Saiba como fazer 3 brinquedos para gatos!

Gato em brinquedo

Gato em brinquedo

Provavelmente você já passou pela situação de receber algum produto e, após retirá-lo da caixa de papelão, lá estar o seu gato se divertindo, entrando e saindo da caixa. Ele faz a maior festa, não é mesmo?

Foi pensando nesses momentos que achamos interessante compartilhar algumas dicas de como fazer brinquedos para gatos! Assim, você garante a diversão dos bichanos e ainda economiza! Confira!

Saiba a importância de ter brinquedos para gatos

Antes de tudo, é muito importante reconhecer a importância de oferecer brinquedinhos aos seus gatos. Principalmente se o seu pet passa grande parte do dia sozinho, é ideal que ele tenha algo para brincar e gastar a energia, evitando que fique entediado.

Caso ele não tenha nada para fazer, pode muito bem buscar outras formas de ocupar o tempo, como usar os seus móveis de brinquedo. Além disso, os brinquedos garantirão o bem-estar, desenvolvimento e animação do pet, de modo que ele não fique prostrado e entre em depressão.

Aprenda a fazer brinquedos para gatos

Chegou a hora de colocar a mão na massa. Confira alguns brinquedos para gatos que você pode fazer em sua casa!

1. Bola de papelão

Esse brinquedo vai conquistar a atenção do seu bichano e fazer com que ele se movimente pela casa. Além disso, ele é fácil de ser feito e seus materiais não oferecem perigo ao pet.

Materiais:

  • papelão (pode ser um rolo de papel higiênico);
  • sininho ou guizo;
  • tesoura;
  • cola quente ou grampeador.

Modo de preparo:

  • corte cerca de 5 tiras de papelão — o tamanho vai depender de quão grande você deseja que a bola fique;
  • organize as tiras de modo que elas formem uma bola;
  • coloque o guizo ou o sininho no meio da bola;
  • use a cola quente ou um grampeador para fixar as tiras.

2. Porta-petisco

Por conta dos petiscos que ficam dentro deste brinquedo, os felinos podem se dedicar por horas na missão de tirar tudo o que há dentro dele.

Materiais:

  • garrafa pet;
  • tesoura;
  • petisco.

Modo de preparo:

Pegue a garrafa pet e faça um pequeno furo em algum ponto dela — ele deve ter um tamanho suficiente para que o petisco possa sair, mas não tão grande a ponto de eles saírem todos de uma vez.

3. Vaso de planta para gatos

Gatos costumam desenvolver um grande interesse por plantas. Como nem todas são seguras, uma dica é que você tenha um vasinho que eles possam brincar em segurança.

Materiais:

  • sementes de alpiste, trigo ou aveia;
  • vaso de planta;
  • terra.

Modo de preparo:

  • coloque a terra e as sementes escolhidas no vaso de planta;
  • águe diariamente e aguarde enquanto as plantas crescem — um pouco de água já é suficiente. Esse processo deve levar mais ou menos uma semana;
  • depois, é só colocar o vasinho em um local que o seu gato tenha acesso e deixar que ele se divirta.

Além de fazer os brinquedos, separe um momento do seu dia para brincar e interagir com o seu gato. Esse hábito vai ser importante para a saúde dele, pois estará se exercitando e para que ele se sinta acolhido em seu lar.

Gostou destas dicas de como fazer brinquedos para gatos? Então, divida este post em suas redes sociais e marque aqueles amigos que também são loucos por felinos! Eles, certamente, vão adorar conhecer estas informações!

Cuidados com pets: o que devemos observar no dia a dia?

Mulher abraçando cão

Mulher abraçando cão

Todo bom dono de cão ou gato sabe que é preciso manter alguns cuidados com pets. Levá-lo para se consultar com o veterinário com certa frequência, manter a vacinação em dia, ficar de olho na alimentação e garantir a higiene do animal e do espaço em que ele vive, são apenas algumas das responsabilidades que não podem ser deixadas de lado.

No entanto, no dia a dia, existem outros aspectos da vida do seu animal de estimação que devem ser observados, pois podem dar sinais de que há algo de errado com ele.

Para ajudá-lo a garantir que está tudo bem com o seu pet, explicaremos a importância de observar frequentemente o comportamento do seu animal e quais são os principais cuidados que devem ser tomados. Confira:

Por que é importante observar constantemente o comportamento do animal de estimação?

Um dos principais motivos para que estejamos sempre atentos aos menores sinais apresentados pelos nossos pets é o fato de algumas doenças serem silenciosas, ou seja, precisam de uma análise mais minuciosa para que sejam detectadas.

Portanto, conhecer a fundo o temperamento e os costumes do seu animal de estimação vai ser essencial para identificar o quanto antes se ele tem apresentado alguma mudança — seja comportamental ou física.

Para não correr o risco de esquecer algo, uma alternativa é manter anotações frequentes sobre tudo o que acontece com o seu pet — por sinal, existem plataformas online que facilitam anotar e manter em um mesmo local todas as informações relativas ao animal.

Quais são os principais cuidados com pets?

Abaixo, listamos alguns dos principais cuidados com pets que devem ser observados por você:

Queda de pelos

É normal que algumas raças tenham uma queda de pelos maior do que outras. Se você já tem o animal há algum tempo, já deve ter observado que, dependendo da época do ano, é comum que ele caia em maior quantidade.

No entanto, quando isso aumenta de proporção ou passa a provocar falhas no pelo do animal, pode ser que tenha algum problema — ele pode estar com sarna ou alergia, por exemplo.

Beber mais água do que o normal

Beber muita água — e, consequentemente, urinar mais vezes — também pode indicar que o pet está com algum distúrbio. No entanto, antes de pensar o pior, leve em consideração a alimentação do pet e a temperatura do dia, pois são fatores que influenciam diretamente.

Frequência que o animal urina

A quantidade de vezes que um cão ou gato urina, junto a outros sintomas, podem indicar doenças como diabetes, problemas renais, doenças hormonais etc.

Aspecto das fezes

As fezes do animal são bons indicadores sobre a saúde dele. É indicado, portanto, avaliar a consistência, coloração, se há algumaverminose ou sangue e algum outro indício de anormalidade.

Cães e gatos costumam defecar apenas uma vez por dia, dependendo do porte. O normal é que o cocô desses pets tenha uma consistência firme e que sejam úmidos. Diarreias ou fezes líquidas podem acontecer, mas, se persistirem, é preciso verificar o que pode estar causando isso.

Surgimento de caroços e feridas na pele

Tenha o hábito de observar a pele do seu animal, tanto em busca de feridas como de caroços. O quanto antes esses distúrbios forem identificados, maiores serão as chances de que o problema seja resolvido — como tumores, alergias, fungos e parasitas, problemas de pele etc.

Coçar-se exageradamente

Quando um cão se coça em demasia pode significar que ele está com algum parasita, como pulgas e carrapatos, ou que ele desenvolveu algum problema de pele.

Para não ter dúvidas, sempre que você observar alguma dessas situações, leve o animal ao seu veterinário de confiança, para que ele faça o diagnóstico adequado e, se for preciso, prescreva o tratamento indicado.

É muito importante que você esteja sempre de olho nesses sinais que o seu animal de estimação pode apresentar, de modo a garantir que os cuidados com pets estejam em dia e que ele se mantenha saudável e feliz.

Gostou deste post e quer se manter em dia sobre como certificar o bem-estar de um pet? Então aproveite para continuar em nosso blog e ler o nosso post sobre 5 cuidados básicos da saúde do pet!

Conheça 6 vacinas para cachorros e gatos: elas são indispensáveis!

Gato tomando vacina

Gato tomando vacina

Manter o animal aquecido, garantir o bem-estar, propiciar uma alimentação balanceada e de qualidade, dar amor e carinho, levá-lo ao pet shop para tomar banho e ao veterinário para tomar vacinas. Esses são alguns dos cuidados básicos e essenciais de quem tem um pet em casa e que não podem ser negligenciados.

No post de hoje, vamos explicar melhor a importância da vacina para cachorros e gatos, quais são indispensáveis e o porquê. Continue a leitura deste conteúdo e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Como manter a vacinação do pet em dia?

São tantas as nossas obrigações no dia a dia que, infelizmente, pode acontecer de esquecermos alguns compromissos. A data de vacinação do pet é uma tarefa que pode entrar nessa lista.

Para que isso não aconteça com você e o seu pet não fique sem a prevenção contra doenças perigosas, é muito importante apostar em um meio eficaz de lembrá-lo dessa obrigação.

Nossa sugestão é que você invista em uma agenda online do pet. Dessa forma, não precisa carregar com você um caderno físico e não será necessário conferi-lo com tanta frequência.

Ao investir em uma plataforma para cuidar do seu cão ou gato, você terá todas informações relativas a ele reunidas em um mesmo local e de fácil acesso. Além disso, costumam enviar e-mail ou SMSs para lembrá-lo sobre o próximo compromisso do pet. Muito prático, não é mesmo?

Por que manter a vacinação do pet em dia e quais são indispensáveis?

É imprescindível ter um controle rigoroso sobre a saúde do seu pet e manter a caderneta de vacinação dele em dia, pois isso vai ajudá-lo a mantê-lo saudável e vai prevenir que ele contraia diferentes doenças.

Abaixo, listamos 6 vacinas essenciais para cachorros e gatos. Confira:

Vacinas para cachorros

1. V10

Essa é a primeira vacina que o seu cão deve tomar. A primeira dose é tomada entre a sexta e oitava semana de vida, com reforços quando o animal completa doze semanas e dezesseis semanas. Além desse período no primeiro ano de vida do pet, essa vacina para cachorros deve ser reforçada anualmente.

A V10 é completa e o protege contra várias doenças: 4 sorotipos da leptospirose, Coronavirose, Parvovirose, Parainfluenza Canina, Adenovirose, Cinomose e Hepatite Infecciosa Canina.

É muito importante certificar que o cão não tenha contato com outros pets, enquanto não receber todas as doses iniciais, nem que saia de casa.

2. Gripe Canina

O cachorro deve tomar a vacina contra gripe canina com doze e dezesseis semanas. Ela é indicada para aqueles que convivem com muitos cães ou que frequentam hoteizinhos com frequência.

A vacina contra gripe canina deve ser reaplicada anualmente.

3. Giardíase

Essa é mais uma vacina indicada para aqueles pets que vivem em grupos de cães ou em ambientes úmidos. Por mais que não impeça que o animal contraia a doença, sua importância está no fato de tornar os sintomas mais brandos.

A primeira dose é dada com doze semanas de vida e o reforço com dezesseis semanas. Ela também deve ser reaplicada anualmente.

4. Antirrábica

A vacina antirrábica é aplicada pela primeira vez com dezesseis semanas de vida e reaplicada anualmente. Ela protege o pet da Raiva.

Fique de olho, pois o Governo costuma fazer campanhas de vacinação gratuitas contra essa doença.

Vacinas para gatos

1. V5

A V5 ou múltipla, como também é conhecida, é a vacina essencial para qualquer gato, pois o protege contra a Leucemia felina, Rinotraqueíte, Panleucopenia, Clamidiose e Calicivirose.

A primeira dose deve ser dada quando o felino completa seis semanas (até oito semanas) e deve ser reforçada com doze e dezesseis semanas. Além disso, é importante levá-lo para receber uma nova dose da V5 anualmente.

2. Antirrábica

Assim como acontece com os cães, a antirrábica deve ser aplicada em felinos pela primeira vez com dezesseis semanas de vida e reaplicada anualmente. Os gatos também são contemplados nas campanhas realizadas pelo Governo.

Como você pôde perceber, é muito importante manter a vacinação do seu pet em dia, de modo a garantir que ele tenha uma vida tranquila e saudável.

Tem ainda alguma dúvida sobre vacinas para cachorros e gatos? Então, não a guarde apenas para você! Compartilhe-a com a gente deixando o seu comentário!

Plataforma para cuidar do pet: o que é e por que investir?

Cão com mulher olhando notebook

Cão com mulher olhando notebook

Você ainda é o tipo de pessoa que guarda dezenas de cadernetas de vacinação do seu animal de estimação? Tem até um caderninho sobre todo o histórico de saúde e comportamental do seu cão e gato? Precisa de uma agenda para não se esquecer de todas as atividades relacionadas ao animal?

Você já pensou em investir em uma plataforma para cuidar do pet? Por meio desse tipo de sistema, é possível armazenar todas as informações do seu animal de estimação em um só local, de maneira prática e acessível.

E o melhor de tudo: não vai ser mais necessário ocupar espaço guardando tudo isso em sua casa — todas as informações estarão disponíveis online.

Quer conhecer mais alguns benefícios de uma plataforma para cuidar do pet? Então continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Contribui para o controle de vacinação

Muito comum até recentemente, as antigas cadernetas de vacinação de papel eram até métodos eficazes de conservar o histórico de vacina do seu cão e gato. No entanto, com os avanços tecnológicos, já é possível manter esses dados online.

Com isso, além de não ser mais necessário guardar todas as cadernetas em uma gaveta, ocupando espaço e gastando papel, como já informamos, você não vai mais correr o risco de perder o documento, já que ele estará em um local seguro e de fácil acesso.

Além disso, essas plataformas costumam enviar lembretes, via SMS e e-mail, sobre as próximas datas de vacinação, ajudando-o a cuidar da saúde do seu pet.

Auxilia na gestão de atividades do animal de estimação

Outro ponto benéfico de investir em um sistema online para reunir todas as informações sobre o seu animal de estimação é que ele vai auxiliá-lo na gestão de atividades do animal.

Com a rotina agitada e repleta de compromisso que temos, é comum nos esquecer de todas as atividades que devemos realizar com o pet. Portanto, este sistema vai ser uma mão na roda para lembrá-lo de todas as demandas do seu cão ou gato, como consultas com veterinário, prática de exercícios, idas ao pet shop e, também, datas de vacinação.

Armazena de maneira prática informações do dia a dia do pet

Um modo bastante eficiente de perceber alterações comportamentais em seu pet é conhecendo-o muito bem. Assim, qualquer mudança em seus hábitos já despertarão a sua atenção.

Como a nossa memória pode vir a faltar, o ideal é que você mantenha anotações sobre o dia a dia e a rotina do seu pet — e as plataformas digitais permitem que você faça isso. Depois, em caso de dúvidas, é só acessar e conferir os seus registros.

Informa ao veterinário todo o histórico de saúde

Uma plataforma online que reúne todos os dados referentes ao seu animal de estimação também vai se mostrar imprescindível na hora de informar ao veterinário o seu histórico de saúde.

Dessa forma, caso o pet esteja com algum problema de saúde, o profissional terá em mãos informações embasadas e verdadeiras, que auxiliarão na identificação do que ele tem e no diagnóstico adequado.

Além disso, por meio dessa plataforma, o veterinário vai ter ciência sobre alergias ou outras doenças, podendo assim evitar a prescrição de remédios e tratamentos que podem não ser os mais indicados.

Já conhecia os benefícios de investir em uma plataforma para cuidar do pet? Quer ficar sempre por dentro das novidades que compartilhamos? Então, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em sua caixa de e-mail as tendências e dicas publicadas no blog!

Resgate de animais: como ajudar os animais abandonados?

Cão e gato deitados

Cão e gato deitados

Infelizmente, é comum encontrarmos cães e gatos abandonados nas ruas das cidades. No entanto, essa situação tem se tornado mais grave do que a gente imagina. Para você ter ideia, de acordo com a Organização Mundial de Saúde são mais de 30 milhões de animais vivendo nas ruas do Brasil — 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Diante dessa situação recorrente e que tem tomado proporções cada vez maiores, você já deve ter se perguntado mais de uma vez sobre o que pode fazer para ajudar no resgate de animais, não é mesmo?

Foi pensando nisso que produzimos este post. Nele, vamos explicar o que deve ser feito durante o resgate de animais e quais cuidados devem ser tomados. Confira:

O que fazer durante o resgate de animais?

Por estar na rua, o pet, provavelmente, estará bastante assustado e acuado. Portanto, o ideal é que você se aproxime com cuidado e vá conquistando a confiança dele aos poucos — no próximo tópico vamos explicar alguns cuidados que devem ser tomados ao pegar o animal.

Você pode, por exemplo, colocar um pote de ração à vista do pet e permitir que ele vá se aproximando por conta própria. Veja qual é a reação dele quando você chega mais perto e evite movimentos bruscos. Se for uma mãe com filhotes, por exemplo, ela pode estar com uma postura mais defensiva e todo cuidado é pouco.

Além disso, é importante checar se ele tem alguma identificação, pois, assim, você poderá entrar em contato com os donos e avisar que o encontrou.

Quais cuidados devem ser tomados?

Conquistou a confiança do cão ou gato de rua? O primeiro passo é observar a situação do animal. Ele aparenta estar machucado? Com feridas, pulgas ou carrapatos? Evite entrar em contato direto com ele, pois você não sabe se ele tem alguma doença ou se o temperamento está afetado por conta de todo estresse que está passando.

O ideal é envolver o animal com uma manta quando for pegá-lo e, se possível, colocar coleira e focinheira. Leve também uma caixa para transportá-lo, pois delimitar o espaço em que está ajudará a diminuir o medo dele.

Caso o animal esteja infestado com pulgas, existe um medicamento, o Capstar, que ajuda a conter a situação depois de 30 minutos da ingestão. Essa pode ser uma medida preventiva interessante.

Em hipótese alguma permita que o pet resgatado entre em contato com outros, caso você já tenha algum. Essa medida vai ser essencial para não permitir o contágio de doenças e parasitas.

Até decidir o que vai ser feito com o cão ou gato resgatado, é importante separar um espaço para ele, com água, ração e um jornal para que faça as necessidades. Além disso, lave sempre muito bem as mãos após qualquer tipo de contato com ele.

Se possível, leve o animal resgatado até uma clínica veterinária, essa ação é necessária para garantir que está tudo bem. Certamente, o profissional vai fazer alguns exames, indicar a vermifugação e, depois de garantir que a saúde dele está em dia, vaciná-lo. Considerar a possibilidade de castrá-lo também vai ser imprescindível.

Sabemos que todas essas medidas vão custar uma boa quantia. Nossa sugestão é que você faça uma campanha pedindo a ajuda de amigos, entre em contato com ONGs de proteção animal ou procure por hospitais veterinários gratuitos.

Não posso ficar com ele. E agora?

Por melhor que seja a sua intenção, nem sempre é possível ficar com o pet resgatado. Nesses casos, o ideal é entrar em contato com diferentes ONGs que recebem animais abandonados e verificar se elas podem recebê-lo.

Além disso, divulgue em suas redes sociais que esse animalzinho está precisando urgentemente de um novo lar. Peça também aos seus amigos para ajudar na divulgação, pois, assim, mais gente ficará por dentro da situação.

No entanto, não o entregue para a primeira pessoa que surgir. É importante reforçar a necessidade da adoção responsável, na qual temos certeza de que o futuro dono do animal vai cuidar bem dele, dando muito carinho e amor e garantindo o seu bem-estar.

É indicado que você vá até a casa da pessoa que vai adotá-lo e verifique se é um ambiente propício para que o pet viva bem. Para garantir que tudo corra bem, indicamos que você crie um termo de adoção, no qual a pessoa que vai ficar com ele se compromete a tomar algumas medidas — você encontra vários modelos na internet.

Já passou por alguma situação em que participou do resgate de animais? Tem alguma dica para compartilhar com a gente sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Veja a importância de olhar as patinhas do seu pet

Pata de cão e mão humana

Pata de cão e mão humana

Você sabia que assim como outras partes do corpo (os olhos, ouvidos e boca), as patas do seu animal de estimação também necessitam de alguns cuidados específicos? Pois saiba que caso você não tenha o hábito de olhar as patinhas do seu pet com frequência, é preciso criá-lo o quanto antes!

No post de hoje, vamos apontar as principais características das patas de cães e gatos, explicaremos a necessidade de observar se está tudo bem com elas e como isso deve ser feito. Confira:

Quais são as principais características da pata do meu animal de estimação?

Você já reparou que o seu cão ou gato apresenta uma espécie de “almofadinhas” nas patas? Pois saiba que ela é muito importante e serve para proteger as patas do pet.

Por ter uma camada densa de gordura, ela tem diferentes funções, como:

  • orientá-lo sobre a mudança de terreno, enquanto estão correndo ou se movimentando;
  • proteção contra superfícies ásperas e que podem machucá-lo;
  • contribui para a transpiração do pet, por conta das glândulas sudoríparas da região que tornam possível que ali fique sempre seco;
  • impedem que eles sejam afetados pela temperatura do solo, protegendo os tecidos internos dos pés.

Qual é a real necessidade de olhar as patinhas do pet?

O ideal é que seja feita com frequência a avaliação das patas do seu pet, de modo a identificar se ele está com alguma alergia ou ferida no local. Esse hábito contribui para evitar que o seu animal de estimação sinta dores desnecessárias e que, caso esteja com algum problema, ele seja identificado o quanto antes.

Para quem tem cães e costuma levá-los para passear, por exemplo, procure após toda caminhada ver se está tudo bem.

É recomendado que cães que estejam com feridas em alguma parte da pata não andem em pisos que estejam quentes. Além disso, para evitar proliferação de bactérias, não use bandagens sem a devida orientação médica.

Portanto, assim que perceber qualquer alteração, leve-o para se consultar com um veterinário de confiança.

Como devo cuidar das patas?

Pensando em ajudá-lo, listamos algumas dicas do que deve ser feito para cuidar das patas do seu cão ou gato.

Cuidados com as patas dos gatos

Confira o crescimento das unhas

É muito importante ter um arranhador em casa, de modo que o seu gato se sinta à vontade para arranhá-las e mantê-las curtas. Lembre-se de que unhas grandes podem afetar o andar deles e até causar quedas.

Acompanhe se ele está com dificuldade para andar

Gatos gostam de ir em lugares altos e costumam pular longas distâncias. Por conta disso, é imprescindível sempre observar se ele está se locomovendo com dificuldade, pois pode ser um sinal de que tem algo errado com a pata dele.

Cuidados com as patas dos cães

Faça a tosa higiênica

A tosa higiênica da região é muito importante, tanto em relação à tosa dos pelos como, também, em manter as unhas sempre cortadas. Quando estão grandes provocam desconforto, podendo afetar até o modo de andar do animal.

Verifique a temperatura do solo

É ideal verificar a temperatura do solo antes de levá-lo para passear, principalmente em dias mais quentes ou no verão. Essa prática é muito importante para evitar que ele possa se queimar.

Para garantir que o piso é seguro, deixe a sua mão nele por cerca de 30 segundos. Se perceber que a temperatura está agradável, o passeio está liberado.

Observe o comportamento do pet

Alguns comportamentos, como lamber a pata constantemente, pode indicar que o seu cão está com alguma alergia, problemas psicológicos, hormonais, pele seca e até com parasitas. Caso isso persista, leve-o ao veterinário.

Já conhecia a importância de sempre olhar as patinhas do seu pet? Então continue renovando os seus conhecimentos para garantir a saúde e o bem-estar do seu cão ou gato! Leia o nosso post e aprenda como dar remédio para um animal de estimação!

Saúde dos gatos: porque eles espirram?

Gato observando

Gato observando

Seu felino está tranquilo brincando e, de repente, começa a espirrar. Antes de achar que ele já tem alguma doença grave, pare e respire. Lembre-se de que, assim como acontece com a gente, o espirro por si só não é um indício de problema grave de saúde dos gatos.

No post de hoje, listamos os principais motivos para um felino espirrar e quando você deve se preocupar. Confira:

Por que os gatos espirram?

Muitos são os motivos que podem causar um espirro em um gato. Normalmente, se isso acontece de maneira espaçada e ocasional, não há motivos para se preocupar.

Porém, se o espirro vem acompanhado de outros sintomas, o ideal é que o dono fique alerta e saiba o que pode ser um sinal de problema de saúde dos gatos. Abaixo, listamos os principais:

Corpo estranho na narina

Se o seu gato está espirrando diversas vezes seguidas e está passando a patinha no focinho, pode ser um sinal de que ele está com algum corpo estranho preso na narina. Portanto, o primeiro passo é verificar se tem algo e se você consegue retirá-lo.

Alergia

Seja por conta de algum produto que está sendo utilizado em seu lar ou porque o felino ingeriu algum alimento proibido, a alergia é outro motivo que tem como sintoma provocar espirros em um gato.

Infecção viral

Outra razão para o seu gato espirrar é o contato com algum bichano que esteja com uma infecção viral. Por exemplo, se você tem mais de um gato em casa e um deles está com esse problema, o ideal é que eles não dividam as tigelas de ração e água.

É indicado ter atenção redobrada com um pet quando ele apresenta esse tipo de doença, pois quando se desenvolve para uma pneumonia, por exemplo, as consequências são graves.

Rinite

Além do espirro o seu felino também está apresentando um corrimento nasal? Então pode ser um indício de que ele está com rinite. Para que ela não evolua e se transforme em uma rinite crônica, o indicado é marcar uma consulta com o veterinário, pois, assim, ele pode apontar o que está causando isso e qual o melhor tratamento.

Imunodeficiência felina

Também conhecida como HIV felina, essa doença pode ser transmitida por meio da mordida ou durante uma briga com outro felino — ela é muito comum naqueles que costumam sair de casa sem o devido acompanhamento do dono.

Portanto, é imprescindível que você não permita que o seu gato faça passeios externos sem a sua presença, para evitar que ele, fuja, se machuque ou pegue alguma doença.

Problema dentário

Problemas dentários também podem provocar espirros em seu pet e só o veterinário pode apontar se este é o real motivo para ele estar apresentando o sintoma.

O que fazer quando o espirro é frequente?

Primeiramente, é importante observar se o seu animal de estimação está apresentando outro sintoma além do espirro, como corrimento nasal, letargia, dor, sangramento, falta de apetite, ruídos ao espirrar etc. Dessa forma, você saberá prover melhor as informações necessárias para o veterinário identificar o que o pet tem.

No entanto, para não ter dúvidas de que está tudo bem com a saúde dos gatos, o ideal é levá-los para se consultar o quanto antes. O profissional apontará o diagnóstico e, se for preciso, prescreverá o tratamento adequado.

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que levam o gatinho a espirrar, fique sempre de olho nele. Caso ele passe a apresentar qualquer um dos sinais que citamos neste post, não dê bobeira, leve-o ao seu veterinário de confiança.

Gostou de receber essas dicas sobre o porquê do seu pet espirrar e quer deixar os seus amigos informados sobre a saúde dos gatos? Então compartilhe este post em suas redes sociais e divida com eles essas informações!

Como medir a temperatura do cachorro? Veja agora!

Cão se esquentando

Cão se esquentando

Assim como desânimo, vômito, diarreia, falta de apetite, a temperatura do cachorro quando está elevada pode ser um sintoma de que há algo errado com saúde dele.

No entanto, apesar de muitos acharem que basta colocar a mão no focinho do animal para identificar a temperatura corporal dele, esta não é a prática mais indicada ou, até mesmo, correta. A temperatura natural de um cão é normalmente mais quente que a humana e isso pode alertá-lo sem motivo.

Portanto, no post de hoje, vamos mostrar a importância de medir a temperatura do pet, falaremos qual é a temperatura normal de um cão e compartilharemos o passo a passo de como a medição deve ser feita. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto:

Por que medir a temperatura do pet?

O principal motivo para medir a temperatura do pet é descobrir se ele está doente ou não. A febre costuma ser um sintoma de alguma doença, provocada tanto por vírus como por bactérias.

No entanto, é preciso levar em consideração todo o contexto do animal. Caso ele tenha se exercitado, provavelmente a temperatura dele vai ficar mais elevada por alguns instantes. O ideal, dessa forma, é que a temperatura seja medida assim que ele estiver descansado.

Qual a temperatura normal de um cachorro?

A temperatura normal de um cachorro é cerca de 3 graus acima da humana. Por conta disso, quando for avaliar a do seu pet, não se preocupe se ela estiver entre 37,5º e 39º, pois estará dentro dos valores adequados.

Uma curiosidade dos animais considerados de sangue quente, como é o caso dos cães e dos gatos, é que eles são capazes de manter a temperatura independentemente do ambiente. Porém, isso não quer dizer que eles não precisam ser aquecidos em dias mais frios, ok? Apenas indica que a temperatura deles não vai sofrer variações de acordo com o clima.

Como medir a temperatura?

Um dos primeiros sinais de que um cão pode estar com febre é se ele se mostrar mais quieto e sem energia. Nesses casos, ele não vai ter tanta vontade de brincar e a comida vai ser deixada de lado.

Se perceber essa alteração no comportamento dele, é ideal que a medição da temperatura seja feita. Para tanto, você vai ter que:

  • ter um termômetro tradicional;
  • deixá-lo em pé nas quatro patas (se necessário, peça o auxílio de outra pessoa para manter o pet quieto);
  • lubrificar o termômetro com vaselina ou óleo mineral, de modo que ele não cause qualquer tipo de desconforto no animal;
  • introduzir o termômetro no ânus do cachorro por cerca de dois minutos ou até ele apitar (se for desse modelo);
  • verificar se a temperatura está acima de 39,5º. Nesse caso, leve-o para se consultar com um veterinário, para identificar o que está causando a febre.

Já existe disponível no mercado um termômetro específico para cães e que é utilizado pelos veterinários. Com ele a temperatura é avaliada por meio do ouvido. O único ponto negativo é que o preço desse equipamento é mais salgado.

Agora que você já aprendeu a medir a temperatura do pet, leia o nosso post e saiba como dar remédio para o seu animal de estimação!

DIY: 4 brinquedos para pets que você pode fazer em casa

Cachorro com brinquedo

Cachorro com brinquedo

É impressionante: não importa quantos brinquedos compremos para o nosso pet, mas basta surgir uma meia no chão ou qualquer outro objeto que desperte o interesse dele para que, logo, o cão ou gato se distraia e se entretenha.

Mas, independentemente disso, você deve ter em mente a importância de brincar com o seu animal de estimação e de praticar diferentes atividades com ele. Foi pensando nisso que criamos o post de hoje. Nele, vamos dar algumas dicas de como você pode fazer brinquedos para pets e aproveitar para se divertir bastante com o seu melhor amigo. Confira:

4 dicas de brinquedos para pets

Cães

1. Bola de meia

Mais simples do que essa dica, pode ter certeza, não há! Para tanto você vai precisar de jornal e algumas meias velhas, de preferência que sejam mais grossas, agulha e linha.

Faça uma bola de jornal, do tamanho que for da sua preferência, e a envolva com a meia. Agora, você deve torcer a meia até que ela fique em um formato de bola.

Para que não se desfaça, costure bem, de modo a ficar firme, com um ponto alinhavo. Dependendo do tamanho da bola, quanto mais meias você usar ou jornal, maior será a bola.

2. Corda

Para esse brinquedo, você vai precisar de um tecido grosso, como uma toalha de banho ou calça jeans velha, e uma tesoura.

Primeiramente, pegue o tecido escolhido e recorte três tiras de tamanhos parecidos. Em seguida, una as três pontas e dê um nó bastante apertado, para que ele não se solte.

Após dar o nó, você deve fazer uma trança, utilizando as três tiras. Ao chegar na ponta, dê outro nó.

Prontinho! A corda está pronta para o seu cão brincar com ela!

Gatos

3. Vara de pescar

Um dos brinquedos preferidos dos felinos são as varas de pescar com algum item amarrado na ponta, seja um petisco ou outro objeto que chame a atenção dele.

Para criar esse brinquedo, você vai precisar de uma vara de madeira, barbante e uma pena.

O modo de preparo desse brinquedo não tem segredo: você deve amarrar o barbante na vara de madeira e, na outra ponta do barbante, amarre uma pena. Para evitar que se solte, o ideal é que você dê um nó bem apertado em ambas as pontas.

Agora é só brincar com o seu gato! Certamente ele vai adorar seguir os movimentos que você fizer com a vara e ficará encantado com a pena pendurada na ponta!

4. Caixa de segredos

Você já deve ter percebido o quão fascinados os gatos ficam quando se deparam com uma caixa de papelão, não é mesmo?

Aproveitando que eles já gostam de brincar com elas, vamos transformá-las em um brinquedo ainda melhor para eles. Para tanto, você vai precisar de uma caixa de sapato, uma tesoura ou estilete e petiscos.

Agora, pegue a tesoura ou estilete e faça alguns furos ao longo da caixa, de modo que o seu pet consiga enfiar as patas dentro da caixa. Jogue alguns petiscos dentro da caixa e observe como o seu gato vai adorar passar horas tentando capturá-los!

Se achar que a caixa de sapato é muito pequena, caixas de papelão, aquelas que geralmente encontramos nos supermercados, também podem ser utilizadas.

Viu só como é prático e fácil fazer brinquedos para o seu animal de estimação? Esperamos que vocês se divirtam bastante e aproveitem bastante os novos passatempos!

Nossa orientação, porém, é que fique sempre de olho em seu pet enquanto eles brincam com esses novos itens, garantindo de que estão seguros.

O que achou dessas dicas de brinquedos para pets? Ficou com alguma dúvida sobre a confecção desses itens? Ou conhece algum outro brinquedo que pode ser feito em casa? Então deixe o seu comentário!

Cuidados com gatos: 5 necessidades do seu felino

Mulher abraçando gato

Mulher abraçando gato

Muitos são os mitos que envolvem os gatos, não é mesmo? Há quem diga que eles não são tão carinhosos quanto os cães, não gostam de tomar banho e que são mais arredios e independentes, mas não se engane.

Só quem realmente tem um felino sabe o quanto eles podem ser dóceis, apegados aos donos e muito interessados na rotina de quem vive no mesmo lugar que ele — apesar de ter os momentos em que gosta de ficar sozinho e fazer as coisas por conta própria.

Está pensando em ter um felino, mas tem muitas dúvidas a respeito? Não sabe quais são os cuidados com gatos e tem medo de não dar a devida atenção a ele? Não se preocupe!

No post de hoje, vamos compartilhar com você 5 necessidades do seu felino que não podem ser deixadas de lado. Confira:

1. Garanta a segurança do pet e evite que ele vá para a rua

Antes de mais nada, se está passando pela sua cabeça adotar um gato, o primeiro passo a ser dado é garantir que o seu lar está devidamente seguro para recebê-lo.

Para tanto, verifique se prateleiras e móveis estão firmes, bem montados, pois é grande a chance de que ele tenha curiosidade em subir nesses locais. Além disso, vai ser preciso ter atenção redobrada com o que fica espalhado pela casa, como objetos pequenos, tóxicos ou cortantes, de modo a evitar que o seu gatinho possa se ferir.

No entanto, a tarefa mais importante a ser feita antes do seu gato chegar é colocar tela em todas as janelas, se possível, inclusive as dos banheiros. Você já deve saber que o gato tem um instinto de caçador e que, muitas vezes, pode tentar escapar e explorar diferentes locais. É imprescindível não permitir que ele faça isso, pois pode se machucar com a queda ou com os perigos da rua.

2. Mantenha a vacinação em dia

Para manter a saúde do pet em dia e reduzir as chances de que ele tenha alguma doença, um dos maiores cuidados com gatos é seguir o cronograma de vacinação ao longo da vida deles.

Quando filhote, ele tomará a polivalente ao completar 60 dias — as doses serão reforçadas aos 90 e 120 dias. Essa vacina será dada novamente anualmente, com apenas uma dose. Já a antirrábica é dada pela primeira vez aos quatro meses de vida e reforçada anualmente.

3. Leve-o com frequência ao veterinário

É muito importante levar o seu pet para se consultar com o veterinário, pois apesar de parecer que está tudo bem, ele pode estar com algum problema assintomático. Além disso, esse profissional poderá analisá-lo com maior cuidado e identificar possíveis problemas genéticos ou questões que os olhos de um leigo não conseguem identificar.

O ideal é fazer visitas anuais — aproveite o mês de reforço das vacinas — em que o veterinário pode solicitar exames para certificar se ele está em boa forma.

4. Assegure a higiene do animal e da casa

Gatos são animais higiênicos e que não gostam de viver em lugares sujos e bagunçados. Portanto, garanta que a limpeza dele e do seu lar estejam sempre em dia. O indicado é que você:

  • troque com frequência a areia da caixa;
  • passe pano com desinfetante nos locais em que ele mais passa tempo;
  • dê banho pelo menos uma vez por mês no pet;
  • corte as unhas do animal e faça a limpeza dos ouvidos mensalmente.

5. Dê uma alimentação de qualidade

Converse com o veterinário e peça que o oriente sobre a melhor ração para dar ao seu gato. Ele saberá quais nutrientes não devem faltar na alimentação do seu felino e o que deve ser feito para compensá-los.

Além disso, faça uma lista de todos os alimentos que eles não podem comer em hipótese alguma, como leite, pães e uva.

Viu só como não era preciso ter tanta preocupação antes de ter um felino em seu lar? Seguindo nossas dicas de cuidados com gatos não vai ter segredo: o seu vai ser muito feliz, saudável e querido!

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