes para o seu gato, de modo que ele pare de ter esse tipo de comportamento.

3 – Conquiste o carinho do seu felino

Você tenta se aproximar do seu gato e fazer com que ele deixe acariciá-lo, mas isso parece impossível? Talvez você não esteja fazendo isso da forma adequada.

Alguns gatos não sentem uma sensação agradável com carinho em excesso, pois esse movimento no pelo provoca estática neles e, por conta disso, podem apresentar algumas reações como se afastar ou até mesmo atacá-lo.

Mas isso não quer dizer que você não pode nunca acariciá-lo. Tente observar as reações dele e quando demonstra estar cansando do carinho. Além disso, aprenda quais são os locais em que ele gosta de receber os afagos.

Gatos costumam ser desconfiados e territorialistas, portanto, conquiste a confiança dele e, antes de tentar qualquer aproximação, tenha a permissão dele.

Já conhecia o trabalho do Jackson Galaxy? Já tentou algum dia o adestramento de gatos? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência no assunto!

Placa de identificação para animais: entenda a importância

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Imagine a seguinte situação: você está passeando tranquilamente com o seu cão, quando, de repente, ele consegue se soltar da coleira e foge tão rápido que ninguém consegue alcançá-lo. Nesse momento, não adianta se desesperar. É preciso ter calma e começar a pensar em formas de encontrá-lo. E, para tanto, será de extrema importância que ele tenha uma placa de identificação.

Agora, digamos que você não tenha um cão, mas, sim, um gatinho. Mesmo que ele não saia na rua para dar um passeio, é imprescindível garantir a segurança dele e colocar uma placa com identificação na coleira dele. Pode acontecer, por exemplo, de alguém deixar a porta aberta e ele conseguir escapar sem que ninguém perceba.

Conseguiu entender a importância da placa de identificação para animais? Então, neste post, mostraremos como ela deve ser usada, quais informações deve fornecer e se existe diferença entre as placas dos cães e gatos. Confira:

Como usar a placa de identificação para animais

Coloque a placa de identificação na coleira do seu pet e nunca a retire. Isso o deixará resguardado em caso de imprevistos ou situações de perigo. Além disso, o ideal é que todas as informações contidas nela estejam atualizadas e corretas.

Informações que devem ter na placa

Para que a placa cumpra a sua função com excelência, ela deve ser legível e conter algumas informações básicas. Dentre elas, podemos citar:

  • Nome do cão ou gato;
  • Modo de contato com o dono — seja telefone celular ou fixo (atualizados) ou e-mail;
  • Se o seu pet tiver algum problema de saúde, essa informação também deve estar na placa — por exemplo: Baby – Diabético;
  • Nome do dono, se possível.

Hoje em dia, por sinal, já existem no mercado algumas placas de identificação com um QRCode disponível para leitura via internet, contendo todas as informações sobre o animal de maneira mais completa e que não caberiam em uma placa tradicional.

Diferenças entre placas para cães e gatos

Cães

É mais comum que este acessório seja utilizado em cães e isso não costuma ser um problema para eles. Escolha o tamanho da placa de acordo com o porte do seu cachorro, de modo que ela fique visível e em evidência. Além disso, sempre certifique se ela está bem presa e segura na coleira do seu cão.

Gatos

Alguns gatos não costumam se adaptar ao uso de coleiras e muitos donos, por conta disso, deixam de colocar uma placa de identificação neles. No entanto, é possível optar por outros acessórios para o caso dos felinos. Para auxiliar que ele se habitue e para o conforto do pet, as coleiras precisam ser elásticas e as placas em tamanhos menores e mais leves.

Investir em uma medida tão simples pode fazer toda diferença em caso de fugas e desaparecimento de animais e não tem motivos para que você não invista nessa facilidade! Garanta a segurança do seu pet!

Agora que você já sabe a importância da placa de identificação para animais, conte para a gente: já passou por alguma situação em que seu animal fugiu e que ele não estava identificado adequadamente? Tem mais alguma dica para compartilhar? Deixe o seu comentário!

É possível adestrar gatos de verdade?

é possível adestrar gatos de verdade

é possível adestrar gatos de verdade

Quando se fala em adestramento de animais, o gato é sempre aquele bichinho que passa uma imagem de independência e, portanto, difícil de adestrar, certo? Por isso, muitos donos de gatos muitas vezes desistem de tentar ensinar alguns truques para os bichanos, sem imaginar que é possível, sim, fazer com que eles atendam a alguns comandos.

Adestrar gatos é uma tarefa um pouco mais desafiadora quando comparada aos cães, mas é totalmente possível.

O processo de adestramento dos felinos é importante para deixá-los mais comportados e ainda para aproximar seu relacionamento com os humanos. Para que essa tarefa seja mais fácil para você, listamos abaixo algumas dicas e informações sobre o adestramento de gatos. Confira!

Entenda que gatos não são cães

Muitos donos de cães têm a tendência a acreditar que os gatos reagem da mesma forma que eles ao serem incentivados. Porém, não é apenas com elogios que você consegue adestrar um felino. Os gatos desejam, em troca de favores, presentes materiais, ou seja, um bom petisco ou aquele sachê delicioso que ele adora.

Caso seu gato não seja um adorador de comida, presenteie-o com alguns brinquedos ou brincadeiras de que ele mais gosta.

Comece desde bebê

Se o seu gato chegar com alguns meses, é importante que ele comece ser adestrado ainda bebê. Primeiramente, faça com que ele se acostume à rotina da casa, comendo nas mesmas horas em que a família come, por exemplo.

Também é importante que você o acostume com as limpezas de rotina, como banho ou corte das unhas. Assim, você não terá dificuldades para fazer a higiene quando for preciso.

Entenda as técnicas e como aplicá-las

Para evitar que seu gato suba onde você não quer

Nessas situações, o adestramento fica por conta da barreira física colocada para que o bichano não suba e nem entre em locais indesejados, como lixo, despensa e armários de cozinha. Coloque tampas mais pesadas no cesto de lixo, por exemplo, e tente colocar travas de criança no armário onde ele não deve ir. Com o tempo, a postura será automática.

Para ensiná-lo a responder quando for chamado

Gatos raramente respondem quando você os chama, certo? Para que essa situação mude, você pode associar o nome dele a momentos que ele goste. Por exemplo, sempre que for acariciá-lo, encher o pote de comida ou oferecer um petisco, repita seu nome. Dessa, forma, ele associará o nome a algo prazeroso e passará a atender quando for chamado.

Para colocar coleira

Sim, os gatos também podem usar coleiras, mas isso não significa que essa missão será fácil. Se puder começar a colocar o acessório desde poucos meses de idade, será mais fácil que o felino acostume-se com ele. É possível também colocá-lo em gatos adultos, mas há a possibilidade de o desafio ser maior.

Deixe a coleira no chão e sempre próxima a ele para que ele possa sentir o cheiro. Depois de ele se familiarizar, coloque a coleira sem fixá-la com as fivelas e dê um petisco. Espere um tempo e fixe a coleira, deixando-a apenas durante o período em que o gato se sinta confortável.

Quando notar que ele não se sente mais desconfortável com o peitoral, coloque a cordinha e treine alguns passeios dentro de casa, sem puxá-la demais.

É fato que os gatos possuem percepções e ações diferentes dos cães, por isso, exigem outros método e um pouco mais de paciência para que sejam treinados. Adestrar gatos é uma tarefa que deve ser feita diariamente, respeitando os limites do animal e sempre dando muito carinho para que ele associe o aprendizado e cumpra as ordens com menos resistência.

Agora que você já conheceu algumas técnicas para deixar seu bichano mais obediente, veja essa entrevista com o adestrador Leonardo Ogata e saiba tudo sobre adestramento de cães!

Animal perdido: como recuperar o seu pet?

Animal perdido como recuperar o seu pet

Animal perdido como recuperar o seu pet

Perder o animal de estimação é uma verdadeira tristeza para muitas pessoas, mas, eventualmente isso pode acontecer, não é mesmo? Seja por descuido ou por mero acaso, é preciso saber como lidar com a situação e recuperar o animal perdido ou até aprender a evitar que ele se perca.

Para saber algumas dicas sobre como fazer isso e não ter suas ações de procura bloqueadas por sentimentos de medo e saudades, leia este post e tome nota!

Faça um mutirão de procura

Nas primeiras horas que o seu animal se perdeu, a melhor solução ainda é fazer o tradicional mutirão no bairro, principalmente nas primeiras 24 horas depois do desaparecimento.

Como ele ainda não deve ter ido muito longe, você pode olhar nas ruas próximas de onde você mora e checar se ele passou ou foi visto por lá. Pergunte para seus amigos, vizinhos ou qualquer outra pessoa que passe regulamente pela rua mostrando uma foto recente do animal perdido.

Publique na internet pedindo compartilhamentos

A internet tem um grande poder de virilizar as coisas e não é diferente no caso de desaparecimentos. Já existem diversos casos de pessoas que compartilharam e logo depois encontraram seus pets, tudo isso porque contaram com a ajuda de muitos amigos virtuais que se mobilizaram a “ficar de olho” no fujão. Você pode publicar em sites específicos e nas redes sociais, como Facebook e Twitter.

Visite clínicas veterinárias

Se ainda assim não encontrar o seu pet, não hesite em procurar em clínicas veterinárias da sua cidade. Muitas pessoas que encontram animais perdidos acabam levando para as clínicas para uma checagem rápida se está tudo bem e se alguém o está procurando.

Então não tenha vergonha de perguntar, levar fotos e descrever detalhe por detalhe como seu animal é, afinal, mesmo que ele ainda não tenha passado por lá, eles conseguem distinguir caso apareça depois.

Espalhe fotos sempre que possível

Divulgar fotos é outra maneira muito eficiente de encontrar seu pet. Essa é uma maneira de fazer com que as pessoas reconheçam e associem o animal a você. Além disso, você pode fazer anúncios com as fotos, telefone e endereço, assim eles te encontram com mais facilidade.

Mas não se esqueça de verificar em quais pontos podem ser fixados. Padarias e farmácias locais são bons pontos de fixação pois concentram grande movimentação de pessoas do bairro.

Ofereça uma recompensa

Para estimular as pessoas a devolverem seu animal, você pode oferecer uma recompensa. É claro que isso depende das suas condições, portanto, não prometa nada além da sua realidade. Outro ponto importante é explorar o lado emocional, divulgando o amor que você tem pelo pet e como será difícil conviver com o fato de tê-lo perdido.

Por fim, tão ou mais importante que reencontrar o animal, é evitar que ele se perca, certo? Para isso, não se esqueça de oferecer um bom ambiente, fazendo com que ele se sinta em um lar e não queira fugir.

Ainda assim existem alguns cães que têm a personalidade mais desbravadora e podem querer fugir. Nesse caso, tenha mecanismos em casa que bloqueiem essa fuga, como grades, por exemplo.

E sempre que encontrar um animal perdido, pense que é bem provável que seu dono esteja procurando por ele. Tente levá-lo a um centro veterinário mais perto ou fotografe e coloque informações nas redes sociais facilitando esse reencontro!

Se você tem mais alguma dica para compartilhar ou quer contar como foi a sua experiência de reencontrar o seu pet, deixe um comentário e compartilhe suas experiências com outros amantes de pets!

Coleira para gatos? Entenda um pouco mais!

coleiras para gatos entenda um pouco mais

Ver cachorros com coleiras é super normal, mas raramente vemos gatos com o mesmo acessório. Porém, isso está mudando e coleira para gato é algo que tem se tornado uma tendência entre os donos de animais de estimação. Não só pela segurança que elas proporcionam, como também porque os modelos disponíveis no mercado são capazes de deixar os pets cada vez mais bonitinhos.

Por isso, elaboramos um post para que você entenda um pouco mais sobre coleira para gatos e saiba como evitar alguns riscos que o mau uso pode provocar. Confira!

A coleira para gatos pode aproximar você de seu pet

Não importa o quão vigilante você seja, há uma boa chance de que o seu gato saia para fora de casa em algum ponto. Por isso, uma boa ideia para a segurança do seu gatinho é usar uma coleira com identificação. A maioria das pessoas não têm condições financeiras de colocar scanners microchips em seu animal de estimação. A coleira é uma opção que cabe em qualquer orçamento e que informa imediatamente a quem ver seu gatinho que ele tem uma casa.

A coleira ajuda a diferenciar os seus gatos

Você pode pensar que estamos brincando, mas não. Se você tem mais de um gato e eles são bem parecidos, é importante diferenciá-los de alguma forma e a coleira é a maneira mais rápida e segura de fazer isso. Além disso, se um de seus gatos idênticos apresentar sintomas e comportamentos estranhos, você será capaz de levar o bichinho certo ao veterinário.

Possibilita um bom ajuste

Não importa o tipo de coleira que você escolheu para o seu gato, um bom ajuste é crucial. Você deve ser capaz colocar dois dedos entre o pescoço de seu gatinho e o colar.

Coloque a coleira em seu gato na sexta à noite e mantenha um olhar atento sobre ele no fim de semana. Você pode esperar que o animal fique um pouco surpreso e irritado inicialmente — o que é normal. Você só precisará se preocupar se aparecer uma coceira excessiva e recorrente no colarinho. Nesse caso, é importante levar o seu bichinho a um veterinário a fim de verificar a possibilidade de alergias.

Coleiras para gatos com sinos

Sinos, discos e outros pedaços pendurados na coleira podem ser perigosos: o gato pode ficar preso em algo por um desses anexos. Além disso, gatos caçadores ficam menos efetivos quando utilizam acessórios com barulho, já que o ruído espanta as presas. Fique atento.

Coleira para passeio

Tenha em mente que andar com um gato na coleira é diferente de andar com um cão. Além disso, é importante prestar atenção ao que o seu gato sinaliza durante a caminhada e não forçá-lo pra fora de sua zona de conforto. Para treiná-lo a sair de coleira, respeite o tempo do seu gato e não o deixe sair por conta própria.

 

E seu gato usa uma coleira? Ele já está adaptado? Como foi o processo para que você colocasse o acessório no seu pet? Tem feito diferença na vida do seu gato? Deixe um comentário!

Dicas e cuidados para quem tem gatos em apartamentos

dicas e cuidados para quem tem gatos em apartamentosOs gatos são conhecidos por serem ariscos e sedutores, mas eles também são afetuosos com seus donos, se adaptam a qualquer espaço e gostam de limpeza. Por isso, os bichanos são os animais mais indicados para quem deseja ter um pet em apartamento e tem uma vida agitada, trabalha fora e tem pouco espaço: os felinos ficam bem sozinhos e não fazem tanta bagunça.

Porém, criar os gatos em apartamentos exige alguns cuidados que, quando tomados, podem ajudar seu pet a crescer saudável e feliz.

Acompanhe nossas dicas e cuidados para manter seu gato feliz e confortável e seu apartamento intacto! Confira!

Fique de olho na segurança dos gatos em apartamentos

Os felinos são conhecidos como caçadores e esse instinto ainda permanece nos gatos, mesmo que eles sejam uma espécie domesticada.

Caso ele aviste algo lá fora que chame sua atenção, seu instinto o fará pular, não importa o andar que esteja. Por isso, é preciso proteger todas as janelas com telas de proteção, para evitar que a curiosidade do bichano cause um acidente.

Reserve um espaço para a caixinha de areia

Por menor que o apartamento seja, sempre é possível encontrar um espaço limpo e tranquilo para que o gato possa fazer suas necessidades. Conhecidos por serem animais que prezam pela higiene, saiba que os bichanos não ficarão felizes se você deixar o número 2 na caixinha de areia por dias e dias, portanto, limpe sempre o local para que ele continue fazendo suas necessidades ali.

Separe o local das refeições e a caixa de higiene

É importante que a caixa de areia fique longe da comida, pois os gatos não gostam de fazer as necessidades no mesmo ambiente que comem. Uma dica é deixar a caixinha de areia na lavanderia ou na varanda e a comida na cozinha.

Evite também ficar trocando os potes de refeição e a caixa de areia de lugar; os gatos são animais territoriais e metódicos, e por isto gostam de manter a rotina com tudo no lugar em que foram acostumados.

Estimule a caça e a diversão

Os gatos adoram passear pelos cantos da casa e se enfiarem em buracos inexplorados. Estimular esse instinto caçador é muito importante para a saúde do gato.

Para entretê-lo, instale nichos e prateleiras em lugares altos que ele possa subir sem danificar nenhum objeto de decoração. Pode demorar um pouco até que ele se acostume com os novos itens, mas depois que a desconfiança for embora, será só diversão.

Ofereça brinquedinhos para salvar seus móveis

Outra forma de deixar seu gato feliz em um apartamento é dar brinquedos para que eles gastem sua energia. Um gato pode dormir de 16 a 20 horas por dia, mas quando acordam gastam muito tempo correndo e brincado, e se não tiverem brinquedos, brincarão com seu sofá, os pés da sua cadeira e tudo mais que encontrarem pela frente.

Por isso, não economize em arranhadores, brinquedos especiais, ratinhos de plásticos e bolinhas para seu felino. E não jogue fora os que estiverem velhos e desgastados! Gatos se apegam muito aos seus objetos!

Manter gatos em apartamentos é uma tarefa gostosa e apaixonante. Além destas dicas, nunca se esqueça de que seu bichano tem um carinho especial por você, portanto, separe sempre um tempo para acariciá-lo e brincar com ele. Não importa o tamanho do espaço que você tem, sua atenção e cuidados básicos são o que fazem diferença para eles.

 

Você tem gatos em apartamento? Comente sobre a sua experiência! Qual foi o lugar mais inusitado que você já o encontrou escondido? Participe!

Dicas para ter um cão comportado

Por Como Treinar um Cão

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Assim como as pessoas, os cães também precisam ser educados para aprender a se comportar corretamente. Ter um cão que fica pedindo comida enquanto você come, late sem parar ou pula nas visitas pode acabar encomodando bastante. Por isso, como dono do cão, você pode ajudá-lo na sua educação. Conheça então os principais elementos para adestrar um cão. Com a devida atenção, você pode tornar o seu cachorro muito mais apto para o bom convívio com as pessoas!

Adestramento de Cães

 

Já aplica as dicas? Seu cão é comportado? Comente!

A hora do passeio

Por Amanda Salim, colaboradora do Blog do Pata

Cao coleira segurança

Quem tem pet em casa sabe a importância de levar seu animalzinho para passear: eles ficam menos estressados, socializam com outros bichinhos, brincam, se divertem, gastam energia, se exercitam e, de quebra, também nos proporcionam momentos deliciosos.

 

Ainda assim, muita gente não sabe qual a frequência ideal dos passeios, o que levar, o que evitar e como agir em casos de emergência. Para ajudar você nesta tarefa, o Blog do Pata procurou alguns especialistas e tirou dúvidas importantes que vão lhe ajudar a tirar o máximo de benefícios deste momento que é, sem dúvida, o mais esperado pelo seu amiguinho.

 

Cuidados básicos

Antes de mais nada, não se esqueça das vacinas. “Não podemos sair com os nossos bichinhos se eles não estiverem devidamente vacinados com todas as doses das vacinas múltiplas em dia”, afirma a veterinária Dra. Mariza Alves, da rede Petz. A veterinária reforça que devemos sempre levar nosso cachorrinho pelo lado de dentro da calçada. “Isso evita que o animalzinho se assuste, e acabe indo para a rua movimentada”. Outros cuidados básicos: não passear em momentos muito quentes do dia (o horário ideal é antes das 10h e após às 16h), pois o chão quente pode queimar os coxins (almofadinhas das patinhas) do seu bichinho. “Nunca se esqueça também de sempre ter água disponível para seu amigo”, lembra o veterinário Dr. Alexandre Ribeiro, da Petland.

 

Uma regra de segurança que deve ser observada e respeita em todo e qualquer passeio é utilizar guia e coleira de boa qualidade. De acordo com o Dr. Alexandre, o equipamento tem que ter boa procedência e ser ergonômico, para evitar que seu pet se machuque. “Também é importantíssimo manter seu pet identificado, pois em caso de fuga será mais fácil encontrar o proprietário”, afirma. Para o veterinário, a tecnologia da microchipagem é indiscutivelmente a melhor opção do momento, lembrando que uma medalha de identidade também pode ajudar muito para uma rápida localização do dono por alguém que encontrar o animal perdido.

 

Sair quantas vezes por dia?

Uma dúvida bastante comum entre os donos de pets é a quantidade ideal de passeios. Veterinários afirmam que depende da raça e da idade do seu cãozinho. “Um labrador precisa de mais exercício que um Shitzu, por exemplo”, conta. Ele afirma, entretanto, que duas vezes ao dia é suficiente – uma pela manhã e outra à tarde ou à noite. Importante lembrar que, caso o seu animalzinho não tenha um lugar específico para fazer suas necessidades ou se ele não gosta de fazer em ambientes internos, o ideal é levá-lo para passear quatro vezes por dia, como lembra a Dra. Mariza.

 

Em dias de chuva, comum nas estações mais quentes do ano, fica difícil sair com o bichinho. Como compensar o passeio? “O ideal é promover o máximo de brincadeiras com seu amigo para passar tempo com ele e, dessa forma, fazer com que ele se sinta bem”, conta Dra Mariza. Vale jogar bolinha, esconder petiscos, correr pela casa (caso haja espaço) e qualquer outra brincadeira que você sabe que diverte seu pet.

 

Tomar sol. Sim ou não?

Outra questão que levanta dúvidas é se cães e gatos devem tomar sol. Para a Dra Mariza, sim, estes animais devem tomar sol principalmente quando são filhotes, pois existem vitaminas que são importantes para o organismo deles e que são produzidas a partir da radiação solar. Entretanto, essa exposição ao sol deve ser feita com cautela, lembra a veterinária. “O sol deve estar mais ameno e a exposição não deve ser muito longa. Os animais de pele e pelos claros são pré-dispostos a apresentar câncer de pele se ficarem muito tempo expostos ao sol sem proteção”, conta Dra Mariza. Para estes bichinhos, vale lançar mão do protetor solar.

 

O que levar no passeio?

Mesmo que o seu bichinho já tenho feito suas necessidades antes de sair, é aconselhável levar um saquinho para recolher as fezes. De acordo com o Dr. Alexandre, hoje existem modelos chamados “cata cacas”, em que os saquinhos são acondicionados em um porta saquinhos customizado. “Além de bonitos, são bastante práticos e os plásticos, bem resistentes”. Importante também não esquecer da água, pois seu pet precisa estar sempre bem hidratado. Uma opção são os bebedouros portáteis. “São garrafas projetadas para uso com bebedouro acoplado”, conta o veterinário.

 

Coleira peitoral ou enforcador?

A coleira peitoral é mais confortável para o animal, pois não aperta a garganta e não provoca tosse no seu bichinho. Além do conforto, o peitoral é também mais seguro. Por outro lado, o peitoral é indicado para animais mais leves e delicados, enquanto o enforcador corrige hábitos inadequados e é recomendado para animais de porte maior, mais fortes. Para a veterinária Julia Chinellato, da Clínica Bicho de Estimação, o uso de cada tipo de coleira varia de acordo com a raça e controle que o proprietário tem sobre o animal. “Muitas vezes o dono não quer colocar o enforcador para não “machucar” o animal, mas o animal é grande e o dono não tem controle sobre ele. O que acontece? A coleira peitoral estoura e o bichinho ataca outro cães”.  A veterinária afirma que atende muitos cães machucados por conta disso, portanto é importantíssimo adequar o tipo de coleira ao porte do seu cão. Em caso de dúvidas, procure sempre um veterinário.

 

Quando usar focinheira?

O uso da focinheira é obrigatória por lei para animais de raças como Pit Bull, Rotweiller, Mastim Napolitano, American Staffoshire Terrier, entre outros. “O uso da focinheira é necessário quando o animal sair de casa para o convívio com outros animais. O proprietário é o responsável por possíveis ataques de seu cão, então sempre que existir a possibilidade de ataque, o cão deve usar focinheira”, afirma o Dr. Alexandre.  Lembre-se sempre de que a focinheira não deve fechar a boca do animal, pois ele precisa respirar de boca aberta para trocar calor com o ambiente. Se a boca ficar fechada, o cão pode até falecer.
Já para os gatos, Dr. Alexandre afirma que, apesar de existiram modelos de focinheira para felinos, seu uso é incomum e, na maioria das vezes, desnecessário.

 

A coleira é suficiente para evitar acidentes?

Desde que seu animalzinho não fique puxando muito durante o passeio, a coleira é, sim, suficiente, afirma Dra. Mariza. Vale lembrar que a coleira e a guia devem ser de boa qualidade para evitar o rompimento e, consequentemente, a fuga do animal.

 

Se um outro cão vem correndo na direção do meu bichinho, o que fazer?

Evitar o confronto é sempre a melhor alternativa. Antes de mais nada, você deve proteger o seu cão. Perceba se o outro cão vêm correndo para brincar, ou se está correndo com um aspecto mais agressivo. De qualquer forma, se o seu animal perceber que outro está correndo em direção à ele, ficará tenso. “Tente acalmá-lo e o retire daquele ambiente. Às vezes, só o fato de dar dois ou três passos em outra direção deixará o seu animal mais calmo, conta Dra. Mariza. Para o veterinário da Clínica Petland, esta situação é o maior medo de todos os donos de pets. “Somente uma política de conscientização e posse responsável será capaz de inibir tal problema. Por trás de um cão solto existe sempre um proprietário negligente e/ou equipamento inadequado, como guias e peitorais de péssima qualidade”, afirma Dr. Alexandre.

Vale reforçar que você é responsável pelo seu pet. Se ele não caminha corretamente ou é agressivo com outros animais, é dever do proprietário procurar serviços de adestramento, além de ser obrigatório o uso de focinheira.

Um lembrete importante: “Se você tem um cão grande e forte que sabidamente tenta se desvencilhar da guia e coleira, não permita que ele seja conduzido ao passeio por criancas e idosos”, lembra Dr. Alexandre.

 

Em caso de dúvidas, consulte sempre um médico veterinário, pois ele é o único profissional habilitado para cuidar da saúde e demais aspectos da vida do seu pet.

 

Você toma algum cuidado específico durante os passeios com os pets? Já enfrentou alguma situação complicada? Conte-nos suas experiências, deixe seu comentário abaixo!