Conheça 7 produtos para pet que tornam sua rotina mais prática

Produtos pet

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Um bicho de estimação é uma companhia e uma alegria ao nosso lado. Além de companheiros, ajudam muito a amenizar as tensões da rotina diária de pessoas nas mais variadas idades, do vovô ao netinho. Seja um gato, cachorro, porquinho da índia, ou chinchila, entre outros, o animal precisa de carinho e cuidados. Isso pode ser facilitado com produtos para pet em sua casa.

Neste artigo apresentamos alguns produtos para animais de estimação e seus benefícios para auxiliar no seu dia a dia com seu pet querido. Aproveite e boa leitura.

Garanta a saúde e o bem-estar do seu pet

Um pet necessita de atenção para estar saudável, limpo e feliz. Um veterinário, uma boa higiene e mimos fazem parte desse cuidado. E com o amor que ele recebe de você, o bicho vira o ‘dono do pedaço’.

Brinquedos, petiscos, artigos de higiene e acessórios estão disponíveis no mercado para você escolher e comprar. São muitas opções de produtos para a saúde, a higiene e a diversão nos mais variados tamanhos, especificações, cores e modelos.

Tudo para que o animal viva bem, confortável e faça a festa.

Conheça 7 produtos para pet que você deve ter em casa

Como você adora animais e quer que seu bicho de estimação esteja sempre bem e contente, fizemos uma lista com itens que ajudam nessa tarefa. Confira:

1. Petiscos

Pet adora um agrado.Petiscos é uma ótima opção para satisfazer as vontades do animal. Contudo, atenção para a qualidade desse alimento.Verifique se ele é indicado para o seu peludo, seus ingredientes e nutrientes. Biscoitos é uma boa, por exemplo.

O petisco natural com gengibre e eucalipto é uma indicação para cães.O gengibre auxilia no controle das bactérias na boca do peludo e o eucalipto atua como um descongestionante nasal.

2. Pote de ração personalizado

Uma dica legal para você guardar a comidinha de seu bicho querido, com direito a aplicar uma foto e o nome do fofo ou da fofa.

3. Gel para xixi

O bichinho fez xixi. Você aplica o gel sobre ele e rapidinho o pipi se transforma em pó. Então, é só varrer ou aspirar. Além da praticidade, o gel tem um odor de erva-doce que oferece um aroma agradável ao ambiente.

4. Lança bolinha

Se o seu pet é daqueles que adora uma diversão do tipo “corre e pega”, esse é um brinquedo delicioso.Faz bem para ele e para você.Muitas risadas e muitos afagos acontecerão.

5. Cama em formato de almofada

É uma gostosura. Você encontra em diversos tamanhos, modelos, cores e estampas. O bichinho vai curtir o aconchego e tirar uma soneca.

6. Roupas e acessórios

Roupas, calçados e bijuterias dão aquele toque de charme e fofura aos pets. Ter uma caixa com coleiras, plaquinhas e pingentes, em versões fashion, para repaginar o bichinho antes de sair para um passeio, é uma ótima opção.

E se vai passear, que tal vestir o amigo(a) com aquele figurino elegante e descontraído?

7. Sabonetes e shampoos

Bicho limpinho é tudo de bom. Então, tenha um estoque de sabonetes, líquido ou em barra, shampoos e condicionadores. Além do cheirinho de limpeza, eles combatem pulgas e carrapatos.

Curta seu pet com todo o amor que ele merece

Quem ama, cuida. Certamente, você está na lista das pessoas que adoram um pet e fazem de tudo para que ele esteja sempre bem. Brinquedos, a ração, medicamentos, artigos de higiene, roupinhas, petiscos, camas e casinhas são, além de produtos para pet, as melhores formas de expressar esse amor.

Agora é adquirir os produtos para pet que você ainda não tem, ou renovar o estoque.Seu bicho de estimação vai adorar. Siga nossas páginas no Facebook e Instagram e confira outras dicas sobre o encantado mundo animal.

Meu cachorro destrói tudo! O que faço agora?

Cachorro no sofá

Cachorro no sofá

O seu cachorro destrói tudo o que vê dentro de casa? Saiba que esse é um comportamento normal, principalmente nos primeiros anos de vida do seu pet. Isso acontece, pois ele está reconhecendo o ambiente e os objetos que estão à sua frente. Mas não é por ser algo natural, que você vai ficar de braços cruzados esperando que o seu cãozinho destrua tudo, não é mesmo?

Para auxiliar você a proteger sua casa e seu animal das consequências desse mau comportamento, separamos algumas dicas. Se colocadas em prática, elas podem evitar que o seu cãozinho destrua seus móveis e objetos pessoais e ainda te ajudam a entender um pouco mais o seu filhinho de quatro patas. Confira!

Entenda o motivo do comportamento do seu pet

Não é apenas o instinto natural que faz com que o seu bichinho tenha vontade de morder tudo o que vê pela frente. Existem outros motivos por trás desse comportamento, como: ficar muito tempo sozinho em casa, ficar trancado em um cômodo sem interação com a família e outros animais, não ser levado para passear, tédio, ansiedade e até mesmo o nascimento de novos dentinhos, como acontece com os bebês humanos. Investigando as causas, você vai saber a melhor forma de condicioná-lo a abandonar o hábito de morder seus objetos e móveis.

Leve o cãozinho para passear diariamente

Por mais que o animal tenha vários brinquedos, é importante levá-lo para passear diariamente. O seu cãozinho precisa gastar toda a energia que acumula durante o dia, evitando que ele use essa energia roendo seus móveis. Separe também um tempinho para brincar com seu pet ao ar livre, em um local seguro. Seu cãozinho vai ser muito mas saudável e feliz!

Guarde os objetos que não devem ser mordidos

Na dúvida, sempre é melhor prevenir. Por isso, tire do alcance do animal todos os objetos que podem ser pegos por ele, como chinelos, sapatos, controles de televisão, almofadas e tudo o que atraia o seu cãozinho. Pelo menos até que você saiba controlar o comportamento dele, é melhor não deixar que ele faça mais “vítimas”.

Use sprays específicos nos móveis

Existem no mercado alguns sprays que servem para evitar que o animal morda os móveis. Eles possuem um sabor desagradável para o paladar do cachorro e faz com que eles sejam repelidos quando colocam a boca no local que recebeu o spray. Essa técnica costuma funcionar bem e com o tempo o animal vai passar a associar aquele móvel com o sabor amargo, desistindo de mordê-lo. O ideal é espirrar o produto nos locais alvo do seu pet diariamente.

Chame a atenção, mas sem gritar

Se o seu cachorro estiver mordendo seus móveis e objetos para chamar a sua atenção, gritar não vai resolver o problema. Afinal, quando você está gritando com ele, significa que conseguiu o que queria: a sua atenção. Por isso, quando você o pegar no flagra, chame a sua atenção e deixe claro que o que ele está fazendo é errado, mas tente distrai-lo com outra coisa em vez de gritar e fazer ameaças.

Deixe alguns brinquedos sempre ao alcance do seu cachorro

Essa é uma das dicas mais eficazes. Compre alguns brinquedos que foram feitos para chamar a atenção do animal e satisfazer a sua necessidade de morder. Deixe esses brinquedos espalhados pela casa, principalmente perto dos móveis que ele costuma atacar.

Sempre que você ver o animal mordendo algo que não deve, ofereça um brinquedo. Se você notar que ele está com os dentinhos nascendo, pode deixar um dos brinquedos na geladeira e oferecê-lo geladinho. Isso ajuda a aliviar o incômodo sentido pelo animal.

Agora que você já sabe como controlar o seu cachorro que destrói tudo, siga nossas páginas no facebook e instagram e confira outras dicas relacionadas ao mundo animal!

Seja o líder da matilha

Cão passeando com homem

Cão passeando com homem

Quem tem um animal de estimação sabe muito bem que, por conta do carinho e amor que sentimos, eles são considerados membros da família.

No entanto, apesar da proximidade, é muito importante que eles sejam tratados como animais e não como pessoas. Quando esse limite é ultrapassado, o comportamento e o temperamento do cão pode ser afetado e, consequentemente, é possível que você possa a vir ter problemas no futuro.

No post de hoje, vamos ensiná-lo a ser o líder da matilha e o que deve ser feito para conquistar o respeito do seu cachorro. Confira:

Como ser o líder da matilha?

Para que um cão seja adestrado e consiga aprender truques ou a se comportar, é preciso que um dos membros da família se torne o líder da matilha, ou seja, a pessoa que vai ensiná-lo e, também, repreendê-lo quando for necessário.

Isso, porém, não significa que o escolhido não tenha que dar atenção ao pet — muito pelo contrário. A proximidade entre eles será tanta que além de amá-lo, o seu cachorro vai respeitá-lo e saberá o momento certo para cada coisa.

Para ajudá-lo nessa tarefa, listamos alguns passos básicos que podem ser adotados para educar o cão. O ideal é que você comece a ensiná-lo desde quando ele for um filhote, pois todo o processo pode se mostrar mais eficaz.

Saiba ganhar o respeito

Em qualquer tipo de situação, independentemente de ser com o animal de estimação, não se exige o respeito, ele deve ser conquistado — com o seu cão não vai ser diferente.

Seja firme sempre que for preciso, mas não deixe de dar carinho a ele. Ele deve começar a entender que certas coisas são permitidas, enquanto alguns hábitos ele vai ter que abandonar.

Dê bons exemplos

Ficar provocando o cão ou incentivá-lo a comportamentos agressivos, são atitudes que devem ser evitadas.

E se você tem mais de um cachorro em casa, a regra deve servir para todos. Se um não pode subir no sofá, por exemplo, não seja injusto e permita que outro cão tenha autorização.

Ignore-o, se necessário

Provavelmente, você já passou pela situação em que o cão tenta ganhar a sua atenção pela insistência. Em alguns casos, pode ser mais eficaz ignorá-lo e esperar que ele se canse.

O cão deve aprender que tudo acontecerá de acordo com as suas regras e não conforme a vontade dele.

Ande na frente

O cão deve sentir que você é o guia e não ele. Do contrário, em um passeio, por exemplo, ele ficará puxando a coleira o tempo todo e tentará direcionar para onde você deve ir.

Se o cachorro começar a ir para outra direção, pare imediatamente de andar e dê uma leve puxada na coleira, de modo que ele também pare. Em seguida, comece a andar e tome a dianteira no caminho.

Elogie sempre que for preciso

Para que o seu cão saiba interpretar que teve um bom comportamento, o ideal é que o elogie ou dê algum tipo de gratificação, como petiscos.

Gostou de aprender como ser o líder da matilha e quer mais dicas para cuidar do seu animal de estimação? Então assine agora a nossa newsletter e receba em seu e-mail todas as novidades que postamos!

Veja como introduzir um novo animal na família

Cão e gato juntos

Cão e gato juntos

A chegada em um novo lar pode ser muito difícil para um pet, independentemente dele ser um cão ou gato.

Seja porque ele é um filhote — ainda está acostumado a receber os cuidados da mãe — ou por ser um animal adulto — sendo necessário maior dedicação para educá-lo —, é muito importante seguir algumas dicas para introduzi-lo ao seu lar da melhor forma possível.

Quer trazer um novo animal de estimação para a sua casa e está com dúvidas do que deve fazer para facilitar a adaptação dele? Confira algumas informações úteis que vão descomplicar esse processo!

O que fazer para tornar mais fácil a adaptação de um novo animal em minha casa?

Gatos

Os felinos são animais desconfiados por natureza e que apresentam maior dificuldade para se adaptar a mudanças — não importando a idade dele.

Separe um ambiente da sua casa para o novo membro da família, para que ele se sinta acolhido e confortável. É ideal também que você tenha caminhas, potes de água e ração e caixas de areia separados para cada pet, ok? Assim, você evita brigas e disputas.

Tenha a certeza de que a sua casa está segura o suficiente para recebê-lo, com telas nas janelas e objetos perigosos longe do alcance.

Cães

Um cão filhote pode chorar nos primeiros dias na casa nova, mas isso vai passar quando ele se acostumar. Uma dica é colocar uma garrafa pet com água morna ao lado dele na hora de dormir, assim ele sentirá como se ainda estivesse ao lado da mãe.

Assim como os gatos, você deve separar um espaço para ele, com potes de água e ração, caminha e o local em que ele vai fazer as necessidades.

Como interagir o novo animal com outros pets e crianças?

Seja o seu pet um cão ou gato, antes de mais nada, é muito importante observar qual é o temperamento dele, pois isso influenciará de maneira direta na adaptação deles.

Gatos

Para tornar essa transição mais tranquila, é imprescindível ter certos cuidados, tanto com o novo morador quanto com o que você já tiver em casa — em situações extremas, um felino pode até mesmo adoecer com a chegada de um novo animal, por conta do estresse.

Portanto, a apresentação deve ser feita aos poucos. Primeiramente, ao chegar em casa com o novo bichano, deixe-o em um cômodo separado, com água e comida. Dessa forma, ele se acostuma com o espaço e já vai percebendo a movimentação.

Após essa etapa, tente mostrar um animal ao outro, seja em colos de pessoas diferentes ou pela fresta de uma porta, por exemplo. Se você achar adequado, na hora de colocar um de frente para o outro, quando eles vão se farejar e se conhecer melhor, pode usar coleiras específicas para gatos, de modo que você possa interferir caso algo não corra bem.

Esses passos podem ser feitos tanto para receber um novo animal de estimação como para apresentá-lo para os que você já tem em casa.

Cães

Alguns cães podem ser mais introspectivos e apresentarem mais dificuldade para interagir com a nova família, enquanto outros já se sentirão parte da casa assim que botarem os pés nela.

Isso também fará diferença na relação dele com as pessoas. Algumas raças são mais propensas a gostarem de crianças e a conviverem de maneira pacífica com outros animais de estimação.

No entanto, pode acontecer que o novo membro da família como aquele pet que já vive em seu lar há mais tempo, se mostrem um pouco relutantes.

Caso isso aconteça, não desista! Pode levar um tempo maior, mas, aos poucos, é possível fazer com que eles aprendam a dividir o mesmo espaço — mesmo que cada um fique em seu canto por um tempo. O importante é saber respeitar as limitações do pet e ajudá-lo a se habituar.

Gostou dessas dicas para adaptar um novo animal de estimação à rotina da família e quer ficar por dentro de todas as novidades sobre o mundo pet? Então siga as nossas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, YouTube, Instagram e LinkedIn!

8 dicas para você identificar sintomas de doenças em cães e gatos

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Uma das grandes preocupações de quem tem um animal de estimação em casa é garantir que a saúde dele esteja em dia. Mas o que deve ser feito para identificar sintomas de doenças em cães e gatos? O que deve ser observado para perceber que há algo de errado com ele?

No post de hoje, tiraremos essas e outras dúvidas sobre a saúde de cães e gatos, além de mostrar alguns sinais que eles apresentam e que você deve ficar atento. Confira:

Identificando sintomas de doenças em cães

Alterações comportamentais

Se o seu cão é geralmente enérgico e ativo e, de uma hora para outra, passou a ficar mais quieto e isolado, isso pode ser um sintoma de alguma doença.

Alterações comportamentais em cães podem tanto significar que ele está com alguma disfunção física ou, até mesmo depressão — cachorros que não gastam energia ou que passam muito tempo sozinhos dentro de casa podem desenvolver esse problema.

Aumento da ingestão de água

Em dias mais quentes ou após a prática de atividades físicas, é normal que o cachorro tenha a necessidade de fazer a ingestão de grandes quantidades de líquidos. Mas caso isso aconteça sem um motivo evidente, fique atento. Esse é um dos sintomas de problemas renais e deve ser iniciado um tratamento o quanto antes.

Cansar com facilidade

Falta de ânimo e cansar com facilidade após certo esforço pode significar que o seu cão está com um problema cardíaco, respiratório ou que está acima do peso, podendo, até mesmo, estar obeso.

Secreção nasal e nos olhos

A secreção nasal e nos olhos podem apontar diferentes problemas. No focinho, quando passa a ter um odor desagradável e um tom amarelado, são sintomas de que ele pode estar com alguma alergia, infecção ou até cinomose.

Já se a secreção nos olhos está esbranquiçada e em excesso, o seu cachorro pode estar com o que é conhecido como olho seco, catarata, úlcera ou glaucoma.

Identificando sintomas de doenças em gatos

Vômito

É comum que os gatos vomitem porque eles têm o hábito de se lamber ao longo do dia e, provavelmente, estão engolindo muito pelo. Mas se isso se torna frequente, com uma coloração amarelada ou marrom, pode ser um sinal de que ele está com algum problema estomacal ou, também, anorexia.

Falta de apetite

Se o bichano está tendo problemas para se alimentar, preste bastante atenção e o leve o quanto antes ao veterinário. A alimentação inadequada pode provocar nele um quadro de lipidose hepática.

Diarreia

Geralmente, junto à falta de apetite, o felino costuma ter também diarreia, o que pode ser perigoso, pois ele se desidratará com muita facilidade. Em um primeiro momento, altere a alimentação dele.

Mau hálito

Felinos, por natureza, costumam apresentar certo odor bucal, principalmente quando são filhotes e estão em fase de troca de dentes. No entanto, caso esse mau cheiro se torne mais evidente e forte, este pode ser um sinal de que ele está com halitose felina.

O que fazer ao perceber esses sinais?

Caso o seu pet apresente qualquer um desses sinais, o indicado é que você o leve para se consultar com o veterinário o quanto antes e, assim, descubra o que está provocando isso nele.

Lembre-se de que quanto antes for feito o diagnóstico, maiores serão as chances de cura e de sucesso no tratamento.

O que achou das nossas dicas? Você usa algum outro método para identificar sintomas de doenças em cães ou gatos? Compartilhe com a gente nos comentários a sua experiência sobre o assunto!

Fogos de artifício são um pesadelo para cães. Aprenda a protegê-los

cao assustado

Se as festas de fim de ano são só alegrias para nós, para os animais não é bem assim. O pânico que eles sentem com o barulho ensurdecedor dos fogos de artifício é negligenciado pela maioria dos donos, mas precisam de atenção especial. Assustados, eles podem até fugir de casa e se perderem ou sofrerem acidentes. Alguns até chegam a chegar ter convulsões, tamanho o pavor. Mas, com um pouco de atenção, dá pra diminuir o sofrimento.

 

Instinto + linguagem corporal dos donos = pânico

Um som muito alto, com origem desconhecida, assusta qualquer animal. “O mesmo acontece com o trovão ou com o escapamento de moto”, aponta o adestrador Bruno Marques Ferreira. Esse medo, puramente instintivo, se desenvolve e se transforma em fobia à medida que o cão observa a postura dos donos. “Nós, involuntariamente, ensinamos o cão que ele deve temer os fogos através de nossa linguagem corporal”, explica. Afinal, quem nunca acolheu o filhote no momento em que ele se mostrou assustado com o barulho das explosões?

 

Postura de herói

Ao contrário do que muitos pensam, tentar acalmar o cachorro tem um significado diferente para o animal. “Ele vê seu dono, aquele que aos seus olhos é destemido, acanhado no canto do sofá com ele, falando baixinho”, ressalta. O adestrador recomenda, portanto, que se reaja de forma oposta do usual. “Ignore a situação e vá ao encontro do perigo: se aproxime da janela ou da varanda, erga a cabeça, estufe o peito. Mostre o cão que não há motivo para temer”, indica.

 

Recompense sempre

Existe, também, uma solução ainda mais eficaz para o problema: procure por CDs ou gravações com sons de fogos. “Reproduza esses sons em volume baixo, de modo que o cão não reaja, e premie com um biscoito”, recomenda. Aumente o volume gradativamente, recompensando sempre. “Esse processo, chamado de dessensibilização, consiste em expor o animal a algo no qual é reativo até que não o incomode mais”, explica. “Junto à dessensibilização é feito o contra-condicionamento, no qual o cão começa a relacionar o som dos fogos a uma recompensa, e não a algo assustador.”

 

Ensine desde cedo

Sempre precisamos ficar atentos as nossas posturas perante os animais. Para explicar melhor, Bruno faz uma analogia: “cães chegam em nossas casas como um pen-drive vazio e nós vamos colocando informações, regras e experiências. Ao contrário de um CD, que já vem pronto”, diz. Assim funciona com os filhotes que, ainda “vazios”, precisam receber informações positivas a respeito dos fogos. Com os cães mais velhos, é preciso um pouco mais de paciência. “O pen-drive permite que seja adicionada novas informações e retiradas outras”, relaciona. No entanto, cães com medos extremos precisam de uma forcinha extra. “Procure a ajuda de um profissional que trabalhe exclusivamente com reforço positivo para ajudá-lo nessa missão”, aconselha. Também converse com seu veterinário sobre a possibilidade de administrar uma medicação contra ansiedade ou, então, algum sedativo. No entanto, essa deve ser a última opção: o uso excessivo desses medicamentos pode deixar os cães ainda mais ansiosos.

Atendimento veterinário: 6 critérios para escolher o profissional

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Dentre as muitas obrigações de quem tem um animal de estimação, está escolher o atendimento veterinário. Além de ser quem vai acompanhar a saúde do seu pet de perto e garantir que esteja tudo em dia, esse atendimento será imprescindível em momentos de urgência e imprevistos.

No post de hoje, confira quais são os critérios que você deve levar em consideração, ao escolher um veterinário.

6 critérios para avaliar ao escolher o atendimento veterinário ideal

1 – Oferecer atendimento 24 horas

Para a sua maior tranquilidade e segurança do seu animal, contar com um atendimento veterinário que esteja disponível 24 horas é muito recomendado. Assim, caso aconteça um imprevisto ou o seu cão ou gato comece a passar mal no meio da noite, você sabe onde levá-lo com urgência.

2 – Estar próximo ao seu lar

Também em casos de urgência, quanto mais próxima a clínica veterinária for da sua casa, melhor será para garantir que o seu pet ficará a salvo.

Dessa forma, antes de escolher qual é a mais indicada para realizar os atendimentos veterinários de rotina, considere também que durante imprevistos você terá que contar com um serviço que, além de ser 24 horas, também seja próximo ao seu lar.

Nesse caso, por você já frequentar e levar o seu pet no estabelecimento com frequência, ele já conhecerá a saúde e costumes dele, o que facilitará ainda mais a consulta.

3 – Contar com boas referências

Uma das melhores formas de saber sobre a reputação de um profissional, seja ele um veterinário ou qualquer outra profissão, é contar com boas referências. Peça a indicação de amigos e familiares, além de fazer uma boa pesquisa na internet e conferir a avaliação dos profissionais que você está considerando.

4 – Utilizar equipamentos de qualidade

Quanto mais completa e bem estruturada for a clínica, maiores serão os benefícios para o seu melhor amigo e com mais agilidade ele dará o diagnóstico de possíveis doenças e enfermidades. Confira quais são os serviços prestados, que tipo de exames são realizados, se conta com equipamentos e um espaço dedicado a uma UTI, dentre outros fatores.

5 – Ter um ótimo currículo

Faça uma breve pesquisa na internet e procure pelas qualificações do veterinário que vai atender o seu pet. Saiba a formação dele, quanto tempo tem de experiência, cursos que já fez e a credencial dele no Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Procure também verificar qual é a especialidade do profissional, por exemplo, se as especializações dele são voltadas para cães ou gatos.

6 – Levar jeito para lidar com animais

De nada vai adiantar que o profissional tenha um currículo invejável se ele não souber conquistar a confiança do seu pet — e, consequentemente, a sua. Durante um atendimento veterinário, certos cuidados serão imprescindíveis para que o seu animal de estimação se sinta confortável o suficiente para permitir que os procedimentos sejam feitos com tranquilidade.

Portanto, busque observar a forma como o veterinário age com relação a cães e gatos, se ele tem paciência, atenção, carinho e dedicação.

Após avaliar todos esses critérios, escolha um local que seja condizente com as suas necessidades e do seu animal de estimação e que faça você se sentir seguro e confortável para levá-lo em qualquer tipo de situação.

Você ainda tem dúvidas sobre como escolher um atendimento veterinário de qualidade para o seu pet? Tem mais algum critério que você leva em consideração, mas que não mencionamos neste post? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência ou questionamentos sobre o assunto!

Adestramento de gatos: o que Jackson Galaxy pode nos ensinar?

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Pegar a bolinha, dar a patinha, fazer xixi no local certo, sentar, deitar e rolar. Quando pensamos em adestrar um animal, logo nos vem à cabeça alguns truques para cães, não é mesmo? Mas você já ouviu falar que existe o adestramento de gatos?

Deixando os mitos de lado, saiba que é possível educar o seu felino e tornar o comportamento dele mais tranquilo e adequado. Para tanto, mais do que conhecer as melhores práticas e dicas de adestração, é preciso levar em consideração o temperamento e até os instintos naturais do gato.

E é isso que torna Jackson Galaxy tão habilidoso no que ele faz. Já conhece o trabalho dele? No post de hoje, compartilharemos com você algumas dicas de adestramento de gatos ensinadas por ele e que contribuirão bastante para a domesticação do seu pet. Confira:

Quem é Jackson Galaxy?

Conhecido nos Estados Unidos como “The cat daddy”, algo que poderia ser traduzido como pai dos gatos, Jackson Galaxy se tornou famoso ao apresentar o programa “Meu gato endiabrado” e por conseguir ajudar e dar dicas a donos de gatos e “domar” até mesmo os felinos que se mostram mais arredios e indisciplinados.

O seu diferencial é que para colocar o adestramento de gatos, ele tenta primeiro entender o que pode estar provocando tal comportamento no animal, para depois encontrar uma solução.

Dicas de adestramento de gatos

Com tanta sabedoria e conhecimento sobre o comportamento dos gatos, existem algumas dicas práticas que podemos aprender com Jackson Galaxy, como:

1 – Ensinar o gato a andar na coleira

O seu gato precisa se sentir confortável para permitir que você saia com ele na coleira. Portanto, crie nele a sensação de que está propiciando algo benéfico a ele enquanto coloca o acessório — uma dica é dar biscoito para felinos durante essa etapa.

Depois, para que ele ande com a coleira, chame a atenção dele com o saco de biscoitos, tentando recompensá-lo com o petisco e com carinhos toda vez que ele “cumprir com o papel dele”.

2 – Aprenda a lidar com o comportamento agressivo

Você ama o seu felino e se dedica a ele da melhor forma que pode, mas, mesmo assim, ele não perde uma oportunidade de atacá-lo. Para mudar essa atitude, primeiro você precisa entender que, provavelmente, o seu gato não está tentando atacá-lo, mas, sim, brincando de uma forma mais agressiva.

Mas como assim? — você deve estar se perguntando. Por conta do seu temperamento, pode ser comum que ele tente se divertir brincando de caça e caçador e, no caso, você é a presa dele.

Tente passar um tempo todo dia promovendo atividades divertidas e interessantes para o seu gato, de modo que ele pare de ter esse tipo de comportamento.

3 – Conquiste o carinho do seu felino

Você tenta se aproximar do seu gato e fazer com que ele deixe acariciá-lo, mas isso parece impossível? Talvez você não esteja fazendo isso da forma adequada.

Alguns gatos não sentem uma sensação agradável com carinho em excesso, pois esse movimento no pelo provoca estática neles e, por conta disso, podem apresentar algumas reações como se afastar ou até mesmo atacá-lo.

Mas isso não quer dizer que você não pode nunca acariciá-lo. Tente observar as reações dele e quando demonstra estar cansando do carinho. Além disso, aprenda quais são os locais em que ele gosta de receber os afagos.

Gatos costumam ser desconfiados e territorialistas, portanto, conquiste a confiança dele e, antes de tentar qualquer aproximação, tenha a permissão dele.

Já conhecia o trabalho do Jackson Galaxy? Já tentou algum dia o adestramento de gatos? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência no assunto!

É possível adestrar gatos de verdade?

é possível adestrar gatos de verdade

é possível adestrar gatos de verdade

Quando se fala em adestramento de animais, o gato é sempre aquele bichinho que passa uma imagem de independência e, portanto, difícil de adestrar, certo? Por isso, muitos donos de gatos muitas vezes desistem de tentar ensinar alguns truques para os bichanos, sem imaginar que é possível, sim, fazer com que eles atendam a alguns comandos.

Adestrar gatos é uma tarefa um pouco mais desafiadora quando comparada aos cães, mas é totalmente possível.

O processo de adestramento dos felinos é importante para deixá-los mais comportados e ainda para aproximar seu relacionamento com os humanos. Para que essa tarefa seja mais fácil para você, listamos abaixo algumas dicas e informações sobre o adestramento de gatos. Confira!

Entenda que gatos não são cães

Muitos donos de cães têm a tendência a acreditar que os gatos reagem da mesma forma que eles ao serem incentivados. Porém, não é apenas com elogios que você consegue adestrar um felino. Os gatos desejam, em troca de favores, presentes materiais, ou seja, um bom petisco ou aquele sachê delicioso que ele adora.

Caso seu gato não seja um adorador de comida, presenteie-o com alguns brinquedos ou brincadeiras de que ele mais gosta.

Comece desde bebê

Se o seu gato chegar com alguns meses, é importante que ele comece ser adestrado ainda bebê. Primeiramente, faça com que ele se acostume à rotina da casa, comendo nas mesmas horas em que a família come, por exemplo.

Também é importante que você o acostume com as limpezas de rotina, como banho ou corte das unhas. Assim, você não terá dificuldades para fazer a higiene quando for preciso.

Entenda as técnicas e como aplicá-las

Para evitar que seu gato suba onde você não quer

Nessas situações, o adestramento fica por conta da barreira física colocada para que o bichano não suba e nem entre em locais indesejados, como lixo, despensa e armários de cozinha. Coloque tampas mais pesadas no cesto de lixo, por exemplo, e tente colocar travas de criança no armário onde ele não deve ir. Com o tempo, a postura será automática.

Para ensiná-lo a responder quando for chamado

Gatos raramente respondem quando você os chama, certo? Para que essa situação mude, você pode associar o nome dele a momentos que ele goste. Por exemplo, sempre que for acariciá-lo, encher o pote de comida ou oferecer um petisco, repita seu nome. Dessa, forma, ele associará o nome a algo prazeroso e passará a atender quando for chamado.

Para colocar coleira

Sim, os gatos também podem usar coleiras, mas isso não significa que essa missão será fácil. Se puder começar a colocar o acessório desde poucos meses de idade, será mais fácil que o felino acostume-se com ele. É possível também colocá-lo em gatos adultos, mas há a possibilidade de o desafio ser maior.

Deixe a coleira no chão e sempre próxima a ele para que ele possa sentir o cheiro. Depois de ele se familiarizar, coloque a coleira sem fixá-la com as fivelas e dê um petisco. Espere um tempo e fixe a coleira, deixando-a apenas durante o período em que o gato se sinta confortável.

Quando notar que ele não se sente mais desconfortável com o peitoral, coloque a cordinha e treine alguns passeios dentro de casa, sem puxá-la demais.

É fato que os gatos possuem percepções e ações diferentes dos cães, por isso, exigem outros método e um pouco mais de paciência para que sejam treinados. Adestrar gatos é uma tarefa que deve ser feita diariamente, respeitando os limites do animal e sempre dando muito carinho para que ele associe o aprendizado e cumpra as ordens com menos resistência.

Agora que você já conheceu algumas técnicas para deixar seu bichano mais obediente, veja essa entrevista com o adestrador Leonardo Ogata e saiba tudo sobre adestramento de cães!

9 dicas de como dar banho em gatos

Dicas de banho em gatos

Dicas de banho em gatos

O gato é um dos animais de estimação mais limpos que existem: lambem-se para limpar os pelos e arranham as mais diversas superfícies para afiar as unhas.

No entanto, com a poluição dos dias atuais, é muito comum que os pelos se encham de poeira e que a queda natural da pelagem morta não aconteça. Por isso, em uma frequência razoável, é recomendável que seu felino tome um banho para garantir sua higiene.

Não imagina seu amigo peludo ficando calmo nessa situação? Pretende comprar uma roupa de borracha para evitar arranhões? Nada disso! Veja, agora, as nossas 9 dicas de como dar banho em gatos sem estressá-los, evitando acidentes.

Acostume-o desde filhote

Para que seu gato não tenha medo da hora do banho, o ideal é acostumá-lo desde filhote. No início, coloque o seu gatinho em uma banheira com um centímetro de água. Faça esse procedimento uma vez por semana ou duas vezes por mês até que ele se sinta confortável. Aumente a quantidade de água gradativamente até que seu gato aceite ficar imerso em dez centímetros. Essa técnica ajuda muito, mas os resultados podem surgir em semanas ou em meses. Tenha paciência.

Esgote as energias do seu gato

Não adianta querer colocar seu gato na banheira quando ele estiver muito agitado e alerta. É fuga e estresse na certa! Antes de dar um banho nele, brinque muito e deixe-o bem cansado. Uma boa hora é após a refeição, quando eles ficam mais preguiçosos.

Observe as unhas do bichano

Um gato que não está acostumado a tomar banho vai evitar entrar na água, então tenha certeza de que as unhas estão bem aparadas. Isso vai evitar que você se machuque e que se estresse.

Prepare a pelagem

Antes de colocar o bichano para tomar banho, escove-o primeiro. Além de ele adorar o carinho e ficar mais calmo, vai evitar que os pelos precisem ser desembolados enquanto estiverem molhados.

Tenha tudo à mão

Não pense que seu gato vai ficar imerso em uma banheira de espumas enquanto você vai até o armário buscar as toalhas. Antes de iniciar o banho, providencie toalha, xampu e secador (se for utilizar) – caso contrário, ele vai fugir e molhar a casa toda.

Prepare o local do banho

Se o seu gato perceber que o banho está próximo, vai se esconder. Portanto, prepare o lugar com a porta fechada e sem que ele veja. Na banheira ou no box, coloque um tapete antiderrapante ou uma toalha para que ele não escorregue e se assuste.

Use xampu para gatos

Produtos feitos para humanos ou para cães podem parecer funcionar, mas certamente sobrarão resíduos e seu gato vai engoli-los. Os produtos pensados exclusivamente para felinos evitam que as substâncias encontradas no xampu ou condicionador façam mal para seu amigo.

Molhe-o da cabeça para baixo

Procure lavar a cabeça, focinho e orelhas do seu gato com uma toalhinha úmida. Isso vai evitar estresse e que a água entre em seu ouvido.

Seque-o muito bem

Embora a secagem natural seja a mais indicada, nem sempre é possível – pelo frio ou para evitar que a sujeira grude no pelo molhado. Por isso, um secador é uma ótima pedida. Mas nada de fazer uma “escova” nele! Use a menor temperatura e a menor velocidade. Também fique atento para que o aparelho não esteja próximo à pele do felino.

Gostou das nossas dicas de como dar banho em gatos? Sente-se mais seguro? Passa por poucas e boas quando resolve colocar o gatinho na banheira? Tem alguma dica diferente das apresentadas aqui? Comente no post e divida suas histórias com a gente!