Saiba como fazer 3 brinquedos para gatos!

Gato em brinquedo

Gato em brinquedo

Provavelmente você já passou pela situação de receber algum produto e, após retirá-lo da caixa de papelão, lá estar o seu gato se divertindo, entrando e saindo da caixa. Ele faz a maior festa, não é mesmo?

Foi pensando nesses momentos que achamos interessante compartilhar algumas dicas de como fazer brinquedos para gatos! Assim, você garante a diversão dos bichanos e ainda economiza! Confira!

Saiba a importância de ter brinquedos para gatos

Antes de tudo, é muito importante reconhecer a importância de oferecer brinquedinhos aos seus gatos. Principalmente se o seu pet passa grande parte do dia sozinho, é ideal que ele tenha algo para brincar e gastar a energia, evitando que fique entediado.

Caso ele não tenha nada para fazer, pode muito bem buscar outras formas de ocupar o tempo, como usar os seus móveis de brinquedo. Além disso, os brinquedos garantirão o bem-estar, desenvolvimento e animação do pet, de modo que ele não fique prostrado e entre em depressão.

Aprenda a fazer brinquedos para gatos

Chegou a hora de colocar a mão na massa. Confira alguns brinquedos para gatos que você pode fazer em sua casa!

1. Bola de papelão

Esse brinquedo vai conquistar a atenção do seu bichano e fazer com que ele se movimente pela casa. Além disso, ele é fácil de ser feito e seus materiais não oferecem perigo ao pet.

Materiais:

  • papelão (pode ser um rolo de papel higiênico);
  • sininho ou guizo;
  • tesoura;
  • cola quente ou grampeador.

Modo de preparo:

  • corte cerca de 5 tiras de papelão — o tamanho vai depender de quão grande você deseja que a bola fique;
  • organize as tiras de modo que elas formem uma bola;
  • coloque o guizo ou o sininho no meio da bola;
  • use a cola quente ou um grampeador para fixar as tiras.

2. Porta-petisco

Por conta dos petiscos que ficam dentro deste brinquedo, os felinos podem se dedicar por horas na missão de tirar tudo o que há dentro dele.

Materiais:

  • garrafa pet;
  • tesoura;
  • petisco.

Modo de preparo:

Pegue a garrafa pet e faça um pequeno furo em algum ponto dela — ele deve ter um tamanho suficiente para que o petisco possa sair, mas não tão grande a ponto de eles saírem todos de uma vez.

3. Vaso de planta para gatos

Gatos costumam desenvolver um grande interesse por plantas. Como nem todas são seguras, uma dica é que você tenha um vasinho que eles possam brincar em segurança.

Materiais:

  • sementes de alpiste, trigo ou aveia;
  • vaso de planta;
  • terra.

Modo de preparo:

  • coloque a terra e as sementes escolhidas no vaso de planta;
  • águe diariamente e aguarde enquanto as plantas crescem — um pouco de água já é suficiente. Esse processo deve levar mais ou menos uma semana;
  • depois, é só colocar o vasinho em um local que o seu gato tenha acesso e deixar que ele se divirta.

Além de fazer os brinquedos, separe um momento do seu dia para brincar e interagir com o seu gato. Esse hábito vai ser importante para a saúde dele, pois estará se exercitando e para que ele se sinta acolhido em seu lar.

Gostou destas dicas de como fazer brinquedos para gatos? Então, divida este post em suas redes sociais e marque aqueles amigos que também são loucos por felinos! Eles, certamente, vão adorar conhecer estas informações!

Cuidados com pets: o que devemos observar no dia a dia?

Mulher abraçando cão

Mulher abraçando cão

Todo bom dono de cão ou gato sabe que é preciso manter alguns cuidados com pets. Levá-lo para se consultar com o veterinário com certa frequência, manter a vacinação em dia, ficar de olho na alimentação e garantir a higiene do animal e do espaço em que ele vive, são apenas algumas das responsabilidades que não podem ser deixadas de lado.

No entanto, no dia a dia, existem outros aspectos da vida do seu animal de estimação que devem ser observados, pois podem dar sinais de que há algo de errado com ele.

Para ajudá-lo a garantir que está tudo bem com o seu pet, explicaremos a importância de observar frequentemente o comportamento do seu animal e quais são os principais cuidados que devem ser tomados. Confira:

Por que é importante observar constantemente o comportamento do animal de estimação?

Um dos principais motivos para que estejamos sempre atentos aos menores sinais apresentados pelos nossos pets é o fato de algumas doenças serem silenciosas, ou seja, precisam de uma análise mais minuciosa para que sejam detectadas.

Portanto, conhecer a fundo o temperamento e os costumes do seu animal de estimação vai ser essencial para identificar o quanto antes se ele tem apresentado alguma mudança — seja comportamental ou física.

Para não correr o risco de esquecer algo, uma alternativa é manter anotações frequentes sobre tudo o que acontece com o seu pet — por sinal, existem plataformas online que facilitam anotar e manter em um mesmo local todas as informações relativas ao animal.

Quais são os principais cuidados com pets?

Abaixo, listamos alguns dos principais cuidados com pets que devem ser observados por você:

Queda de pelos

É normal que algumas raças tenham uma queda de pelos maior do que outras. Se você já tem o animal há algum tempo, já deve ter observado que, dependendo da época do ano, é comum que ele caia em maior quantidade.

No entanto, quando isso aumenta de proporção ou passa a provocar falhas no pelo do animal, pode ser que tenha algum problema — ele pode estar com sarna ou alergia, por exemplo.

Beber mais água do que o normal

Beber muita água — e, consequentemente, urinar mais vezes — também pode indicar que o pet está com algum distúrbio. No entanto, antes de pensar o pior, leve em consideração a alimentação do pet e a temperatura do dia, pois são fatores que influenciam diretamente.

Frequência que o animal urina

A quantidade de vezes que um cão ou gato urina, junto a outros sintomas, podem indicar doenças como diabetes, problemas renais, doenças hormonais etc.

Aspecto das fezes

As fezes do animal são bons indicadores sobre a saúde dele. É indicado, portanto, avaliar a consistência, coloração, se há algumaverminose ou sangue e algum outro indício de anormalidade.

Cães e gatos costumam defecar apenas uma vez por dia, dependendo do porte. O normal é que o cocô desses pets tenha uma consistência firme e que sejam úmidos. Diarreias ou fezes líquidas podem acontecer, mas, se persistirem, é preciso verificar o que pode estar causando isso.

Surgimento de caroços e feridas na pele

Tenha o hábito de observar a pele do seu animal, tanto em busca de feridas como de caroços. O quanto antes esses distúrbios forem identificados, maiores serão as chances de que o problema seja resolvido — como tumores, alergias, fungos e parasitas, problemas de pele etc.

Coçar-se exageradamente

Quando um cão se coça em demasia pode significar que ele está com algum parasita, como pulgas e carrapatos, ou que ele desenvolveu algum problema de pele.

Para não ter dúvidas, sempre que você observar alguma dessas situações, leve o animal ao seu veterinário de confiança, para que ele faça o diagnóstico adequado e, se for preciso, prescreva o tratamento indicado.

É muito importante que você esteja sempre de olho nesses sinais que o seu animal de estimação pode apresentar, de modo a garantir que os cuidados com pets estejam em dia e que ele se mantenha saudável e feliz.

Gostou deste post e quer se manter em dia sobre como certificar o bem-estar de um pet? Então aproveite para continuar em nosso blog e ler o nosso post sobre 5 cuidados básicos da saúde do pet!

Conheça 6 vacinas para cachorros e gatos: elas são indispensáveis!

Gato tomando vacina

Gato tomando vacina

Manter o animal aquecido, garantir o bem-estar, propiciar uma alimentação balanceada e de qualidade, dar amor e carinho, levá-lo ao pet shop para tomar banho e ao veterinário para tomar vacinas. Esses são alguns dos cuidados básicos e essenciais de quem tem um pet em casa e que não podem ser negligenciados.

No post de hoje, vamos explicar melhor a importância da vacina para cachorros e gatos, quais são indispensáveis e o porquê. Continue a leitura deste conteúdo e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Como manter a vacinação do pet em dia?

São tantas as nossas obrigações no dia a dia que, infelizmente, pode acontecer de esquecermos alguns compromissos. A data de vacinação do pet é uma tarefa que pode entrar nessa lista.

Para que isso não aconteça com você e o seu pet não fique sem a prevenção contra doenças perigosas, é muito importante apostar em um meio eficaz de lembrá-lo dessa obrigação.

Nossa sugestão é que você invista em uma agenda online do pet. Dessa forma, não precisa carregar com você um caderno físico e não será necessário conferi-lo com tanta frequência.

Ao investir em uma plataforma para cuidar do seu cão ou gato, você terá todas informações relativas a ele reunidas em um mesmo local e de fácil acesso. Além disso, costumam enviar e-mail ou SMSs para lembrá-lo sobre o próximo compromisso do pet. Muito prático, não é mesmo?

Por que manter a vacinação do pet em dia e quais são indispensáveis?

É imprescindível ter um controle rigoroso sobre a saúde do seu pet e manter a caderneta de vacinação dele em dia, pois isso vai ajudá-lo a mantê-lo saudável e vai prevenir que ele contraia diferentes doenças.

Abaixo, listamos 6 vacinas essenciais para cachorros e gatos. Confira:

Vacinas para cachorros

1. V10

Essa é a primeira vacina que o seu cão deve tomar. A primeira dose é tomada entre a sexta e oitava semana de vida, com reforços quando o animal completa doze semanas e dezesseis semanas. Além desse período no primeiro ano de vida do pet, essa vacina para cachorros deve ser reforçada anualmente.

A V10 é completa e o protege contra várias doenças: 4 sorotipos da leptospirose, Coronavirose, Parvovirose, Parainfluenza Canina, Adenovirose, Cinomose e Hepatite Infecciosa Canina.

É muito importante certificar que o cão não tenha contato com outros pets, enquanto não receber todas as doses iniciais, nem que saia de casa.

2. Gripe Canina

O cachorro deve tomar a vacina contra gripe canina com doze e dezesseis semanas. Ela é indicada para aqueles que convivem com muitos cães ou que frequentam hoteizinhos com frequência.

A vacina contra gripe canina deve ser reaplicada anualmente.

3. Giardíase

Essa é mais uma vacina indicada para aqueles pets que vivem em grupos de cães ou em ambientes úmidos. Por mais que não impeça que o animal contraia a doença, sua importância está no fato de tornar os sintomas mais brandos.

A primeira dose é dada com doze semanas de vida e o reforço com dezesseis semanas. Ela também deve ser reaplicada anualmente.

4. Antirrábica

A vacina antirrábica é aplicada pela primeira vez com dezesseis semanas de vida e reaplicada anualmente. Ela protege o pet da Raiva.

Fique de olho, pois o Governo costuma fazer campanhas de vacinação gratuitas contra essa doença.

Vacinas para gatos

1. V5

A V5 ou múltipla, como também é conhecida, é a vacina essencial para qualquer gato, pois o protege contra a Leucemia felina, Rinotraqueíte, Panleucopenia, Clamidiose e Calicivirose.

A primeira dose deve ser dada quando o felino completa seis semanas (até oito semanas) e deve ser reforçada com doze e dezesseis semanas. Além disso, é importante levá-lo para receber uma nova dose da V5 anualmente.

2. Antirrábica

Assim como acontece com os cães, a antirrábica deve ser aplicada em felinos pela primeira vez com dezesseis semanas de vida e reaplicada anualmente. Os gatos também são contemplados nas campanhas realizadas pelo Governo.

Como você pôde perceber, é muito importante manter a vacinação do seu pet em dia, de modo a garantir que ele tenha uma vida tranquila e saudável.

Tem ainda alguma dúvida sobre vacinas para cachorros e gatos? Então, não a guarde apenas para você! Compartilhe-a com a gente deixando o seu comentário!

Como deixar o pet em casa sozinho? 7 dicas para começar hoje

Cães observando pela porta

Cães observando pela porta

Descobrir uma forma de deixar o pet em casa sozinho é uma dúvida muito frequente de quem tem um animal de estimação. Seja ele um cão ou um gato, muitos apresentam bastante dificuldade em aceitar a ausência do dono.

Você também está passando por essa situação? Então confira 7 dicas que preparamos neste post para ajudá-lo a lidar com esse problema.

1. Crie este hábito desde cedo

O mais indicado é criar no animal o hábito de ficar sozinho desde cedo, principalmente se você e quem mais morar em sua casa passarem muito tempo na rua.

Uma dica é restringir o espaço que ele vai ter acesso, deixando apenas itens necessários, como brinquedinhos, potes de água e ração e o tapete para fazer as necessidades.

2. Passeie frequentemente com o animal

Essa é uma dica especial para quem tem um cachorro. Para facilitar a adaptação do animal à sua ausência, pratique algum tipo de atividade física com ele, nem que seja dar um passeio toda manhã antes de sair de casa. Dessa forma, ele vai gastar energia e vai ter passado um tempo com você.

Sair com gatos já é mais difícil, mas uma solução para exercitá-lo é investir em uma brincadeira que faça com que ele se movimente e se canse.

3. Garanta que o ambiente esteja seguro

É imprescindível garantir que todos os cômodos da sua casa são seguros se você vai deixar um pet em casa sozinho. Algumas providências são:

  • deixar as portas fechadas ou com algum peso segurando-as, de modo que não se feche e machuque o animal;
  • colocar telas nas janelas;
  • manter objetos e alimentos perigosos longe do alcance do cão ou gato.

Avalie em sua casa qualquer outro tipo de cenário que pode vir a ser perigoso para o seu pet, ok?

4. Proporcione a ele alguma ocupação durante sua ausência

Outra dica muito útil para deixar o pet em casa sozinho é dar a ele brinquedinhos ou objetos específicos que deixarão o animal entretido. Dessa forma, ele não vai se entediar e procurar alguma atividade perigosa ou que chame a sua atenção, como fazer xixi fora do lugar, estragar algum item ou arranhar os móveis — por sinal, ter um arranhador para gatos é muito importante.

5. Mantenha uma rotina

Manter uma rotina é uma dica muito interessante para quem tem um gato, pois são animais que levam um tempo para se acostumar a mudanças. Alimente-o sempre nos mesmos horários, determine um período para brincar com ele e também para fazer a limpeza da caixa de areia. Estabelecer esses costumes vão deixá-lo mais tranquilo e com a sensação de segurança.

6. Evite despedidas demoradas

Fazer longas despedidas provoca no animal a sensação de abandono, o que pode aumentar a ansiedade dele. Portanto, o indicado é deixar o seu lar sem fazer muito alarde, como se essa fosse mais uma atividade rotineira.

Essa orientação também vale para o momento da sua volta. Chegue em sua casa, faça o que deve fazer e, somente então, faça uma festa com o seu cão ou gato. Ele apenas deve associar o carinho a momentos de felicidade.

7. Dê atenção ao pet quando estiver em casa

E se você passa muito tempo na rua, seja estudando ou trabalhando, é mais do que obrigatório dedicar ao seu pet um momento de atenção. Assim, ele saberá que mesmo que o dono fique ausente por algumas horas, quando voltar vão passar um tempo de qualidade juntos.

Conhece alguém que tenha um animal de estimação e que também está tendo dificuldade em deixar o pet em casa sozinho? Então compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas informações com outras pessoas!

Plataforma para cuidar do pet: o que é e por que investir?

Cão com mulher olhando notebook

Cão com mulher olhando notebook

Você ainda é o tipo de pessoa que guarda dezenas de cadernetas de vacinação do seu animal de estimação? Tem até um caderninho sobre todo o histórico de saúde e comportamental do seu cão e gato? Precisa de uma agenda para não se esquecer de todas as atividades relacionadas ao animal?

Você já pensou em investir em uma plataforma para cuidar do pet? Por meio desse tipo de sistema, é possível armazenar todas as informações do seu animal de estimação em um só local, de maneira prática e acessível.

E o melhor de tudo: não vai ser mais necessário ocupar espaço guardando tudo isso em sua casa — todas as informações estarão disponíveis online.

Quer conhecer mais alguns benefícios de uma plataforma para cuidar do pet? Então continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Contribui para o controle de vacinação

Muito comum até recentemente, as antigas cadernetas de vacinação de papel eram até métodos eficazes de conservar o histórico de vacina do seu cão e gato. No entanto, com os avanços tecnológicos, já é possível manter esses dados online.

Com isso, além de não ser mais necessário guardar todas as cadernetas em uma gaveta, ocupando espaço e gastando papel, como já informamos, você não vai mais correr o risco de perder o documento, já que ele estará em um local seguro e de fácil acesso.

Além disso, essas plataformas costumam enviar lembretes, via SMS e e-mail, sobre as próximas datas de vacinação, ajudando-o a cuidar da saúde do seu pet.

Auxilia na gestão de atividades do animal de estimação

Outro ponto benéfico de investir em um sistema online para reunir todas as informações sobre o seu animal de estimação é que ele vai auxiliá-lo na gestão de atividades do animal.

Com a rotina agitada e repleta de compromisso que temos, é comum nos esquecer de todas as atividades que devemos realizar com o pet. Portanto, este sistema vai ser uma mão na roda para lembrá-lo de todas as demandas do seu cão ou gato, como consultas com veterinário, prática de exercícios, idas ao pet shop e, também, datas de vacinação.

Armazena de maneira prática informações do dia a dia do pet

Um modo bastante eficiente de perceber alterações comportamentais em seu pet é conhecendo-o muito bem. Assim, qualquer mudança em seus hábitos já despertarão a sua atenção.

Como a nossa memória pode vir a faltar, o ideal é que você mantenha anotações sobre o dia a dia e a rotina do seu pet — e as plataformas digitais permitem que você faça isso. Depois, em caso de dúvidas, é só acessar e conferir os seus registros.

Informa ao veterinário todo o histórico de saúde

Uma plataforma online que reúne todos os dados referentes ao seu animal de estimação também vai se mostrar imprescindível na hora de informar ao veterinário o seu histórico de saúde.

Dessa forma, caso o pet esteja com algum problema de saúde, o profissional terá em mãos informações embasadas e verdadeiras, que auxiliarão na identificação do que ele tem e no diagnóstico adequado.

Além disso, por meio dessa plataforma, o veterinário vai ter ciência sobre alergias ou outras doenças, podendo assim evitar a prescrição de remédios e tratamentos que podem não ser os mais indicados.

Já conhecia os benefícios de investir em uma plataforma para cuidar do pet? Quer ficar sempre por dentro das novidades que compartilhamos? Então, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em sua caixa de e-mail as tendências e dicas publicadas no blog!

Caderneta de vacinação do pet

Veterin[ario vacinando gato

Veterin[ario vacinando gato

Chegou o momento: você e sua família decidiram finalmente trazer um cão ou gato para casa. Antes de mais nada, não se esqueça de que, ao decidir ter um animal de estimação, muitas serão as responsabilidades e custos que virão junto com ele.

Eles são seres vivos que demandam atenção e carinho, e é obrigação sua, e de todos os membros da família, garantir a saúde e segurança deles.

Pode ser que venha a dar trabalho em alguns momentos, principalmente se for um filhote ou enquanto estiver se adaptando ao novo ambiente. Mas não o abandone ou dê para outra pessoa caso isso aconteça. Com o passar do tempo, o pet se acostuma e logo entra na rotina da sua casa.

Neste primeiro momento, muitas são as dúvidas que certamente vão surgir, não se preocupe — independentemente de vocês terem escolhido um cão ou gato (ou até mesmo os dois).

Entre elas, provavelmente você deve estar se perguntando sobre:

  • quais são os principais cuidados?
  • como preparar o meu lar para receber o pet?
  • quais itens preciso ter?
  • como garantir o bem-estar e a saúde do meu animal de estimação?
  • qual a alimentação ideal?
  • devo dar banho em casa ou em um Pet Shop? — e se você tem um felino, ainda deve estar se perguntando se ele precisa ou não tomar banho, não é mesmo?

Além desses questionamentos, muitos outros vão surgir. Portanto, para que você não se sinta sozinho nessa jornada, decidimos escrever este post.

Nele, vamos focar na saúde do seu pet e mostrar a real importância de manter a caderneta de vacinação dele atualizada desde o momento em que ele chegar em sua casa. Também mostraremos a importância de ter todos os registros de vacinas, os benefícios da vacinação e compartilharemos quais são as que os cães e gatos tomam ao longo da vida.

Portanto, continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre a importância da vacinação do pet:

Por que é ideal ter uma caderneta de vacinação do pet?

Assim como nós precisamos tomar uma série de vacinas ao longo da vida, de modo a garantir a prevenção contra diversas doenças, esse cuidado também é primordial para os animais de estimação.

Ajuda no controle de vacinas

O principal ponto que você deve ter em mente para entender a real importância de ter uma caderneta de vacinação do pet, é que elas são essenciais para identificar se ele está com alguma vacina vencida ou não.

Já foi o tempo em que a caderneta de vacinação poderia ser preenchido apenas pelo veterinário. Hoje, com os avanços tecnológicos, já é possível contar com um cartão de vacinação digital, com os dados sempre atualizados e confiáveis.

Assim como acontecia no antigo documento que era físico, também serão registrados a dosagem dada, a data em que foi aplicada e qual o tipo da vacina — existem versões nacionais e internacionais de uma mesma vacina.

Informa ao profissional quais vacinas foram dadas

Um dos problemas que a caderneta de vacinação em papel provocava era a possibilidade de perdê-la e, assim, ficar sem todo o histórico de vacinas do animal ao longo da sua vida — o que poderia prejudicar tratamentos ou a identificação de quais doenças ele está imune.

No entanto, com os registros feitos em um cartão de vacina online, todos os procedimentos realizados em um animal ficam salvos de forma prática e o acesso ao histórico do animal de estimação se torna mais fácil.

A caderneta de vacinação se mostra imprescindível em momentos assim, pois propicia ao médico veterinário informações relevantes sobre o seu pet, de modo que ele possa diagnosticá-lo com base em informações verdadeiras e embasadas — e não apenas em hipóteses, caso ele não tenha os dados necessários para apurar.

Para você ter uma ideia, antes do animal ser vacinado, o indicado é que ele passe por uma avaliação clínica que tem como intuito certificar se ele está apto para receber o estímulo vacinal.

Fêmeas que estejam em um período gestacional, pets com problemas de saúde ou que já tenham apresentado algum tipo de alergia ao medicamento e filhotes que ainda não completaram 30 dias, por exemplo, não devem ser vacinados.

No entanto, independentemente da situação do seu animal, é importante levá-lo para se consultar com um veterinário e ver qual é a orientação dele para o caso.

É um atestado de saúde do animal

Assim como vamos explicar melhor mais à frente neste material, a caderneta de vacinação também pode ser utilizada como um comprovante de que está tudo bem com a saúde do seu pet.

Por que devo vacinar o meu pet apenas com um médico veterinário?

Aplicar a vacina pode parecer um procedimento simples, mas ele demanda alguns cuidados básicos que apenas o profissional capacitado está preparado para realizá-los.

Abaixo, listamos alguns motivos para você realizar a vacinação do pet apenas com o veterinário:

  • certifica o resultado positivo da vacinação;
  • evita que pets doentes sejam vacinados;
  • indica quando a vermifugação é necessária;
  • utiliza apenas materiais novos e com a devida assepsia;
  • Sabe onde deve ser feita a aplicação;
  • garante o uso de vacinas dentro do prazo de validade e que tenham qualidade atestada;
  • é capacitado para organizar um cronograma adequado de vacinação para cada animal.

Portanto, se você quer garantir que o seu animal de estimação receba os devidos cuidados durante a aplicação da vacina, preze sempre por levá-lo em uma clínica veterinária em que o profissional formado e capacitado para tanto é quem aplica a vacina.

Vale a pena contratar um plano de saúde animal?

Hoje em dia, já encontramos planos de saúde voltados especificamente para os animais de estimação. Ao considerarmos todos os gastos que podemos ter com a vacinação, por exemplo, caso o plano escolhido contemple esses serviços, pode ser, sim, uma vantagem.

Porém, antes de tomar uma decisão como esta, é preciso levar em consideração alguns fatores:

  • o plano escolhido contempla quais tipos de serviço? Hospitalização, exames, emergências e doenças são contemplados?
  • qual o custo-benefício para o seu caso? Sua cidade tem uma cobertura que compense o investimento?
  • hospitalização, exames, emergências e doenças são contemplados?
  • a cobertura é total ou alguns serviços precisam de coparticipação?

Além disso, averigue a procedência da empresa que disponibiliza o plano. Se possível, tente conversar com pessoas que já o utilizam e tire todas as suas dúvidas, de modo a garantir que ele realmente vai atender às suas demandas.

Qual a importância de ter os registros de vacina guardados?

Além de manter a caderneta de vacinação do pet atualizada, é muito importante ter um histórico atualizado de todos os procedimentos que o seu cão ou gato já passou.

Nós já explicamos que ela pode ser fundamental para que o veterinário diagnostique problemas no animal ou identifique a falta de alguma vacina. Porém, existem alguns outros motivos para ter esse hábito, como:

Quais os principais registros que devo guardar?

Ao longo da vida do seu animal de estimação, muitas serão as vacinas que ele tomará, além de outros procedimentos que podem vir a ser necessários. O ideal é que você tenha o registro de todas as vacinas que ele já tomou, tanto as que são obrigatórias como as que não são, além da vermifugação.

É nesse ponto que a caderneta de vacinação online vai fazer toda a diferença na sua vida. Além de tornar mais simples o acesso a todos os dados relativos ao seu animal de estimação, não vai ser mais preciso ocupar espaço em sua casa, como acontecia com os modelos de papel — prática que também contribui para o meio ambiente, certo?

Nossa dica é que você aproveite esses momentos de consulta para verificar o peso do animal e o estado de saúde dele. Assim, a cada nova visita ao veterinário, vocês poderão avaliar se ele tem tido alguma variação e se está tudo correndo devidamente. E, em seguida, basta acessar a identidade digital do seu pet para atualizá-la.

Tenha em mente que quanto mais informações você tiver sobre o seu animal de estimação, mais fácil será identificar se ele está apresentando algum sintoma ou comportamento diferente. Esse tipo de conhecimento pode ser um diferencial para o veterinário identificar problemas de saúde.

Por quanto tempo devo guardar os registros de vacinação?

Não há um tempo de validade estabelecido para guardar os registros de vacinação. No entanto, o ideal é que você procure tê-los por todo o período em que o animal viver. E para você que já percebeu as vantagens de optar por uma caderneta de vacinação digital, guardar esses dados não vai mais ser um problema, não é mesmo?

Preciso ter algum registro em caso de viagem com o meu pet?

Principalmente em viagens para o exterior, o seu animal vai precisar de um atestado de saúde emitido por um veterinário. A vacinação deve estar em dia e algumas, como a vacina antirrábica, por exemplo, são obrigatórias — assim como o exame de sorologia de raiva.

Certificado Veterinário Internacional (CVI) é um documento obrigatório e que deve ser obtido antes de viajar. Outro que também pode ser solicitado é o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI). Para emiti-lo é necessário entrar em contato com o Ministério da Agricultura.

No entanto, procure pesquisar se o seu país de destino solicita outras coisas além desse certificado. Em alguns casos, procurar a embaixada é o caminho mais fácil para obter esse tipo de informação — neste post compartilhamos alguns países que são pet friendly e ainda dividimos algumas dicas do que é necessário para viajar com animais de estimação.

Aproveite que você está pesquisando quais são os requisitos para viajar com um animal de estimação e verifique quais são as condições estabelecidas pelas empresas de transportes, sejam elas aéreas ou rodoviárias. Algumas podem não permitir levar animais ou cobrar taxas extras, além de solicitarem uma caixa para transportá-lo em segurança.

Para evitar perder qualquer tipo de informação sobre o seu animal de estimação, procure manter todos os registros dele reunidos em um local seguro e de fácil acesso. Assim, quando precisar de qualquer um deles, saberá onde procurar.

Quais são os benefícios da vacinação correta?

Por mais óbvios que pareçam, nem todos se lembram de que a vacinação correta pode proporcionar muitos benefícios — tanto para o animal quanto para os moradores da casa. Para facilitar a compreensão, compartilhamos os principais:

Evita a transmissão de doenças para a sua família

Outro fator preponderante que confirma a importâncias e os benefícios de manter o cartão de vacinas do seu animal de estimação em dia é o fato de um animal devidamente vacinado ter menos chances de transmitir doenças para a sua família.

A maioria das doenças dos cães e gatos, geralmente, não são transmissíveis para humanos. No entanto, há casos, como da raiva canina, verminoses, raiva etc., em que um cão pode, sim, transmiti-la caso não esteja devidamente vacinado.

Os gatos normalmente podem pegar ou desenvolver doenças por conta dos organismos conhecidos como patógenos — que podem ser microrganismos, vírus ou bactérias.

Essas patogenias costumam ser transmitidas entre animais da mesma espécie ou até de espécies diferentes. Além disso, é possível afetar também pessoas, como em casos de toxoplasmose, alergias, dermatomicose, sarna etc.

Dessa forma, é preciso não dar bobeira e fazer tudo o que for possível para evitar que aconteça a transmissão de doenças. Para garantir que o seu lar está livre delas, além de manter o seu pet vacinado, mantenha o animal e todos os ambientes sempre limpos e bem higienizados.

Proteção contra doenças e vírus

Além disso, quando um cão ou gato estão vacinados, você estará prevenindo a contração de doenças ou que eles venham a desenvolver outros problemas de saúde.

Pensando nisso, para que você fique de olho em qualquer alteração que o seu pet possa vir a apresentar, listamos as principais doenças em cães e gatos e os sintomas mais comuns de que há algo errado com a saúde deles. Acompanhe:

Principais doenças em cães

Entre as doenças que mais acometem os cães, podemos citar raiva, leishmaniose, cinomose, gripe canina, coronavírus, giardíase e outras que são derivadas do carrapato.

Para identificar se o seu pet está com alguma delas, é preciso observar se ele apresenta sinais, como:

Sintomas que pode apresentar
  • prostração;
  • automutilação;
  • abatimento e falta de energia;
  • dificuldade para se alimentar ou falta de apetite;
  • dorme pouco ou apresenta dificuldade;
  • batimentos cardíacos e respiração alterados.

Principais doenças em gatos

Já se você tem um gatinho, as principais doenças que ele pode vir a ter são insuficiência renal crônica, verminoses, doença do trato urinário inferior, parasitoses, problemas nas vias respiratórias, como a asma, retroviroses.

Sintomas que pode apresentar

Para garantir que está tudo bem com o seu felino, observe se ele não apresenta algum desses sintomas:

  • diarreia e vômito;
  • cansaço evidente;
  • isolamento;
  • falta de apetite e indevida ingestão de água;
  • deixar de fazer as necessidades e de cuidar da higiene;
  • alterações no temperamento, como se tornar mais agressivo.

Qual é o roteiro completo de vacinas para cães e gatos?

Até aqui, você já deve ter tomado consciência de que a vacinação do seu pet deve ser uma prioridade, já que o protege de doenças e vírus, além de contribuir para manter o sistema imunológico do animal ativo e imunizado.

Neste tópico, vamos ensinar de forma simples e prática um roteiro de vacinação para cães e gatos, desde quando eles são filhotes até se tornarem adultos.

Roteiro de vacinas para cães

Filhote

Este é considerado um período de grande importância, pois por ainda não ter tomado todas as vacinas, o seu animal não está protegido contra as doenças e pode ter a imunidade baixa. O ideal é evitar o contato com outros pets e não levá-lo em passeios.

6 a 8 semanas

É nos primeiros meses de vida que o cão toma a primeira dose da vacina V10, V11 ou V12 — o princípio ativo é o mesmo, mas o que varia é a quantidade de doenças contempladas para imunização.

Ela previne a Leptospirose, Hepatite Infecciosa Canina, Coronavírus Canino, Parainfluenza Canina, Parvovírus Canino, Adenovírus Canino Tipo 2 e Cinomose — entre outras, dependendo de qual for a vacina que você optou.

12 semanas

Com 12 semanas, outras vacinas serão dadas ao animal. Neste período, vai ser necessário dar a segunda dose de reforço da vacina V10. Além disso, mais duas devem ser dadas, como:

  • Gripe Canina: que o protegerá contra Bordetella Bronchiseptica, Adenovírus Canino Tipo 2 e Parainfluenza Canina;
  • Giardíase: recomendada para os cães que costumam frequentar canis ou que entram em contato com outros animais com maior frequência.
16 semanas

Ao completar 16 semanas, o seu cão fechará o primeiro ciclo de vacinas. Nele, ele vai receber a última dose da vacina V10 (ou qualquer variação dela), tomará uma dose de reforço da Gripe Canina e de Giardíase.

É importante salientar que caso a primeira dose da vacina contra Gripe Canina seja a intranasal, ela tem dose única.

Vai ser com 4 meses, também, que o seu cão vai ser vacinado pela primeira vez com a antirrábica, que o protegerá de ter raiva.

Adulto/ Idoso

Depois da primeira etapa de vacinações, que ocupa o primeiro ano de vida do animal, quando ele se torna um adulto e até seus dias de idoso, ele receberá o reforço anual das vacinas V10, Gripe Canina, Giárdia e antirrábica. É feita também a vermifugação, que deve ser reforçada anualmente.

Além disso, pode ser que o veterinário indique algumas vacinas extras, como é o caso da que previne contra leishmaniose.

Roteiro de vacinas para gatos

Assim como acontece com os cães, os donos de felinos também devem seguir um roteiro de vacinas.

Filhote

A recomendação de evitar o contato com outros animais e de sair com um filhote também deve ser seguida para os gatos. O ideal é que essas situações apenas aconteçam depois que o pet receber todas as doses, quando completar 16 semanas.

6 a 8 semanas

Entre 6 e 8 semanas você deve levar o seu gato para receber a vacina Quádrupla Felina. Ela previne algumas doenças causadas por vírus, como Chlamydia Psittaci, Rinotraqueíte, Panleucopenia Felina e Calicivirose.

12 semanas

Com 12 semanas, é necessário apenas dar a dose de reforço da Quádrupla Felina.

16 semanas

Leve-o para tomar a última dose de reforço da Quádrupla Felina e, também, a vacina antirrábica quando completar 16 semanas.

Adulto/ Idoso

Em gatos adultos e idosos, a manutenção das vacinas Quádrupla e antirrábica deve ser anual. Eles também precisam ser vermifugados contra vermes uma vez ao ano.

Após um animal de estimação receber uma vacina, seja ele um cão ou gato, é importante observar se ele tem algum tipo de efeito colateral. Pode acontecer dele ficar mais quieto e até com um pouco de febre.

Reações mais graves são bem raras e, normalmente, a vacinação é um procedimento muito seguro. No entanto, caso ele tenha algum tipo de alergia na pele ou problemas respiratórios, corra com o pet o quanto antes para uma clínica veterinária. O profissional vai fazer alguns testes e pedir alguns exames para identificar o que pode ter causado a reação.

Você já deve ter percebido que entre todas as dúvidas que citamos no início deste post, apenas em relação à saúde do seu pet, muitos são os cuidados que deverão ser tomados para garantir que a caderneta de vacinação dele esteja sempre em dia.

Reforçamos que é muito importante estar sempre atento a todas as atividades relacionadas ao seu animal de estimação e que já existem sistemas completos de bancos de dados online em que é possível cadastrar todos os dados do seu cão ou gato, como temperamento, nome, data de nascimento, contato do veterinário, cadastro das vacinas tomadas, entre tantos outros. Essa é uma facilidade que você assim que experimentar não vai querer abrir mão mais!

Ter um animal de estimação pode ser um desafio, pois é preciso aprender a lidar com uma vida que, muitas vezes, não demonstrará de maneira clara o que quer. Mas os momentos de alegria e carinho, certamente, serão recompensadores!

O importante é que você seja capaz de proporcionar a ele segurança e qualidade de vida, dando todo o suporte e atenção necessários, de modo que possa se desenvolver e ter uma saúde de ferro!

A nossa intenção com este conteúdo é que você reconheça a relevância da vacinação. Esperamos também ter tirado todas as suas dúvidas sobre o assunto! Use este conteúdo como material de consulta sempre que se esquecer de algo!

Se você gostou dessas dicas e quer ficar sempre por dentro das novidades e tendências que compartilhamos sobre o mundo animal, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em primeira mão os posts que compartilhamos, diretamente no em sua caixa de e-mail!

Veja a importância de olhar as patinhas do seu pet

Pata de cão e mão humana

Pata de cão e mão humana

Você sabia que assim como outras partes do corpo (os olhos, ouvidos e boca), as patas do seu animal de estimação também necessitam de alguns cuidados específicos? Pois saiba que caso você não tenha o hábito de olhar as patinhas do seu pet com frequência, é preciso criá-lo o quanto antes!

No post de hoje, vamos apontar as principais características das patas de cães e gatos, explicaremos a necessidade de observar se está tudo bem com elas e como isso deve ser feito. Confira:

Quais são as principais características da pata do meu animal de estimação?

Você já reparou que o seu cão ou gato apresenta uma espécie de “almofadinhas” nas patas? Pois saiba que ela é muito importante e serve para proteger as patas do pet.

Por ter uma camada densa de gordura, ela tem diferentes funções, como:

  • orientá-lo sobre a mudança de terreno, enquanto estão correndo ou se movimentando;
  • proteção contra superfícies ásperas e que podem machucá-lo;
  • contribui para a transpiração do pet, por conta das glândulas sudoríparas da região que tornam possível que ali fique sempre seco;
  • impedem que eles sejam afetados pela temperatura do solo, protegendo os tecidos internos dos pés.

Qual é a real necessidade de olhar as patinhas do pet?

O ideal é que seja feita com frequência a avaliação das patas do seu pet, de modo a identificar se ele está com alguma alergia ou ferida no local. Esse hábito contribui para evitar que o seu animal de estimação sinta dores desnecessárias e que, caso esteja com algum problema, ele seja identificado o quanto antes.

Para quem tem cães e costuma levá-los para passear, por exemplo, procure após toda caminhada ver se está tudo bem.

É recomendado que cães que estejam com feridas em alguma parte da pata não andem em pisos que estejam quentes. Além disso, para evitar proliferação de bactérias, não use bandagens sem a devida orientação médica.

Portanto, assim que perceber qualquer alteração, leve-o para se consultar com um veterinário de confiança.

Como devo cuidar das patas?

Pensando em ajudá-lo, listamos algumas dicas do que deve ser feito para cuidar das patas do seu cão ou gato.

Cuidados com as patas dos gatos

Confira o crescimento das unhas

É muito importante ter um arranhador em casa, de modo que o seu gato se sinta à vontade para arranhá-las e mantê-las curtas. Lembre-se de que unhas grandes podem afetar o andar deles e até causar quedas.

Acompanhe se ele está com dificuldade para andar

Gatos gostam de ir em lugares altos e costumam pular longas distâncias. Por conta disso, é imprescindível sempre observar se ele está se locomovendo com dificuldade, pois pode ser um sinal de que tem algo errado com a pata dele.

Cuidados com as patas dos cães

Faça a tosa higiênica

A tosa higiênica da região é muito importante, tanto em relação à tosa dos pelos como, também, em manter as unhas sempre cortadas. Quando estão grandes provocam desconforto, podendo afetar até o modo de andar do animal.

Verifique a temperatura do solo

É ideal verificar a temperatura do solo antes de levá-lo para passear, principalmente em dias mais quentes ou no verão. Essa prática é muito importante para evitar que ele possa se queimar.

Para garantir que o piso é seguro, deixe a sua mão nele por cerca de 30 segundos. Se perceber que a temperatura está agradável, o passeio está liberado.

Observe o comportamento do pet

Alguns comportamentos, como lamber a pata constantemente, pode indicar que o seu cão está com alguma alergia, problemas psicológicos, hormonais, pele seca e até com parasitas. Caso isso persista, leve-o ao veterinário.

Já conhecia a importância de sempre olhar as patinhas do seu pet? Então continue renovando os seus conhecimentos para garantir a saúde e o bem-estar do seu cão ou gato! Leia o nosso post e aprenda como dar remédio para um animal de estimação!

Saúde dos gatos: porque eles espirram?

Gato observando

Gato observando

Seu felino está tranquilo brincando e, de repente, começa a espirrar. Antes de achar que ele já tem alguma doença grave, pare e respire. Lembre-se de que, assim como acontece com a gente, o espirro por si só não é um indício de problema grave de saúde dos gatos.

No post de hoje, listamos os principais motivos para um felino espirrar e quando você deve se preocupar. Confira:

Por que os gatos espirram?

Muitos são os motivos que podem causar um espirro em um gato. Normalmente, se isso acontece de maneira espaçada e ocasional, não há motivos para se preocupar.

Porém, se o espirro vem acompanhado de outros sintomas, o ideal é que o dono fique alerta e saiba o que pode ser um sinal de problema de saúde dos gatos. Abaixo, listamos os principais:

Corpo estranho na narina

Se o seu gato está espirrando diversas vezes seguidas e está passando a patinha no focinho, pode ser um sinal de que ele está com algum corpo estranho preso na narina. Portanto, o primeiro passo é verificar se tem algo e se você consegue retirá-lo.

Alergia

Seja por conta de algum produto que está sendo utilizado em seu lar ou porque o felino ingeriu algum alimento proibido, a alergia é outro motivo que tem como sintoma provocar espirros em um gato.

Infecção viral

Outra razão para o seu gato espirrar é o contato com algum bichano que esteja com uma infecção viral. Por exemplo, se você tem mais de um gato em casa e um deles está com esse problema, o ideal é que eles não dividam as tigelas de ração e água.

É indicado ter atenção redobrada com um pet quando ele apresenta esse tipo de doença, pois quando se desenvolve para uma pneumonia, por exemplo, as consequências são graves.

Rinite

Além do espirro o seu felino também está apresentando um corrimento nasal? Então pode ser um indício de que ele está com rinite. Para que ela não evolua e se transforme em uma rinite crônica, o indicado é marcar uma consulta com o veterinário, pois, assim, ele pode apontar o que está causando isso e qual o melhor tratamento.

Imunodeficiência felina

Também conhecida como HIV felina, essa doença pode ser transmitida por meio da mordida ou durante uma briga com outro felino — ela é muito comum naqueles que costumam sair de casa sem o devido acompanhamento do dono.

Portanto, é imprescindível que você não permita que o seu gato faça passeios externos sem a sua presença, para evitar que ele, fuja, se machuque ou pegue alguma doença.

Problema dentário

Problemas dentários também podem provocar espirros em seu pet e só o veterinário pode apontar se este é o real motivo para ele estar apresentando o sintoma.

O que fazer quando o espirro é frequente?

Primeiramente, é importante observar se o seu animal de estimação está apresentando outro sintoma além do espirro, como corrimento nasal, letargia, dor, sangramento, falta de apetite, ruídos ao espirrar etc. Dessa forma, você saberá prover melhor as informações necessárias para o veterinário identificar o que o pet tem.

No entanto, para não ter dúvidas de que está tudo bem com a saúde dos gatos, o ideal é levá-los para se consultar o quanto antes. O profissional apontará o diagnóstico e, se for preciso, prescreverá o tratamento adequado.

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que levam o gatinho a espirrar, fique sempre de olho nele. Caso ele passe a apresentar qualquer um dos sinais que citamos neste post, não dê bobeira, leve-o ao seu veterinário de confiança.

Gostou de receber essas dicas sobre o porquê do seu pet espirrar e quer deixar os seus amigos informados sobre a saúde dos gatos? Então compartilhe este post em suas redes sociais e divida com eles essas informações!

Como medir a temperatura do cachorro? Veja agora!

Cão se esquentando

Cão se esquentando

Assim como desânimo, vômito, diarreia, falta de apetite, a temperatura do cachorro quando está elevada pode ser um sintoma de que há algo errado com saúde dele.

No entanto, apesar de muitos acharem que basta colocar a mão no focinho do animal para identificar a temperatura corporal dele, esta não é a prática mais indicada ou, até mesmo, correta. A temperatura natural de um cão é normalmente mais quente que a humana e isso pode alertá-lo sem motivo.

Portanto, no post de hoje, vamos mostrar a importância de medir a temperatura do pet, falaremos qual é a temperatura normal de um cão e compartilharemos o passo a passo de como a medição deve ser feita. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto:

Por que medir a temperatura do pet?

O principal motivo para medir a temperatura do pet é descobrir se ele está doente ou não. A febre costuma ser um sintoma de alguma doença, provocada tanto por vírus como por bactérias.

No entanto, é preciso levar em consideração todo o contexto do animal. Caso ele tenha se exercitado, provavelmente a temperatura dele vai ficar mais elevada por alguns instantes. O ideal, dessa forma, é que a temperatura seja medida assim que ele estiver descansado.

Qual a temperatura normal de um cachorro?

A temperatura normal de um cachorro é cerca de 3 graus acima da humana. Por conta disso, quando for avaliar a do seu pet, não se preocupe se ela estiver entre 37,5º e 39º, pois estará dentro dos valores adequados.

Uma curiosidade dos animais considerados de sangue quente, como é o caso dos cães e dos gatos, é que eles são capazes de manter a temperatura independentemente do ambiente. Porém, isso não quer dizer que eles não precisam ser aquecidos em dias mais frios, ok? Apenas indica que a temperatura deles não vai sofrer variações de acordo com o clima.

Como medir a temperatura?

Um dos primeiros sinais de que um cão pode estar com febre é se ele se mostrar mais quieto e sem energia. Nesses casos, ele não vai ter tanta vontade de brincar e a comida vai ser deixada de lado.

Se perceber essa alteração no comportamento dele, é ideal que a medição da temperatura seja feita. Para tanto, você vai ter que:

  • ter um termômetro tradicional;
  • deixá-lo em pé nas quatro patas (se necessário, peça o auxílio de outra pessoa para manter o pet quieto);
  • lubrificar o termômetro com vaselina ou óleo mineral, de modo que ele não cause qualquer tipo de desconforto no animal;
  • introduzir o termômetro no ânus do cachorro por cerca de dois minutos ou até ele apitar (se for desse modelo);
  • verificar se a temperatura está acima de 39,5º. Nesse caso, leve-o para se consultar com um veterinário, para identificar o que está causando a febre.

Já existe disponível no mercado um termômetro específico para cães e que é utilizado pelos veterinários. Com ele a temperatura é avaliada por meio do ouvido. O único ponto negativo é que o preço desse equipamento é mais salgado.

Agora que você já aprendeu a medir a temperatura do pet, leia o nosso post e saiba como dar remédio para o seu animal de estimação!

Como cuidar do pelo do pet? Confira 5 dicas.

Tosa em cachorro

Tosa em cachorro

Assim como os nossos cabelos têm diferentes tipos, os pelos do seu pet apresentam variações. Entre tantas possibilidades, os dos gatos podem ser semi-longos, curtos, encaracolados… — sem contar com as muitas colorações. Já os cães podem apresentar pelos grossos e sedosos, longos e lisos, com ondulações, curtos, dupla pelagem etc.

Ou seja, cada tipo de pelo, independentemente de você ter um cão ou gato, vai demandar cuidados específicos.

Para ajudá-lo nessa tarefa, no post de hoje, vamos listar algumas dicas essenciais para cuidar do pelo do pet, mantendo-o sempre macio, hidratado e saudável. Confira:

5 dicas para cuidar do pelo do pet

Apesar de serem animais diferentes, os cuidados básicos com o pelo de um cão ou gato não costumam variar muito. Portanto, abaixo, listamos os mais importantes:

1. Faça a escovação regularmente

É muito importante criar o hábito de escovar o seu animal de estimação regularmente. Essa prática auxilia na retirada de pelos mortos, identificação de pulgas e carrapatos, ajuda a reduzir a queda e ainda o mantém limpo por mais tempo.

O ideal é que pets de pelo longo sejam escovados pelo menos uma vez por dia. Já os de pelo curto podem ter escovações semanais.

2. Mantenha o seu pet sempre limpo

banho ajuda a retirar impurezas da pele do animal e contribui de maneira direta com a sua higiene. Portanto, pets de pelos longos devem tomar banho cerca de duas vezes por mês. Os de pelo curto, por outro lado, apenas uma.

No entanto, isso dependerá dos seus hábitos e de quão sujo o animal está. Não o deixe sujo por muito tempo, de modo a evitar problemas de pele e alergias.

3. Invista em bons produtos

Se você tem o costume de cuidar da higiene do seu cão ou gato em casa, é muito importante contar com produtos de qualidade e que sejam específicos para o seu animal de estimação. Observe se o item escolhido não provoca qualquer tipo de alteração nos pelos e se o animal se adapta bem a ele.

Na dúvida, peça a opinião do seu veterinário. Ele conhece o seu pet muito bem e, certamente, saberá indicar quais são os melhores produtos para deixar os pelos limpos e saudáveis.

4. Garanta uma alimentação de qualidade

Você sabia que a ração do seu pet pode influenciar no pelo dele? Algumas, quando não são de boa qualidade, podem provocar a queda, deixá-los quebradiços e frágeis.

Por conta disso, nunca descuide da alimentação do seu animal de estimação. Garanta que ele faça a ingestão adequada de nutrientes para manter o seu desenvolvimento.

5. Observe qualquer sinal de alteração no pelo

Qualquer alteração no pelo do seu pet pode ser um sinal de que a saúde dele não anda bem ou que desenvolveu alguma dermatite. Portanto, caso ele passe a ter mais quedas do que o normal, falhas, cheiro desagradável, feridas, entre outros sintomas, leve-o para se consultar com um veterinário o quanto antes.

Esperamos que com este post você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre como cuidar do pelo do seu cão ou gato! Como você pôde perceber, as dicas são simples e práticas para serem realizadas em seu dia a dia!

Agora que você já ficou por dentro de algumas dicas para cuidar do pelo do pet, leia o nosso post e aprenda a melhor forma de dar remédios para o seu animal de estimação!