Cachorro com veterinários

Cachorro com veterinários

Com o passar dos anos, diferentes formas de manter um animal de estimação seguro foram sendo criadas. As tradicionais coleiras com plaquinhas de identificação, por exemplo, foram influenciadas pela tecnologia e já é possível usar uma em seu pet que tenha um QR Code.

Por meio da leitura do símbolo em um dispositivo móvel, é possível acessar de maneira prática as informações do pet, como formas de contato com o dono, nome do animal, idade etc. Essa evolução tornou mais fácil a identificação de pets perdidos e, também, de retorná-los aos donos.

No entanto, a modernização dos meios de segurança para animais domésticos não parou por aí. Uma novidade vem ganhando destaque e pode contribuir de maneira efetiva para, junto à identificação, reforçar a proteção e encontrar com ainda mais facilidade cães e gatos que se perderam de seus lares: é o chip para animais.

Quer entender melhor essa tecnologia, para o quê ela serve e como funciona o processo de implantação? Continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre esse assunto!

O que é o chip para animais?

O chip ou microchip é um dispositivo do tamanho de um grão de arroz, que é implantado sob a pele do pet. Por meio de um leitor específico, ele apresenta o seu código, que contém informações sobre o animal, como meio de contato com o dono, raça, porte, idade, entre outros dados relevantes.

Os dados contidos nos dispositivos ficam armazenados em bancos de dados online.

Por que implantar chip para animais?

A implantação de chips não é uma novidade, pois isso já vinha sendo feito em animais silvestres ou que foram resgatados.

Percebeu-se, porém, que ele também poderia ser útil sendo implantado em animais domésticos, de modo a identificá-los e facilitar a obtenção de informações sobre um animal perdido nas ruas.

O microchip, por sinal, já é obrigatório para animais que vão viajar para a Europa e Japão.

Como funciona o processo de implantação?

Algumas clínicas veterinárias, pet shops e Centros de Controle de Zoonoses já fazem a implantação do chip em cães e gatos.

Apesar de não ser algo de risco e não provocar qualquer tipo de dor no pet, é preciso, porém, escolher um local de qualidade e que tome os devidos cuidados durante a implantação. Garantir que a empresa fabricante do chip é segura e que faz um produto de qualidade, é imprescindível.

A implantação não precisa de cirurgia e é feita por meio de uma seringa com agulha mais grossa, no pescoço do animal, sem ter a necessidade de aplicar anestesia. Não vai ser necessário fazer manutenções ou troca do chip com o passar dos anos.

E não são só os cães e gatos que podem receber esse tipo de identificação. Bois, peixes, cavalos, morcegos, aves e ratos também podem ser contemplados.

Além dos custos cobrados pela clínica para a aplicação, que podem variar de um local para outro, o chip pode custar entre R$30 e R$100, dependendo da qualidade do dispositivo.

Apesar de estar ganhando destaque no país, essa tecnologia ainda apresenta algumas desvantagens. Ainda são vendidos dispositivos de má qualidade, não são todas as clínicas que possuem o leitor do código e o banco de dados não é unificado.

Outro ponto que ainda precisa ser melhorado é que ele não pode identificar o animal perdido por meio de um localizador de GPS. Essa identificação é apenas feita por meio do leitor eletrônico do código.

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7 Replies to “Chip para animais: como funciona a implantação?”

    1. Oi Elaine. Não fazemos recomendações de profissionais especificos, mas hoje em dia é muito comum os veterinários prestarem esse tipo de serviço.

  1. nossa que ideia fantástica, agora os donos não precisam ficar tao preocupados quando seus bichinhos sumirem e só rastrear ele rs adorei, acho que vou colocar um desses no meu filho kkkk para quando ele sair sem me avisar

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