Saúde dos gatos: porque eles espirram?

Gato observando

Gato observando

Seu felino está tranquilo brincando e, de repente, começa a espirrar. Antes de achar que ele já tem alguma doença grave, pare e respire. Lembre-se de que, assim como acontece com a gente, o espirro por si só não é um indício de problema grave de saúde dos gatos.

No post de hoje, listamos os principais motivos para um felino espirrar e quando você deve se preocupar. Confira:

Por que os gatos espirram?

Muitos são os motivos que podem causar um espirro em um gato. Normalmente, se isso acontece de maneira espaçada e ocasional, não há motivos para se preocupar.

Porém, se o espirro vem acompanhado de outros sintomas, o ideal é que o dono fique alerta e saiba o que pode ser um sinal de problema de saúde dos gatos. Abaixo, listamos os principais:

Corpo estranho na narina

Se o seu gato está espirrando diversas vezes seguidas e está passando a patinha no focinho, pode ser um sinal de que ele está com algum corpo estranho preso na narina. Portanto, o primeiro passo é verificar se tem algo e se você consegue retirá-lo.

Alergia

Seja por conta de algum produto que está sendo utilizado em seu lar ou porque o felino ingeriu algum alimento proibido, a alergia é outro motivo que tem como sintoma provocar espirros em um gato.

Infecção viral

Outra razão para o seu gato espirrar é o contato com algum bichano que esteja com uma infecção viral. Por exemplo, se você tem mais de um gato em casa e um deles está com esse problema, o ideal é que eles não dividam as tigelas de ração e água.

É indicado ter atenção redobrada com um pet quando ele apresenta esse tipo de doença, pois quando se desenvolve para uma pneumonia, por exemplo, as consequências são graves.

Rinite

Além do espirro o seu felino também está apresentando um corrimento nasal? Então pode ser um indício de que ele está com rinite. Para que ela não evolua e se transforme em uma rinite crônica, o indicado é marcar uma consulta com o veterinário, pois, assim, ele pode apontar o que está causando isso e qual o melhor tratamento.

Imunodeficiência felina

Também conhecida como HIV felina, essa doença pode ser transmitida por meio da mordida ou durante uma briga com outro felino — ela é muito comum naqueles que costumam sair de casa sem o devido acompanhamento do dono.

Portanto, é imprescindível que você não permita que o seu gato faça passeios externos sem a sua presença, para evitar que ele, fuja, se machuque ou pegue alguma doença.

Problema dentário

Problemas dentários também podem provocar espirros em seu pet e só o veterinário pode apontar se este é o real motivo para ele estar apresentando o sintoma.

O que fazer quando o espirro é frequente?

Primeiramente, é importante observar se o seu animal de estimação está apresentando outro sintoma além do espirro, como corrimento nasal, letargia, dor, sangramento, falta de apetite, ruídos ao espirrar etc. Dessa forma, você saberá prover melhor as informações necessárias para o veterinário identificar o que o pet tem.

No entanto, para não ter dúvidas de que está tudo bem com a saúde dos gatos, o ideal é levá-los para se consultar o quanto antes. O profissional apontará o diagnóstico e, se for preciso, prescreverá o tratamento adequado.

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que levam o gatinho a espirrar, fique sempre de olho nele. Caso ele passe a apresentar qualquer um dos sinais que citamos neste post, não dê bobeira, leve-o ao seu veterinário de confiança.

Gostou de receber essas dicas sobre o porquê do seu pet espirrar e quer deixar os seus amigos informados sobre a saúde dos gatos? Então compartilhe este post em suas redes sociais e divida com eles essas informações!

A importância de agendar as atividades do seu animal de estimação

Familia com cachorro

Familia com cachorro

Você, certamente, deve ter uma rotina de atividades que realiza, visando garantir que a sua saúde fique em dia — seja ao manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas, ir a médicos, realizar exames etc.

Saiba que, para o seu pet, também é muito importante ter uma agenda de tarefas atualizada e completa, pois, assim, será possívelmanter um acompanhamento de tudo o que ele precisa fazer ao longo dos dias.

No post de hoje, vamos explicar o porquê de ser ideal criar uma agenda para o seu animal de estimação, independentemente dela ser física ou digital, e quais devem ser as tarefas que deverão ser anotadas nela. Confira:

Por que ter uma agenda para o animal de estimação?

São tantos os compromissos que temos em nossa rotina que, contar com o auxílio de uma agenda para nos lembrar o que devemos fazer, é imprescindível — e isso vai se mostrar muito relevante também para as tarefas do seu pet.

Quais atividades devem ser marcadas na agenda?

Para ajudá-lo, listamos algumas das atividades mais frequentes e comuns na rotina de um animal de estimação e que você precisa anotar na agenda dele.

Idas ao pet shop

Com que frequência o seu cão vai ao pet shop para tomar banho, ser tosado e cortar as unhas? Para não se esquecer, anote todos esses dados em sua agenda e garanta que a higiene dele esteja adequada.

Se você mescla idas ao pet shop com banhos dados em casa, também é indicado que isso conste em suas anotações. Não se esqueça que o ideal é que um cão de pelo curto, por exemplo, tome banho no máximo duas vezes por mês. Já os que apresentam o pelo longo, o banho pode ser semanal.

Datas de vacinas

Nós já comentamos neste post a importância de manter um controle preciso da vacinação do seu cão. Portanto, essa deve ser mais uma das atividades do seu animal de estimação que deve estar presentes em sua agenda.

Anualmente, o cão recebe o reforço da vacina polivalente, que tomou quando era um filhote. Além disso, existem outras que precisam ser dadas para garantir a saúde dele, como a vacina contra a raiva.

Consultas periódicas com o veterinário

Não é porque o cão está sem apresentar algum sintoma ou comportamento diferente que podemos garantir que ele está saudável. Para não ter nenhuma dúvida com relação a isso, dependendo da idade do animal, é preciso levá-lo periodicamente para se consultar com o veterinário.

A quantidade de consultas que um filhote precisa não será a mesma de um adulto e nem de um idoso. Ou seja, ao longo da vida do seu pet, a agenda dele também vai se alterando, o que demonstra a importância de mantê-la atualizada.

Um filhote precisa de um acompanhamento mais próximo, pelo menos uma vez por mês, de modo que o veterinário seja capaz de acompanhar a sua evolução. Quando ele se torna um adulto, a frequência passa a ser anual, caso ele não aparente nenhum problema.

Ao se tornar um idoso, porém, os cuidados voltam a ser redobrados, tornando preciso que ele se consulte a cada seis meses.

Gostou dessas dicas para manter uma agenda de atividades do seu animal de estimação atualizada? Então assine a nossa newsletter e receba muitas outras novidades e informações sobre o mundo pet!

Ração para gatos ou feita em casa: qual é melhor opção?

Gato comendo

Gato comendo

Se tem uma dúvida que é recorrente e que aflige muitos donos de gatos é qual a melhor forma de alimentar o animal de estimação: ração industrializada ou caseira?

Pois saiba que não é só você quem lida diariamente com essa questão, já que este é um assunto que chega, até mesmo, a dividir a opinião de profissionais. Enquanto alguns acreditam que a ração para gatos industrializada é a mais indicada, outros preferem que eles sejam alimentados apenas com refeições caseiras.

Para acabar com as suas dúvidas, no post de hoje, vamos listar as vantagens e desvantagens dessas formas de alimentar o pet, auxiliando, portanto, a sua escolha. Confira:

Ração para gatos industrializada: vantagens e desvantagens

As opções são muitas: você vai encontrar opções como a standart, super premium, para filhote e adultos, e até para gatos castrados ou obesos. Além disso, as rações industrializadas podem ser encontradas em 3 variedades: secas, semi-secas e enlatadas.

Alternar entre essas possibilidades é o mais indicado para garantir que ele tenha uma alimentação balanceada e de qualidade. Abaixo, listamos algumas vantagens e desvantagens da ração industrializada.

Vantagens

Uma das principais vantagens que os alimentos industrializados propiciam aos felinos é que eles já costumam apresentar a quantidade necessária de nutrientes para mantê-los com a saúde em dia.

Outro ponto positivo das rações industrializadas é que elas influenciam na longevidade do pet, aumentando os anos de vida e evitando que eles desenvolvam algumas doenças, como as de deficiência nutricional ou problemas osteoarticulares.

Desvantagens

Assim como em relação à higiene, o seu felino vai se mostrar bastante exigente com a ração que vai alimentá-lo. Portanto, o ideal é que você observe qual vai ser do agrado dele.

Para ter certeza de que gosta da ração, ele, provavelmente, vai cheirar o pote, experimentando o conteúdo e analisando a textura. Caso não goste, logo vai se afastar de onde a ração está e não voltará a comê-la.

É importante que você se lembre, porém, que existem diferentes tipos de ração, influenciando na quantidade de nutrientes, vitaminas e demais benefícios para a saúde e bem-estar do animal.

Portanto, ao oferecer uma ração de má qualidade ao seu pet, além de aumentar as chances dele nem chegar perto dela, mesmo que ele goste, pode não propiciar o que ele precisa para se desenvolver.

Refeições caseiras: quando é indicada

Não pense que a refeição caseira servida ao seu gato é a mesma preparada para a sua família. Para que esse tipo de alimentação seja adequada, ela não deve, em hipótese alguma, ser condimentada.

Entre os alimentos que podem fazer parte da alimentação do seu gato, estão:

  • frango e peixe, tanto cozidos como grelhados (fonte de proteína);
  • vegetais;
  • cereais;
  • frutas;
  • leite (caso ele não tenha intolerância à lactose.

Normalmente, essa alimentação é adotada para ajudá-los a se recuperar de alguma doença ou infecção. Para não restar dúvidas, converse com o veterinário do seu gato. Veja a opinião dele e em quais casos ele acredita que a ração caseira é indicada, a quantidade ideal e o modo de preparo — aproveite e leia o nosso post com os 12 alimentos proibidos para gatos.

Este profissional também será de grande ajuda para orientá-lo sobre as melhores rações industrializadas e o quanto é necessário para manter o pet saciado e saudável.

Tirou as suas dúvidas sobre ração para gatos industrializada e refeições caseiras? Então não guarde essas informações apenas para você! Compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas dicas com seus amigos que também têm gatos!

Bem-estar do Pet: conheça 5 serviços que cuidam do seu animalzinho

Mulher com cachorro

Mulher com cachorro

Brinquedinhos, caminhas, a melhor ração, roupas divertidas ou para agasalhar: quem tem um animalzinho em casa não mede esforços em prol do bem-estar do pet. Foi exatamente assim que surgiram muitos dos serviços que hoje conhecemos como exclusivos aos peludos.

Neste post, listamos alguns desses produtos (e profissionais) que podem facilitar bastante a vida dos tutores, em especial dos mais atarefados. Confira e boa leitura!

1. Pet Taxi: resolvendo os problemas de transporte

O nome já diz tudo! O pet táxi foi criado para garantir o conforto dos pets durante o transporte em diferentes tipos de viagens. As empresas que prestam esse serviço podem ser acionadas tanto para uma simples ida ao veterinário quanto para traslados mais longos.

Quem tem pet grande sabe: quanto maior a raça, mais difícil o transporte e, infelizmente, menor o conforto para o animal. Pensando nisso, é comum que os carros utilizados sejam adaptados com caixas de transporte fixas e de diversos tamanhos.

Dê adeus à dificuldade de achar um táxi comum que aceite seu animalzinho e experimente esse serviço na próxima viagem!

2. Hotel e creche de animais: diversão garantida para os pets

Os hotéis para animais são uma ótima opção para quem costuma viajar bastante e não tem com quem deixar o seu fiel escudeiro. Os preços das diárias variam de acordo com os serviços ofertados.

Um desses serviços é a creche, que também pode ser contratada isoladamente. Essa é uma opção interessante para quem quer que seu pet socialize com outros animais e gaste bastante energia.

Ao optar por esse serviço, é importante observar se o local escolhido é criterioso no controle da vacinação dos pets que passam por ali — a saúde de um é a saúde de todos! Lembre-se, também, de fazer a identificação correta do seu peludo para que os profissionais saibam como agir em casos de emergência.

3. Pet Sitter: a babá de animais

A principal diferença da babá de pets para os dois últimos serviços aqui apresentados, é que o seu animalzinho não precisa sair de casa para receber atenção e cuidados.

As babás geralmente ficam responsáveis pelo passeio, pela alimentação e por quaisquer outras atividades previamente combinadas com os tutores. Pode ser uma excelente opção em épocas de viagem caso seu pet não se adapte bem aos hotéis ou ao convívio com outros amiguinhos.

4. Dog walker: a solução para a falta de tempo

Esse é um serviço mais específico que os oferecidos por hotéis, creches ou mesmo pelas babás de pets. O dog walker é responsável apenas pelo passeio do seu animal, uma boa saída para os dias mais atarefados.

Ainda assim, é comum que esses profissionais estejam capacitados a ensinar algumas técnicas de adestramento ao seu animalzinho, desde que também sejam remunerados para isso. O serviço é mais comum entre os pets caninos, mas também atende gatos que gostam de passear.

5. Plano de saúde animal: bem-estar do pet e tranquilidade do dono

O plano de saúde dos pets costuma ser semelhante ao dos tutores. Ele pode oferecer carência para algum serviço, mas trazer vantagens, como a possibilidade de escolha de profissionais e a certeza do atendimento.

Atualmente, existem várias opções no mercado: aqueles que oferecem cobertura total, os que são válidos para situações emergenciais e os que cobrem apenas exames e consultas. Vale a pena colocar os possíveis gastos na ponta do lápis e avaliar o que é melhor para o seu pet!

Agora que você já conhece mais sobre esses serviços que garantem o bem-estar do pet e, por consequência, o seu também, o que acha de assinar a nossa newsletter para receber mais conteúdos como este? Você não vai se arrepender. Até a próxima!

Veja como matar carrapato sem colocar a saúde do bichinho em risco

Cachorro com pessoas

Cachorro com pessoas

Você tem o costume de passear com o seu cachorro? Costuma levá-lo para áreas com grama ou que tenham outros cães e animais de estimação? Pois saiba que são nesses momentos em que são maiores as chances dele pegar carrapato.

Mas não basta apenas retirar aqueles que surgirem no pelo do seu cachorro. Para não colocar a saúde dele em risco, é preciso seguir alguns passos para matar carrapato, além de saber escolher a medicação adequada e o melhor anti carrapato.

No post de hoje, confira o que deve ser feito para afastar os carrapatos do seu animal de estimação.

Quais os perigos do carrapato para a saúde do cachorro?

Por ser um parasita, os carrapatos se alimentam do sangue do animal. O período mais intenso e em que eles costumam se reproduzir de maneira mais acentuada é durante o verão, mas regiões quentes podem sofrer com esse mal o ano todo.

Dentre os principais problemas provocados pelo carrapato estão as hemoparasitoses, também conhecidas como doença do carrapato, e alergias.

Como retirar e matar carrapato?

É preciso ter muito cuidado ao retirar e matar carrapato. Há quem tente fazer isso com as mãos (prática que é altamente imprudente) ou com o auxílio de uma pinça. Mas saiba que caso ele não saia por completo e os ferrões continuem na pele do cão, é possível que ele continue contaminado e tenha até uma infecção — o que certamente desencadeará problemas maiores.

A melhor forma para retirá-los, portanto, é colocar um pedaço de algodão com álcool no local em que está o carrapato. Deixe o algodão por alguns minutos e observe se o parasita vai se soltar sozinho — não é preciso nenhum medicamento após a retirada dos carrapatos da pele do cachorro.

Quando ele se soltar, com o próprio algodão você pode aproveitar para matá-lo, apertando-o com os dois polegares.

Observe, porém, se o seu cão não vai desenvolver uma alergia após esse procedimento. Em caso afirmativo, ele deve apresentar alguns sintomas, como: coceiras, lesões, inflamações e inchaço no local. Não hesite e leve logo o animal para uma consulta com o veterinário.

Como acabar de vez com os carrapatos?

Para ter a certeza de que o seu cão está livre desses parasitas, o indicado é que você faça uma vistoria no pelo após um passeio. Um dos melhores momentos para verificar a existência deles é enquanto o animal está dormindo, já que é quando os carrapatos preferem se locomover.

Além disso, é imprescindível levar o seu cão para uma consulta com o veterinário. Assim, ele poderá avaliar a situação do seu cão e indicar o melhor tipo de tratamento, caso ele já esteja com o parasita, e prevenção.

Atualmente, existem no mercado produtos que visam impedir que o carrapato se torne um parasita de animais de estimação, como sprays, coleiras, talcos, comprimidos e pipetas para despejar no pescoço do cão.

Busque, também, evitar locais com grande concentração de cães, que podem estar com o parasita e passar para o seu, e passear em ambientes com grama.

Um outro problema muito comum provocado pelos carrapatos é a infestação dos lares, sendo que é possível que eles se tornem parasitas em pessoas também. O ideal, nesses casos, é que o ambiente seja dedetizado, evitando que o parasita continue se reproduzindo e transmitindo doenças.

Você já conhecia os perigos e a forma ideal de matar carrapato sem colocar a saúde do seu cão em risco? Quer ficar por dentro de dicas e novidades como essa? Então, assine a nossa newsletter e receba em seu e-mail todos os nossos conteúdos!

3 razões para ter um controle preciso da vacinação de seu cachorro

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Como todos sabemos, muito melhor do que tratar uma doença é prevenir para que ela nem apareça. Por isso, a vacinação de cachorro é importantíssima! As vacinas são aliadas na tarefa de manter o seu amiguinho saudável e impedir que ele desenvolva uma série de doenças que podem, inclusive, representar um risco à vida do animal.

Você não quer ver seu cãozinho doente, não é mesmo? Então, pensando nisso, preparamos um artigo explicando um pouco sobre a importância de vacinar o seu cachorro. Acompanhe o nosso post e entenda um pouco mais sobre o assunto!

A ação das vacinas no organismo

Sempre que o organismo é infectado por algum vírus ou bactéria, o sistema imunológico ativa, automaticamente, mecanismos de defesa. Entretanto, nem sempre ele é bem-sucedido e o corpo acaba adoecendo.

As vacinas utilizam o próprio agente infeccioso que causa a doença como uma arma para combatê-la. Então, quando o nosso cãozinho é vacinado, ele é exposto a uma pequena quantidade do vírus ou bactéria com o objetivo de apresentá-lo ao agressor.

Com isso, o sistema imunológico do animal é estimulado a produzir anticorpos específicos para responderem a um eventual ataque. Basicamente, as vacinas ensinam o organismo a ativar suas defesas por meio da memória: ele se lembra do contato prévio com o agente agressor e inicia seu processo de defesa.

A importância da vacinação de cachorro

A vacinação de cães é importante porque é a melhor forma de protegê-los contra doenças virais, bactérias e micro-organismos nocivos. Quando os filhotes vêm ao mundo, eles ainda não têm o sistema imunológico bem desenvolvido, então não são capazes de lutar contra as doenças de forma eficaz.

Até então, sua resposta a agentes agressores depende dos anticorpos adquiridos na amamentação, pelo leite da mãe, mas esses anticorpos não são capazes de proteger o cãozinho contra muitas doenças.

As doenças virais, como a Cinomose e Parvovirose, são as que mais matam filhotes, mas afetam animais em qualquer idade. Além disso, há doenças que podem ser transmitidas, inclusive, para os seres humanos, por exemplo, a Raiva e Leptospirose.

O cronograma de vacinação

A vacinação de cachorro deve ser feita em qualquer idade, mas o início do ciclo de prevenção deve ser iniciado a partir dos 45 dias de vida. Em animais adultos que não foram vacinados ou naqueles sem histórico, também devem ser administradas vacinas preventivas, conforme a orientação de um veterinário.

Veja abaixo como é feito o cronograma de vacinas:

Vacina polivalente

Deve ser ministrada aos 45 dias de vida, e protege contra as seguintes doenças virais:

  • Cinomose;
  • Parvovirose;
  • Adenovirose;
  • Coronavirose;
  • Hepatite;
  • Parainfluenza;
  • 4 tipos de leptospirose.

Para filhotes, a polivalente deve ser administrada em mais duas doses de reforço, cada uma após 21 dias da dose anterior. Depois desse ciclo, o animal deve receber doses anuais de reforço.

Vacina contra Raiva

A vacina contra Raiva deve ser dada assim que o animal completa 4 meses de vida, pois já está com o sistema imunológico mais desenvolvido. Após essa dose, deve-se fazer o reforço com uma dose por ano.

As vacinas acima são consideradas como obrigatórias a qualquer cãozinho, mas há outras que também são importantes, como a contra leishmaniose e giardíase, por exemplo.

3 motivos para controlar a vacinação do seu cãozinho

1. Deixa o animal protegido

A vacinação de cachorro é a melhor forma de deixar seu amiguinho protegido contra diversas doenças. Além disso, o procedimento contribui para o bem-estar do cachorro, que terá uma vida mais longa e com muito mais saúde.

2. Proporciona maior controle sobre períodos de imunização

A carteira de vacinação é a melhor forma de você não se descuidar da saúde do seu cachorro. Com ela, você não se esquece de quando devem ser dadas as doses de reforço e mantém o animal sempre protegido.

3. Reduz o índice de contaminação

Você contribui para a saúde de todos os animais. Quando se vacina um cãozinho, as chances de disseminação de doenças reduzem, contribuindo para a proteção geral da população de cães e de seres humanos, no caso de doenças zoonose.

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Cães e gatos sofrem no verão

cao ventilador

Verão, sol, mar e calor – muuuito calor. E não é só a gente que se incomoda com isso: os termômetros começam a subir e cães e gatos ficam ofegantes, abatidos e mal humorados. Para amenizar o sofrimento deles – e o seu, já que dono nenhum gosta de ver seu cão ou gato passando mal –, conversamos com a veterinária Luciana Rech e preparamos essas dicas.

 

Fique atento aos sinais de calor: É preciso saber identificar quando o animal está com muito calor: sua boca fica aberta, a respiração ofegante e ele procura se deitar no piso frio com as patas traseiras abertas. Um truque que pode amenizar o desconforto na hora é molhar as patinhas dele. “Alguns cães colocam as patas dentro do potinho de água, mas, caso o seu não faça, é preciso dar uma mãozinha”, sugere a veterinária.

 

Cães de focinho achatado sofrem mais: Se você tem um boxer, um buldogue, um pug ou outro cachorro de focinho achatado, a atenção precisa ser redobrada. Isso porque cães nesse perfil sofrem de síndrome braquicefálica, já que tem traqueias menores que o normal. “Cães braquicefálicos, se expostos a calor intenso, podem até morrer”, alerta. O problema é tão sério que algumas companhias aéreas se recusam a transportar esses animais.

 

Não deixe seu bichinho no carro: Muito cuidado na hora de viajar com seu animal. Em trajetos de média ou longa distância, procure investir em telas de janela, que protegem dos raios de sol. Faça paradas com frequência, para dar água fresca a ele. E nunca, jamais, em hipótese alguma deixe seu cachorro ou gato preso no carro, mesmo se os vidros ficarem abertos. O veículo superaquece muito rápido, e os animais tendem a passar mal.

 

Animais de pelo escuro sofrem mais: Sabe quando usamos uma roupa escura e sentimos mais calor do que quando estamos com roupas claras? Com os animais é a mesma coisa. “Os que tem pelagem escura sofrem bem mais”, garante Luciana. Os que tem pelos brancos, no entanto, estão mais expostos aos raios solares e, consequentemente, ao câncer de pele (sim, animas também podem contrair a doença). “O ideal é passar protetor solar próprio para cães e gatos. Atenção especial para o nariz e as orelhas, que estão mais expostos”, recomenda.

 

Raças de inverno precisam de refresco: Raças adaptadas ao inverno – tais como o Husky siberiano, o Malamute do alaska e o Bernese – podem precisar de ar condicionado ou ventilador para suportar o verão brasileiro. Esse hábito não é questão de “tratar o bicho como gente”, mas sim de respeitar a temperatura que o animal consegue suportar.

 

– Uma dica básica, mas que vale reforçar: tose os animais ainda no começo do verão. Para entender a importância desse cuidado, clique aqui.

Descubra as doenças de cachorros mais comuns!

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Assim como os humanos, nossos animais de estimação precisam de muitos cuidados para permanecer saudáveis. Afinal, são várias as doenças que podem afetar os cachorros, comprometendo sua saúde e sua qualidade de vida.

Como eles não podem transmitir para nós diretamente o que estão sentindo, precisamos ficar atentos para perceber quando algo estiver diferente com nossos bichinhos. Para tanto, é necessário conhecer melhor quais são as doenças de cachorro mais comuns, para que possamos saber o que deve ser feito para identificar, tratar e prevenir cada uma delas e, assim, cuidar bem de nossos pets.

Portanto, no post de hoje, apresentamos as doenças de cachorro mais comuns, para você ficar de olho e manter seu animal saudável e feliz. Fique atento, pois algumas atingem também os gatos! Vamos lá?

Depressão

Seu cãozinho está se comportando de forma diferente? Mais desanimado, sem apetite, recusando as brincadeiras habituais? Então, ele pode estar deprimido. Esse quadro pode ser resultado de grandes alterações na vida do animal, como mudança de ambiente ou de rotina, separações repentinas dos donos ou outros animais e sentimento de solidão.

Ainda não existem muitos estudos que expliquem como a depressão afeta biologicamente o corpo dos animais, mas tanto os cães como os gatos costumam demonstrar sua angústia ao se lamberem compulsivamente em alguns locais, como nas patas ou no dorso.

O melhor tratamento para a depressão canina é a atenção. Brinque bastante com seu bichinho e leve-o para passear com frequência, pois atividades físicas e contato com o ambiente externo são de grande ajuda para o bem-estar do seu amigo.

Obesidade

Sim, os animais também têm um peso ideal e, se não se alimentarem adequadamente, podem ficar obesos! Isso pode gerar uma série de complicações, como desenvolvimento de diabetes, problemas na coluna e articulações e outros problemas de saúde muito graves.

Portanto, para evitar a obesidade, alimente seu cão de acordo com o porte e  necessidades dele, fornecendo uma ração de qualidade e na quantidade indicada pelo fabricante. Além disso, é importante levá-lo para passear e brincar com ele com frequência, incentivando-o a gastar bastante energia e, assim, manter a forma e a saúde!

Otite

A otite é uma simples inflamação do ouvido, porém, se não for tratada adequadamente, pode se agravar e colocar a vida do animal em risco. Cães e gatos com otite apresentam uma coceira insistente nas orelhas, que pode levá-los a ficar balançando a cabeça devido ao incômodo. Outro sinal possível é um odor diferenciado, causado pela secreção escura ou amarelada característica da doença.

Para evitar esse problema, proteja os ouvidos do seu cachorro durante o banho. Além disso, a higienização dessa parte do corpo deve ser feita separadamente, com algodão levemente umedecido e muito cuidado.

Giardíase

Muito comum entre os cães, a giardíase deve ser tratada o mais rapidamente possível, para evitar o contágio de outros animais ou dos donos. Causada por parasitas, a doença atinge o estômago e o intestino, prejudicando a digestão e a absorção de nutrientes.

Geralmente, a giardíase provoca diarreia, vômito, perda de peso, dores abdominais e perda de apetite. Portanto, se seu pet apresentar algum desses sintomas, leve-o imediatamente ao veterinário e descubra qual é o melhor tratamento para ele!

Raiva

A raiva é uma doença muito grave e perigosa, tanto para os animais quanto para os humanos. Provocada por um vírus e altamente contagiosa, ela pode ser contraída através de mordidas, arranhões ou lambidas.

Seus sintomas estão relacionados ao sistema nervoso, podendo incluir espasmos musculares e alteração brusca no comportamento do seu melhor amigo. A melhor maneira de prevenir-se contra a doença é manter a vacinação do cachorro em dia!

Nossos cães de estimação correm muitos riscos todos os dias. Por isso, é fundamental mantê-los protegidos e prevenidos, com as vacinas e vermífugos em dia, em um ambiente limpo e com a alimentação adequada. Além disso, é essencial levar o seu bichinho ao veterinário regularmente, principalmente quando perceber que ele está diferente.

Agora que você já conhece quais são as doenças de cachorro mais comuns, fica mais fácil cuidar do seu melhor amigo! Quer continuar aprendendo mais sobre como cuidar melhor do seu pet? Então, siga-nos no Facebook, no Instagram, no Twitter, no LinkedIn e no YouTube!

Veterinária, cuidados básicos – Entrevista com Graziela Morante

veterinária cuidados básicos saúde pets

A terceira entrevista do Blog do Pata tem foco em cuidados básicos de saúde. Conversamos com a veterinária Graziela Morante, e ela nos fala um pouco sobre pontos importantes nos cuidados básicos que todos nós precisamos ter, para garantir aos nossos pets uma vida mais saudável e prolongada!

Assista, e não se esqueça de comentar abaixo!

É verdade que existe otite canina e felina?

otite canina e felina

otite canina e felina

Otite é o nome dado a uma inflamação que se desenvolve no ouvido, e o tecido que reveste o canal auditivo é o local prejudicado nessa situação. Assim como os humanos, os animais também podem acabar apresentando a doença.

Vamos explicar para você como a otite aparece em cães e gatos e qual é a melhor medida a ser tomada, assim você poderá identificar os sintomas com mais facilidade e ajudar seu pet o mais rápido possível. Confira!

Como a otite canina e felina se manifesta?

A otite pode se apresentar em sua forma aguda ou crônica. No primeiro caso, o canal do ouvido passa por curtos episódios de inflamação, que são curados quando sua causa é identificada e um tratamento é feito.

A otite crônica é mais complicada, pois as inflamações no ouvido são frequentes e, em geral, se dá por mais de uma causa. Nessa situação, todas as causas precisam ser encontradas para que o tratamento seja efetivo. Inflamações que duram um longo tempo podem endurecer e espessar o canal auditivo.

Caso não ocorra o tratamento adequado, o animal pode perder a audição, sendo impossível recuperá-la.

Quais são as causas da doença?

Há vários fatores que podem propiciar a inflamação, e encontrá-los é uma tarefa desafiadora. Os riscos aumentam quando seu companheiro está com o canal auditivo obstruído, quando este se encontra úmido em excesso, quando desenvolve uma doença autoimune ou devido à fisiologia do canal auditivo. Formações como pólipos ou tumores também podem ser os causadores da otite felina e canina.

Fatores externos são as alergias, que mesmo aparecendo em outras partes do corpo podem atingir o ouvido, ou os parasitas, que são os fungos, as bactérias e os ácaros.

Qualquer trauma no canal auditivo pode propiciar infecções por bactérias e fungos. Limpezas exageradas ou feitas de maneira inadequada e a retirada de pelos pode irritar a mucosa do canal e causar sua deterioração.

E quais são os sintomas?

Os sintomas que podem identificar a doença são dor, inchaço no ouvido, coceira, espirros, mau cheiro e vermelhidão. O cachorro ou o gato com otite costuma ficar inquieto e estressado, balançando a cabeça e coçando a área afetada.

Por causa do incômodo, o animal pode se coçar tanto que a região fica com hematomas e dermatites. Quando a causa é bacteriana, pode aparecer pus; quando é parasitária, há excesso de cera marrom no canal auditivo.

Cães

A otite aparece em 20% dos cães. Raças que possuem as orelhas caídas ou grandes têm mais chances de desenvolver a otite canina, pois isso atrapalha a ventilação e a retirada da cera.

Gatos

A otite aparece em 2% na população felina.

Como é o tratamento?

O tratamento é realizado a partir do diagnóstico feito por um veterinário. Os remédios são antifúngicos, anti-inflamatórios e antibióticos. É possível que haja necessidade de cirurgia, se o caso for extremo. Não realize procedimentos caseiros para curar a otite, isso pode acabar levando seu animalzinho à falência.

Quais precauções devem ser tomadas?

Você pode evitar a doença fazendo a limpeza adequada, utilizando um chumaço de algodão com álcool na parte externa da orelha semanalmente. Não deixe água entrar no canal durante o banho, use algodões para proteger nessas horas.

Fique sempre atento ao seu animalzinho e identifique o quanto antes se tem algo errado acontecendo com ele. Caso seu cão ou gato esteja apresentando algum desses sintomas, procure um veterinário o quanto antes! Nossos bichinhos merecem o que há de melhor.

Para conhecer mais sobre seu cão, leia o post “a obesidade canina e seu tratamento”.