Cuidados com pets: o que devemos observar no dia a dia?

Mulher abraçando cão

Mulher abraçando cão

Todo bom dono de cão ou gato sabe que é preciso manter alguns cuidados com pets. Levá-lo para se consultar com o veterinário com certa frequência, manter a vacinação em dia, ficar de olho na alimentação e garantir a higiene do animal e do espaço em que ele vive, são apenas algumas das responsabilidades que não podem ser deixadas de lado.

No entanto, no dia a dia, existem outros aspectos da vida do seu animal de estimação que devem ser observados, pois podem dar sinais de que há algo de errado com ele.

Para ajudá-lo a garantir que está tudo bem com o seu pet, explicaremos a importância de observar frequentemente o comportamento do seu animal e quais são os principais cuidados que devem ser tomados. Confira:

Por que é importante observar constantemente o comportamento do animal de estimação?

Um dos principais motivos para que estejamos sempre atentos aos menores sinais apresentados pelos nossos pets é o fato de algumas doenças serem silenciosas, ou seja, precisam de uma análise mais minuciosa para que sejam detectadas.

Portanto, conhecer a fundo o temperamento e os costumes do seu animal de estimação vai ser essencial para identificar o quanto antes se ele tem apresentado alguma mudança — seja comportamental ou física.

Para não correr o risco de esquecer algo, uma alternativa é manter anotações frequentes sobre tudo o que acontece com o seu pet — por sinal, existem plataformas online que facilitam anotar e manter em um mesmo local todas as informações relativas ao animal.

Quais são os principais cuidados com pets?

Abaixo, listamos alguns dos principais cuidados com pets que devem ser observados por você:

Queda de pelos

É normal que algumas raças tenham uma queda de pelos maior do que outras. Se você já tem o animal há algum tempo, já deve ter observado que, dependendo da época do ano, é comum que ele caia em maior quantidade.

No entanto, quando isso aumenta de proporção ou passa a provocar falhas no pelo do animal, pode ser que tenha algum problema — ele pode estar com sarna ou alergia, por exemplo.

Beber mais água do que o normal

Beber muita água — e, consequentemente, urinar mais vezes — também pode indicar que o pet está com algum distúrbio. No entanto, antes de pensar o pior, leve em consideração a alimentação do pet e a temperatura do dia, pois são fatores que influenciam diretamente.

Frequência que o animal urina

A quantidade de vezes que um cão ou gato urina, junto a outros sintomas, podem indicar doenças como diabetes, problemas renais, doenças hormonais etc.

Aspecto das fezes

As fezes do animal são bons indicadores sobre a saúde dele. É indicado, portanto, avaliar a consistência, coloração, se há algumaverminose ou sangue e algum outro indício de anormalidade.

Cães e gatos costumam defecar apenas uma vez por dia, dependendo do porte. O normal é que o cocô desses pets tenha uma consistência firme e que sejam úmidos. Diarreias ou fezes líquidas podem acontecer, mas, se persistirem, é preciso verificar o que pode estar causando isso.

Surgimento de caroços e feridas na pele

Tenha o hábito de observar a pele do seu animal, tanto em busca de feridas como de caroços. O quanto antes esses distúrbios forem identificados, maiores serão as chances de que o problema seja resolvido — como tumores, alergias, fungos e parasitas, problemas de pele etc.

Coçar-se exageradamente

Quando um cão se coça em demasia pode significar que ele está com algum parasita, como pulgas e carrapatos, ou que ele desenvolveu algum problema de pele.

Para não ter dúvidas, sempre que você observar alguma dessas situações, leve o animal ao seu veterinário de confiança, para que ele faça o diagnóstico adequado e, se for preciso, prescreva o tratamento indicado.

É muito importante que você esteja sempre de olho nesses sinais que o seu animal de estimação pode apresentar, de modo a garantir que os cuidados com pets estejam em dia e que ele se mantenha saudável e feliz.

Gostou deste post e quer se manter em dia sobre como certificar o bem-estar de um pet? Então aproveite para continuar em nosso blog e ler o nosso post sobre 5 cuidados básicos da saúde do pet!

Conheça 6 vacinas para cachorros e gatos: elas são indispensáveis!

Gato tomando vacina

Gato tomando vacina

Manter o animal aquecido, garantir o bem-estar, propiciar uma alimentação balanceada e de qualidade, dar amor e carinho, levá-lo ao pet shop para tomar banho e ao veterinário para tomar vacinas. Esses são alguns dos cuidados básicos e essenciais de quem tem um pet em casa e que não podem ser negligenciados.

No post de hoje, vamos explicar melhor a importância da vacina para cachorros e gatos, quais são indispensáveis e o porquê. Continue a leitura deste conteúdo e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Como manter a vacinação do pet em dia?

São tantas as nossas obrigações no dia a dia que, infelizmente, pode acontecer de esquecermos alguns compromissos. A data de vacinação do pet é uma tarefa que pode entrar nessa lista.

Para que isso não aconteça com você e o seu pet não fique sem a prevenção contra doenças perigosas, é muito importante apostar em um meio eficaz de lembrá-lo dessa obrigação.

Nossa sugestão é que você invista em uma agenda online do pet. Dessa forma, não precisa carregar com você um caderno físico e não será necessário conferi-lo com tanta frequência.

Ao investir em uma plataforma para cuidar do seu cão ou gato, você terá todas informações relativas a ele reunidas em um mesmo local e de fácil acesso. Além disso, costumam enviar e-mail ou SMSs para lembrá-lo sobre o próximo compromisso do pet. Muito prático, não é mesmo?

Por que manter a vacinação do pet em dia e quais são indispensáveis?

É imprescindível ter um controle rigoroso sobre a saúde do seu pet e manter a caderneta de vacinação dele em dia, pois isso vai ajudá-lo a mantê-lo saudável e vai prevenir que ele contraia diferentes doenças.

Abaixo, listamos 6 vacinas essenciais para cachorros e gatos. Confira:

Vacinas para cachorros

1. V10

Essa é a primeira vacina que o seu cão deve tomar. A primeira dose é tomada entre a sexta e oitava semana de vida, com reforços quando o animal completa doze semanas e dezesseis semanas. Além desse período no primeiro ano de vida do pet, essa vacina para cachorros deve ser reforçada anualmente.

A V10 é completa e o protege contra várias doenças: 4 sorotipos da leptospirose, Coronavirose, Parvovirose, Parainfluenza Canina, Adenovirose, Cinomose e Hepatite Infecciosa Canina.

É muito importante certificar que o cão não tenha contato com outros pets, enquanto não receber todas as doses iniciais, nem que saia de casa.

2. Gripe Canina

O cachorro deve tomar a vacina contra gripe canina com doze e dezesseis semanas. Ela é indicada para aqueles que convivem com muitos cães ou que frequentam hoteizinhos com frequência.

A vacina contra gripe canina deve ser reaplicada anualmente.

3. Giardíase

Essa é mais uma vacina indicada para aqueles pets que vivem em grupos de cães ou em ambientes úmidos. Por mais que não impeça que o animal contraia a doença, sua importância está no fato de tornar os sintomas mais brandos.

A primeira dose é dada com doze semanas de vida e o reforço com dezesseis semanas. Ela também deve ser reaplicada anualmente.

4. Antirrábica

A vacina antirrábica é aplicada pela primeira vez com dezesseis semanas de vida e reaplicada anualmente. Ela protege o pet da Raiva.

Fique de olho, pois o Governo costuma fazer campanhas de vacinação gratuitas contra essa doença.

Vacinas para gatos

1. V5

A V5 ou múltipla, como também é conhecida, é a vacina essencial para qualquer gato, pois o protege contra a Leucemia felina, Rinotraqueíte, Panleucopenia, Clamidiose e Calicivirose.

A primeira dose deve ser dada quando o felino completa seis semanas (até oito semanas) e deve ser reforçada com doze e dezesseis semanas. Além disso, é importante levá-lo para receber uma nova dose da V5 anualmente.

2. Antirrábica

Assim como acontece com os cães, a antirrábica deve ser aplicada em felinos pela primeira vez com dezesseis semanas de vida e reaplicada anualmente. Os gatos também são contemplados nas campanhas realizadas pelo Governo.

Como você pôde perceber, é muito importante manter a vacinação do seu pet em dia, de modo a garantir que ele tenha uma vida tranquila e saudável.

Tem ainda alguma dúvida sobre vacinas para cachorros e gatos? Então, não a guarde apenas para você! Compartilhe-a com a gente deixando o seu comentário!

Entenda mais sobre a castração de cachorros!

Cão com veterinário

Cão com veterinário

Castração de cachorro é um tema que intriga os donos de pets e também aqueles que pretendem ter um. No entanto, por conta de sua relevância, tal assunto deve ser muito bem esclarecido, já que só traz benefícios para o animal.

Por ser um procedimento cirúrgico, há até quem tenha medo de realizá-lo no cão — mas, como você vai perceber, não é preciso ter qualquer tipo de receio.

Você ainda tem alguma dúvida sobre castração de cachorro? Então continue a leitura deste texto. Nele, vamos abordar alguns tópicos sobre o assunto: a importância da cirurgia, quando castrar o cão, como é o procedimento e os principais cuidados que devem ser tomados após a operação. Confira:

Por que a castração de cachorro é importante?

Um dos principais motivos que tornam a castração de cachorro tão importante é o fato dela prevenir várias doenças que poderiam acometer o animal (no caso das fêmeas) e, até mesmo, curar outras (no caso dos machos).

Benefícios da castração em fêmeas

Quando você deixa de castrar uma fêmea, as chances dela desenvolver câncer de mama e infecções no útero aumentam consideravelmente a cada ano de vida do pet.

Além disso, o cio da fêmea, que costuma acontecer a cada seis meses, deixando-a desconfortável e dando um certo trabalho aos donos, vai deixar de existir.

Benefícios da castração em machos

O cão macho tem em seu instinto o hábito de marcar território, ou seja, ele faz xixi em um espaço em que quer demonstrar que é dele. Pois saiba que esse tipo de situação não vai mais se repetir após a operação.

Além disso, a castração contribur para evitar o desenvolvimento de tumores de próstata e hiperplasia na região.

A castração pode provocar algum efeito no cachorro?

Pode acontecer de, após a castração, o cão passar a ganhar peso, já que o seu apetite aumentará. Para evitar que ele se torne obeso, investir em uma alimentação balanceada ou em rações lights são boas alternativas. Além disso, a castração ajuda no temperamento do pet, tornando-o mais calmo.

Quando castrar o cachorro?

O pet deve ser castrado assim que entra na “puberdade”, ou seja, por volta dos 6 ou 9 meses de vida. Isso vai depender da raça, do porte e do sexo do animal.

Portanto, leve-o para se consultar com um veterinário de sua confiança e verifique a opinião do profissional.

Como é a cirurgia?

Se você tem medo de que a cirurgia seja muito complicada, pode tirar isso de cabeça. Antes de mais nada, o animal vai passar por uma avaliação pré-cirúrgica, de modo a garantir que ele está apto para passar pelo procedimento.

Na noite anterior à cirurgia, provavelmente o veterinário vai indicar que o animal não se alimente ou faça ingestão de água. Pouco antes da cirurgia, ele vai tomar uma anestesia que o deixará sedado. Assim, por estar dormindo, não sentirá dor enquanto é operado. Saiba, também, que ele será monitorado durante todo o tempo.

A área a ser operada vai ser raspada e higienizada com um germicida, para reduzir as chances de pegar alguma infecção.

Cirurgia em machos

Para castrar um cão macho vai ser necessário fazer uma incisão na área do escroto. Após a abertura, os testículos são retirados e alguns vasos sanguíneos são fechados.

Cirurgia em fêmeas

Na fêmea o procedimento é diferente. Quando ela ainda é jovem, normalmente é retirado apenas o ovário. Em alguns casos, porém, para evitar problemas no futuro, o útero também vai ser removido.

Quais são os principais cuidados após o procedimento cirúrgico?

Após a operação, o cão vai ficar em observação por algumas horas, até que retome a consciência. Por ser um procedimento cirúrgico, alguns cuidados serão necessários para garantir o bem-estar do pet.

  • dê quantidades menores de água e comida na primeira semana após a cirurgia;
  • observe o local em que foi feita a incisão e fique atento se não surgem machucados ou inchaços;
  • não permita que o cão tenha acesso à incisão. Para tanto, ele pode usar um cone de plástico (colar Elizabethano) e, também, uma roupinha que tampe a área operada.
  • garanta que ele tome as medicações indicadas pelo veterinário nos horários certos;
  • evite que ele faça atividades físicas pelo menos nos primeiros quinze dias.
  • retorne ao veterinário para verificar se correu tudo bem e se ele está liberado para voltar a ter uma rotina normal.

Já conhecia todas essas informações sobre a castração de cachorro? Quer ficar sempre por dentro de dicas de cuidados com cachorros e informações sobre o mundo pet? Então, assine a nossa newsletter e receba os nossos conteúdos em primeira mão na sua caixa de e-mail!

Doenças de animais: entenda os sintomas das mais comuns

Cão sendo examinado

Cão sendo examinado

Ao longo da vida de um animal de estimação, muitas são as doenças que ele pode pegar ou desenvolver. Para que você seja capaz de perceber qualquer sinal estranho, independentemente da fase da vida em que ele está, decidimos listar as doenças de animais mais comuns em cada idade, seja ele filhote, adulto ou idoso.

Neste post, você vai conferir as principais doenças de animais, qual período da vida elas costumam aparecer com maior frequência e o que fazer para evitar doenças contagiosas. Acompanhe:

Quais sinais o pet apresenta quando está doente?

Antes de conhecer as principais doenças de animais, é preciso estar ciente sobre alguns sinais que o pet pode apresentar. Abaixo, listamos os sintomas mais comuns que podem ser um indício de que o seu cão ou gato está com algum problema.

  • lamber-se ou coçar-se com frequência;
  • apresentar alterações comportamentais;
  • ficar sem apetite;
  • Febre (saiba como verificar a temperatura do cachorro);
  • desânimo;
  • convulsões;
  • beber mais água do que o normal;
  • vômito ou diarreia.

Mas não se desespere caso o seu animal de estimação apresente algum desses sintomas de maneira isolada. Na melhor das hipóteses, ele está apenas com alguma indisposição.

Caso ele persista por mais tempo ou surjam outros sintomas, leve o pet para se consultar com um veterinário, para que ele possa identificar qual é o problema.

Quais as doenças comuns em filhotes?

É preciso tomar alguns cuidados especiais ao lidar com filhotes. Ao nascerem, tanto gatinhos quanto cãezinhos são mais frágeis e ainda não têm a devida proteção contra doenças.

É por conta disso, por exemplo, que os veterinários recomendam não sair com eles nas ruas ou permitir que entrem em contato com outros animais, pois a chance de contrair alguma doença é bem maior.

Para você ter uma ideia, o ideal é que eles apenas tenham uma vida “normal” depois do quarto mês de vida, pois já devem ter tomado a primeira dose das vacinas e já estão com ela fazendo efeito no organismo.

Além disso, até que eles tomem todas as vacinas, é muito importante manter um local na casa reservado apenas para o pet, com potes de ração e água, jornal para fazer as necessidades e algum brinquedinho. Procure, também, lavar muito bem as mãos após qualquer tipo de contato com um animal de estimação

Tenha em mente, também, que pode acontecer do filhote já chegar doente em sua casa — o que reforça a necessidade de observar se ele está apresentando algum sinal estranho — seja corporal ou comportamental.

Confira, a seguir, as doenças mais comuns em filhotes:

Cães

Parvovirose

Essa é uma doença grave, virótica, contagiosa e muito comum em filhotes de até 6 meses — principalmente aqueles que não foram vacinados adequadamente. Um dos fatores mais graves é que ela mata cerca de 80% dos animais que a pegam.

O modo de contágio pode ser tanto pelo ar ou por meio de objetos contaminados. Como o vírus é resistente e pode durar por dias, é indicado manter o local em que o filhote fica sempre muito limpo.

O animal com a doença vai ter vômitos frequentes, diarreia e, consequentemente, desidratação. É importante levá-lo ao veterinário e, certamente, ele vai ter que ser internado para ter um acompanhamento de perto e receber soro na veia. Uma forma de combate é vacinando-o com a polivalente.

Verme Intestinais

É comum que, mesmo com pouco tempo de vida, os filhotes já tenham alguns vermes intestinais. É por conta disso que ele deve ser vermifugado.

No entanto, caso a situação ganhe proporções maiores, ele provavelmente vai perder peso, não crescer o suficiente e ter bastante diarreia. Não deixe que ele fique assim por muito tempo!

Exames de sangue e de fezes indicarão qual o tipo de parasita o está afetando, como dyplidium, giárdia e coccidia. Dependendo do resultado, o profissional vai indicar o tratamento adequado.

Pulgas e Carrapatos

Dependendo de onde nasce o filhote, ele já pode chegar em sua casa com pulgas e carrapatos. Nesses casos, o problema pode ser tranquilamente resolvido com a ingestão de antiparasitários. No entanto, caso esses parasitas se espalhem para a sua casa, é indicado realizar uma dedetização nos ambientes afetados.

Doenças do Carrapato

Quando pulgas e carrapatos não são retirados devidamente do corpo do animal, pode acontecer de se tornar uma infestação. Com isso, o que antes poderia ser resolvido com certa facilidade, agora pode até mesmo desenvolver outras doenças, como Febre Maculosa, Babesiose e Erlichiose.

Para perceber que o seu pet está com alguma dessas doenças, observe se ele está com hematomas ao longo do corpo, tem se mostrado mais desanimado do que o normal, febre e não tem comido bem etc.

O ideal é descobrir o problema o quanto antes, para que o tratamento seja iniciado. Normalmente o médico veterinário vai indicar um antibiótico ou imunossupressores — se você tem dificuldade em dar remédio para cães, confira o nosso post sobre o assunto.

Cinomose

cinomose é uma das doenças de animais mais perigosas para um filhote, pois além de ser contagiosa, pode ser fatal.

O cão vai se contaminar ao entrar em contato com outro animal que esteja doente. Portanto, reforçamos, novamente, a importância de só sair com um filhote quando ele estiver devidamente vacinado — a primeira dose acontece aos 45 dias.

Normalmente, os sintomas apresentados são convulsões, secreção nos olhos, tosse e catarro, alimentação insuficiente e corrimento nasal.

Gatos

Anemia

Os felinos podem tanto desenvolver uma anemia por conta de problemas genéticos como, também, por causa de pulgas e carrapatos, que sugam o sangue deles. Em casos mais graves, pode ser necessário até que ele receba transfusão de sangue.

Panleucopenia Felina

Essa é uma doença viral que costuma afetar gatos de até um ano de vida. Seu contágio é feito por meio do contato com gatos doentes, sendo geralmente contraída nas ruas ou em locais em que há grande concentração de felinos. Ela é ocasionada pelo vírus Panleuk, da mesma família do Parvovírus.

O gatinho com essa doença pode apresentar alguns sintomas, como diarreia com sangue, falta de apetite, desidratação, depressão e, dependendo do grau de gravidade, morte súbita.

Hemobartonelose

Essa é uma doença infecciosa e que pode ser transmitida pela picada de uma pulga, durante a transfusão de sangue ou, até mesmo, pela placenta da mãe.

Esse tipo diferente de anemia pode provocar no animal febre, icterícia, falta de energia, perda de peso, mucosas descoradas etc.

Procure fazer um controle adequado de pulgas, principal causador da doença, para evitar que o seu felino a desenvolva.

Infecções Respiratórias

Várias são as infecções respiratórias que o seu gato filhote pode desenvolver, como Herpesvírus Felino, Calicivírus, Clamidiose Felina e Rinotraqueíte Felina. O modo mais comum de contágio é o contato com outro felino doente.

Gato espirrando já pode ser um sintoma de que tem algo de errado com as vias respiratórias. Além disso, perda de peso, falta de apetite e corrimentos nasais podem aparecer.

Dipilidiose

A Dipilidiose é uma doença causada pela Dipylidium caninum, que costuma habitar o intestino delgado tanto de gatos como de cães. Entre os principais sintomas estão coceiras frequentes no ânus, diarreia, aumento do volume abdominal e inflamação do intestino.

O tratamento dessa doença é simples e pode ser feito por meio da ingestão de vermicidas ou vermífugos.

Lyme

Os carrapatos também podem provocar outra doença nos felinos: a Lyme. Ela é causada pela bactéria Borrelia burgdorferi, que entra no organismo do gato por meio da picada do carrapato infectado.

Essa é uma doença grave e que pode provocar até encefalite no felino. Outros sintomas que ele pode vir a apresentar são abortos em gatas prenhas, febre, apatia, inflamações nas articulações, perda de peso, vômitos e dores.

É por meio da avaliação do comportamento do animal que o veterinário vai identificar que o caso dele é crônico, agudo ou progressivo.

Como detectar doenças no animal adulto?

Outras doenças se tornam mais evidentes durante a fase adulta de cães e gatos. Para aqueles que estão devidamente vacinados (quando existe a vacina), a possibilidade é menor. No entanto, existem algumas doenças que não contam com vacina preventiva, o que reforça a necessidade de ficar de olho nos sintomas mais comuns.

Para que você se torne capaz de detectar doenças no animal adulto, listamos os principais problemas e seus sinais.

Cães

Parainfluenza

O cão que está com Parainfluenza vai apresentar febre moderada, tosse sem catarro e um leve desânimo. Esse é um dos agentes de outras doenças, a tosse dos canis — que vamos abordar com mais detalhes à frente.

Em casos mais graves, nos quais o vírus associou-se a outros agentes, como adenovírus, bordetella e mycoplasma, o seu pet pode ter febre alta, falta de apetite e uma tosse que provoca dores. O cão será contaminado caso entre em contato com outro que esteja doente.

Raiva

Por ser uma doença infectocontagiosa aguda, capaz até de matar o pet, é imprescindível observar se ele não apresenta os principais sintomas: temperamento alterado e agressivo, paralisia e paresia.

Qualquer mamífero pode pegar a doença, que é causada pelo RNA-vírus. O contágio é feito por meio do contato com o animal doente e o modo mais comum é pela mordida.

O governo costuma realizar campanhas anuais de vacinação contra a raiva. Portanto, fique sempre de olho nas notícias para levar o seu pet em um dos centros de vacinação e, assim, deixá-lo protegido.

Coronavírus

Não tão comum quanto as outras doenças, o Coronavírus é contagioso e agudo, causando diarreias fortes no animal que está com a doença.

Ele é provocado pelo vírus epiteliotrópico, que provoca atrofia e destruição das pontas vilosas intestinais.

Leishmaniose

Essa é uma doença infecciosa provocada pelo parasita Leishmania. O modo de transmissão é pela picada do mosquito infectado, podendo afetar animais e humanos.

Os principais sintomas são úlceras na pele do animal e placas verrucosas. Em alguns casos, o pet pode ter os tecidos do focinho, laringe e faringe afetados. Já em casos nos quais a doença está em um estágio mais grave, o cão vai sofrer alterações no latido, dificuldade de respirar e de engolir e até morrer.

É importante ficar de olho, pois alguns cachorros não apresentam sinais visíveis, sendo necessária uma avaliação específica do veterinário. O diagnóstico é feito por meio de um exame de sangue e, felizmente, hoje em dia já existe tratamento para a doença.

Hepatite Viral Canina

Por afetar diretamente os rins e o fígado do pet, essa é uma doença que pode ter tanto sintomas mais leves quanto os mais graves — apesar do risco de mortalidade ser baixo.

Para identificar se o pet está com essa doença, observe se ele apresenta vômito amarelo-esverdadeado, diarreia, falta de ânimo, febre e alteração na coloração dos olhos (ele vai ganhar um tom azulado).

É indicado que o diagnóstico seja feito o quanto antes, pois, assim, o tratamento, que se resume em fortalecer o organismo do animal, vai ser mais eficiente.

Tosse dos Canis

Essa é uma doença muito comum em cães que frequentam canis e que entram em contato com outros cães.

Normalmente, ele pode vir a ter uma tosse seca, anorexia parcial, decorrente da falta de apetite, e vômito ou ânsia, já que ela inflama as vias áreas superiores.

O tratamento depende do estágio. Quando ainda é inicial, pode acontecer do cão se curar sozinho, sem a necessidade de tomar algum tipo de medicamento após 3 semanas.

Já quando a doença persiste, o veterinário deve receitar o uso de broncodilatadores ou antitússicos, corticosteroides e antibióticos.

Gatos

Otite

A inflamação de ouvido dos gatos costuma ser provocada por infecções, problemas com fungos ou parasitas ou ter origem seborreica.

É muito importante que o diagnóstico seja bem-feito, pois ele vai influenciar no tratamento adotado — enquanto alguns necessitarão tomar um antibiótico, outros deverão fazer a ingestão de um antiparasitário. Além disso, caso ela se agrave, pode desencadear uma meningite e uma infecção generalizada, sendo fatal.

Para evitar que o seu gato desenvolva uma otite, a limpeza da orelha deve ser feita com cuidado e sem ser muito profunda. Além disso, para aqueles que tomam banho, evite deixar que caia água nos ouvidos.

Os principais sintomas dessa doença são secreções saindo do ouvido, coceira frequente nas orelhas e o hábito de balançar a cabeça.

Clamidiose Felina

Espirros, rinite e febre são os principais sintomas da Clamidiose felina. Pode também desenvolver uma conjuntivite mucopurulenta ou persistente. Ela é provocada pela Chalamydia psittaci, que afeta todo o sistema respiratório do animal.

Ela é bastante contagiosa entre os felinos, o que torna importante diagnosticá-la ainda no início. É por meio de uma avaliação clínica que o veterinário vai identificar o problema. O tratamento pode envolver o uso de antibiótico, colírios, realizar uma limpeza minuciosa dos olhos do animal e anti-inflamatório.

Imunodeficiência Felina

Essa é uma doença virótica e que ataca diretamente os linfócitos do felino. O animal costuma se contagiar durante brigas, em que um morde o outro. O vírus costuma não provocar sintomas durante um tempo, que pode até mesmo durar anos. Por conta disso, quando a doença é identificada, o animal já pode ter desenvolvido diferentes infecções.

Infelizmente, a doença não tem tratamento para retirar o vírus do organismo do animal, sendo realizado apenas o controle e a profilaxia. Quando o felino tem essa doença, não é indicado que ele saia de casa ou entre em contato com outros animais. Também é recomendável castrá-lo.

Quais cuidados com animais idosos doentes?

Quando cães e gatos se tornam idosos, você percebe com clareza algumas alterações, tanto físicas como comportamentais. Eles já não apresentam a mesma motivação de antes, podem desenvolver problemas nas articulações e até ganhar peso, já que não gastam tanta energia. Além disso, o pelo vai ficando cinza e os cochilos mais frequentes.

Tenha sempre muita paciência e dedicação ao seu cão idoso, pois ele pode precisar da sua ajuda em alguns momentos.

Conheça algumas doenças que os cães idosos podem desenvolver e os principais cuidados que são recomendados.

Cães

Doença periodontal

A doença periodontal costuma aparecer nos cães que não receberam o devido cuidado com os dentes ao longo da vida, se formando, assim, placas grossas em seus dentes.

Por conta disso, eles podem ter perda ósseas e dos dentes, o que dificulta a alimentação. Decorrente desses problemas, ele vai perder peso e ter a imunidade afetada.

Procure escovar os dentes do seu pet com frequência e faça uma limpeza no próprio veterinário — o ideal é que ela seja, pelo menos, anual.

Obesidade

O cão idoso já não tem aquela vitalidade de quando era filhote nem de quando era um adulto. Por conta disso, mesmo um passeio tranquilo pode provocar nele grande esforço, o que não é recomendável.

Por não se exercitar, ele pode acabar ganhando bastante peso e se tornar obeso — doença que pode desencadear outros problemas.

Portanto, procure passear com o pet pelo menos 10 minutos por dia, respeitando o limite dele, é claro.

Câncer

As chances de um cão idoso desenvolver câncer aumentam bastante, principalmente se ele não foi castrado enquanto era novo. Apesar de não ter cura, é possível retirar o tumor e dar mais alguns anos de vida e conforto ao pet.

Catarata

Percebeu que o seu cão está batendo em todo lugar ou não consegue identificar os objetos com tanta facilidade? Provavelmente ele está com catarata. Essa doença provoca uma película que cobre os olhos do animal, dificultando que ele enxergue.

Dependendo da idade do seu cachorro e da saúde dele, é possível operá-lo. No entanto, em alguns casos o procedimento pode não ser bem-sucedido, podendo o pet até perder a visão.

Gatos

Artrose

Certamente o seu felino não vai ser capaz de dar pulos de longas distâncias e altos como antigamente. Porém, se tiver dificuldade para subir em locais baixos, como escadas e descer de móveis, pode ser um sinal de artrose.

Ela é muito comum em gatos idosos, provocando dores e problemas de mobilidade. O veterinário vai precisar tirar um raio-X para diagnosticar com precisão. Já o tratamento costuma ser a ingestão de analgésicos ou fazer acupuntura, que propicia o alívio da dor.

Cardiopatias

Problemas no coração de um felino costumam ser difíceis de identificar. Portanto, acompanhar qualquer alteração é mais do que recomendado.

Geralmente, os gatos que apresentam alguma cardiopatia se mostram mais fracos, com dificuldade de respirar ou com a frequência respiratória aumentada. Além disso, ele vai estar mais fraco e pode até ter certa paralisia dos membros da frente. Assim que perceber algum desses sinais, leve-o para uma clínica veterinária de sua confiança.

Diabetes Mellitus

Gatos também podem desenvolver essa doença hormonal quando se tornam idosos. Por sinal, ela é bastante comum nos felinos.

Os sintomas mais frequentes são dificuldade de urinar, vômitos, muito apetite e perda de peso ao mesmo tempo, e bastante sede.

Assim como acontece com a gente, o tratamento da diabetes felina é por meio da insulina e do controle de ingestão de açúcares. Além disso, o veterinário deve prescrever uma dieta balanceada e personalizada para a condição do pet.

Como evitar as doenças transmitidas pelos animais?

Algumas doenças são conhecidas como zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas do animal para os humanos. Portanto, todo cuidado é pouco para garantir a saúde do pet e da sua família. Entre as mais comuns, estão alergias, sarna, raiva, leptospirose e toxoplasmose.

Para evitar o contágio, é ideal adotar algumas medidas preventivas, como:

  • manter os ambientes que o animal frequenta sempre limpos, desinfetados e higienizados;
  • ter cuidado com as patas, limpando-as após passeios;
  • manter a vacinação em dia;
  • lavar sempre as mãos depois de brincar com o animal;
  • usar luvas na hora de recolher as fezes do pet;
  • evitar que o bichinho suba em sofás ou nas camas, principalmente se tiver ido à rua;
  • manter a caixa de areia sempre limpa.

Esperamos que após a leitura deste post você tenha tirado suas dúvidas sobre as principais doenças de animais e que se sinta mais preparado para ajudar o seu pet quando ele apresentar algum sintoma diferente.

Use este post como um material de consulta, recorrendo a ele sempre que surgir algum questionamento ou incerteza sobre o comportamento do seu animal!

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Como deixar o pet em casa sozinho? 7 dicas para começar hoje

Cães observando pela porta

Cães observando pela porta

Descobrir uma forma de deixar o pet em casa sozinho é uma dúvida muito frequente de quem tem um animal de estimação. Seja ele um cão ou um gato, muitos apresentam bastante dificuldade em aceitar a ausência do dono.

Você também está passando por essa situação? Então confira 7 dicas que preparamos neste post para ajudá-lo a lidar com esse problema.

1. Crie este hábito desde cedo

O mais indicado é criar no animal o hábito de ficar sozinho desde cedo, principalmente se você e quem mais morar em sua casa passarem muito tempo na rua.

Uma dica é restringir o espaço que ele vai ter acesso, deixando apenas itens necessários, como brinquedinhos, potes de água e ração e o tapete para fazer as necessidades.

2. Passeie frequentemente com o animal

Essa é uma dica especial para quem tem um cachorro. Para facilitar a adaptação do animal à sua ausência, pratique algum tipo de atividade física com ele, nem que seja dar um passeio toda manhã antes de sair de casa. Dessa forma, ele vai gastar energia e vai ter passado um tempo com você.

Sair com gatos já é mais difícil, mas uma solução para exercitá-lo é investir em uma brincadeira que faça com que ele se movimente e se canse.

3. Garanta que o ambiente esteja seguro

É imprescindível garantir que todos os cômodos da sua casa são seguros se você vai deixar um pet em casa sozinho. Algumas providências são:

  • deixar as portas fechadas ou com algum peso segurando-as, de modo que não se feche e machuque o animal;
  • colocar telas nas janelas;
  • manter objetos e alimentos perigosos longe do alcance do cão ou gato.

Avalie em sua casa qualquer outro tipo de cenário que pode vir a ser perigoso para o seu pet, ok?

4. Proporcione a ele alguma ocupação durante sua ausência

Outra dica muito útil para deixar o pet em casa sozinho é dar a ele brinquedinhos ou objetos específicos que deixarão o animal entretido. Dessa forma, ele não vai se entediar e procurar alguma atividade perigosa ou que chame a sua atenção, como fazer xixi fora do lugar, estragar algum item ou arranhar os móveis — por sinal, ter um arranhador para gatos é muito importante.

5. Mantenha uma rotina

Manter uma rotina é uma dica muito interessante para quem tem um gato, pois são animais que levam um tempo para se acostumar a mudanças. Alimente-o sempre nos mesmos horários, determine um período para brincar com ele e também para fazer a limpeza da caixa de areia. Estabelecer esses costumes vão deixá-lo mais tranquilo e com a sensação de segurança.

6. Evite despedidas demoradas

Fazer longas despedidas provoca no animal a sensação de abandono, o que pode aumentar a ansiedade dele. Portanto, o indicado é deixar o seu lar sem fazer muito alarde, como se essa fosse mais uma atividade rotineira.

Essa orientação também vale para o momento da sua volta. Chegue em sua casa, faça o que deve fazer e, somente então, faça uma festa com o seu cão ou gato. Ele apenas deve associar o carinho a momentos de felicidade.

7. Dê atenção ao pet quando estiver em casa

E se você passa muito tempo na rua, seja estudando ou trabalhando, é mais do que obrigatório dedicar ao seu pet um momento de atenção. Assim, ele saberá que mesmo que o dono fique ausente por algumas horas, quando voltar vão passar um tempo de qualidade juntos.

Conhece alguém que tenha um animal de estimação e que também está tendo dificuldade em deixar o pet em casa sozinho? Então compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas informações com outras pessoas!

Plataforma para cuidar do pet: o que é e por que investir?

Cão com mulher olhando notebook

Cão com mulher olhando notebook

Você ainda é o tipo de pessoa que guarda dezenas de cadernetas de vacinação do seu animal de estimação? Tem até um caderninho sobre todo o histórico de saúde e comportamental do seu cão e gato? Precisa de uma agenda para não se esquecer de todas as atividades relacionadas ao animal?

Você já pensou em investir em uma plataforma para cuidar do pet? Por meio desse tipo de sistema, é possível armazenar todas as informações do seu animal de estimação em um só local, de maneira prática e acessível.

E o melhor de tudo: não vai ser mais necessário ocupar espaço guardando tudo isso em sua casa — todas as informações estarão disponíveis online.

Quer conhecer mais alguns benefícios de uma plataforma para cuidar do pet? Então continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Contribui para o controle de vacinação

Muito comum até recentemente, as antigas cadernetas de vacinação de papel eram até métodos eficazes de conservar o histórico de vacina do seu cão e gato. No entanto, com os avanços tecnológicos, já é possível manter esses dados online.

Com isso, além de não ser mais necessário guardar todas as cadernetas em uma gaveta, ocupando espaço e gastando papel, como já informamos, você não vai mais correr o risco de perder o documento, já que ele estará em um local seguro e de fácil acesso.

Além disso, essas plataformas costumam enviar lembretes, via SMS e e-mail, sobre as próximas datas de vacinação, ajudando-o a cuidar da saúde do seu pet.

Auxilia na gestão de atividades do animal de estimação

Outro ponto benéfico de investir em um sistema online para reunir todas as informações sobre o seu animal de estimação é que ele vai auxiliá-lo na gestão de atividades do animal.

Com a rotina agitada e repleta de compromisso que temos, é comum nos esquecer de todas as atividades que devemos realizar com o pet. Portanto, este sistema vai ser uma mão na roda para lembrá-lo de todas as demandas do seu cão ou gato, como consultas com veterinário, prática de exercícios, idas ao pet shop e, também, datas de vacinação.

Armazena de maneira prática informações do dia a dia do pet

Um modo bastante eficiente de perceber alterações comportamentais em seu pet é conhecendo-o muito bem. Assim, qualquer mudança em seus hábitos já despertarão a sua atenção.

Como a nossa memória pode vir a faltar, o ideal é que você mantenha anotações sobre o dia a dia e a rotina do seu pet — e as plataformas digitais permitem que você faça isso. Depois, em caso de dúvidas, é só acessar e conferir os seus registros.

Informa ao veterinário todo o histórico de saúde

Uma plataforma online que reúne todos os dados referentes ao seu animal de estimação também vai se mostrar imprescindível na hora de informar ao veterinário o seu histórico de saúde.

Dessa forma, caso o pet esteja com algum problema de saúde, o profissional terá em mãos informações embasadas e verdadeiras, que auxiliarão na identificação do que ele tem e no diagnóstico adequado.

Além disso, por meio dessa plataforma, o veterinário vai ter ciência sobre alergias ou outras doenças, podendo assim evitar a prescrição de remédios e tratamentos que podem não ser os mais indicados.

Já conhecia os benefícios de investir em uma plataforma para cuidar do pet? Quer ficar sempre por dentro das novidades que compartilhamos? Então, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em sua caixa de e-mail as tendências e dicas publicadas no blog!

Resgate de animais: como ajudar os animais abandonados?

Cão e gato deitados

Cão e gato deitados

Infelizmente, é comum encontrarmos cães e gatos abandonados nas ruas das cidades. No entanto, essa situação tem se tornado mais grave do que a gente imagina. Para você ter ideia, de acordo com a Organização Mundial de Saúde são mais de 30 milhões de animais vivendo nas ruas do Brasil — 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Diante dessa situação recorrente e que tem tomado proporções cada vez maiores, você já deve ter se perguntado mais de uma vez sobre o que pode fazer para ajudar no resgate de animais, não é mesmo?

Foi pensando nisso que produzimos este post. Nele, vamos explicar o que deve ser feito durante o resgate de animais e quais cuidados devem ser tomados. Confira:

O que fazer durante o resgate de animais?

Por estar na rua, o pet, provavelmente, estará bastante assustado e acuado. Portanto, o ideal é que você se aproxime com cuidado e vá conquistando a confiança dele aos poucos — no próximo tópico vamos explicar alguns cuidados que devem ser tomados ao pegar o animal.

Você pode, por exemplo, colocar um pote de ração à vista do pet e permitir que ele vá se aproximando por conta própria. Veja qual é a reação dele quando você chega mais perto e evite movimentos bruscos. Se for uma mãe com filhotes, por exemplo, ela pode estar com uma postura mais defensiva e todo cuidado é pouco.

Além disso, é importante checar se ele tem alguma identificação, pois, assim, você poderá entrar em contato com os donos e avisar que o encontrou.

Quais cuidados devem ser tomados?

Conquistou a confiança do cão ou gato de rua? O primeiro passo é observar a situação do animal. Ele aparenta estar machucado? Com feridas, pulgas ou carrapatos? Evite entrar em contato direto com ele, pois você não sabe se ele tem alguma doença ou se o temperamento está afetado por conta de todo estresse que está passando.

O ideal é envolver o animal com uma manta quando for pegá-lo e, se possível, colocar coleira e focinheira. Leve também uma caixa para transportá-lo, pois delimitar o espaço em que está ajudará a diminuir o medo dele.

Caso o animal esteja infestado com pulgas, existe um medicamento, o Capstar, que ajuda a conter a situação depois de 30 minutos da ingestão. Essa pode ser uma medida preventiva interessante.

Em hipótese alguma permita que o pet resgatado entre em contato com outros, caso você já tenha algum. Essa medida vai ser essencial para não permitir o contágio de doenças e parasitas.

Até decidir o que vai ser feito com o cão ou gato resgatado, é importante separar um espaço para ele, com água, ração e um jornal para que faça as necessidades. Além disso, lave sempre muito bem as mãos após qualquer tipo de contato com ele.

Se possível, leve o animal resgatado até uma clínica veterinária, essa ação é necessária para garantir que está tudo bem. Certamente, o profissional vai fazer alguns exames, indicar a vermifugação e, depois de garantir que a saúde dele está em dia, vaciná-lo. Considerar a possibilidade de castrá-lo também vai ser imprescindível.

Sabemos que todas essas medidas vão custar uma boa quantia. Nossa sugestão é que você faça uma campanha pedindo a ajuda de amigos, entre em contato com ONGs de proteção animal ou procure por hospitais veterinários gratuitos.

Não posso ficar com ele. E agora?

Por melhor que seja a sua intenção, nem sempre é possível ficar com o pet resgatado. Nesses casos, o ideal é entrar em contato com diferentes ONGs que recebem animais abandonados e verificar se elas podem recebê-lo.

Além disso, divulgue em suas redes sociais que esse animalzinho está precisando urgentemente de um novo lar. Peça também aos seus amigos para ajudar na divulgação, pois, assim, mais gente ficará por dentro da situação.

No entanto, não o entregue para a primeira pessoa que surgir. É importante reforçar a necessidade da adoção responsável, na qual temos certeza de que o futuro dono do animal vai cuidar bem dele, dando muito carinho e amor e garantindo o seu bem-estar.

É indicado que você vá até a casa da pessoa que vai adotá-lo e verifique se é um ambiente propício para que o pet viva bem. Para garantir que tudo corra bem, indicamos que você crie um termo de adoção, no qual a pessoa que vai ficar com ele se compromete a tomar algumas medidas — você encontra vários modelos na internet.

Já passou por alguma situação em que participou do resgate de animais? Tem alguma dica para compartilhar com a gente sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Cachorro seguro em casa: como tornar o ambiente seguro para o pet

Cão com criança

Cão com criança

Está pensando em ter um cachorro em casa? Pois saiba que não basta buscar o pet e levá-lo para o seu lar. Antes de mais nada, vai ser essencial tomar alguns cuidados e certificar se todos os espaços estão devidamente preparados e são seguros para recebê-los.

Foi pensando em quem está passando por esse tipo de situação, como você, que preparamos este post. Nele, listamos algumas dicas que, certamente, tornarão a sua casa um local em que o seu cão estará devidamente protegido. Confira:

Dicas de segurança para quem tem cachorro em casa

Confira se todos os cômodos da casa estão seguros

O primeiro passo é conferir quais perigos cada cômodo do seu lar pode oferecer para o cão. Gavetas se abrem com facilidade? É necessário comprar travas para as portas? O que fazer na cozinha para evitar que ele se aproxime do fogão quando ele estiver quente? A garagem tem algum item que possa vir a machucá-lo?

Essas e tantas outras questões devem ser solucionadas antes que o animal de estimação chegue em sua casa;

Nunca deixe objetos perigosos ao alcance do pet

Assim que um pet passa a habitar o nosso lar é preciso mudar alguns hábitos. Observar se itens perigosos estão com fácil acesso é um deles. É muito importante ter certeza de que objetos pequenos, tóxicos ou cortantes fiquem guardados em locais com tranca, de modo a dificultar que o seu cão os encontre.

Essa dica serve até mesmo para quem tem rede em casa. Em um momento que ninguém estiver prestando atenção nele, como de madrugada, ele pode sentir a curiosidade de entrar nela e, por não conseguir sair, acabar sufocando.

Não permita que o cão fique sozinho em uma piscina

A piscina oferece muitos perigos tanto para humanos quanto para os pets. Não é porque existe o “nado cachorrinho” que todo cão domina a habilidade de nadar. Por conta disso, é imprescindível ficar de olho quando o seu cão estiver em uma piscina ou tomar as ações necessárias para evitar que ele consiga entrar em momentos que não tem alguém por perto — uma dica é colocar uma capa resistente para tampar a piscina.

Além disso, cachorros com nariz achatado, como o Pug ou o Buldogue, podem não conseguir respirar enquanto nadam e, assim, afogar.

Coloque telas em todas as janelas

Essa dica costuma ser mais indicada para donos de gatos, mas também é bastante importante para quem tem um cachorro como animal de estimação, principalmente para quem mora em andares mais altos e com varanda.

Alguns cães podem se sentir atraídos por uma ave, por exemplo, e serem capazes de dar pulos altos e de longa distância. Por isso, não custa nada tomar esse tipo de precaução.

Tenha atenção redobrada com o que ele pode ingerir

Além de objetos pequenos, tóxicos e cortantes, que já mencionamos, redobrar a atenção com o que ele pode ingerir é mais do que indicado. Cuidado com os alimentos que são proibidos e também com os remédios, que podem intoxicá-los. Itens de limpeza e de cuidados com a higiene também devem ficar muito bem guardados.

Saiba quais plantas são tóxicas para animais

Se você tem plantas em casa, é muito importante saber quais podem envenenar o seu animal de estimação. Dessa forma, caso ele tenha a curiosidade de mexer nelas, não estará correndo perigo.

Garanta que ele não passe frio ou muito calor

Ter a certeza de que o seu animal de estimação não vai passar frio ou calor é outro cuidado que deve entrar na lista de cuidados de quem tem cachorro em casa. Verifique se o local em que ele vai passar a maior parte do dia proporciona uma temperatura agradável. O mais indicado é um ambiente que tenha momentos de sombra e, também, de sol.

Além disso, não deixe a vasilha de água exposta ao sol ou a caminha em um local que tenha corrente de vento.

Já conhecia todas essas dicas para quem tem cachorro em casa conseguir tornar o ambiente mais seguro? Que tal, então, assinar a nossa newsletter? Assim, você vai receber em sua caixa de e-mail todos os conteúdos que publicamos no blog!

Veja a importância de olhar as patinhas do seu pet

Pata de cão e mão humana

Pata de cão e mão humana

Você sabia que assim como outras partes do corpo (os olhos, ouvidos e boca), as patas do seu animal de estimação também necessitam de alguns cuidados específicos? Pois saiba que caso você não tenha o hábito de olhar as patinhas do seu pet com frequência, é preciso criá-lo o quanto antes!

No post de hoje, vamos apontar as principais características das patas de cães e gatos, explicaremos a necessidade de observar se está tudo bem com elas e como isso deve ser feito. Confira:

Quais são as principais características da pata do meu animal de estimação?

Você já reparou que o seu cão ou gato apresenta uma espécie de “almofadinhas” nas patas? Pois saiba que ela é muito importante e serve para proteger as patas do pet.

Por ter uma camada densa de gordura, ela tem diferentes funções, como:

  • orientá-lo sobre a mudança de terreno, enquanto estão correndo ou se movimentando;
  • proteção contra superfícies ásperas e que podem machucá-lo;
  • contribui para a transpiração do pet, por conta das glândulas sudoríparas da região que tornam possível que ali fique sempre seco;
  • impedem que eles sejam afetados pela temperatura do solo, protegendo os tecidos internos dos pés.

Qual é a real necessidade de olhar as patinhas do pet?

O ideal é que seja feita com frequência a avaliação das patas do seu pet, de modo a identificar se ele está com alguma alergia ou ferida no local. Esse hábito contribui para evitar que o seu animal de estimação sinta dores desnecessárias e que, caso esteja com algum problema, ele seja identificado o quanto antes.

Para quem tem cães e costuma levá-los para passear, por exemplo, procure após toda caminhada ver se está tudo bem.

É recomendado que cães que estejam com feridas em alguma parte da pata não andem em pisos que estejam quentes. Além disso, para evitar proliferação de bactérias, não use bandagens sem a devida orientação médica.

Portanto, assim que perceber qualquer alteração, leve-o para se consultar com um veterinário de confiança.

Como devo cuidar das patas?

Pensando em ajudá-lo, listamos algumas dicas do que deve ser feito para cuidar das patas do seu cão ou gato.

Cuidados com as patas dos gatos

Confira o crescimento das unhas

É muito importante ter um arranhador em casa, de modo que o seu gato se sinta à vontade para arranhá-las e mantê-las curtas. Lembre-se de que unhas grandes podem afetar o andar deles e até causar quedas.

Acompanhe se ele está com dificuldade para andar

Gatos gostam de ir em lugares altos e costumam pular longas distâncias. Por conta disso, é imprescindível sempre observar se ele está se locomovendo com dificuldade, pois pode ser um sinal de que tem algo errado com a pata dele.

Cuidados com as patas dos cães

Faça a tosa higiênica

A tosa higiênica da região é muito importante, tanto em relação à tosa dos pelos como, também, em manter as unhas sempre cortadas. Quando estão grandes provocam desconforto, podendo afetar até o modo de andar do animal.

Verifique a temperatura do solo

É ideal verificar a temperatura do solo antes de levá-lo para passear, principalmente em dias mais quentes ou no verão. Essa prática é muito importante para evitar que ele possa se queimar.

Para garantir que o piso é seguro, deixe a sua mão nele por cerca de 30 segundos. Se perceber que a temperatura está agradável, o passeio está liberado.

Observe o comportamento do pet

Alguns comportamentos, como lamber a pata constantemente, pode indicar que o seu cão está com alguma alergia, problemas psicológicos, hormonais, pele seca e até com parasitas. Caso isso persista, leve-o ao veterinário.

Já conhecia a importância de sempre olhar as patinhas do seu pet? Então continue renovando os seus conhecimentos para garantir a saúde e o bem-estar do seu cão ou gato! Leia o nosso post e aprenda como dar remédio para um animal de estimação!

Como medir a temperatura do cachorro? Veja agora!

Cão se esquentando

Cão se esquentando

Assim como desânimo, vômito, diarreia, falta de apetite, a temperatura do cachorro quando está elevada pode ser um sintoma de que há algo errado com saúde dele.

No entanto, apesar de muitos acharem que basta colocar a mão no focinho do animal para identificar a temperatura corporal dele, esta não é a prática mais indicada ou, até mesmo, correta. A temperatura natural de um cão é normalmente mais quente que a humana e isso pode alertá-lo sem motivo.

Portanto, no post de hoje, vamos mostrar a importância de medir a temperatura do pet, falaremos qual é a temperatura normal de um cão e compartilharemos o passo a passo de como a medição deve ser feita. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto:

Por que medir a temperatura do pet?

O principal motivo para medir a temperatura do pet é descobrir se ele está doente ou não. A febre costuma ser um sintoma de alguma doença, provocada tanto por vírus como por bactérias.

No entanto, é preciso levar em consideração todo o contexto do animal. Caso ele tenha se exercitado, provavelmente a temperatura dele vai ficar mais elevada por alguns instantes. O ideal, dessa forma, é que a temperatura seja medida assim que ele estiver descansado.

Qual a temperatura normal de um cachorro?

A temperatura normal de um cachorro é cerca de 3 graus acima da humana. Por conta disso, quando for avaliar a do seu pet, não se preocupe se ela estiver entre 37,5º e 39º, pois estará dentro dos valores adequados.

Uma curiosidade dos animais considerados de sangue quente, como é o caso dos cães e dos gatos, é que eles são capazes de manter a temperatura independentemente do ambiente. Porém, isso não quer dizer que eles não precisam ser aquecidos em dias mais frios, ok? Apenas indica que a temperatura deles não vai sofrer variações de acordo com o clima.

Como medir a temperatura?

Um dos primeiros sinais de que um cão pode estar com febre é se ele se mostrar mais quieto e sem energia. Nesses casos, ele não vai ter tanta vontade de brincar e a comida vai ser deixada de lado.

Se perceber essa alteração no comportamento dele, é ideal que a medição da temperatura seja feita. Para tanto, você vai ter que:

  • ter um termômetro tradicional;
  • deixá-lo em pé nas quatro patas (se necessário, peça o auxílio de outra pessoa para manter o pet quieto);
  • lubrificar o termômetro com vaselina ou óleo mineral, de modo que ele não cause qualquer tipo de desconforto no animal;
  • introduzir o termômetro no ânus do cachorro por cerca de dois minutos ou até ele apitar (se for desse modelo);
  • verificar se a temperatura está acima de 39,5º. Nesse caso, leve-o para se consultar com um veterinário, para identificar o que está causando a febre.

Já existe disponível no mercado um termômetro específico para cães e que é utilizado pelos veterinários. Com ele a temperatura é avaliada por meio do ouvido. O único ponto negativo é que o preço desse equipamento é mais salgado.

Agora que você já aprendeu a medir a temperatura do pet, leia o nosso post e saiba como dar remédio para o seu animal de estimação!