Como cuidar do pelo do pet? Confira 5 dicas.

Tosa em cachorro

Tosa em cachorro

Assim como os nossos cabelos têm diferentes tipos, os pelos do seu pet apresentam variações. Entre tantas possibilidades, os dos gatos podem ser semi-longos, curtos, encaracolados… — sem contar com as muitas colorações. Já os cães podem apresentar pelos grossos e sedosos, longos e lisos, com ondulações, curtos, dupla pelagem etc.

Ou seja, cada tipo de pelo, independentemente de você ter um cão ou gato, vai demandar cuidados específicos.

Para ajudá-lo nessa tarefa, no post de hoje, vamos listar algumas dicas essenciais para cuidar do pelo do pet, mantendo-o sempre macio, hidratado e saudável. Confira:

5 dicas para cuidar do pelo do pet

Apesar de serem animais diferentes, os cuidados básicos com o pelo de um cão ou gato não costumam variar muito. Portanto, abaixo, listamos os mais importantes:

1. Faça a escovação regularmente

É muito importante criar o hábito de escovar o seu animal de estimação regularmente. Essa prática auxilia na retirada de pelos mortos, identificação de pulgas e carrapatos, ajuda a reduzir a queda e ainda o mantém limpo por mais tempo.

O ideal é que pets de pelo longo sejam escovados pelo menos uma vez por dia. Já os de pelo curto podem ter escovações semanais.

2. Mantenha o seu pet sempre limpo

banho ajuda a retirar impurezas da pele do animal e contribui de maneira direta com a sua higiene. Portanto, pets de pelos longos devem tomar banho cerca de duas vezes por mês. Os de pelo curto, por outro lado, apenas uma.

No entanto, isso dependerá dos seus hábitos e de quão sujo o animal está. Não o deixe sujo por muito tempo, de modo a evitar problemas de pele e alergias.

3. Invista em bons produtos

Se você tem o costume de cuidar da higiene do seu cão ou gato em casa, é muito importante contar com produtos de qualidade e que sejam específicos para o seu animal de estimação. Observe se o item escolhido não provoca qualquer tipo de alteração nos pelos e se o animal se adapta bem a ele.

Na dúvida, peça a opinião do seu veterinário. Ele conhece o seu pet muito bem e, certamente, saberá indicar quais são os melhores produtos para deixar os pelos limpos e saudáveis.

4. Garanta uma alimentação de qualidade

Você sabia que a ração do seu pet pode influenciar no pelo dele? Algumas, quando não são de boa qualidade, podem provocar a queda, deixá-los quebradiços e frágeis.

Por conta disso, nunca descuide da alimentação do seu animal de estimação. Garanta que ele faça a ingestão adequada de nutrientes para manter o seu desenvolvimento.

5. Observe qualquer sinal de alteração no pelo

Qualquer alteração no pelo do seu pet pode ser um sinal de que a saúde dele não anda bem ou que desenvolveu alguma dermatite. Portanto, caso ele passe a ter mais quedas do que o normal, falhas, cheiro desagradável, feridas, entre outros sintomas, leve-o para se consultar com um veterinário o quanto antes.

Esperamos que com este post você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre como cuidar do pelo do seu cão ou gato! Como você pôde perceber, as dicas são simples e práticas para serem realizadas em seu dia a dia!

Agora que você já ficou por dentro de algumas dicas para cuidar do pelo do pet, leia o nosso post e aprenda a melhor forma de dar remédios para o seu animal de estimação!

Cuidados com gatos: 5 necessidades do seu felino

Mulher abraçando gato

Mulher abraçando gato

Muitos são os mitos que envolvem os gatos, não é mesmo? Há quem diga que eles não são tão carinhosos quanto os cães, não gostam de tomar banho e que são mais arredios e independentes, mas não se engane.

Só quem realmente tem um felino sabe o quanto eles podem ser dóceis, apegados aos donos e muito interessados na rotina de quem vive no mesmo lugar que ele — apesar de ter os momentos em que gosta de ficar sozinho e fazer as coisas por conta própria.

Está pensando em ter um felino, mas tem muitas dúvidas a respeito? Não sabe quais são os cuidados com gatos e tem medo de não dar a devida atenção a ele? Não se preocupe!

No post de hoje, vamos compartilhar com você 5 necessidades do seu felino que não podem ser deixadas de lado. Confira:

1. Garanta a segurança do pet e evite que ele vá para a rua

Antes de mais nada, se está passando pela sua cabeça adotar um gato, o primeiro passo a ser dado é garantir que o seu lar está devidamente seguro para recebê-lo.

Para tanto, verifique se prateleiras e móveis estão firmes, bem montados, pois é grande a chance de que ele tenha curiosidade em subir nesses locais. Além disso, vai ser preciso ter atenção redobrada com o que fica espalhado pela casa, como objetos pequenos, tóxicos ou cortantes, de modo a evitar que o seu gatinho possa se ferir.

No entanto, a tarefa mais importante a ser feita antes do seu gato chegar é colocar tela em todas as janelas, se possível, inclusive as dos banheiros. Você já deve saber que o gato tem um instinto de caçador e que, muitas vezes, pode tentar escapar e explorar diferentes locais. É imprescindível não permitir que ele faça isso, pois pode se machucar com a queda ou com os perigos da rua.

2. Mantenha a vacinação em dia

Para manter a saúde do pet em dia e reduzir as chances de que ele tenha alguma doença, um dos maiores cuidados com gatos é seguir o cronograma de vacinação ao longo da vida deles.

Quando filhote, ele tomará a polivalente ao completar 60 dias — as doses serão reforçadas aos 90 e 120 dias. Essa vacina será dada novamente anualmente, com apenas uma dose. Já a antirrábica é dada pela primeira vez aos quatro meses de vida e reforçada anualmente.

3. Leve-o com frequência ao veterinário

É muito importante levar o seu pet para se consultar com o veterinário, pois apesar de parecer que está tudo bem, ele pode estar com algum problema assintomático. Além disso, esse profissional poderá analisá-lo com maior cuidado e identificar possíveis problemas genéticos ou questões que os olhos de um leigo não conseguem identificar.

O ideal é fazer visitas anuais — aproveite o mês de reforço das vacinas — em que o veterinário pode solicitar exames para certificar se ele está em boa forma.

4. Assegure a higiene do animal e da casa

Gatos são animais higiênicos e que não gostam de viver em lugares sujos e bagunçados. Portanto, garanta que a limpeza dele e do seu lar estejam sempre em dia. O indicado é que você:

  • troque com frequência a areia da caixa;
  • passe pano com desinfetante nos locais em que ele mais passa tempo;
  • dê banho pelo menos uma vez por mês no pet;
  • corte as unhas do animal e faça a limpeza dos ouvidos mensalmente.

5. Dê uma alimentação de qualidade

Converse com o veterinário e peça que o oriente sobre a melhor ração para dar ao seu gato. Ele saberá quais nutrientes não devem faltar na alimentação do seu felino e o que deve ser feito para compensá-los.

Além disso, faça uma lista de todos os alimentos que eles não podem comer em hipótese alguma, como leite, pães e uva.

Viu só como não era preciso ter tanta preocupação antes de ter um felino em seu lar? Seguindo nossas dicas de cuidados com gatos não vai ter segredo: o seu vai ser muito feliz, saudável e querido!

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Conheça 7 produtos para pet que tornam sua rotina mais prática

Produtos pet

Produtos pet

Um bicho de estimação é uma companhia e uma alegria ao nosso lado. Além de companheiros, ajudam muito a amenizar as tensões da rotina diária de pessoas nas mais variadas idades, do vovô ao netinho. Seja um gato, cachorro, porquinho da índia, ou chinchila, entre outros, o animal precisa de carinho e cuidados. Isso pode ser facilitado com produtos para pet em sua casa.

Neste artigo apresentamos alguns produtos para animais de estimação e seus benefícios para auxiliar no seu dia a dia com seu pet querido. Aproveite e boa leitura.

Garanta a saúde e o bem-estar do seu pet

Um pet necessita de atenção para estar saudável, limpo e feliz. Um veterinário, uma boa higiene e mimos fazem parte desse cuidado. E com o amor que ele recebe de você, o bicho vira o ‘dono do pedaço’.

Brinquedos, petiscos, artigos de higiene e acessórios estão disponíveis no mercado para você escolher e comprar. São muitas opções de produtos para a saúde, a higiene e a diversão nos mais variados tamanhos, especificações, cores e modelos.

Tudo para que o animal viva bem, confortável e faça a festa.

Conheça 7 produtos para pet que você deve ter em casa

Como você adora animais e quer que seu bicho de estimação esteja sempre bem e contente, fizemos uma lista com itens que ajudam nessa tarefa. Confira:

1. Petiscos

Pet adora um agrado.Petiscos é uma ótima opção para satisfazer as vontades do animal. Contudo, atenção para a qualidade desse alimento.Verifique se ele é indicado para o seu peludo, seus ingredientes e nutrientes. Biscoitos é uma boa, por exemplo.

O petisco natural com gengibre e eucalipto é uma indicação para cães.O gengibre auxilia no controle das bactérias na boca do peludo e o eucalipto atua como um descongestionante nasal.

2. Pote de ração personalizado

Uma dica legal para você guardar a comidinha de seu bicho querido, com direito a aplicar uma foto e o nome do fofo ou da fofa.

3. Gel para xixi

O bichinho fez xixi. Você aplica o gel sobre ele e rapidinho o pipi se transforma em pó. Então, é só varrer ou aspirar. Além da praticidade, o gel tem um odor de erva-doce que oferece um aroma agradável ao ambiente.

4. Lança bolinha

Se o seu pet é daqueles que adora uma diversão do tipo “corre e pega”, esse é um brinquedo delicioso.Faz bem para ele e para você.Muitas risadas e muitos afagos acontecerão.

5. Cama em formato de almofada

É uma gostosura. Você encontra em diversos tamanhos, modelos, cores e estampas. O bichinho vai curtir o aconchego e tirar uma soneca.

6. Roupas e acessórios

Roupas, calçados e bijuterias dão aquele toque de charme e fofura aos pets. Ter uma caixa com coleiras, plaquinhas e pingentes, em versões fashion, para repaginar o bichinho antes de sair para um passeio, é uma ótima opção.

E se vai passear, que tal vestir o amigo(a) com aquele figurino elegante e descontraído?

7. Sabonetes e shampoos

Bicho limpinho é tudo de bom. Então, tenha um estoque de sabonetes, líquido ou em barra, shampoos e condicionadores. Além do cheirinho de limpeza, eles combatem pulgas e carrapatos.

Curta seu pet com todo o amor que ele merece

Quem ama, cuida. Certamente, você está na lista das pessoas que adoram um pet e fazem de tudo para que ele esteja sempre bem. Brinquedos, a ração, medicamentos, artigos de higiene, roupinhas, petiscos, camas e casinhas são, além de produtos para pet, as melhores formas de expressar esse amor.

Agora é adquirir os produtos para pet que você ainda não tem, ou renovar o estoque.Seu bicho de estimação vai adorar. Siga nossas páginas no Facebook e Instagram e confira outras dicas sobre o encantado mundo animal.

Existem diferenças nas areias sanitárias para gatos?

Gato na areia sanitária

Gato na areia sanitária

Ao chegarmos ao supermercado ou pet shop, nos deparamos com diferentes tipos de areias sanitárias para gatos. Diante de tantas possibilidades, é comum ter dúvidas quanto a qual é a mais indicada para o nosso pet, não é mesmo?

Por conta disso, listamos neste post os principais tipos de areia para a caixa do seu gato para ajudá-lo a conhecê-las melhor. Confira:

Tipos de areias sanitárias para gatos

Areia de sílica de microcristais

A areia de sílica de microcristais tem ótima qualidade, durando por mais tempo e segurando melhor o odor das necessidades do gato. No entanto, ela é mais cara do que as outras areias.

Caso você tenha poucos gatos em casa, ela pode ter um bom custo-benefício, pois o ideal é que ela seja trocada semanalmente.

Areia de sílica de bolinhas

Apesar de ter as mesmas vantagens da areia de sílica de microcristais e ser muito confortável para as patas do felino, a de bolinhas apresenta algumas desvantagens. Como ela é mais fina, é bastante comum que o animal ao pisá-la a espalhe pelo chão.

Areia à base de farinha de mandioca

Essa é uma opção natural e bastante barata. No entanto, pode, sim, fazer a maior bagunça em sua casa, pois os grãos fininhos da areia grudam na pata do felino e se espalham por onde ele for.

Areia granulada com perfume

A areia granulada com perfume é uma das mais fáceis de ser encontrada. Muito prática, assim que o gato faz xixi se formam pequenos blocos de areia, o que torna mais simples a retirada dos dejetos. Quando isso acontece, ela também libera um perfume para sobrepor o odor exalado pela urina do gato — o que faz com que tenha um preço mais alto.

No entanto, é importante observar se o seu gato não desenvolve algum tipo de alergia a esse perfume.

Madeira

Feita de pequenos pedaços da madeira pinus, uma das principais vantagens desse tipo de areia é que ela é biodegradável. Além disso, tem um custo acessível e não provoca tanta alergia.

Porém, apesar da boa capacidade de absorção, ela deve ser peneirada diariamente — o que pode não ser tão prático para quem passa o dia fora de casa.

Pedras minerais

As pedras mineiras apresentam diferentes benefícios, como baixo custo, fácil limpeza e a possibilidade menor de provocar alergia no gato.

Apesar de apresentar essas qualidades, ela não segura com tanta eficácia o odor, o que torna necessário uma frequência maior de limpezas na caixa.

Areia comum

Areia encontrada nas praias também pode ser usada na caixa do seu gato — desde que você saiba a procedência e tenha a certeza de que não tem algum fungo ou bactéria.

No entanto, o que poderia ser uma solução prática e barata, não conta com tantas vantagens, já que ela não absorve com facilidade a urina ou segura o odor dos dejetos do animal. Consequentemente, sempre que o gato sujar a caixa é preciso limpá-la e lavá-la por completo.

Granulada à base de argila

Assim como a granulada com perfume, esse tipo de areia é muito fácil de ser encontrada. Tem um preço camarada e absorve a urina com qualidade — que forma bolinhas secas ao entrar em contato com a areia. Por conta disso, ela dificilmente se espalha ou gruda na pata do felino.

Agora que você conhece melhor os principais tipos de areias sanitárias para gatos, esperamos que você se sinta mais preparado para escolher a ideal para o seu felino!

Se você quer mais dicas, cuidados com a saúde e bem-estar do seu pet, siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e YouTube!

5 cuidados básicos ao cuidar da saúde do pet que você deve seguir à risca

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Quando o assunto é saúde, você já sabe: é preciso alerta total! Visitamos o médico regularmente para exames de rotina, ficamos atentos aos sinais físicas apresentados por nós mesmos e nossa família, e tomamos uma série de cuidados básicos para a manutenção do bem-estar.

Entretanto, você já parou para pensar que nossos bichinhos de estimação também precisam desses cuidados? Isso mesmo! Há uma série de recomendações que devem ser seguidas à risca para que eles se mantenham sempre saudáveis e bem dispostos. No post de hoje, conheça quais são os 5 cuidados básicos ao cuidar da saúde do pet. Continue a leitura!

1. Mantenha a vacinação em dia

O primeiro cuidado essencial para cuidar da saúde do pet é um dos mais falados, mas mesmo assim muitos donos de animais esquecem de colocá-lo em prática. Existe uma série de doenças que podem acometer cães e gatos, mas que podem ser facilmente evitadas com a administração da vacina correta e no tempo certo.

Portanto, é fundamental manter a vacinação do seu animal em dia. Nos cães, as vacinas mais comuns são as polivalentes (tipo V8 e tipo V10), a antirrábica e as de prevenção à gripe canina. Já nossos amigos felinos devem tomar as vacinas V3 e V4.

O que parece ser um alto investimento é, na verdade, um pequeno preço a pagar pela saúde e segurança do pet. A devida vacinação dos animais de estimação é tão importante que, em muitos municípios brasileiros, a vacina contra a raiva é obrigatória por lei.

2. Marque exames periódicos

Assim como os seres humanos, nossos animais de estimação precisam realizar exames periódicos para avaliar seu estado de saúde e identificar doenças precocemente. Um dos mais importantes é o exame de fezes, devido à grande ocorrência de vermes que podem apresentar riscos para a família toda.

As zoonoses, por exemplo, são parasitas que podem ser transmitidos dos bichos para as pessoas. Entre os mais comuns estão o Dipylidium caninum, o Ancylostoma spp. e o Toxocara spp. Fique atento: mesmo que seu pet não saia de casa, ele pode contrair alguns desses parasitas ao se alimentar de alimentos crus, como ovos, carne bovina e suína ou animais mortos. Ele também pode ser contaminado pelos sapatos dos donos!

É somente a partir dos exames que o tratamento adequado, como a vermifugação, poderá ser realizado.

3. Faça a higiene correta do pet

Por mais que ele odeie, manter o banho do seu bichinho de estimação em dia é essencial! É muito mais agradável ter um pet cheirosinho e limpinho e, além disso, a higiene correta é fundamental para a manutenção da saúde do seu amigão.

A tosa, muitas vezes vista apenas como recurso estético, também dificulta a formação de nós em pelos mais longos. Neles, poderia haver acúmulo de sujeira e, consequentemente, a aparição de fungos e bactérias. Use os produtos adequados para o seu pet e fique atento ao período recomendado entre um banho e outro.

4. Preste atenção na alimentação

Há uma série de alimentos cujo consumo não é recomendado para cães e gatos, podendo causar enjoo, irritação, vômitos e até a facilitação do aparecimento de algumas doenças. Portanto, siga sempre as recomendações do seu veterinário e administre a alimentação de forma correta para seu bichinho, levando em consideração suas especificidades e necessidades nutricionais.

5. Cuide da saúde do pet constantemente

Todos os cuidados mencionados acima são fundamentais para a saúde do animal de estimação. Portanto, a última dica é: você deve cuidar da saúde do pet constantemente! Não esqueça de nenhuma informação importante e não deixe nada para depois. Faça o controle da administração das vacinas, leve-o ao veterinário e mantenha seus exames em dia. Não descuide-se da saúde do seu bichinho!

Para ajudar você com isso, hoje, o mercado traz várias opções de sistemas tecnológicos para auxiliar nos cuidados com o animal. Esses sistemas reúnem em um só lugar todas as informações necessárias sobre seu pet, permitindo que você os mantenha sempre felizes e saudáveis!

Agora que você já conhece as recomendações básicas para cuidar da saúde do pet, não deixe de ler também o nosso artigo sobre as 5 doenças mais comuns em cães e gatos!

9 dicas de como dar banho em gatos

Dicas de banho em gatos

Dicas de banho em gatos

O gato é um dos animais de estimação mais limpos que existem: lambem-se para limpar os pelos e arranham as mais diversas superfícies para afiar as unhas.

No entanto, com a poluição dos dias atuais, é muito comum que os pelos se encham de poeira e que a queda natural da pelagem morta não aconteça. Por isso, em uma frequência razoável, é recomendável que seu felino tome um banho para garantir sua higiene.

Não imagina seu amigo peludo ficando calmo nessa situação? Pretende comprar uma roupa de borracha para evitar arranhões? Nada disso! Veja, agora, as nossas 9 dicas de como dar banho em gatos sem estressá-los, evitando acidentes.

Acostume-o desde filhote

Para que seu gato não tenha medo da hora do banho, o ideal é acostumá-lo desde filhote. No início, coloque o seu gatinho em uma banheira com um centímetro de água. Faça esse procedimento uma vez por semana ou duas vezes por mês até que ele se sinta confortável. Aumente a quantidade de água gradativamente até que seu gato aceite ficar imerso em dez centímetros. Essa técnica ajuda muito, mas os resultados podem surgir em semanas ou em meses. Tenha paciência.

Esgote as energias do seu gato

Não adianta querer colocar seu gato na banheira quando ele estiver muito agitado e alerta. É fuga e estresse na certa! Antes de dar um banho nele, brinque muito e deixe-o bem cansado. Uma boa hora é após a refeição, quando eles ficam mais preguiçosos.

Observe as unhas do bichano

Um gato que não está acostumado a tomar banho vai evitar entrar na água, então tenha certeza de que as unhas estão bem aparadas. Isso vai evitar que você se machuque e que se estresse.

Prepare a pelagem

Antes de colocar o bichano para tomar banho, escove-o primeiro. Além de ele adorar o carinho e ficar mais calmo, vai evitar que os pelos precisem ser desembolados enquanto estiverem molhados.

Tenha tudo à mão

Não pense que seu gato vai ficar imerso em uma banheira de espumas enquanto você vai até o armário buscar as toalhas. Antes de iniciar o banho, providencie toalha, xampu e secador (se for utilizar) – caso contrário, ele vai fugir e molhar a casa toda.

Prepare o local do banho

Se o seu gato perceber que o banho está próximo, vai se esconder. Portanto, prepare o lugar com a porta fechada e sem que ele veja. Na banheira ou no box, coloque um tapete antiderrapante ou uma toalha para que ele não escorregue e se assuste.

Use xampu para gatos

Produtos feitos para humanos ou para cães podem parecer funcionar, mas certamente sobrarão resíduos e seu gato vai engoli-los. Os produtos pensados exclusivamente para felinos evitam que as substâncias encontradas no xampu ou condicionador façam mal para seu amigo.

Molhe-o da cabeça para baixo

Procure lavar a cabeça, focinho e orelhas do seu gato com uma toalhinha úmida. Isso vai evitar estresse e que a água entre em seu ouvido.

Seque-o muito bem

Embora a secagem natural seja a mais indicada, nem sempre é possível – pelo frio ou para evitar que a sujeira grude no pelo molhado. Por isso, um secador é uma ótima pedida. Mas nada de fazer uma “escova” nele! Use a menor temperatura e a menor velocidade. Também fique atento para que o aparelho não esteja próximo à pele do felino.

Gostou das nossas dicas de como dar banho em gatos? Sente-se mais seguro? Passa por poucas e boas quando resolve colocar o gatinho na banheira? Tem alguma dica diferente das apresentadas aqui? Comente no post e divida suas histórias com a gente!

Problemas de pele em pets – A dermatite atópica

problemas de pele em pets a dermatite atopica

Por Tatiana Borges*, colaboradora do Blog do Pata

problemas de pele em pets a dermatite atopica

A importância da hidratação cutânea em cães e gatos.

A dermatite atópica é uma doença multifatorial que pode acometer cães e gatos geneticamente predispostos, levando a alterações na barreira cutânea que facilitam a perda de água transepidermica, tornando a pele ressecada.
O tratamento da dermatite atópica exige uma série de cuidados e uma delas é a hidratação da pele.

A hidratação é fundamental para a função de proteção da pele, pois diminui a coceira (prurido), minimiza e, até mesmo evita a penetração pela pele de substâncias que desencadeiam a alergia, irritações e bactérias.

O hidratante atua na pele, proporcionando oclusão, umectação e hidratação ativa, com isso reduzindo o processo inflamatório que o quadro da dermatite atópica causa na pele dos animais.

No universo de produtos para pets, temos muitos produtos de excelente qualidade no mercado com a finalidade de hidratação da pele de animais de companhia, na forma de máscaras, loção, xampu, condicionadores, spray, cremes, espumas, entre outros.

Não esqueça de hidratar o seu animal contra a dermatite atópica!

*Dra Tatiana Borges é médica veterinária especializada em dermatologia veterinária, do Hospital Veterinário Sena Madureira. Conheça mais sobre o trabalho da Tatiana clicando aqui.

 

Você costuma hidratar a pele de seus pets? Comente!

Ouvidos dos pets são sensíveis. Veja como cuidar

Uma das partes mais sensíveis dos corpos de cães e gatos são os ouvidos. Isso porque, por se tratar de um local úmido e quente, a região propicia a criação de colônias de ácaros, bactérias e fungos. Orelhas saudáveis são rosadas, lisas e não expelem odor. Em outros casos, é preciso tratar o bichinho. Afinal, tem coisa mais chata que dor de ouvido?

 

Limpe e evite a entrada de água: Orelhas de cães e gatos precisam ser inspecionadas regularmente, especialmente as dos filhotes. “Se elas estiverem sujas, é preciso passar um cotonete com álcool ou, de preferência, com uma solução otológica”, recomenda o veterinário Guilherme Aita Soares. Também é aconselhável colocar um chumaço de algodão dentro do ouvido do animal na hora de banhá-lo.

 

Cuidado com a otite: A otite é uma inflamação que afeta orelhas de cães e gatos. “Os sintomas são simples de serem identificados: secreção intensa, uma orelha aparenta estar mais baixa que a outra e pode haver a presença de otohematoma, uma espécie de bolha na região”, orienta. Fora isso, a orelha fica com mau cheiro, podendo atrair moscas. Como o problema pode ter diferentes causas – tais como bactérias, fungos, sarnas, traumas ou pelos dentro do canal auditivo –, é recomendando encaminhar o animal para o veterinário.

cao ouvido

Trate todos os animais da casa: Se você tem mais de um animal em casa, atenção: “Todos precisarão ser tratados, inclusive os que não apresentam sintomas”, alerta Guilherme. Como os sintomas podem demorar a se manifestar, é possível que um dos pets esteja infectado sem dar sinais. “Tratar todos ao mesmo tempo evita que colônias de bactérias fiquem pulando de um animal para o outro.”

 

Orelhas maiores, riscos maiores: Cães com orelhas longas e peludas, tais com o Cocker e o Beagle, estão mais propensos a desenvolver doenças na região auditiva. Isso porque suas orelhas entram em contato com a água com frequência, já que caem na tigela. A umidade, unida ao calor das orelhas densas, pode atrair as colônias.

 

Você cuida direitinho dos ouvidos de seus pets? Comente!

Perfumes em bichinhos de estimação: usar ou não?

Caes olfatoAntes de qualquer coisa: cachorro é cachorro, por mais que novas tendências busquem, cada vez mais, humanizá-los. Bonés, brincos, colares, tinturas, sapatinhos e lacinhos, por exemplo, põem a estética à frente do conforto dos bichos. Não é diferente com os perfumes especiais para cães. Proibidos não são, mas exigem cuidados.

O olfato é um dos sentidos mais aguçados nos cães. E o que agrada aos narizes das pessoas, pode ser ruim para os bichos. Por isso, se os perfumes são utilizados em excesso, causam alergias tanto nas vias respiratórias quanto nos pelos e na pele, além de prejudicar o faro. A primeira regra é utilizar – em quantidades mínimas – colônias exclusivas para pets, elaboradas sem álcool e com essências hidrossolúveis.

Nunca se deve borrifar esses produtos na cabeça ou no pescoço. Muito menos utilizar fragrâncias de humanos. Um bom banho com xampu e sabonete específicos para cães já é suficiente para deixar seu cachorro com um cheirinho especial.

 

E seu bichinho, usa perfume? Específico para animais? Comente abaixo!

Gato pode tomar banho?

Muita gente não costuma levar o gato para pet shop por achar que banhos o estressam. Outros, também, acreditam que somente as próprias lambidas são suficientes para mantê-los longe da sujeira. Mas tudo isso é mito: gatos adoram água corrente e, se acostumados desde filhotes, terão prazer em receber um banho, fator essencial para a sua saúde. Como são animais muito delicados, alguns cuidados precisam ser tomados. Para esclarecer as dúvidas no assunto, o veterinário Norvaldo Alegria Martins dá algumas dicas:

 

Cuidado com as vacinas: Antes de levar seu gatinho para a pet shop, certifique-se de que ele já completou o calendário inicial das vacinas. “Esse cuidado é fundamental para garantir que o animal está protegido contra doenças infecto-contagiosas”, explica o veterinário.

Banho gato

Quinze dias ou um mês: A frequência de banhos depende da pelagem e rotina do gato, além da estação do ano. Normalmente, é recomendado que haja um espaço de um mês durante o inverno e de quinze dias durante o verão.

 

Não esqueça a escovação: Algumas raças precisam de cuidados além do banho. “Himalaias e Persas, por exemplo, devem ser escovados pelo menos uma vez por semana”, recomenda Norvaldo. Em contraponto, os donos de gatos das raças Ragdolls e Pixie-Bobs podem ficar mais tranquilos: eles precisam de banhos apenas a cada dois ou três meses.

 

Faça companhia no primeiro banho: Se o seu gato é muito arisco ou costuma ter medo de sair de casa, acompanhe-o no primeiro banho. Assim, ele se sentirá seguro e não estranhará futuras visitas à pet shop.

 

Escolha a pet com cuidado: Na hora de escolher uma pet shop para levar o seu bichano, alguns pontos devem ser observados. Primeiramente, é preciso que a clínica utilize uma toalha para cada animal, o que evita contaminações. Também é necessário se certificar de que não haja o uso de sedativos ou anestesias em animais mais agressivos. Como não se trata de um procedimento cirúrgico ou doloroso, o uso é desnecessário para o animal, e pode trazer complicações com o passar do tempo. “Saúde sempre vem antes da estética”, completa Norvaldo.

 

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