Cão com veterinário

Escrito por AdoroCães

Cão com veterinário

A raiva canina é uma doença bastante conhecida pelo nome.

Mas o que siginifica exatamente?

Um cachorro que possui raiva apresenta febre e mudanças de comportamento como ansiedade e solidão. Os cães antes brincalhões podem tornar-se irritadiços e até morder. Alguns passam pelo processo inverso. De agressivos, viram afetuosos.

Na segunda fase, mais comum em gatos, os animais passam a apresentar característica de fúria. Ficam muito sensíveis a estímulos auditivos e visuais. Passam a ficar desorientados e eventualmente morrem.

O cães que não passam por essa fase, vão diretamente para a fase paralítica, quando começam a ter dificuldade de respiração e para engolir além de apresentar pralisia muscular, como por exemplo, nos músculos da face.

Com dificuldades para respirar e se alimentar fatalmente vêm à falecer.

A raiva é uma doença transmitida de diversas formas. Uma delas é pela mordida de um cachorro infectado. O contato com saliva ou sangue do animal doente com algum orifício ou ferida aberta também transmite o vírus.

Uma coisa a cuidar é que não é só o cão que transmite a doença, o gato também. Outros animais como lobos, morcegos entre outros também podem transmití-la.

Uma vez infectado, o vírus da raiva se instala e se multiplica até atingir o sistema nervoso.

Infelizmente, não existe cura nem tratamento para a raiva.

A melhor forma de combatê-la é a prevenção por meio da vacinação.

Nos filhotes, a vacina deve ser aplicada após o cãozinho completar 130 dias de vida, aproximadamente. Cães mais velhos também podem ser vacinados. Então não esqueça. Mantenha o seu cão com as vacinas em dia!

3 Replies to “Como cachorro pega raiva?”

  1. Teve um surto de raiva no meu Estado, e muitos cães tiveram que ser sacrificados. Em toda a história conhecida da humanidade, existe apenas um caso de um menino que sobreviveu à raiva sem receber o antídoto. Ele sofreu, depois de sair do coma, várias sequelas, inclusive a paralisia de alguns membros, problemas mentais, na visão e fala. Mas sobreviveu. Fora ele, não existe nenhuma outra literatura médica indicando que alguém possa ter sobrevivido depois do vírus se instalar no cérebro.

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