A importância de agendar as atividades do seu animal de estimação

Familia com cachorro

Familia com cachorro

Você, certamente, deve ter uma rotina de atividades que realiza, visando garantir que a sua saúde fique em dia — seja ao manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas, ir a médicos, realizar exames etc.

Saiba que, para o seu pet, também é muito importante ter uma agenda de tarefas atualizada e completa, pois, assim, será possívelmanter um acompanhamento de tudo o que ele precisa fazer ao longo dos dias.

No post de hoje, vamos explicar o porquê de ser ideal criar uma agenda para o seu animal de estimação, independentemente dela ser física ou digital, e quais devem ser as tarefas que deverão ser anotadas nela. Confira:

Por que ter uma agenda para o animal de estimação?

São tantos os compromissos que temos em nossa rotina que, contar com o auxílio de uma agenda para nos lembrar o que devemos fazer, é imprescindível — e isso vai se mostrar muito relevante também para as tarefas do seu pet.

Quais atividades devem ser marcadas na agenda?

Para ajudá-lo, listamos algumas das atividades mais frequentes e comuns na rotina de um animal de estimação e que você precisa anotar na agenda dele.

Idas ao pet shop

Com que frequência o seu cão vai ao pet shop para tomar banho, ser tosado e cortar as unhas? Para não se esquecer, anote todos esses dados em sua agenda e garanta que a higiene dele esteja adequada.

Se você mescla idas ao pet shop com banhos dados em casa, também é indicado que isso conste em suas anotações. Não se esqueça que o ideal é que um cão de pelo curto, por exemplo, tome banho no máximo duas vezes por mês. Já os que apresentam o pelo longo, o banho pode ser semanal.

Datas de vacinas

Nós já comentamos neste post a importância de manter um controle preciso da vacinação do seu cão. Portanto, essa deve ser mais uma das atividades do seu animal de estimação que deve estar presentes em sua agenda.

Anualmente, o cão recebe o reforço da vacina polivalente, que tomou quando era um filhote. Além disso, existem outras que precisam ser dadas para garantir a saúde dele, como a vacina contra a raiva.

Consultas periódicas com o veterinário

Não é porque o cão está sem apresentar algum sintoma ou comportamento diferente que podemos garantir que ele está saudável. Para não ter nenhuma dúvida com relação a isso, dependendo da idade do animal, é preciso levá-lo periodicamente para se consultar com o veterinário.

A quantidade de consultas que um filhote precisa não será a mesma de um adulto e nem de um idoso. Ou seja, ao longo da vida do seu pet, a agenda dele também vai se alterando, o que demonstra a importância de mantê-la atualizada.

Um filhote precisa de um acompanhamento mais próximo, pelo menos uma vez por mês, de modo que o veterinário seja capaz de acompanhar a sua evolução. Quando ele se torna um adulto, a frequência passa a ser anual, caso ele não aparente nenhum problema.

Ao se tornar um idoso, porém, os cuidados voltam a ser redobrados, tornando preciso que ele se consulte a cada seis meses.

Gostou dessas dicas para manter uma agenda de atividades do seu animal de estimação atualizada? Então assine a nossa newsletter e receba muitas outras novidades e informações sobre o mundo pet!

Ração para gatos ou feita em casa: qual é melhor opção?

Gato comendo

Gato comendo

Se tem uma dúvida que é recorrente e que aflige muitos donos de gatos é qual a melhor forma de alimentar o animal de estimação: ração industrializada ou caseira?

Pois saiba que não é só você quem lida diariamente com essa questão, já que este é um assunto que chega, até mesmo, a dividir a opinião de profissionais. Enquanto alguns acreditam que a ração para gatos industrializada é a mais indicada, outros preferem que eles sejam alimentados apenas com refeições caseiras.

Para acabar com as suas dúvidas, no post de hoje, vamos listar as vantagens e desvantagens dessas formas de alimentar o pet, auxiliando, portanto, a sua escolha. Confira:

Ração para gatos industrializada: vantagens e desvantagens

As opções são muitas: você vai encontrar opções como a standart, super premium, para filhote e adultos, e até para gatos castrados ou obesos. Além disso, as rações industrializadas podem ser encontradas em 3 variedades: secas, semi-secas e enlatadas.

Alternar entre essas possibilidades é o mais indicado para garantir que ele tenha uma alimentação balanceada e de qualidade. Abaixo, listamos algumas vantagens e desvantagens da ração industrializada.

Vantagens

Uma das principais vantagens que os alimentos industrializados propiciam aos felinos é que eles já costumam apresentar a quantidade necessária de nutrientes para mantê-los com a saúde em dia.

Outro ponto positivo das rações industrializadas é que elas influenciam na longevidade do pet, aumentando os anos de vida e evitando que eles desenvolvam algumas doenças, como as de deficiência nutricional ou problemas osteoarticulares.

Desvantagens

Assim como em relação à higiene, o seu felino vai se mostrar bastante exigente com a ração que vai alimentá-lo. Portanto, o ideal é que você observe qual vai ser do agrado dele.

Para ter certeza de que gosta da ração, ele, provavelmente, vai cheirar o pote, experimentando o conteúdo e analisando a textura. Caso não goste, logo vai se afastar de onde a ração está e não voltará a comê-la.

É importante que você se lembre, porém, que existem diferentes tipos de ração, influenciando na quantidade de nutrientes, vitaminas e demais benefícios para a saúde e bem-estar do animal.

Portanto, ao oferecer uma ração de má qualidade ao seu pet, além de aumentar as chances dele nem chegar perto dela, mesmo que ele goste, pode não propiciar o que ele precisa para se desenvolver.

Refeições caseiras: quando é indicada

Não pense que a refeição caseira servida ao seu gato é a mesma preparada para a sua família. Para que esse tipo de alimentação seja adequada, ela não deve, em hipótese alguma, ser condimentada.

Entre os alimentos que podem fazer parte da alimentação do seu gato, estão:

  • frango e peixe, tanto cozidos como grelhados (fonte de proteína);
  • vegetais;
  • cereais;
  • frutas;
  • leite (caso ele não tenha intolerância à lactose.

Normalmente, essa alimentação é adotada para ajudá-los a se recuperar de alguma doença ou infecção. Para não restar dúvidas, converse com o veterinário do seu gato. Veja a opinião dele e em quais casos ele acredita que a ração caseira é indicada, a quantidade ideal e o modo de preparo — aproveite e leia o nosso post com os 12 alimentos proibidos para gatos.

Este profissional também será de grande ajuda para orientá-lo sobre as melhores rações industrializadas e o quanto é necessário para manter o pet saciado e saudável.

Tirou as suas dúvidas sobre ração para gatos industrializada e refeições caseiras? Então não guarde essas informações apenas para você! Compartilhe este post em suas redes sociais e divida essas dicas com seus amigos que também têm gatos!

Saiba como cuidar de um cachorro idoso

Cachorro idoso

Cachorro idoso

Assim como nós, os nossos amigos de 4 patas também crescem e envelhecem, é um processo natural que faz parte da vida. Porém, muitos tutores têm dúvidas sobre como tratá-los quando eles entram nessa nova fase. “Quais são os cuidados que um cachorro idoso precisa ter?”, costuma ser o principal questionamento.

E é para lhe ajudar quanto a isso que preparamos este post especial, com algumas sugestões simples e fundamentais para você aplicar na rotina com o seu melhor amigo. Confira!

Visite o veterinário com frequência

A cada 6 meses, pelo menos, você deve levar o seu cão para se consultar com um veterinário. Esse é um passo primordial nessa nova fase da vida do bichinho. Afinal, com o devido acompanhamento, é possível diagnosticar e tratar com mais agilidade possíveis doenças, garantir o bem-estar e ampliar a expectativa da vida dele.

Outro ponto importante é que o veterinário analisará além do comportamento e do aspecto clínico a alimentação do pet. Dessa forma, ele indicará uma dieta equilibrada e saudável para o seu amigão.

Atente à alimentação correta para cachorro idoso

Há pouco citamos a alimentação do cão idoso e aqui vamos nos aprofundar um pouco mais sobre o assunto, já que sua atenção deve ser redobrada quanto a esse detalhe.

Isso se deve ao fato de que, uma vez na fase senil, ele precisará de um cardápio alimentar que atenda as necessidades nutricionais que possui e que evite quadros de sobrepeso ou mesmo emagrecimento excessivo.

Por isso, converse com o veterinário do seu cachorro e defina uma dieta rica em antioxidantes, vitaminas, proteínas nobres e fibras que ajudem a retardar o envelhecimento, regular o trato intestinal, reduzir a perda de massa muscular etc.

As rações sênior, por exemplo, são uma boa opção já que são produzidas especificamente para cães na terceira idade.

Proporcione um local confortável para o seu descanso

Oferecer um local confortável para o seu cão dormir é fundamental, seja ele um filhote, adulto ou sênior, para que ele tenha um descanso de qualidade.

Porém, nesta última fase é ainda mais importante, já que o cachorro idoso pode apresentar problemas como artrose ou artrite, que afetam suas articulações e limitam a mobilidade dele.

Devido a isso, um espaço longe de interferências climáticas, como chuva, frio ou calor, com uma cama macia, acolchoada e adequada ao porte dele, é essencial para a sua qualidade de vida.

Faça passeios com seu pet

Outro cuidado importante com o cachorro idoso diz respeito aos passeios. Isso porque muitos tutores acreditam que por causa da senilidade eles devem ser diminuídos, o que não é verdade.

Esses momentos ao ar livre em um parque ou praça, por exemplo, e em sua companhia são muito importantes para exercitá-lo, diminuir o estresse canino e promover o bem-estar dele.

Porém, tenha em mente que os melhores horários para uma caminhada são pela manhã e no final da tarde, quando o clima está mais ameno. Além disso, evite forçá-lo a fazer atividades que exijam muito do seu condicionamento. Elas devem estar moldadas para a necessidade e o ritmo do seu pet.

Invista em brinquedos para entretê-lo

Fora os passeios que vão divertir e proporcionar momentos de interação com novos ambientes, é válido investir em brinquedos que mantenham o cachorro entretido também dentro de casa, especialmente quando você não estiver por perto.

Isso ajuda a impedir que ele manifeste alguns problemas emocionais, como o estresse e a síndrome de ansiedade de separação. Afinal, será uma distração que pode não apenas mantê-lo ocupado por horas, mas também exercitá-lo.

Gostou de saber mais sobre os cuidados com cachorro idoso que você deve ter com o seu companheiro de 4 patas? Então coloque-os em prática e garanta que ele envelheça com saúde, bem-estar e muito carinho!

Contudo, fique atento ao escolher os brinquedos que são de morder, pois estes devem ser específicos para os idosos já que alguns modelos podem causar danos à gengiva ou mesmo a dentição dele devido ao material com que são feitos.

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Cinomose: guia completo sobre essa doença

cão com bola

cão com bola

Hoje em dia, é mais fácil manter um bom acompanhamento da saúde do seu animal de estimação. Afinal, com o amplo acesso a informações proporcionado pela internet, aprendemos, mesmo dentro de casa, a ter os principais cuidados com cachorros. Sem falar que também conseguimos identificar uma série de sintomas quando eles não estão bem.

Essa possibilidade de compreender melhor os hábitos e os comportamentos dos nossos bichinhos é importantíssima para conhecê-los um pouco mais, mas é também fundamental para nos anteciparmos às urgências e, assim, levar os nossos amigos quadrúpedes ao veterinário o quanto antes.

Nesse sentido, vamos falar bastante a respeito da cinomose, uma perigosa doença que afeta os cachorros, especificamente, e com alta recorrência em cãezinhos durante o seu primeiro ano de vida — embora a doença também possa acometer cães em idade avançada.

A ideia deste post, portanto, é orientar você a identificar os sintomas dessa doença debilitante e resistente, bem como ensinar a lidar com a cinomose no que diz respeito ao seu tratamento e a consequente cura do seu cãozinho — que é difícil, mas possível.

Por isso, convidamos você a ler o nosso post e ter em mãos uma informação de qualidade para enfrentar uma virose de elevadíssimo risco de contágio — e que não afeta seres humanos. Confira!

O que é a cinomose e quem ela afeta

Em essência, a cinomose é um vírus. Mas queremos antecipar a boa notícia para quem tem um cãozinho com a doença: ela tem cura, apesar do seu grave risco. O importante, aqui, é a identificação rápida dos sintomas, uma vez que essa doença é traiçoeira e imprevisível.

A imprevisibilidade da cinomose se dá na ordem com a qual ela decide atacar os órgãos — fazendo dela uma doença sistêmica.

Isso, inclusive, a torna tão desconhecida, mortal (especialistas apontam que a taxa pode chegar a até 85% dos casos) e também passível de erros de diagnóstico, já que os sintomas tendem a variar bastante.

Por isso, o vírus em questão (o CDV, que é a sigla para Canine Distemper Virus) deve ser amplamente estudado e divulgado, e o conhecimento a respeito dele, disseminado. Tudo para fortalecer campanhas de prevenção da doença e reduzir essa taxa altíssima.

O que nos leva à afirmação dada no início deste artigo: os caminhos para enfrentar a cinomose. Afinal, ela costuma atacar os cães em dois momentos, principalmente:

  • no seu primeiro ano de vida;
  • quando não recebem a vacina de prevenção;
  • quando se encontram com a imunidade baixa.

Por isso, é importante entender que a cinomose pode atacar cães em todas as etapas de suas vidas. Sem falar que o vírus possui alta resistência: pode sobreviver, em locais secos e frios, por um longo tempo e, em áreas quentes e úmidas, por até um mês.

Além disso, como havíamos antecipado, a cinomose é altamente contagiosa — mas apenas entre os cães. Assim, é fundamental que o contato com outros animais seja evitado. Um mal social necessário para reduzir ao máximo o risco de contágio com outros cachorros.

A prevenção, portanto, é uma das alternativas mais seguras para evitar o surgimento e propagação desse vírus mortal. Por isso, vamos entender um pouco mais como a doença tende a atacar a saúde dos cães.

As fases da cinomose

Nem sempre é fácil identificar alguns sintomas em nossos pets, e tampouco é uma tarefa simples identificar o surgimento da cinomose nos cãezinhos. Mas é possível identificar algumas mudanças visíveis, uma vez que a doença costuma se caracterizar por fases.

A princípio, os sintomas iniciais são os mais fáceis de nos precipitar em um diagnóstico equivocado, já que são caracterizados por um breve mal-estar. Assim, é comum observar no cãozinho algum tipo de doença respiratória ou mesmo no sistema digestivo.

Sintomas que costumam se evidenciar por meio de episódios de:

  • vômitos;
  • diarreia;
  • espirros;
  • bastante secreção ocular e nasal.

Quando tratado indevidamente, o quadro evolui rapidamente para casos de pústulas, febre alta resistente e até mesmo pneumonia.

Em seguida, a doença pode chegar ao seu estágio avançado, de gravíssimo risco ao cão. É quando a cinomose alcança o sistema nervoso, podendo ocasionar uma série de tiques nervosos, espasmos, comportamentos pouco habituais e, em casos mais graves, convulsões e até mesmo estados de coma.

Especialistas alertam que, quando diagnosticado nesse estágio, as chances de recuperação são cada vez mais reduzidas. Há, inclusive, a possibilidade de restar alguma sequela quando o estado é revertido, com resposta do animal ao tratamento.

Portanto, que quem possui um cãozinho, ou conhece quem conviva com um, precisa entender melhor o funcionamento da cinomose e avaliar sempre o comportamento do animal.

Vale também se atentar à significativa importância em levar o animal periodicamente ao veterinário. Uma prática que pode ajudar a antecipar o diagnóstico e diminuir a gravidade da cinomose.

Mas esse quadro pode ser observado quando as pessoas possuem todo tipo de informação a respeito da doença. Por isso, vamos nos aprofundar no que já discutimos anteriormente e conhecer os principais casos em que a cinomose pode se manifestar.

Os principais riscos que levam à contração da doença

Vimos, até aqui, a gravidade da cinomose e as principais causas que podem levar à contração da doença. Afinal, trata-se de uma contaminação direta e indireta, como veremos a seguir:

  • contaminação indireta: pelas vias respiratórias do cãozinho, que pode ser feita pelo contato com o ar contaminado, ao redor, pela interação e contato com algum objeto contaminado e até mesmo no contato com fezes e espirros de outros animais;
  • contaminação direta: por meio do contato do cãozinho com as secreções de um cachorro doente.

Mais uma vez, aqui é reforçada a prevenção da cinomose, para que ela não se espalhe rapidamente pelos locais onde o seu cachorro, com risco de estar doente, possa transitar.

Em especial, esse cuidado deve ser redobrado quando o seu cãozinho possuir idade entre 3 e 6 meses. A explicação para isso é simples: é o período em que o animal perde alguns anticorpos maternos por conta do fim da amamentação.

Devido a esse fator determinante, a melhor prevenção é a vacinação adequada do cãozinho, pois o procedimento possui o poder de protegê-lo da cinomose. Ela é aplicada, geralmente, nos primeiros 45 dias de vida do animal. Em seguida, pode ser aplicada mais 2 ou 3 vezes, quando ainda são filhotes, existindo também o reforço anual dessa vacina.

Mas vale lembrar que a idade não é o único fator de risco, já que a cinomose também pode contaminar cães em idade avançada, que estejam com a imunidade baixa.

E, embora não exista algum elemento definitivo a respeito, foi observado que a cinomose acomete mais cães das raças Greyhound, Husky Siberiano, Malamutes do Alaska e Samoieda e Weimaraner.

Por fim, um ponto que também deve ser levado em consideração à vacinação é o cuidado quando o seu cachorro possui alguma verminose, já que esse tipo de caso torna ineficiente o efeito da vacina.

Isso, entretanto, é um quadro que deve ser examinado e identificado pelo veterinário, para que não ocorra nenhum risco ao seu animal de estimação durante a aplicação das vacinas.

Além disso, outras maneiras eficientes de prevenção podem ser apontadas como diferenciais para evitar a disseminação da cinomose, como:

  • evitar o contato com outros cachorros durante a ocorrência da doença;
  • lavar os locais onde o cãozinho teve contato com água sanitária — o que ajuda a erradicar, parcialmente, a presença do vírus nos ambientes;
  • nunca compartilhar os potes de ração e água e as caminhas com outros cães;
  • lembrar-se de aplicar anualmente a vacina preventiva;
  • reduzir ou evitar o contato com outros cães enquanto não forem tomadas todas as precauções contra o contágio de cinomose.

Com isso, você consegue reduzir exponencialmente — e, com certeza, erradicar — a presença do vírus da cinomose e, assim, manter em dia a saúde de seus pets.

Os sintomas da cinomose

Apontamos, anteriormente, como a cinomose age no organismo do cachorro, atuando em um sistema de fases que vão, gradativamente, prejudicando cada vez mais a saúde do bichinho.

A dificuldade no diagnóstico se dá pelo fato de que a cinomose é uma doença sistêmica e pode afetar outros órgãos, em vez de seguir sempre uma mesma ordem. Devido a essa imprevisibilidade, as pessoas devem redobrar a atenção com relação aos sintomas que surgem em seus animais de estimação.

Existe também a dificuldade em diagnosticar precocemente a cinomose porque nem todo cão apresenta a mesma quantidade de sintomas que outros cães possam ter apresentado. Mas, em geral, existe um padrão específico de sintomas que devem ser analisados cuidadosamente:

  • ocorrências de secreção ocular em excesso;
  • falta de apetite;
  • pústulas que começam a surgir no focinho ou mesmo na barriga do cão;
  • fraqueza, melhor apontada pelo desânimo e perda de equilíbrio do animal.

Esses sintomas iniciais são os principais que tendem a guiar para um diagnóstico precipitado. Até mesmo porque o cão pode desenvolver hábitos que não possuía até então, como o ato de comer grama.

A fase seguinte já agrava o caso do desequilíbrio, dificultando a locomoção do cachorro em linha reta, por exemplo. Uma disfunção que, ao evoluir, se caracteriza também pela ocorrência de espasmos musculares, convulsões e paralisias (nas pernas, principalmente).

É no caso dos espasmos e outras disfunções involuntárias que o cão pode estar demonstrando a gravidade da cinomose: quando ela conseguiu alcançar o sistema nervoso. Esse é o último estágio da doença e o que possui menos chances de reversão.

Dessa maneira, entenda todo o ciclo de evolução da cinomose, que pode variar, mas tende a manter um padrão similar ao citado abaixo:

  • período de incubação do vírus, que varia entre 3 e 15 dias;
  • estado febril (pode chegar a até 41 °C) e ocorrência dos sintomas citados;
  • evolução rápida para os sintomas gravíssimos, quando a cinomose já chegou ao sistema nervoso do cão.

Vale mencionar que muitos dos sintomas que surgem nos primeiros estágios tendem a melhorar e aparecer de novo, posteriormente — um sintoma que dificulta a identificação da cinomose. Além disso, o agravamento e a consistência dos sintomas variam também conforme a própria imunidade do seu cachorro.

Com isso, o que mais determina o diagnóstico precoce da cinomose é a visita periódica ao veterinário e a atenção redobrada das pessoas que convivem com o cãozinho.

Assim, à medida que um ou mais desses sintomas aparecerem, o mais indicado é encaminhar o animalzinho ao veterinário de sua confiança para que ele seja avaliado e examinado. Assim, o melhor tratamento poderá ser apontado para a imediata recuperação do animal.

Os caminhos para tratar a doença

Uma ou mais opções de tratamentos específicos para a cinomose ainda estão em estado de análise, estudo e comprovação de sua eficácia (no fim deste artigo, falaremos brevemente sobre um deles).

Até o momento, entretanto, o tratamento que tem se mostrado mais útil é a combinação de alternativas para combater os sintomas no cãozinho ao mesmo tempo em que medidas para fortalecer a sua imunidade são também praticadas.

O problema é que, quanto mais avançada a doença, mais fortes são os medicamentos, o que também dificulta a própria reabilitação do cachorro — daí, novamente, a importância em identificar mudanças e sintomas o quanto antes.

A eficácia desse tipo de tratamento também é condicionada à saúde e ao histórico do animalzinho de estimação. Afinal, como já mencionamos, a cinomose costuma encontrar espaços de entrada justamente quando o seu pet se encontra mais debilitado.

Dessa maneira, é importante manter a qualidade de vida do cãozinho sempre em alta — com uma alimentação balanceada e também com uma rotina de exercícios. Quanto mais saudável e fortalecido ele estiver, menor pode ser o impacto da doença sobre ele.

O que ajuda no tratamento contra a cinomose

Acima, falamos que não existe, ainda, um tratamento definitivo e conclusivo no combate à cinomose. Também foi mencionado que esse vírus é gravíssimo e com alta taxa de mortalidade — seja pela demora em identificar e relacionar os sintomas à doença, seja por conta da baixa idade do cãozinho.

Por isso, antecipar-se é sempre a melhor prevenção. Além das já mencionadas vacinas preventivas — e que devem reforçadas anualmente — e das visitas periódicas ao veterinário, a atenção com a alimentação e os exercícios do cachorro são elementos fortalecedores.

Consequentemente, caso a cinomose apareça, o organismo do seu cachorro terá mais chances de combater os próprios sintomas e, assim, reduzir os riscos decorrentes dos avanços da doença.

O que nos leva a listar, logo abaixo, uma sequência providencial para que você, seu animal de estimação e o veterinário possam seguir para encontrar o melhor tratamento contra a cinomose:

  • manter uma rotina qualitativa do cãozinho (com alimentação regrada e exercícios regulares);
  • realizar as primeiras vacinações (sendo a dose inicial aplicada durante os primeiros 45 dias de vida do cão);
  • atentar-se a toda mudança de comportamento e aos sintomas listados neste artigo;
  • fazer tratamento pontual dos sintomas que surgirem, para que a doença não debilite muito o cachorro, por meio do uso periódico de anticorpos, antibióticos e vitaminas, entre outros medicamentos, ou mesmo de remédios injetáveis aplicados pelo veterinário.

Com isso, é possível garantir um auxílio importante ao longo de toda a vida do seu cachorro, reduzindo ao máximo as possibilidades de que ele possa contrair a cinomose. No entanto, atenção: quando filhotes, a doença é ainda mais perigosa e debilitante, com altas taxas de mortalidade.

Cabe ressaltar, também, que a doença se manifesta e evolui de diferentes maneiras em cada animal. Desse modo, a solução é administrada na medida em que o veterinário puder acompanhar os sintomas. Por isso, essa união de esforços é tão importante.

O que leva à importante conclusão, quanto ao tratamento da cinomose em cachorros: nunca tente administrar o tratamento por conta própria.

Afinal de contas, como vimos até aqui, esse tipo de evolução se deve não apenas ao surgimento de sintomas variados, como também ao ataque ao sistema imunológico do cão. Assim, a combinação de medicamentos deve ser pensada e aplicada por profissionais qualificados.

Da mesma maneira que o veterinário é a pessoa mais indicada para observar e analisar os percursos trilhados pela doença, podendo antecipar situações que podem ocorrer no quadro clínico do cãozinho. Sem falar no diagnóstico definitivo da doença, feito por exames solicitados pelo próprio profissional.

Portanto, não tente diagnosticar e medicar o seu cachorro sem prévia avaliação e indicação profissional. Isso tudo pode impactar decisivamente na qualidade do tratamento do seu animal de estimação. Sem falar que, por meio de um esforço assertivo e muito bem encaminhado, a cinomose tem cura, sim — como veremos a seguir!

O que leva à cura da cinomose

A princípio, reforçamos que o melhor tratamento contra a cinomose é a sua prevenção. Uma medida que tem início com a rotina de vacinas bem aplicadas no animal de estimação.

Para esse tipo de doença, o processo de vacinação eficaz é composto pelas doses V8 e V10, que combatem uma série de doenças — a cinomose entre elas — e pela devida manutenção ideal das aplicações ano após ano.

A cura, por sua vez, é um quadro possível de atingir e que, como desenhamos até a conclusão deste artigo, depende da assertividade do veterinário, da agilidade das pessoas em casa, para reconhecer os possíveis sintomas do cãozinho, e do próprio animal de estimação em estar fortalecido o suficiente para responder de maneira positiva ao tratamento.

Logo, é entendível que a cura é passível de um tratamento focado em ajudar o cachorro a resistir aos sintomas e a fortalecer a sua imunidade. Afinal, ele é o único que pode efetivamente combater os avanços da doença — desde que munido dos meios para isso.

Um tratamento alternativo contra a cinomose

Agora que você já sabe tudo a respeito da cinomose — como ela atua, avança e ataca a imunidade do seu animal de estimação —, podemos falar de um assunto que tem tomado muito tempo dos especialistas: a cura definitiva para a cinomose.

Além de remédios e vacinas que ainda se encontram em estágios iniciais ou intermediários de avanços, uma espécie de tratamento diferenciada tem trazido mais otimismo aos profissionais de saúde veterinária: o tratamento da cinomose por meio do uso de células-tronco.

A pesquisa também se encontra em um estado intermediário de evolução, mas já é tida como uma das mais promissoras para combater especificamente a cinomose, e consiste na doação de células-tronco de cães saudáveis para os animaizinhos infectados com o vírus.

A técnica tem sido significativa, e está sendo conduzida por especialistas do Centro Universitário Fundação de Ensino Octávio Basto, que fica na cidade de São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Os resultados, até aqui, foram satisfatórios.

Entre os casos mencionados como positivos, está o de uma cachorrinha com 3 anos de idade e que, após submetida ao tratamento com células-tronco, recuperou os movimentos que haviam sido prejudicados pelos avanços da cinomose.

Ou seja: não é nada definitivo, mas é um passo certo dado rumo ao tratamento definitivo e capaz de combater, por completo, os danos causados pela cinomose.

Considerações finais

E então, após tudo o que vimos aqui, deu para ter uma boa ideia da gravidade da cinomose e a consequente atenção que todos ao redor do cãozinho devem ter com relação ao surgimento de seus sintomas?

Não se esqueça de que a vacinação é um dos principais cuidados que podem contribuir para evitar a contaminação desse vírus — dentro de um amplo leque de medidas que podem ajudar a manter o seu cãozinho sempre seguro, como o chip para animais também é.

De resto, basta manter o seu cãozinho sob os melhores cuidados de alimentação e exercícios, afinal, a resistência natural do melhor amigo do ser humano vai se fortalecer e combater os sintomas da cinomose.

Agora, para garantir que você fique por dentro não apenas dos cuidados a respeito da cinomose, mas de outras doenças, tratamentos e cuidados relacionados à saúde dos seus animais de estimação, que tal assinar a nossa newsletter e fazer parte dessa comunidade que visa o melhor para os nossos pets? Até o próximo artigo!

Como cachorro pega raiva?

Cão com veterinário

Escrito por AdoroCães

Cão com veterinário

A raiva canina é uma doença bastante conhecida pelo nome.

Mas o que siginifica exatamente?

Um cachorro que possui raiva apresenta febre e mudanças de comportamento como ansiedade e solidão. Os cães antes brincalhões podem tornar-se irritadiços e até morder. Alguns passam pelo processo inverso. De agressivos, viram afetuosos.

Na segunda fase, mais comum em gatos, os animais passam a apresentar característica de fúria. Ficam muito sensíveis a estímulos auditivos e visuais. Passam a ficar desorientados e eventualmente morrem.

O cães que não passam por essa fase, vão diretamente para a fase paralítica, quando começam a ter dificuldade de respiração e para engolir além de apresentar pralisia muscular, como por exemplo, nos músculos da face.

Com dificuldades para respirar e se alimentar fatalmente vêm à falecer.

A raiva é uma doença transmitida de diversas formas. Uma delas é pela mordida de um cachorro infectado. O contato com saliva ou sangue do animal doente com algum orifício ou ferida aberta também transmite o vírus.

Uma coisa a cuidar é que não é só o cão que transmite a doença, o gato também. Outros animais como lobos, morcegos entre outros também podem transmití-la.

Uma vez infectado, o vírus da raiva se instala e se multiplica até atingir o sistema nervoso.

Infelizmente, não existe cura nem tratamento para a raiva.

A melhor forma de combatê-la é a prevenção por meio da vacinação.

Nos filhotes, a vacina deve ser aplicada após o cãozinho completar 130 dias de vida, aproximadamente. Cães mais velhos também podem ser vacinados. Então não esqueça. Mantenha o seu cão com as vacinas em dia!

Conheça raças de gatos que sofrem mutação genética

Gato da raça Sphynx

Gato da raça Sphynx

Se você tem um felino, sabe o quão fofos e bonitinhos eles podem ser — independentemente da raça, cor, tipo de pelagem e porte.

No entanto, tem se tornado cada vez mais comum a prática de realizar mutações genéticas no animal, de modo a torná-los ainda mais belos e, consequentemente, comerciais.

No post de hoje, vamos mostrar como esse tipo de atitude pode ser prejudicial para a saúde do animal e o porquê deve parar de acontecer em todas as raças de gatos. Confira:

Por que as mutações genéticas em gatos devem parar

Algumas raças de gatos costumam apresentar doenças ou problemas genéticos de maneira natural. É o caso, por exemplo, do gato Persa que tem grande predisposição a desenvolver a doença do rim policístico ou, como também é conhecida, polycystic kidney disease (PKD).

Já em alguns felinos da raça Scottish Fold é possível que as cartilagens e ossos se formem de maneira desproporcional. Enquanto que muitos da raça Angorá podem nascer surdos, ter ataxia e cardiomiopatia hipertrófica, que é quando o músculo cardíaco é bastante ampliado.

Os gatos brancos de olhos azuis também podem apresentar problemas genéticos curiosos:

  • normalmente são surdos;
  • podem não enxergar muito bem;
  • apresentam dificuldade para se reproduzir, pois não são muito férteis;
  • apresentam a saúde frágil.

Gatos malhados ou com a pelagem no tom conhecido como “carapaça de tartaruga” podem não apresentar interesse algum na fêmea e nascer estéreis.

Raças de gatos que mais sofrem mutações genéticas

Diferentemente da mutação genética que acontece de maneira natural e é comum a algumas raças, como mostramos no último tópico, um dos maiores problemas relacionados às mutações que são realizadas de maneira artificial é a quantidade de problemas de saúde que elas podem provocar no gato.

Shorty e Munchkin

Pode acontecer de gatos nascerem de maneira natural com as pernas curtas, pois eles apresentam um tipo de nanismo.

No entanto, as raças Shorty e Munchkin costumam passar por procedimentos artificiais para nascer com essa condição.

Essa intervenção genética, porém, pode provocar diversas deformidades ósseas no animal. É possível, por exemplo, que ele nasça com problemas de coluna, lordose e malformação espinhal. Além disso, não será capaz de saltar como outros felinos.

Scottish Fold e Sphynx

A criação de novas raças é algo que tem se tornado também relativamente “normal”. No entanto, o cruzamento entre algumas raças pode desencadear problemas sérios.

Nós já citamos neste post que o Scottish Fold pode ter alguns problemas de saúde genéticos. Porém, ele também tem sofrido modificações que resultaram em sua orelha “dobrada”. O gato da raça Sphynx também foi modificado ao longo dos anos e passou a não ter pelo algum.

A mutação genética de maneira artificial é uma prática que deve ser eliminada, pois, na maioria dos casos, visa apenas tornar a raça felina mais rentável e não se preocupa com as consequências que podem afetar a saúde e o bem-estar deles.

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Veja como matar carrapato sem colocar a saúde do bichinho em risco

Cachorro com pessoas

Cachorro com pessoas

Você tem o costume de passear com o seu cachorro? Costuma levá-lo para áreas com grama ou que tenham outros cães e animais de estimação? Pois saiba que são nesses momentos em que são maiores as chances dele pegar carrapato.

Mas não basta apenas retirar aqueles que surgirem no pelo do seu cachorro. Para não colocar a saúde dele em risco, é preciso seguir alguns passos para matar carrapato, além de saber escolher a medicação adequada e o melhor anti carrapato.

No post de hoje, confira o que deve ser feito para afastar os carrapatos do seu animal de estimação.

Quais os perigos do carrapato para a saúde do cachorro?

Por ser um parasita, os carrapatos se alimentam do sangue do animal. O período mais intenso e em que eles costumam se reproduzir de maneira mais acentuada é durante o verão, mas regiões quentes podem sofrer com esse mal o ano todo.

Dentre os principais problemas provocados pelo carrapato estão as hemoparasitoses, também conhecidas como doença do carrapato, e alergias.

Como retirar e matar carrapato?

É preciso ter muito cuidado ao retirar e matar carrapato. Há quem tente fazer isso com as mãos (prática que é altamente imprudente) ou com o auxílio de uma pinça. Mas saiba que caso ele não saia por completo e os ferrões continuem na pele do cão, é possível que ele continue contaminado e tenha até uma infecção — o que certamente desencadeará problemas maiores.

A melhor forma para retirá-los, portanto, é colocar um pedaço de algodão com álcool no local em que está o carrapato. Deixe o algodão por alguns minutos e observe se o parasita vai se soltar sozinho — não é preciso nenhum medicamento após a retirada dos carrapatos da pele do cachorro.

Quando ele se soltar, com o próprio algodão você pode aproveitar para matá-lo, apertando-o com os dois polegares.

Observe, porém, se o seu cão não vai desenvolver uma alergia após esse procedimento. Em caso afirmativo, ele deve apresentar alguns sintomas, como: coceiras, lesões, inflamações e inchaço no local. Não hesite e leve logo o animal para uma consulta com o veterinário.

Como acabar de vez com os carrapatos?

Para ter a certeza de que o seu cão está livre desses parasitas, o indicado é que você faça uma vistoria no pelo após um passeio. Um dos melhores momentos para verificar a existência deles é enquanto o animal está dormindo, já que é quando os carrapatos preferem se locomover.

Além disso, é imprescindível levar o seu cão para uma consulta com o veterinário. Assim, ele poderá avaliar a situação do seu cão e indicar o melhor tipo de tratamento, caso ele já esteja com o parasita, e prevenção.

Atualmente, existem no mercado produtos que visam impedir que o carrapato se torne um parasita de animais de estimação, como sprays, coleiras, talcos, comprimidos e pipetas para despejar no pescoço do cão.

Busque, também, evitar locais com grande concentração de cães, que podem estar com o parasita e passar para o seu, e passear em ambientes com grama.

Um outro problema muito comum provocado pelos carrapatos é a infestação dos lares, sendo que é possível que eles se tornem parasitas em pessoas também. O ideal, nesses casos, é que o ambiente seja dedetizado, evitando que o parasita continue se reproduzindo e transmitindo doenças.

Você já conhecia os perigos e a forma ideal de matar carrapato sem colocar a saúde do seu cão em risco? Quer ficar por dentro de dicas e novidades como essa? Então, assine a nossa newsletter e receba em seu e-mail todos os nossos conteúdos!

Afinal, por que cachorros comem grama?

Cachorro na grama

Cachorro na grama

Nossos cães costumam apresentar alguns hábitos bem curiosos, não é mesmo? Uns gostam de cavar, outros correm atrás do rabo e têm aqueles que comem grama. Mas por que será que isso acontece?

É muito importante observar se o seu amigo canino está se comportando de maneira diferente. E quando cachorros comem grama, aliás, pode ser um sinal de que algo nele não está bem.

Se o seu pet desenvolveu esse hábito e você não sabe o que fazer, não se preocupe! No post de hoje, mostraremos os principais motivos para ele estar com esse costume e o que deve ser feito para evitá-lo. Confira:

Por que cachorros comem grama?

Um dos grandes motivos para um cão comer grama é bem simples: ele gosta. Essa é uma prática comum e que até certo ponto não é preocupante.

Você deve ficar alarmado, porém, caso ele desenvolva alguns sintomas como vômito e outros problemas de comportamento. É ideal, também, que você observe que tipo de planta ele está comendo e se ela não é tóxica para ele.

Abaixo, listamos os principais motivos para um cão comer grama:

Gastrite ou dor de estômago

Alguns especialistas acreditam que o cachorro come grama para melhorar algum mal-estar no estômago ou intestino que ele esteja sentindo.

Normalmente, após ingerir a grama, pode acontecer dele vomitar o alimento que o estava afetando.

Caso isso se repita com muita frequência, procure o seu veterinário de confiança e explique a ele o que está acontecendo. Ele saberá fazer o diagnóstico e orientá-lo sobre o melhor tratamento.

Fome

Outro motivo que pode estar contribuindo para o seu pet desenvolver o hábito de comer grama é estar com fome.

Na falta de alimento, ele procura por algo que seja comestível e, em certo ponto, agradável para o paladar dele.

Isso só reforça a importância de criar uma rotina para o seu cão, com horário de comer, brincar e dormir.

Falta de nutrientes

Como é a alimentação do seu cachorro? Você tem providenciado uma ração de qualidade? Saiba que a falta de nutrientes é outra causa para ele ter interesse em comer grama.

Os animais de estimação precisam ter uma dieta equilibrada e de acordo com porte, raça e idade. Talvez seja o caso de você trocar a ração ou investir em uma dieta natural para ele.

Ao levá-lo para se consultar com o veterinário, ele solicitará alguns exames e analisará quais são os nutrientes que estão insuficientes.

Ansiedade ou tédio

Se um cão passa muito tempo sozinho ou não recebe a devida atenção dos donos, é muito provável que ele comece a ter ansiedade e tédio. Dentre os sintomas que apontam que ele está com esses problemas, estão latir muito alto, automutilação, letargia e, claro, comer grama.

Não se esqueça nunca que o seu cachorro sente falta da sua atenção e carinho! Portanto, dedique a ele um tempo de qualidade e leve-o para passear e praticar atividades físicas.

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Existem diferenças nas areias sanitárias para gatos?

Gato na areia sanitária

Gato na areia sanitária

Ao chegarmos ao supermercado ou pet shop, nos deparamos com diferentes tipos de areias sanitárias para gatos. Diante de tantas possibilidades, é comum ter dúvidas quanto a qual é a mais indicada para o nosso pet, não é mesmo?

Por conta disso, listamos neste post os principais tipos de areia para a caixa do seu gato para ajudá-lo a conhecê-las melhor. Confira:

Tipos de areias sanitárias para gatos

Areia de sílica de microcristais

A areia de sílica de microcristais tem ótima qualidade, durando por mais tempo e segurando melhor o odor das necessidades do gato. No entanto, ela é mais cara do que as outras areias.

Caso você tenha poucos gatos em casa, ela pode ter um bom custo-benefício, pois o ideal é que ela seja trocada semanalmente.

Areia de sílica de bolinhas

Apesar de ter as mesmas vantagens da areia de sílica de microcristais e ser muito confortável para as patas do felino, a de bolinhas apresenta algumas desvantagens. Como ela é mais fina, é bastante comum que o animal ao pisá-la a espalhe pelo chão.

Areia à base de farinha de mandioca

Essa é uma opção natural e bastante barata. No entanto, pode, sim, fazer a maior bagunça em sua casa, pois os grãos fininhos da areia grudam na pata do felino e se espalham por onde ele for.

Areia granulada com perfume

A areia granulada com perfume é uma das mais fáceis de ser encontrada. Muito prática, assim que o gato faz xixi se formam pequenos blocos de areia, o que torna mais simples a retirada dos dejetos. Quando isso acontece, ela também libera um perfume para sobrepor o odor exalado pela urina do gato — o que faz com que tenha um preço mais alto.

No entanto, é importante observar se o seu gato não desenvolve algum tipo de alergia a esse perfume.

Madeira

Feita de pequenos pedaços da madeira pinus, uma das principais vantagens desse tipo de areia é que ela é biodegradável. Além disso, tem um custo acessível e não provoca tanta alergia.

Porém, apesar da boa capacidade de absorção, ela deve ser peneirada diariamente — o que pode não ser tão prático para quem passa o dia fora de casa.

Pedras minerais

As pedras mineiras apresentam diferentes benefícios, como baixo custo, fácil limpeza e a possibilidade menor de provocar alergia no gato.

Apesar de apresentar essas qualidades, ela não segura com tanta eficácia o odor, o que torna necessário uma frequência maior de limpezas na caixa.

Areia comum

Areia encontrada nas praias também pode ser usada na caixa do seu gato — desde que você saiba a procedência e tenha a certeza de que não tem algum fungo ou bactéria.

No entanto, o que poderia ser uma solução prática e barata, não conta com tantas vantagens, já que ela não absorve com facilidade a urina ou segura o odor dos dejetos do animal. Consequentemente, sempre que o gato sujar a caixa é preciso limpá-la e lavá-la por completo.

Granulada à base de argila

Assim como a granulada com perfume, esse tipo de areia é muito fácil de ser encontrada. Tem um preço camarada e absorve a urina com qualidade — que forma bolinhas secas ao entrar em contato com a areia. Por conta disso, ela dificilmente se espalha ou gruda na pata do felino.

Agora que você conhece melhor os principais tipos de areias sanitárias para gatos, esperamos que você se sinta mais preparado para escolher a ideal para o seu felino!

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Carrapato: quais os riscos esse parasita oferece para os animais?

Carrapato em mão humana

Carrapato em mão humana

Todo dono de cachorro sabe a importância do passeio e de fazer atividades que permitam que o pet gaste energia. No entanto, uma caminhada inocente, sem os devidos cuidados, pode trazer algumas surpresas desagradáveis, como o carrapato.

Para ajudá-lo a entender melhor sobre esse assunto, explicaremos neste post os perigos desse parasita para a saúde de um cão e quais são as precauções necessárias para evitá-los. Confira:

Como o cachorro pega carrapato?

Locais com grama e com a presença de outros cães ou animais de estimação são os que têm mais chances do seu pet pegar carrapato. O ideal, nesses casos, é investir em uma das formas de prevenção contra o parasita, como coleiras, talcos, sprays, comprimidos etc. Tenha em mente que eles estão, normalmente, escondidos nesses ambientes e em busca de um hospedeiro.

Além disso, após todo passeio, é imprescindível fazer uma “varredura” no pelo do animal e verificar se ele mesmo assim não pegou algum. As áreas do corpo em que eles preferem se alojar são cabeça, orelhas, pescoço e pés, mas caso se torne uma infestação mais séria, outras partes também serão afetadas.

Quais são os riscos para a saúde do cão?

O carrapato é um parasita que se aloja no pelo do cão e se alimenta de sangue — para você ter uma ideia, algumas fêmeas são capazes de consumir mais de 8 mL. Isso é perigoso, pois se a infestação ganha proporções maiores, existem casos em que o cão morre por perda de sangue.

Os carrapatos também podem transmitir doenças — como veremos no próximo tópico — ou, como deixam os cães mais fracos, torna-se mais fácil que ele seja contagiado por outras patologias.

Quais doenças podem ser transmitidas pelo carrapato?

Ele pode desenvolver anemia, a chamada paralisia do carrapato e ter irritações ou infecções na pele. Em alguns casos, pode desenvolver algumas doenças mais graves, como:

Doença de Lyme

Apesar de ainda não ser tão comum no Brasil, já foram identificados casos da doença em alguns cães e pessoas. Por conta disso, não há vacina contra a doença em nosso país.

Nos animais, ela provoca febre, dor intensa nas articulações e prostração. Se não tratada a tempo, causa problemas em diferente órgãos. Já em seres humanos, surgem lesões eritematosas na pele.

Erliquiose Canina

Normalmente transmitida aos cães pela bactéria Ehrlichia sp, essa doença também pode afetar gatos e seres humanos. Para identificar se o seu pet desenvolveu essa doença, observe os seguintes sintomas:

  • prostração;
  • sangramentos no nariz e na pele;
  • falta de apetite;
  • anemia.

Leve-o imediatamente ao veterinário, pois indicará quais são os exames necessários para o diagnóstico e o tratamento adequado.

Infelizmente, não existe vacina para prevenir o seu cão contra essa doença, portanto, a medida mais eficaz é conter a infestação.

Febre Maculosa

Comumente transmitida pelo carrapato estrela, a Febre Maculosa acomete o cão cerca de 4 ou 6 horas após a picada do parasita contaminado. Em seres humanos, isso acontece de forma imediata, apresentando sintomas como manchas avermelhadas no corpo, dores fortes no corpo, de cabeça e febre.

Babesiose Canina

Se o seu cão está demonstrando tristeza, tem perdido peso progressivamente e está com pouca energia, esses podem ser sinais da Babesiose Canina. Essa é uma doença grave, que ataca os glóbulos vermelhos do animal e que provoca anemia forte.

Assim como as outras doenças que citamos, não existe vacina e o ideal é levar o seu cão o quanto antes para se consultar com um veterinário. Dessa forma, ele indicará qual é o tratamento mais apropriado e efetivo.

Entendeu a importância de evitar que o seu cão tenha carrapato? Quer mais dicas de cuidados para garantir a saúde e o bem-estar do seu pet? Então, assine a nossa newsletter e receba nossos conteúdos em primeira mão!