Cuidados com gatos: 5 necessidades do seu felino

Mulher abraçando gato

Mulher abraçando gato

Muitos são os mitos que envolvem os gatos, não é mesmo? Há quem diga que eles não são tão carinhosos quanto os cães, não gostam de tomar banho e que são mais arredios e independentes, mas não se engane.

Só quem realmente tem um felino sabe o quanto eles podem ser dóceis, apegados aos donos e muito interessados na rotina de quem vive no mesmo lugar que ele — apesar de ter os momentos em que gosta de ficar sozinho e fazer as coisas por conta própria.

Está pensando em ter um felino, mas tem muitas dúvidas a respeito? Não sabe quais são os cuidados com gatos e tem medo de não dar a devida atenção a ele? Não se preocupe!

No post de hoje, vamos compartilhar com você 5 necessidades do seu felino que não podem ser deixadas de lado. Confira:

1. Garanta a segurança do pet e evite que ele vá para a rua

Antes de mais nada, se está passando pela sua cabeça adotar um gato, o primeiro passo a ser dado é garantir que o seu lar está devidamente seguro para recebê-lo.

Para tanto, verifique se prateleiras e móveis estão firmes, bem montados, pois é grande a chance de que ele tenha curiosidade em subir nesses locais. Além disso, vai ser preciso ter atenção redobrada com o que fica espalhado pela casa, como objetos pequenos, tóxicos ou cortantes, de modo a evitar que o seu gatinho possa se ferir.

No entanto, a tarefa mais importante a ser feita antes do seu gato chegar é colocar tela em todas as janelas, se possível, inclusive as dos banheiros. Você já deve saber que o gato tem um instinto de caçador e que, muitas vezes, pode tentar escapar e explorar diferentes locais. É imprescindível não permitir que ele faça isso, pois pode se machucar com a queda ou com os perigos da rua.

2. Mantenha a vacinação em dia

Para manter a saúde do pet em dia e reduzir as chances de que ele tenha alguma doença, um dos maiores cuidados com gatos é seguir o cronograma de vacinação ao longo da vida deles.

Quando filhote, ele tomará a polivalente ao completar 60 dias — as doses serão reforçadas aos 90 e 120 dias. Essa vacina será dada novamente anualmente, com apenas uma dose. Já a antirrábica é dada pela primeira vez aos quatro meses de vida e reforçada anualmente.

3. Leve-o com frequência ao veterinário

É muito importante levar o seu pet para se consultar com o veterinário, pois apesar de parecer que está tudo bem, ele pode estar com algum problema assintomático. Além disso, esse profissional poderá analisá-lo com maior cuidado e identificar possíveis problemas genéticos ou questões que os olhos de um leigo não conseguem identificar.

O ideal é fazer visitas anuais — aproveite o mês de reforço das vacinas — em que o veterinário pode solicitar exames para certificar se ele está em boa forma.

4. Assegure a higiene do animal e da casa

Gatos são animais higiênicos e que não gostam de viver em lugares sujos e bagunçados. Portanto, garanta que a limpeza dele e do seu lar estejam sempre em dia. O indicado é que você:

  • troque com frequência a areia da caixa;
  • passe pano com desinfetante nos locais em que ele mais passa tempo;
  • dê banho pelo menos uma vez por mês no pet;
  • corte as unhas do animal e faça a limpeza dos ouvidos mensalmente.

5. Dê uma alimentação de qualidade

Converse com o veterinário e peça que o oriente sobre a melhor ração para dar ao seu gato. Ele saberá quais nutrientes não devem faltar na alimentação do seu felino e o que deve ser feito para compensá-los.

Além disso, faça uma lista de todos os alimentos que eles não podem comer em hipótese alguma, como leite, pães e uva.

Viu só como não era preciso ter tanta preocupação antes de ter um felino em seu lar? Seguindo nossas dicas de cuidados com gatos não vai ter segredo: o seu vai ser muito feliz, saudável e querido!

Quer ter acesso a todas as novidades e tendências sobre o mundo dos felinos e com a facilidade de receber os conteúdos em seu e-mail? Então assine a nossa newsletter e seja o primeiro a conferir as nossas dicas!

A importância de agendar as atividades do seu animal de estimação

Familia com cachorro

Familia com cachorro

Você, certamente, deve ter uma rotina de atividades que realiza, visando garantir que a sua saúde fique em dia — seja ao manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas, ir a médicos, realizar exames etc.

Saiba que, para o seu pet, também é muito importante ter uma agenda de tarefas atualizada e completa, pois, assim, será possívelmanter um acompanhamento de tudo o que ele precisa fazer ao longo dos dias.

No post de hoje, vamos explicar o porquê de ser ideal criar uma agenda para o seu animal de estimação, independentemente dela ser física ou digital, e quais devem ser as tarefas que deverão ser anotadas nela. Confira:

Por que ter uma agenda para o animal de estimação?

São tantos os compromissos que temos em nossa rotina que, contar com o auxílio de uma agenda para nos lembrar o que devemos fazer, é imprescindível — e isso vai se mostrar muito relevante também para as tarefas do seu pet.

Quais atividades devem ser marcadas na agenda?

Para ajudá-lo, listamos algumas das atividades mais frequentes e comuns na rotina de um animal de estimação e que você precisa anotar na agenda dele.

Idas ao pet shop

Com que frequência o seu cão vai ao pet shop para tomar banho, ser tosado e cortar as unhas? Para não se esquecer, anote todos esses dados em sua agenda e garanta que a higiene dele esteja adequada.

Se você mescla idas ao pet shop com banhos dados em casa, também é indicado que isso conste em suas anotações. Não se esqueça que o ideal é que um cão de pelo curto, por exemplo, tome banho no máximo duas vezes por mês. Já os que apresentam o pelo longo, o banho pode ser semanal.

Datas de vacinas

Nós já comentamos neste post a importância de manter um controle preciso da vacinação do seu cão. Portanto, essa deve ser mais uma das atividades do seu animal de estimação que deve estar presentes em sua agenda.

Anualmente, o cão recebe o reforço da vacina polivalente, que tomou quando era um filhote. Além disso, existem outras que precisam ser dadas para garantir a saúde dele, como a vacina contra a raiva.

Consultas periódicas com o veterinário

Não é porque o cão está sem apresentar algum sintoma ou comportamento diferente que podemos garantir que ele está saudável. Para não ter nenhuma dúvida com relação a isso, dependendo da idade do animal, é preciso levá-lo periodicamente para se consultar com o veterinário.

A quantidade de consultas que um filhote precisa não será a mesma de um adulto e nem de um idoso. Ou seja, ao longo da vida do seu pet, a agenda dele também vai se alterando, o que demonstra a importância de mantê-la atualizada.

Um filhote precisa de um acompanhamento mais próximo, pelo menos uma vez por mês, de modo que o veterinário seja capaz de acompanhar a sua evolução. Quando ele se torna um adulto, a frequência passa a ser anual, caso ele não aparente nenhum problema.

Ao se tornar um idoso, porém, os cuidados voltam a ser redobrados, tornando preciso que ele se consulte a cada seis meses.

Gostou dessas dicas para manter uma agenda de atividades do seu animal de estimação atualizada? Então assine a nossa newsletter e receba muitas outras novidades e informações sobre o mundo pet!

Ração para gatos ou feita em casa: qual é melhor opção?

Gato comendo

Gato comendo

Se tem uma dúvida que é recorrente e que aflige muitos donos de gatos é qual a melhor forma de alimentar o animal de estimação: ração industrializada ou caseira?

Pois saiba que não é só você quem lida diariamente com essa questão, já que este é um assunto que chega, até mesmo, a dividir a opinião de profissionais. Enquanto alguns acreditam que a ração para gatos industrializada é a mais indicada, outros preferem que eles sejam alimentados apenas com refeições caseiras.

Para acabar com as suas dúvidas, no post de hoje, vamos listar as vantagens e desvantagens dessas formas de alimentar o pet, auxiliando, portanto, a sua escolha. Confira:

Ração para gatos industrializada: vantagens e desvantagens

As opções são muitas: você vai encontrar opções como a standart, super premium, para filhote e adultos, e até para gatos castrados ou obesos. Além disso, as rações industrializadas podem ser encontradas em 3 variedades: secas, semi-secas e enlatadas.

Alternar entre essas possibilidades é o mais indicado para garantir que ele tenha uma alimentação balanceada e de qualidade. Abaixo, listamos algumas vantagens e desvantagens da ração industrializada.

Vantagens

Uma das principais vantagens que os alimentos industrializados propiciam aos felinos é que eles já costumam apresentar a quantidade necessária de nutrientes para mantê-los com a saúde em dia.

Outro ponto positivo das rações industrializadas é que elas influenciam na longevidade do pet, aumentando os anos de vida e evitando que eles desenvolvam algumas doenças, como as de deficiência nutricional ou problemas osteoarticulares.

Desvantagens

Assim como em relação à higiene, o seu felino vai se mostrar bastante exigente com a ração que vai alimentá-lo. Portanto, o ideal é que você observe qual vai ser do agrado dele.

Para ter certeza de que gosta da ração, ele, provavelmente, vai cheirar o pote, experimentando o conteúdo e analisando a textura. Caso não goste, logo vai se afastar de onde a ração está e não voltará a comê-la.

É importante que você se lembre, porém, que existem diferentes tipos de ração, influenciando na quantidade de nutrientes, vitaminas e demais benefícios para a saúde e bem-estar do animal.

Portanto, ao oferecer uma ração de má qualidade ao seu pet, além de aumentar as chances dele nem chegar perto dela, mesmo que ele goste, pode não propiciar o que ele precisa para se desenvolver.

Refeições caseiras: quando é indicada

Não pense que a refeição caseira servida ao seu gato é a mesma preparada para a sua família. Para que esse tipo de alimentação seja adequada, ela não deve, em hipótese alguma, ser condimentada.

Entre os alimentos que podem fazer parte da alimentação do seu gato, estão:

  • frango e peixe, tanto cozidos como grelhados (fonte de proteína);
  • vegetais;
  • cereais;
  • frutas;
  • leite (caso ele não tenha intolerância à lactose.

Normalmente, essa alimentação é adotada para ajudá-los a se recuperar de alguma doença ou infecção. Para não restar dúvidas, converse com o veterinário do seu gato. Veja a opinião dele e em quais casos ele acredita que a ração caseira é indicada, a quantidade ideal e o modo de preparo — aproveite e leia o nosso post com os 12 alimentos proibidos para gatos.

Este profissional também será de grande ajuda para orientá-lo sobre as melhores rações industrializadas e o quanto é necessário para manter o pet saciado e saudável.

Tirou as suas dúvidas sobre ração para gatos industrializada e refeições caseiras? Então não guarde essas informações apenas para você! Compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas dicas com seus amigos que também têm gatos!

Saiba como cuidar de um cachorro idoso

Cachorro idoso

Cachorro idoso

Assim como nós, os nossos amigos de 4 patas também crescem e envelhecem, é um processo natural que faz parte da vida. Porém, muitos tutores têm dúvidas sobre como tratá-los quando eles entram nessa nova fase. “Quais são os cuidados que um cachorro idoso precisa ter?”, costuma ser o principal questionamento.

E é para lhe ajudar quanto a isso que preparamos este post especial, com algumas sugestões simples e fundamentais para você aplicar na rotina com o seu melhor amigo. Confira!

Visite o veterinário com frequência

A cada 6 meses, pelo menos, você deve levar o seu cão para se consultar com um veterinário. Esse é um passo primordial nessa nova fase da vida do bichinho. Afinal, com o devido acompanhamento, é possível diagnosticar e tratar com mais agilidade possíveis doenças, garantir o bem-estar e ampliar a expectativa da vida dele.

Outro ponto importante é que o veterinário analisará além do comportamento e do aspecto clínico a alimentação do pet. Dessa forma, ele indicará uma dieta equilibrada e saudável para o seu amigão.

Atente à alimentação correta para cachorro idoso

Há pouco citamos a alimentação do cão idoso e aqui vamos nos aprofundar um pouco mais sobre o assunto, já que sua atenção deve ser redobrada quanto a esse detalhe.

Isso se deve ao fato de que, uma vez na fase senil, ele precisará de um cardápio alimentar que atenda as necessidades nutricionais que possui e que evite quadros de sobrepeso ou mesmo emagrecimento excessivo.

Por isso, converse com o veterinário do seu cachorro e defina uma dieta rica em antioxidantes, vitaminas, proteínas nobres e fibras que ajudem a retardar o envelhecimento, regular o trato intestinal, reduzir a perda de massa muscular etc.

As rações sênior, por exemplo, são uma boa opção já que são produzidas especificamente para cães na terceira idade.

Proporcione um local confortável para o seu descanso

Oferecer um local confortável para o seu cão dormir é fundamental, seja ele um filhote, adulto ou sênior, para que ele tenha um descanso de qualidade.

Porém, nesta última fase é ainda mais importante, já que o cachorro idoso pode apresentar problemas como artrose ou artrite, que afetam suas articulações e limitam a mobilidade dele.

Devido a isso, um espaço longe de interferências climáticas, como chuva, frio ou calor, com uma cama macia, acolchoada e adequada ao porte dele, é essencial para a sua qualidade de vida.

Faça passeios com seu pet

Outro cuidado importante com o cachorro idoso diz respeito aos passeios. Isso porque muitos tutores acreditam que por causa da senilidade eles devem ser diminuídos, o que não é verdade.

Esses momentos ao ar livre em um parque ou praça, por exemplo, e em sua companhia são muito importantes para exercitá-lo, diminuir o estresse canino e promover o bem-estar dele.

Porém, tenha em mente que os melhores horários para uma caminhada são pela manhã e no final da tarde, quando o clima está mais ameno. Além disso, evite forçá-lo a fazer atividades que exijam muito do seu condicionamento. Elas devem estar moldadas para a necessidade e o ritmo do seu pet.

Invista em brinquedos para entretê-lo

Fora os passeios que vão divertir e proporcionar momentos de interação com novos ambientes, é válido investir em brinquedos que mantenham o cachorro entretido também dentro de casa, especialmente quando você não estiver por perto.

Isso ajuda a impedir que ele manifeste alguns problemas emocionais, como o estresse e a síndrome de ansiedade de separação. Afinal, será uma distração que pode não apenas mantê-lo ocupado por horas, mas também exercitá-lo.

Gostou de saber mais sobre os cuidados com cachorro idoso que você deve ter com o seu companheiro de 4 patas? Então coloque-os em prática e garanta que ele envelheça com saúde, bem-estar e muito carinho!

Contudo, fique atento ao escolher os brinquedos que são de morder, pois estes devem ser específicos para os idosos já que alguns modelos podem causar danos à gengiva ou mesmo a dentição dele devido ao material com que são feitos.

Aproveite e compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Por quanto tempo é seguro deixar o gato sozinho?

Gato sozinho em casa

Gato sozinho em casa

Você vai precisar sair para viajar alguns dias e não sabe por quanto tempo é seguro deixar o gato sozinho em casa? Essa é uma questão comum entre donos de felinos, pois por mais que os gatos pareçam animais superindependentes, eles precisam sim dos cuidados e da supervisão de um humano.

Por quanto tempo o gato vai ficar sozinho em casa?

Para saber o que fazer com seu gatinho quando você for viajar, primeiro é importante saber a duração da viagem. Se você for ficar um ou, no máximo, dois dias fora, seu bichano pode se virar bem sozinho. Desde que você deixe algumas vasilhas de água e comida espalhadas pela casa e todas as portas e janelas fechadas. Também não deixe nenhum tipo de produto de limpeza ou material tóxico ao alcance do seu gatinho.

Isso também não é algo que deve ocorrer com frequência, pois mesmo sendo um tempo curto, se acontecer repetidamente pode trazer consequências para a saúde do animal. Os gatos também precisam de atenção e carinho, e quando se sentem sozinhos podem desenvolver sintomas de estresse, depressão e ansiedade, por exemplo.

Por esse motivo é que devemos pensar muito bem antes de adotar um animal, já que ele deve se adaptar ao nosso estilo de vida, sem que sua saúde e bem-estar sejam afetados.

O que fazer com meu gato se eu precisar me ausentar por mais tempo?

Se o período da sua viagem for maior do que dois dias, você vai precisar contar com a ajuda de alguém para cuidar do seu bichinho. Caso você não tenha nenhum amigo, familiar ou vizinho que seja de sua confiança, procure a indicação de alguém que preste esse tipo de serviço.

Hoje em dia, existem pessoas que trabalham como cat sitter. Ou seja, é um profissional que se hospeda ou visita a sua casa diariamente enquanto você estiver ausente, para dar comida, trocar a água e a areia sanitária de seu animal e brincar um pouco com ele.

Deixar o gato em casa e contar com os serviços de um cat sitter ou algum amigo é, sem dúvida, a melhor opção. Isso porque os gatos se estressam muito com mudanças de ambiente e levá-lo para passar uns dias em outro lugar pode trazer problemas.

Entretanto, caso você não se sinta confortável com alguém em sua casa, pode deixá-lo na casa de alguém de confiança ou em um hotelzinho próprio para animais. Porém, essa opção só funciona bem se seu gato for mais tranquilo.

Se for na casa de alguém que já tem um animal, o seu gato deve ficar em um cômodo à parte, para evitar as brigas. O local deve ter telas nas janelas e as portas devem estar sempre fechadas, evitando a fuga do seu bichano.

Já se for em um hotelzinho para animais, tenha a certeza de que é um ambiente bem higienizado, com a infraestrutura necessária e profissionais sérios, para que o seu gato esteja bem cuidado, em segurança e sem possibilidade de fuga. Busque sempre referências e contato com pessoas que já utilizaram o serviço.

Para que ele se sinta mais à vontade e sofra menos estresse, leve seus pertences pessoais como caminhas, brinquedos e cobertores. Assim ele vai sentir o cheirinho que já está acostumado e ficar um pouco mais calmo. Lembre-se também de deixar todos os seus números de contato para qualquer emergência.

Seguindo essas dicas, você pode viajar tranquilo, tendo a certeza de que seu gatinho estará bem cuidado enquanto espera você voltar.

Sabia que você também pode levar o seu gato pra passear? Confira as nossas dicas!

Bem-estar do Pet: conheça 5 serviços que cuidam do seu animalzinho

Mulher com cachorro

Mulher com cachorro

Brinquedinhos, caminhas, a melhor ração, roupas divertidas ou para agasalhar: quem tem um animalzinho em casa não mede esforços em prol do bem-estar do pet. Foi exatamente assim que surgiram muitos dos serviços que hoje conhecemos como exclusivos aos peludos.

Neste post, listamos alguns desses produtos (e profissionais) que podem facilitar bastante a vida dos tutores, em especial dos mais atarefados. Confira e boa leitura!

1. Pet Taxi: resolvendo os problemas de transporte

O nome já diz tudo! O pet táxi foi criado para garantir o conforto dos pets durante o transporte em diferentes tipos de viagens. As empresas que prestam esse serviço podem ser acionadas tanto para uma simples ida ao veterinário quanto para traslados mais longos.

Quem tem pet grande sabe: quanto maior a raça, mais difícil o transporte e, infelizmente, menor o conforto para o animal. Pensando nisso, é comum que os carros utilizados sejam adaptados com caixas de transporte fixas e de diversos tamanhos.

Dê adeus à dificuldade de achar um táxi comum que aceite seu animalzinho e experimente esse serviço na próxima viagem!

2. Hotel e creche de animais: diversão garantida para os pets

Os hotéis para animais são uma ótima opção para quem costuma viajar bastante e não tem com quem deixar o seu fiel escudeiro. Os preços das diárias variam de acordo com os serviços ofertados.

Um desses serviços é a creche, que também pode ser contratada isoladamente. Essa é uma opção interessante para quem quer que seu pet socialize com outros animais e gaste bastante energia.

Ao optar por esse serviço, é importante observar se o local escolhido é criterioso no controle da vacinação dos pets que passam por ali — a saúde de um é a saúde de todos! Lembre-se, também, de fazer a identificação correta do seu peludo para que os profissionais saibam como agir em casos de emergência.

3. Pet Sitter: a babá de animais

A principal diferença da babá de pets para os dois últimos serviços aqui apresentados, é que o seu animalzinho não precisa sair de casa para receber atenção e cuidados.

As babás geralmente ficam responsáveis pelo passeio, pela alimentação e por quaisquer outras atividades previamente combinadas com os tutores. Pode ser uma excelente opção em épocas de viagem caso seu pet não se adapte bem aos hotéis ou ao convívio com outros amiguinhos.

4. Dog walker: a solução para a falta de tempo

Esse é um serviço mais específico que os oferecidos por hotéis, creches ou mesmo pelas babás de pets. O dog walker é responsável apenas pelo passeio do seu animal, uma boa saída para os dias mais atarefados.

Ainda assim, é comum que esses profissionais estejam capacitados a ensinar algumas técnicas de adestramento ao seu animalzinho, desde que também sejam remunerados para isso. O serviço é mais comum entre os pets caninos, mas também atende gatos que gostam de passear.

5. Plano de saúde animal: bem-estar do pet e tranquilidade do dono

O plano de saúde dos pets costuma ser semelhante ao dos tutores. Ele pode oferecer carência para algum serviço, mas trazer vantagens, como a possibilidade de escolha de profissionais e a certeza do atendimento.

Atualmente, existem várias opções no mercado: aqueles que oferecem cobertura total, os que são válidos para situações emergenciais e os que cobrem apenas exames e consultas. Vale a pena colocar os possíveis gastos na ponta do lápis e avaliar o que é melhor para o seu pet!

Agora que você já conhece mais sobre esses serviços que garantem o bem-estar do pet e, por consequência, o seu também, o que acha de assinar a nossa newsletter para receber mais conteúdos como este? Você não vai se arrepender. Até a próxima!

Cinomose: guia completo sobre essa doença

cão com bola

cão com bola

Hoje em dia, é mais fácil manter um bom acompanhamento da saúde do seu animal de estimação. Afinal, com o amplo acesso a informações proporcionado pela internet, aprendemos, mesmo dentro de casa, a ter os principais cuidados com cachorros. Sem falar que também conseguimos identificar uma série de sintomas quando eles não estão bem.

Essa possibilidade de compreender melhor os hábitos e os comportamentos dos nossos bichinhos é importantíssima para conhecê-los um pouco mais, mas é também fundamental para nos anteciparmos às urgências e, assim, levar os nossos amigos quadrúpedes ao veterinário o quanto antes.

Nesse sentido, vamos falar bastante a respeito da cinomose, uma perigosa doença que afeta os cachorros, especificamente, e com alta recorrência em cãezinhos durante o seu primeiro ano de vida — embora a doença também possa acometer cães em idade avançada.

A ideia deste post, portanto, é orientar você a identificar os sintomas dessa doença debilitante e resistente, bem como ensinar a lidar com a cinomose no que diz respeito ao seu tratamento e a consequente cura do seu cãozinho — que é difícil, mas possível.

Por isso, convidamos você a ler o nosso post e ter em mãos uma informação de qualidade para enfrentar uma virose de elevadíssimo risco de contágio — e que não afeta seres humanos. Confira!

O que é a cinomose e quem ela afeta

Em essência, a cinomose é um vírus. Mas queremos antecipar a boa notícia para quem tem um cãozinho com a doença: ela tem cura, apesar do seu grave risco. O importante, aqui, é a identificação rápida dos sintomas, uma vez que essa doença é traiçoeira e imprevisível.

A imprevisibilidade da cinomose se dá na ordem com a qual ela decide atacar os órgãos — fazendo dela uma doença sistêmica.

Isso, inclusive, a torna tão desconhecida, mortal (especialistas apontam que a taxa pode chegar a até 85% dos casos) e também passível de erros de diagnóstico, já que os sintomas tendem a variar bastante.

Por isso, o vírus em questão (o CDV, que é a sigla para Canine Distemper Virus) deve ser amplamente estudado e divulgado, e o conhecimento a respeito dele, disseminado. Tudo para fortalecer campanhas de prevenção da doença e reduzir essa taxa altíssima.

O que nos leva à afirmação dada no início deste artigo: os caminhos para enfrentar a cinomose. Afinal, ela costuma atacar os cães em dois momentos, principalmente:

  • no seu primeiro ano de vida;
  • quando não recebem a vacina de prevenção;
  • quando se encontram com a imunidade baixa.

Por isso, é importante entender que a cinomose pode atacar cães em todas as etapas de suas vidas. Sem falar que o vírus possui alta resistência: pode sobreviver, em locais secos e frios, por um longo tempo e, em áreas quentes e úmidas, por até um mês.

Além disso, como havíamos antecipado, a cinomose é altamente contagiosa — mas apenas entre os cães. Assim, é fundamental que o contato com outros animais seja evitado. Um mal social necessário para reduzir ao máximo o risco de contágio com outros cachorros.

A prevenção, portanto, é uma das alternativas mais seguras para evitar o surgimento e propagação desse vírus mortal. Por isso, vamos entender um pouco mais como a doença tende a atacar a saúde dos cães.

As fases da cinomose

Nem sempre é fácil identificar alguns sintomas em nossos pets, e tampouco é uma tarefa simples identificar o surgimento da cinomose nos cãezinhos. Mas é possível identificar algumas mudanças visíveis, uma vez que a doença costuma se caracterizar por fases.

A princípio, os sintomas iniciais são os mais fáceis de nos precipitar em um diagnóstico equivocado, já que são caracterizados por um breve mal-estar. Assim, é comum observar no cãozinho algum tipo de doença respiratória ou mesmo no sistema digestivo.

Sintomas que costumam se evidenciar por meio de episódios de:

  • vômitos;
  • diarreia;
  • espirros;
  • bastante secreção ocular e nasal.

Quando tratado indevidamente, o quadro evolui rapidamente para casos de pústulas, febre alta resistente e até mesmo pneumonia.

Em seguida, a doença pode chegar ao seu estágio avançado, de gravíssimo risco ao cão. É quando a cinomose alcança o sistema nervoso, podendo ocasionar uma série de tiques nervosos, espasmos, comportamentos pouco habituais e, em casos mais graves, convulsões e até mesmo estados de coma.

Especialistas alertam que, quando diagnosticado nesse estágio, as chances de recuperação são cada vez mais reduzidas. Há, inclusive, a possibilidade de restar alguma sequela quando o estado é revertido, com resposta do animal ao tratamento.

Portanto, que quem possui um cãozinho, ou conhece quem conviva com um, precisa entender melhor o funcionamento da cinomose e avaliar sempre o comportamento do animal.

Vale também se atentar à significativa importância em levar o animal periodicamente ao veterinário. Uma prática que pode ajudar a antecipar o diagnóstico e diminuir a gravidade da cinomose.

Mas esse quadro pode ser observado quando as pessoas possuem todo tipo de informação a respeito da doença. Por isso, vamos nos aprofundar no que já discutimos anteriormente e conhecer os principais casos em que a cinomose pode se manifestar.

Os principais riscos que levam à contração da doença

Vimos, até aqui, a gravidade da cinomose e as principais causas que podem levar à contração da doença. Afinal, trata-se de uma contaminação direta e indireta, como veremos a seguir:

  • contaminação indireta: pelas vias respiratórias do cãozinho, que pode ser feita pelo contato com o ar contaminado, ao redor, pela interação e contato com algum objeto contaminado e até mesmo no contato com fezes e espirros de outros animais;
  • contaminação direta: por meio do contato do cãozinho com as secreções de um cachorro doente.

Mais uma vez, aqui é reforçada a prevenção da cinomose, para que ela não se espalhe rapidamente pelos locais onde o seu cachorro, com risco de estar doente, possa transitar.

Em especial, esse cuidado deve ser redobrado quando o seu cãozinho possuir idade entre 3 e 6 meses. A explicação para isso é simples: é o período em que o animal perde alguns anticorpos maternos por conta do fim da amamentação.

Devido a esse fator determinante, a melhor prevenção é a vacinação adequada do cãozinho, pois o procedimento possui o poder de protegê-lo da cinomose. Ela é aplicada, geralmente, nos primeiros 45 dias de vida do animal. Em seguida, pode ser aplicada mais 2 ou 3 vezes, quando ainda são filhotes, existindo também o reforço anual dessa vacina.

Mas vale lembrar que a idade não é o único fator de risco, já que a cinomose também pode contaminar cães em idade avançada, que estejam com a imunidade baixa.

E, embora não exista algum elemento definitivo a respeito, foi observado que a cinomose acomete mais cães das raças Greyhound, Husky Siberiano, Malamutes do Alaska e Samoieda e Weimaraner.

Por fim, um ponto que também deve ser levado em consideração à vacinação é o cuidado quando o seu cachorro possui alguma verminose, já que esse tipo de caso torna ineficiente o efeito da vacina.

Isso, entretanto, é um quadro que deve ser examinado e identificado pelo veterinário, para que não ocorra nenhum risco ao seu animal de estimação durante a aplicação das vacinas.

Além disso, outras maneiras eficientes de prevenção podem ser apontadas como diferenciais para evitar a disseminação da cinomose, como:

  • evitar o contato com outros cachorros durante a ocorrência da doença;
  • lavar os locais onde o cãozinho teve contato com água sanitária — o que ajuda a erradicar, parcialmente, a presença do vírus nos ambientes;
  • nunca compartilhar os potes de ração e água e as caminhas com outros cães;
  • lembrar-se de aplicar anualmente a vacina preventiva;
  • reduzir ou evitar o contato com outros cães enquanto não forem tomadas todas as precauções contra o contágio de cinomose.

Com isso, você consegue reduzir exponencialmente — e, com certeza, erradicar — a presença do vírus da cinomose e, assim, manter em dia a saúde de seus pets.

Os sintomas da cinomose

Apontamos, anteriormente, como a cinomose age no organismo do cachorro, atuando em um sistema de fases que vão, gradativamente, prejudicando cada vez mais a saúde do bichinho.

A dificuldade no diagnóstico se dá pelo fato de que a cinomose é uma doença sistêmica e pode afetar outros órgãos, em vez de seguir sempre uma mesma ordem. Devido a essa imprevisibilidade, as pessoas devem redobrar a atenção com relação aos sintomas que surgem em seus animais de estimação.

Existe também a dificuldade em diagnosticar precocemente a cinomose porque nem todo cão apresenta a mesma quantidade de sintomas que outros cães possam ter apresentado. Mas, em geral, existe um padrão específico de sintomas que devem ser analisados cuidadosamente:

  • ocorrências de secreção ocular em excesso;
  • falta de apetite;
  • pústulas que começam a surgir no focinho ou mesmo na barriga do cão;
  • fraqueza, melhor apontada pelo desânimo e perda de equilíbrio do animal.

Esses sintomas iniciais são os principais que tendem a guiar para um diagnóstico precipitado. Até mesmo porque o cão pode desenvolver hábitos que não possuía até então, como o ato de comer grama.

A fase seguinte já agrava o caso do desequilíbrio, dificultando a locomoção do cachorro em linha reta, por exemplo. Uma disfunção que, ao evoluir, se caracteriza também pela ocorrência de espasmos musculares, convulsões e paralisias (nas pernas, principalmente).

É no caso dos espasmos e outras disfunções involuntárias que o cão pode estar demonstrando a gravidade da cinomose: quando ela conseguiu alcançar o sistema nervoso. Esse é o último estágio da doença e o que possui menos chances de reversão.

Dessa maneira, entenda todo o ciclo de evolução da cinomose, que pode variar, mas tende a manter um padrão similar ao citado abaixo:

  • período de incubação do vírus, que varia entre 3 e 15 dias;
  • estado febril (pode chegar a até 41 °C) e ocorrência dos sintomas citados;
  • evolução rápida para os sintomas gravíssimos, quando a cinomose já chegou ao sistema nervoso do cão.

Vale mencionar que muitos dos sintomas que surgem nos primeiros estágios tendem a melhorar e aparecer de novo, posteriormente — um sintoma que dificulta a identificação da cinomose. Além disso, o agravamento e a consistência dos sintomas variam também conforme a própria imunidade do seu cachorro.

Com isso, o que mais determina o diagnóstico precoce da cinomose é a visita periódica ao veterinário e a atenção redobrada das pessoas que convivem com o cãozinho.

Assim, à medida que um ou mais desses sintomas aparecerem, o mais indicado é encaminhar o animalzinho ao veterinário de sua confiança para que ele seja avaliado e examinado. Assim, o melhor tratamento poderá ser apontado para a imediata recuperação do animal.

Os caminhos para tratar a doença

Uma ou mais opções de tratamentos específicos para a cinomose ainda estão em estado de análise, estudo e comprovação de sua eficácia (no fim deste artigo, falaremos brevemente sobre um deles).

Até o momento, entretanto, o tratamento que tem se mostrado mais útil é a combinação de alternativas para combater os sintomas no cãozinho ao mesmo tempo em que medidas para fortalecer a sua imunidade são também praticadas.

O problema é que, quanto mais avançada a doença, mais fortes são os medicamentos, o que também dificulta a própria reabilitação do cachorro — daí, novamente, a importância em identificar mudanças e sintomas o quanto antes.

A eficácia desse tipo de tratamento também é condicionada à saúde e ao histórico do animalzinho de estimação. Afinal, como já mencionamos, a cinomose costuma encontrar espaços de entrada justamente quando o seu pet se encontra mais debilitado.

Dessa maneira, é importante manter a qualidade de vida do cãozinho sempre em alta — com uma alimentação balanceada e também com uma rotina de exercícios. Quanto mais saudável e fortalecido ele estiver, menor pode ser o impacto da doença sobre ele.

O que ajuda no tratamento contra a cinomose

Acima, falamos que não existe, ainda, um tratamento definitivo e conclusivo no combate à cinomose. Também foi mencionado que esse vírus é gravíssimo e com alta taxa de mortalidade — seja pela demora em identificar e relacionar os sintomas à doença, seja por conta da baixa idade do cãozinho.

Por isso, antecipar-se é sempre a melhor prevenção. Além das já mencionadas vacinas preventivas — e que devem reforçadas anualmente — e das visitas periódicas ao veterinário, a atenção com a alimentação e os exercícios do cachorro são elementos fortalecedores.

Consequentemente, caso a cinomose apareça, o organismo do seu cachorro terá mais chances de combater os próprios sintomas e, assim, reduzir os riscos decorrentes dos avanços da doença.

O que nos leva a listar, logo abaixo, uma sequência providencial para que você, seu animal de estimação e o veterinário possam seguir para encontrar o melhor tratamento contra a cinomose:

  • manter uma rotina qualitativa do cãozinho (com alimentação regrada e exercícios regulares);
  • realizar as primeiras vacinações (sendo a dose inicial aplicada durante os primeiros 45 dias de vida do cão);
  • atentar-se a toda mudança de comportamento e aos sintomas listados neste artigo;
  • fazer tratamento pontual dos sintomas que surgirem, para que a doença não debilite muito o cachorro, por meio do uso periódico de anticorpos, antibióticos e vitaminas, entre outros medicamentos, ou mesmo de remédios injetáveis aplicados pelo veterinário.

Com isso, é possível garantir um auxílio importante ao longo de toda a vida do seu cachorro, reduzindo ao máximo as possibilidades de que ele possa contrair a cinomose. No entanto, atenção: quando filhotes, a doença é ainda mais perigosa e debilitante, com altas taxas de mortalidade.

Cabe ressaltar, também, que a doença se manifesta e evolui de diferentes maneiras em cada animal. Desse modo, a solução é administrada na medida em que o veterinário puder acompanhar os sintomas. Por isso, essa união de esforços é tão importante.

O que leva à importante conclusão, quanto ao tratamento da cinomose em cachorros: nunca tente administrar o tratamento por conta própria.

Afinal de contas, como vimos até aqui, esse tipo de evolução se deve não apenas ao surgimento de sintomas variados, como também ao ataque ao sistema imunológico do cão. Assim, a combinação de medicamentos deve ser pensada e aplicada por profissionais qualificados.

Da mesma maneira que o veterinário é a pessoa mais indicada para observar e analisar os percursos trilhados pela doença, podendo antecipar situações que podem ocorrer no quadro clínico do cãozinho. Sem falar no diagnóstico definitivo da doença, feito por exames solicitados pelo próprio profissional.

Portanto, não tente diagnosticar e medicar o seu cachorro sem prévia avaliação e indicação profissional. Isso tudo pode impactar decisivamente na qualidade do tratamento do seu animal de estimação. Sem falar que, por meio de um esforço assertivo e muito bem encaminhado, a cinomose tem cura, sim — como veremos a seguir!

O que leva à cura da cinomose

A princípio, reforçamos que o melhor tratamento contra a cinomose é a sua prevenção. Uma medida que tem início com a rotina de vacinas bem aplicadas no animal de estimação.

Para esse tipo de doença, o processo de vacinação eficaz é composto pelas doses V8 e V10, que combatem uma série de doenças — a cinomose entre elas — e pela devida manutenção ideal das aplicações ano após ano.

A cura, por sua vez, é um quadro possível de atingir e que, como desenhamos até a conclusão deste artigo, depende da assertividade do veterinário, da agilidade das pessoas em casa, para reconhecer os possíveis sintomas do cãozinho, e do próprio animal de estimação em estar fortalecido o suficiente para responder de maneira positiva ao tratamento.

Logo, é entendível que a cura é passível de um tratamento focado em ajudar o cachorro a resistir aos sintomas e a fortalecer a sua imunidade. Afinal, ele é o único que pode efetivamente combater os avanços da doença — desde que munido dos meios para isso.

Um tratamento alternativo contra a cinomose

Agora que você já sabe tudo a respeito da cinomose — como ela atua, avança e ataca a imunidade do seu animal de estimação —, podemos falar de um assunto que tem tomado muito tempo dos especialistas: a cura definitiva para a cinomose.

Além de remédios e vacinas que ainda se encontram em estágios iniciais ou intermediários de avanços, uma espécie de tratamento diferenciada tem trazido mais otimismo aos profissionais de saúde veterinária: o tratamento da cinomose por meio do uso de células-tronco.

A pesquisa também se encontra em um estado intermediário de evolução, mas já é tida como uma das mais promissoras para combater especificamente a cinomose, e consiste na doação de células-tronco de cães saudáveis para os animaizinhos infectados com o vírus.

A técnica tem sido significativa, e está sendo conduzida por especialistas do Centro Universitário Fundação de Ensino Octávio Basto, que fica na cidade de São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Os resultados, até aqui, foram satisfatórios.

Entre os casos mencionados como positivos, está o de uma cachorrinha com 3 anos de idade e que, após submetida ao tratamento com células-tronco, recuperou os movimentos que haviam sido prejudicados pelos avanços da cinomose.

Ou seja: não é nada definitivo, mas é um passo certo dado rumo ao tratamento definitivo e capaz de combater, por completo, os danos causados pela cinomose.

Considerações finais

E então, após tudo o que vimos aqui, deu para ter uma boa ideia da gravidade da cinomose e a consequente atenção que todos ao redor do cãozinho devem ter com relação ao surgimento de seus sintomas?

Não se esqueça de que a vacinação é um dos principais cuidados que podem contribuir para evitar a contaminação desse vírus — dentro de um amplo leque de medidas que podem ajudar a manter o seu cãozinho sempre seguro, como o chip para animais também é.

De resto, basta manter o seu cãozinho sob os melhores cuidados de alimentação e exercícios, afinal, a resistência natural do melhor amigo do ser humano vai se fortalecer e combater os sintomas da cinomose.

Agora, para garantir que você fique por dentro não apenas dos cuidados a respeito da cinomose, mas de outras doenças, tratamentos e cuidados relacionados à saúde dos seus animais de estimação, que tal assinar a nossa newsletter e fazer parte dessa comunidade que visa o melhor para os nossos pets? Até o próximo artigo!

Gatos podem passear? Descubra aqui!

Gato em caixa de transporte

Gato em caixa de transporte

Você sabia que seguindo os devidos cuidados e garantindo a segurança do pet, gatos podem passear? Mas não se engane! Não estamos falando dos passeios perigosos e indevidos que alguns fazem sozinhos e sem a supervisão dos donos! Esses devem ser estritamente eliminados da rotina do seu animal de estimação!

No post de hoje, vamos explicar como isso é possível e o que deve ser feito para propiciar um passeio tranquilo e seguro ao seu felino. Confira:

Gatos podem passear?

Gatos podem, sim, passear, mas desde que essa seja a vontade dele. Antes de sair com o animal na rua, observe o comportamento dele e se está apresentando alguns sinais de que não se sente confortável com tal passeio. Pode acontecer dele arrepiar todo e esse é um forte indício de que está com medo.

Uma alternativa é trazer esse hábito para a rotina dele de maneira tranquila e aos poucos. Primeiro, acostumando-o a passear no seu colo na porta da sua casa ou apartamento. Depois, você pode familiarizá-lo com a coleira e observar qual é a reação dele.

Quais cuidados devem ser tomados?

Para garantir que corra tudo bem durante o passeio e que ele não se sinta acuado ou amedrontado, é preciso tomar alguns cuidados. Lembre-se de que os gatos são animais desconfiados e que levam um tempo maior para se acostumar com novidades, portanto, é ideal evitar qualquer tipo de estresse.

Compre uma coleira

O primeiro é adquirir uma coleira/guia específica para gatos e do tamanho adequado do seu pet. Ela deixará você no controle da situação e será de grande auxílio para guiá-lo ao longo do caminho.

No início, deixe que ele ande pela casa com a coleira ou brinque com ele, de modo que ela não se torne algo negativo.

Dê preferência pelo mesmo local

O ideal é que, em um primeiro momento, os passeios sejam feitos no mesmo lugar, de modo que ele o reconheça e passe a se sentir confortável ali.

Leve a caixa de transporte

Tenha também sempre perto a caixa de transporte. Desse modo, caso você perceba que ele cansou ou apresentou algum comportamento anormal, é só colocá-lo dentro.

Se notar que o seu gato está apresentando mais dificuldade do que o normal para sair de casa, converse com o seu veterinário e busque descobrir quais podem ser os motivos para isso estar acontecendo.

Quais são os benefícios de passear com felinos?

Os felinos apresentam um instinto caçador forte e, por conta disso, os passeios farão muito bem a eles e contribuirão para que se sintam mais livres.

Outro benefício muito importante é que, ao passear com o seu gato, você estará realizando uma atividade física com o animal, o que evita que ele desenvolva problemas de saúde, como a obesidade felina.

Inserir na rotina do seu pet a prática regular de exercícios e brincadeiras é primordial para manter a saúde dele em dia e longe de doenças.

Agora que você já sabe se gatos podem passear e quais cuidados devem ser tomados, leia o nosso post sobre os 12 alimentos proibidos para felinos que você não conhecia!

Seja o líder da matilha

Cão passeando com homem

Cão passeando com homem

Quem tem um animal de estimação sabe muito bem que, por conta do carinho e amor que sentimos, eles são considerados membros da família.

No entanto, apesar da proximidade, é muito importante que eles sejam tratados como animais e não como pessoas. Quando esse limite é ultrapassado, o comportamento e o temperamento do cão pode ser afetado e, consequentemente, é possível que você possa a vir ter problemas no futuro.

No post de hoje, vamos ensiná-lo a ser o líder da matilha e o que deve ser feito para conquistar o respeito do seu cachorro. Confira:

Como ser o líder da matilha?

Para que um cão seja adestrado e consiga aprender truques ou a se comportar, é preciso que um dos membros da família se torne o líder da matilha, ou seja, a pessoa que vai ensiná-lo e, também, repreendê-lo quando for necessário.

Isso, porém, não significa que o escolhido não tenha que dar atenção ao pet — muito pelo contrário. A proximidade entre eles será tanta que além de amá-lo, o seu cachorro vai respeitá-lo e saberá o momento certo para cada coisa.

Para ajudá-lo nessa tarefa, listamos alguns passos básicos que podem ser adotados para educar o cão. O ideal é que você comece a ensiná-lo desde quando ele for um filhote, pois todo o processo pode se mostrar mais eficaz.

Saiba ganhar o respeito

Em qualquer tipo de situação, independentemente de ser com o animal de estimação, não se exige o respeito, ele deve ser conquistado — com o seu cão não vai ser diferente.

Seja firme sempre que for preciso, mas não deixe de dar carinho a ele. Ele deve começar a entender que certas coisas são permitidas, enquanto alguns hábitos ele vai ter que abandonar.

Dê bons exemplos

Ficar provocando o cão ou incentivá-lo a comportamentos agressivos, são atitudes que devem ser evitadas.

E se você tem mais de um cachorro em casa, a regra deve servir para todos. Se um não pode subir no sofá, por exemplo, não seja injusto e permita que outro cão tenha autorização.

Ignore-o, se necessário

Provavelmente, você já passou pela situação em que o cão tenta ganhar a sua atenção pela insistência. Em alguns casos, pode ser mais eficaz ignorá-lo e esperar que ele se canse.

O cão deve aprender que tudo acontecerá de acordo com as suas regras e não conforme a vontade dele.

Ande na frente

O cão deve sentir que você é o guia e não ele. Do contrário, em um passeio, por exemplo, ele ficará puxando a coleira o tempo todo e tentará direcionar para onde você deve ir.

Se o cachorro começar a ir para outra direção, pare imediatamente de andar e dê uma leve puxada na coleira, de modo que ele também pare. Em seguida, comece a andar e tome a dianteira no caminho.

Elogie sempre que for preciso

Para que o seu cão saiba interpretar que teve um bom comportamento, o ideal é que o elogie ou dê algum tipo de gratificação, como petiscos.

Gostou de aprender como ser o líder da matilha e quer mais dicas para cuidar do seu animal de estimação? Então assine agora a nossa newsletter e receba em seu e-mail todas as novidades que postamos!

Como cachorro pega raiva?

Cão com veterinário

Escrito por AdoroCães

Cão com veterinário

A raiva canina é uma doença bastante conhecida pelo nome.

Mas o que siginifica exatamente?

Um cachorro que possui raiva apresenta febre e mudanças de comportamento como ansiedade e solidão. Os cães antes brincalhões podem tornar-se irritadiços e até morder. Alguns passam pelo processo inverso. De agressivos, viram afetuosos.

Na segunda fase, mais comum em gatos, os animais passam a apresentar característica de fúria. Ficam muito sensíveis a estímulos auditivos e visuais. Passam a ficar desorientados e eventualmente morrem.

O cães que não passam por essa fase, vão diretamente para a fase paralítica, quando começam a ter dificuldade de respiração e para engolir além de apresentar pralisia muscular, como por exemplo, nos músculos da face.

Com dificuldades para respirar e se alimentar fatalmente vêm à falecer.

A raiva é uma doença transmitida de diversas formas. Uma delas é pela mordida de um cachorro infectado. O contato com saliva ou sangue do animal doente com algum orifício ou ferida aberta também transmite o vírus.

Uma coisa a cuidar é que não é só o cão que transmite a doença, o gato também. Outros animais como lobos, morcegos entre outros também podem transmití-la.

Uma vez infectado, o vírus da raiva se instala e se multiplica até atingir o sistema nervoso.

Infelizmente, não existe cura nem tratamento para a raiva.

A melhor forma de combatê-la é a prevenção por meio da vacinação.

Nos filhotes, a vacina deve ser aplicada após o cãozinho completar 130 dias de vida, aproximadamente. Cães mais velhos também podem ser vacinados. Então não esqueça. Mantenha o seu cão com as vacinas em dia!