Plataforma para cuidar do pet: o que é e por que investir?

Cão com mulher olhando notebook

Cão com mulher olhando notebook

Você ainda é o tipo de pessoa que guarda dezenas de cadernetas de vacinação do seu animal de estimação? Tem até um caderninho sobre todo o histórico de saúde e comportamental do seu cão e gato? Precisa de uma agenda para não se esquecer de todas as atividades relacionadas ao animal?

Você já pensou em investir em uma plataforma para cuidar do pet? Por meio desse tipo de sistema, é possível armazenar todas as informações do seu animal de estimação em um só local, de maneira prática e acessível.

E o melhor de tudo: não vai ser mais necessário ocupar espaço guardando tudo isso em sua casa — todas as informações estarão disponíveis online.

Quer conhecer mais alguns benefícios de uma plataforma para cuidar do pet? Então continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Contribui para o controle de vacinação

Muito comum até recentemente, as antigas cadernetas de vacinação de papel eram até métodos eficazes de conservar o histórico de vacina do seu cão e gato. No entanto, com os avanços tecnológicos, já é possível manter esses dados online.

Com isso, além de não ser mais necessário guardar todas as cadernetas em uma gaveta, ocupando espaço e gastando papel, como já informamos, você não vai mais correr o risco de perder o documento, já que ele estará em um local seguro e de fácil acesso.

Além disso, essas plataformas costumam enviar lembretes, via SMS e e-mail, sobre as próximas datas de vacinação, ajudando-o a cuidar da saúde do seu pet.

Auxilia na gestão de atividades do animal de estimação

Outro ponto benéfico de investir em um sistema online para reunir todas as informações sobre o seu animal de estimação é que ele vai auxiliá-lo na gestão de atividades do animal.

Com a rotina agitada e repleta de compromisso que temos, é comum nos esquecer de todas as atividades que devemos realizar com o pet. Portanto, este sistema vai ser uma mão na roda para lembrá-lo de todas as demandas do seu cão ou gato, como consultas com veterinário, prática de exercícios, idas ao pet shop e, também, datas de vacinação.

Armazena de maneira prática informações do dia a dia do pet

Um modo bastante eficiente de perceber alterações comportamentais em seu pet é conhecendo-o muito bem. Assim, qualquer mudança em seus hábitos já despertarão a sua atenção.

Como a nossa memória pode vir a faltar, o ideal é que você mantenha anotações sobre o dia a dia e a rotina do seu pet — e as plataformas digitais permitem que você faça isso. Depois, em caso de dúvidas, é só acessar e conferir os seus registros.

Informa ao veterinário todo o histórico de saúde

Uma plataforma online que reúne todos os dados referentes ao seu animal de estimação também vai se mostrar imprescindível na hora de informar ao veterinário o seu histórico de saúde.

Dessa forma, caso o pet esteja com algum problema de saúde, o profissional terá em mãos informações embasadas e verdadeiras, que auxiliarão na identificação do que ele tem e no diagnóstico adequado.

Além disso, por meio dessa plataforma, o veterinário vai ter ciência sobre alergias ou outras doenças, podendo assim evitar a prescrição de remédios e tratamentos que podem não ser os mais indicados.

Já conhecia os benefícios de investir em uma plataforma para cuidar do pet? Quer ficar sempre por dentro das novidades que compartilhamos? Então, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em sua caixa de e-mail as tendências e dicas publicadas no blog!

Cachorro seguro em casa: como tornar o ambiente seguro para o pet

Cão com criança

Cão com criança

Está pensando em ter um cachorro em casa? Pois saiba que não basta buscar o pet e levá-lo para o seu lar. Antes de mais nada, vai ser essencial tomar alguns cuidados e certificar se todos os espaços estão devidamente preparados e são seguros para recebê-los.

Foi pensando em quem está passando por esse tipo de situação, como você, que preparamos este post. Nele, listamos algumas dicas que, certamente, tornarão a sua casa um local em que o seu cão estará devidamente protegido. Confira:

Dicas de segurança para quem tem cachorro em casa

Confira se todos os cômodos da casa estão seguros

O primeiro passo é conferir quais perigos cada cômodo do seu lar pode oferecer para o cão. Gavetas se abrem com facilidade? É necessário comprar travas para as portas? O que fazer na cozinha para evitar que ele se aproxime do fogão quando ele estiver quente? A garagem tem algum item que possa vir a machucá-lo?

Essas e tantas outras questões devem ser solucionadas antes que o animal de estimação chegue em sua casa;

Nunca deixe objetos perigosos ao alcance do pet

Assim que um pet passa a habitar o nosso lar é preciso mudar alguns hábitos. Observar se itens perigosos estão com fácil acesso é um deles. É muito importante ter certeza de que objetos pequenos, tóxicos ou cortantes fiquem guardados em locais com tranca, de modo a dificultar que o seu cão os encontre.

Essa dica serve até mesmo para quem tem rede em casa. Em um momento que ninguém estiver prestando atenção nele, como de madrugada, ele pode sentir a curiosidade de entrar nela e, por não conseguir sair, acabar sufocando.

Não permita que o cão fique sozinho em uma piscina

A piscina oferece muitos perigos tanto para humanos quanto para os pets. Não é porque existe o “nado cachorrinho” que todo cão domina a habilidade de nadar. Por conta disso, é imprescindível ficar de olho quando o seu cão estiver em uma piscina ou tomar as ações necessárias para evitar que ele consiga entrar em momentos que não tem alguém por perto — uma dica é colocar uma capa resistente para tampar a piscina.

Além disso, cachorros com nariz achatado, como o Pug ou o Buldogue, podem não conseguir respirar enquanto nadam e, assim, afogar.

Coloque telas em todas as janelas

Essa dica costuma ser mais indicada para donos de gatos, mas também é bastante importante para quem tem um cachorro como animal de estimação, principalmente para quem mora em andares mais altos e com varanda.

Alguns cães podem se sentir atraídos por uma ave, por exemplo, e serem capazes de dar pulos altos e de longa distância. Por isso, não custa nada tomar esse tipo de precaução.

Tenha atenção redobrada com o que ele pode ingerir

Além de objetos pequenos, tóxicos e cortantes, que já mencionamos, redobrar a atenção com o que ele pode ingerir é mais do que indicado. Cuidado com os alimentos que são proibidos e também com os remédios, que podem intoxicá-los. Itens de limpeza e de cuidados com a higiene também devem ficar muito bem guardados.

Saiba quais plantas são tóxicas para animais

Se você tem plantas em casa, é muito importante saber quais podem envenenar o seu animal de estimação. Dessa forma, caso ele tenha a curiosidade de mexer nelas, não estará correndo perigo.

Garanta que ele não passe frio ou muito calor

Ter a certeza de que o seu animal de estimação não vai passar frio ou calor é outro cuidado que deve entrar na lista de cuidados de quem tem cachorro em casa. Verifique se o local em que ele vai passar a maior parte do dia proporciona uma temperatura agradável. O mais indicado é um ambiente que tenha momentos de sombra e, também, de sol.

Além disso, não deixe a vasilha de água exposta ao sol ou a caminha em um local que tenha corrente de vento.

Já conhecia todas essas dicas para quem tem cachorro em casa conseguir tornar o ambiente mais seguro? Que tal, então, assinar a nossa newsletter? Assim, você vai receber em sua caixa de e-mail todos os conteúdos que publicamos no blog!

Cuidados com gatos: 5 necessidades do seu felino

Mulher abraçando gato

Mulher abraçando gato

Muitos são os mitos que envolvem os gatos, não é mesmo? Há quem diga que eles não são tão carinhosos quanto os cães, não gostam de tomar banho e que são mais arredios e independentes, mas não se engane.

Só quem realmente tem um felino sabe o quanto eles podem ser dóceis, apegados aos donos e muito interessados na rotina de quem vive no mesmo lugar que ele — apesar de ter os momentos em que gosta de ficar sozinho e fazer as coisas por conta própria.

Está pensando em ter um felino, mas tem muitas dúvidas a respeito? Não sabe quais são os cuidados com gatos e tem medo de não dar a devida atenção a ele? Não se preocupe!

No post de hoje, vamos compartilhar com você 5 necessidades do seu felino que não podem ser deixadas de lado. Confira:

1. Garanta a segurança do pet e evite que ele vá para a rua

Antes de mais nada, se está passando pela sua cabeça adotar um gato, o primeiro passo a ser dado é garantir que o seu lar está devidamente seguro para recebê-lo.

Para tanto, verifique se prateleiras e móveis estão firmes, bem montados, pois é grande a chance de que ele tenha curiosidade em subir nesses locais. Além disso, vai ser preciso ter atenção redobrada com o que fica espalhado pela casa, como objetos pequenos, tóxicos ou cortantes, de modo a evitar que o seu gatinho possa se ferir.

No entanto, a tarefa mais importante a ser feita antes do seu gato chegar é colocar tela em todas as janelas, se possível, inclusive as dos banheiros. Você já deve saber que o gato tem um instinto de caçador e que, muitas vezes, pode tentar escapar e explorar diferentes locais. É imprescindível não permitir que ele faça isso, pois pode se machucar com a queda ou com os perigos da rua.

2. Mantenha a vacinação em dia

Para manter a saúde do pet em dia e reduzir as chances de que ele tenha alguma doença, um dos maiores cuidados com gatos é seguir o cronograma de vacinação ao longo da vida deles.

Quando filhote, ele tomará a polivalente ao completar 60 dias — as doses serão reforçadas aos 90 e 120 dias. Essa vacina será dada novamente anualmente, com apenas uma dose. Já a antirrábica é dada pela primeira vez aos quatro meses de vida e reforçada anualmente.

3. Leve-o com frequência ao veterinário

É muito importante levar o seu pet para se consultar com o veterinário, pois apesar de parecer que está tudo bem, ele pode estar com algum problema assintomático. Além disso, esse profissional poderá analisá-lo com maior cuidado e identificar possíveis problemas genéticos ou questões que os olhos de um leigo não conseguem identificar.

O ideal é fazer visitas anuais — aproveite o mês de reforço das vacinas — em que o veterinário pode solicitar exames para certificar se ele está em boa forma.

4. Assegure a higiene do animal e da casa

Gatos são animais higiênicos e que não gostam de viver em lugares sujos e bagunçados. Portanto, garanta que a limpeza dele e do seu lar estejam sempre em dia. O indicado é que você:

  • troque com frequência a areia da caixa;
  • passe pano com desinfetante nos locais em que ele mais passa tempo;
  • dê banho pelo menos uma vez por mês no pet;
  • corte as unhas do animal e faça a limpeza dos ouvidos mensalmente.

5. Dê uma alimentação de qualidade

Converse com o veterinário e peça que o oriente sobre a melhor ração para dar ao seu gato. Ele saberá quais nutrientes não devem faltar na alimentação do seu felino e o que deve ser feito para compensá-los.

Além disso, faça uma lista de todos os alimentos que eles não podem comer em hipótese alguma, como leite, pães e uva.

Viu só como não era preciso ter tanta preocupação antes de ter um felino em seu lar? Seguindo nossas dicas de cuidados com gatos não vai ter segredo: o seu vai ser muito feliz, saudável e querido!

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Por quanto tempo é seguro deixar o gato sozinho?

Gato sozinho em casa

Gato sozinho em casa

Você vai precisar sair para viajar alguns dias e não sabe por quanto tempo é seguro deixar o gato sozinho em casa? Essa é uma questão comum entre donos de felinos, pois por mais que os gatos pareçam animais superindependentes, eles precisam sim dos cuidados e da supervisão de um humano.

Por quanto tempo o gato vai ficar sozinho em casa?

Para saber o que fazer com seu gatinho quando você for viajar, primeiro é importante saber a duração da viagem. Se você for ficar um ou, no máximo, dois dias fora, seu bichano pode se virar bem sozinho. Desde que você deixe algumas vasilhas de água e comida espalhadas pela casa e todas as portas e janelas fechadas. Também não deixe nenhum tipo de produto de limpeza ou material tóxico ao alcance do seu gatinho.

Isso também não é algo que deve ocorrer com frequência, pois mesmo sendo um tempo curto, se acontecer repetidamente pode trazer consequências para a saúde do animal. Os gatos também precisam de atenção e carinho, e quando se sentem sozinhos podem desenvolver sintomas de estresse, depressão e ansiedade, por exemplo.

Por esse motivo é que devemos pensar muito bem antes de adotar um animal, já que ele deve se adaptar ao nosso estilo de vida, sem que sua saúde e bem-estar sejam afetados.

O que fazer com meu gato se eu precisar me ausentar por mais tempo?

Se o período da sua viagem for maior do que dois dias, você vai precisar contar com a ajuda de alguém para cuidar do seu bichinho. Caso você não tenha nenhum amigo, familiar ou vizinho que seja de sua confiança, procure a indicação de alguém que preste esse tipo de serviço.

Hoje em dia, existem pessoas que trabalham como cat sitter. Ou seja, é um profissional que se hospeda ou visita a sua casa diariamente enquanto você estiver ausente, para dar comida, trocar a água e a areia sanitária de seu animal e brincar um pouco com ele.

Deixar o gato em casa e contar com os serviços de um cat sitter ou algum amigo é, sem dúvida, a melhor opção. Isso porque os gatos se estressam muito com mudanças de ambiente e levá-lo para passar uns dias em outro lugar pode trazer problemas.

Entretanto, caso você não se sinta confortável com alguém em sua casa, pode deixá-lo na casa de alguém de confiança ou em um hotelzinho próprio para animais. Porém, essa opção só funciona bem se seu gato for mais tranquilo.

Se for na casa de alguém que já tem um animal, o seu gato deve ficar em um cômodo à parte, para evitar as brigas. O local deve ter telas nas janelas e as portas devem estar sempre fechadas, evitando a fuga do seu bichano.

Já se for em um hotelzinho para animais, tenha a certeza de que é um ambiente bem higienizado, com a infraestrutura necessária e profissionais sérios, para que o seu gato esteja bem cuidado, em segurança e sem possibilidade de fuga. Busque sempre referências e contato com pessoas que já utilizaram o serviço.

Para que ele se sinta mais à vontade e sofra menos estresse, leve seus pertences pessoais como caminhas, brinquedos e cobertores. Assim ele vai sentir o cheirinho que já está acostumado e ficar um pouco mais calmo. Lembre-se também de deixar todos os seus números de contato para qualquer emergência.

Seguindo essas dicas, você pode viajar tranquilo, tendo a certeza de que seu gatinho estará bem cuidado enquanto espera você voltar.

Sabia que você também pode levar o seu gato pra passear? Confira as nossas dicas!

Gatos podem passear? Descubra aqui!

Gato em caixa de transporte

Gato em caixa de transporte

Você sabia que seguindo os devidos cuidados e garantindo a segurança do pet, gatos podem passear? Mas não se engane! Não estamos falando dos passeios perigosos e indevidos que alguns fazem sozinhos e sem a supervisão dos donos! Esses devem ser estritamente eliminados da rotina do seu animal de estimação!

No post de hoje, vamos explicar como isso é possível e o que deve ser feito para propiciar um passeio tranquilo e seguro ao seu felino. Confira:

Gatos podem passear?

Gatos podem, sim, passear, mas desde que essa seja a vontade dele. Antes de sair com o animal na rua, observe o comportamento dele e se está apresentando alguns sinais de que não se sente confortável com tal passeio. Pode acontecer dele arrepiar todo e esse é um forte indício de que está com medo.

Uma alternativa é trazer esse hábito para a rotina dele de maneira tranquila e aos poucos. Primeiro, acostumando-o a passear no seu colo na porta da sua casa ou apartamento. Depois, você pode familiarizá-lo com a coleira e observar qual é a reação dele.

Quais cuidados devem ser tomados?

Para garantir que corra tudo bem durante o passeio e que ele não se sinta acuado ou amedrontado, é preciso tomar alguns cuidados. Lembre-se de que os gatos são animais desconfiados e que levam um tempo maior para se acostumar com novidades, portanto, é ideal evitar qualquer tipo de estresse.

Compre uma coleira

O primeiro é adquirir uma coleira/guia específica para gatos e do tamanho adequado do seu pet. Ela deixará você no controle da situação e será de grande auxílio para guiá-lo ao longo do caminho.

No início, deixe que ele ande pela casa com a coleira ou brinque com ele, de modo que ela não se torne algo negativo.

Dê preferência pelo mesmo local

O ideal é que, em um primeiro momento, os passeios sejam feitos no mesmo lugar, de modo que ele o reconheça e passe a se sentir confortável ali.

Leve a caixa de transporte

Tenha também sempre perto a caixa de transporte. Desse modo, caso você perceba que ele cansou ou apresentou algum comportamento anormal, é só colocá-lo dentro.

Se notar que o seu gato está apresentando mais dificuldade do que o normal para sair de casa, converse com o seu veterinário e busque descobrir quais podem ser os motivos para isso estar acontecendo.

Quais são os benefícios de passear com felinos?

Os felinos apresentam um instinto caçador forte e, por conta disso, os passeios farão muito bem a eles e contribuirão para que se sintam mais livres.

Outro benefício muito importante é que, ao passear com o seu gato, você estará realizando uma atividade física com o animal, o que evita que ele desenvolva problemas de saúde, como a obesidade felina.

Inserir na rotina do seu pet a prática regular de exercícios e brincadeiras é primordial para manter a saúde dele em dia e longe de doenças.

Agora que você já sabe se gatos podem passear e quais cuidados devem ser tomados, leia o nosso post sobre os 12 alimentos proibidos para felinos que você não conhecia!

Chip para animais: como funciona a implantação?

Cachorro com veterinários

Cachorro com veterinários

Com o passar dos anos, diferentes formas de manter um animal de estimação seguro foram sendo criadas. As tradicionais coleiras com plaquinhas de identificação, por exemplo, foram influenciadas pela tecnologia e já é possível usar uma em seu pet que tenha um QR Code.

Por meio da leitura do símbolo em um dispositivo móvel, é possível acessar de maneira prática as informações do pet, como formas de contato com o dono, nome do animal, idade etc. Essa evolução tornou mais fácil a identificação de pets perdidos e, também, de retorná-los aos donos.

No entanto, a modernização dos meios de segurança para animais domésticos não parou por aí. Uma novidade vem ganhando destaque e pode contribuir de maneira efetiva para, junto à identificação, reforçar a proteção e encontrar com ainda mais facilidade cães e gatos que se perderam de seus lares: é o chip para animais.

Quer entender melhor essa tecnologia, para o quê ela serve e como funciona o processo de implantação? Continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre esse assunto!

O que é o chip para animais?

O chip ou microchip é um dispositivo do tamanho de um grão de arroz, que é implantado sob a pele do pet. Por meio de um leitor específico, ele apresenta o seu código, que contém informações sobre o animal, como meio de contato com o dono, raça, porte, idade, entre outros dados relevantes.

Os dados contidos nos dispositivos ficam armazenados em bancos de dados online.

Por que implantar chip para animais?

A implantação de chips não é uma novidade, pois isso já vinha sendo feito em animais silvestres ou que foram resgatados.

Percebeu-se, porém, que ele também poderia ser útil sendo implantado em animais domésticos, de modo a identificá-los e facilitar a obtenção de informações sobre um animal perdido nas ruas.

O microchip, por sinal, já é obrigatório para animais que vão viajar para a Europa e Japão.

Como funciona o processo de implantação?

Algumas clínicas veterinárias, pet shops e Centros de Controle de Zoonoses já fazem a implantação do chip em cães e gatos.

Apesar de não ser algo de risco e não provocar qualquer tipo de dor no pet, é preciso, porém, escolher um local de qualidade e que tome os devidos cuidados durante a implantação. Garantir que a empresa fabricante do chip é segura e que faz um produto de qualidade, é imprescindível.

A implantação não precisa de cirurgia e é feita por meio de uma seringa com agulha mais grossa, no pescoço do animal, sem ter a necessidade de aplicar anestesia. Não vai ser necessário fazer manutenções ou troca do chip com o passar dos anos.

E não são só os cães e gatos que podem receber esse tipo de identificação. Bois, peixes, cavalos, morcegos, aves e ratos também podem ser contemplados.

Além dos custos cobrados pela clínica para a aplicação, que podem variar de um local para outro, o chip pode custar entre R$30 e R$100, dependendo da qualidade do dispositivo.

Apesar de estar ganhando destaque no país, essa tecnologia ainda apresenta algumas desvantagens. Ainda são vendidos dispositivos de má qualidade, não são todas as clínicas que possuem o leitor do código e o banco de dados não é unificado.

Outro ponto que ainda precisa ser melhorado é que ele não pode identificar o animal perdido por meio de um localizador de GPS. Essa identificação é apenas feita por meio do leitor eletrônico do código.

Já conhecia essa possibilidade? Quer ficar sempre por dentro de dicas e novidades como essas e propiciar o que há de melhor no mundo pet para o seu animal de estimação? Então, assine a nossa newsletter e receba conteúdos em primeira mão no seu e-mail!

Fogos de artifício são um pesadelo para cães. Aprenda a protegê-los

cao assustado

Se as festas de fim de ano são só alegrias para nós, para os animais não é bem assim. O pânico que eles sentem com o barulho ensurdecedor dos fogos de artifício é negligenciado pela maioria dos donos, mas precisam de atenção especial. Assustados, eles podem até fugir de casa e se perderem ou sofrerem acidentes. Alguns até chegam a chegar ter convulsões, tamanho o pavor. Mas, com um pouco de atenção, dá pra diminuir o sofrimento.

 

Instinto + linguagem corporal dos donos = pânico

Um som muito alto, com origem desconhecida, assusta qualquer animal. “O mesmo acontece com o trovão ou com o escapamento de moto”, aponta o adestrador Bruno Marques Ferreira. Esse medo, puramente instintivo, se desenvolve e se transforma em fobia à medida que o cão observa a postura dos donos. “Nós, involuntariamente, ensinamos o cão que ele deve temer os fogos através de nossa linguagem corporal”, explica. Afinal, quem nunca acolheu o filhote no momento em que ele se mostrou assustado com o barulho das explosões?

 

Postura de herói

Ao contrário do que muitos pensam, tentar acalmar o cachorro tem um significado diferente para o animal. “Ele vê seu dono, aquele que aos seus olhos é destemido, acanhado no canto do sofá com ele, falando baixinho”, ressalta. O adestrador recomenda, portanto, que se reaja de forma oposta do usual. “Ignore a situação e vá ao encontro do perigo: se aproxime da janela ou da varanda, erga a cabeça, estufe o peito. Mostre o cão que não há motivo para temer”, indica.

 

Recompense sempre

Existe, também, uma solução ainda mais eficaz para o problema: procure por CDs ou gravações com sons de fogos. “Reproduza esses sons em volume baixo, de modo que o cão não reaja, e premie com um biscoito”, recomenda. Aumente o volume gradativamente, recompensando sempre. “Esse processo, chamado de dessensibilização, consiste em expor o animal a algo no qual é reativo até que não o incomode mais”, explica. “Junto à dessensibilização é feito o contra-condicionamento, no qual o cão começa a relacionar o som dos fogos a uma recompensa, e não a algo assustador.”

 

Ensine desde cedo

Sempre precisamos ficar atentos as nossas posturas perante os animais. Para explicar melhor, Bruno faz uma analogia: “cães chegam em nossas casas como um pen-drive vazio e nós vamos colocando informações, regras e experiências. Ao contrário de um CD, que já vem pronto”, diz. Assim funciona com os filhotes que, ainda “vazios”, precisam receber informações positivas a respeito dos fogos. Com os cães mais velhos, é preciso um pouco mais de paciência. “O pen-drive permite que seja adicionada novas informações e retiradas outras”, relaciona. No entanto, cães com medos extremos precisam de uma forcinha extra. “Procure a ajuda de um profissional que trabalhe exclusivamente com reforço positivo para ajudá-lo nessa missão”, aconselha. Também converse com seu veterinário sobre a possibilidade de administrar uma medicação contra ansiedade ou, então, algum sedativo. No entanto, essa deve ser a última opção: o uso excessivo desses medicamentos pode deixar os cães ainda mais ansiosos.

Cuidados com os pets na noite de natal

Natal

O Natal já bate à porta, trazendo consigo todos suas decorações e pratos típicos e, também, a visita de quem a gente ama. Mas um dos convidados sempre fica um pouco perdido em meio a tantas novidades: o seu animal de estimação. Por isso, é preciso dar uma atenção especial aos pets. Afinal, qual gato não vai querer desvendar os novos enfeites e brincar com as bolinhas da árvore? E que cachorro não vai querer ir direto para o colo de seus convidados, mesmo – ou principalmente – daqueles que não gostam de animais?

Enfeites duradouros

Grandes e brilhantes, os enfeites de Natal são quase que hipnotizantes para os gatos. É quase impossível fazer com que eles não brinquem com eles, mas dá pra evitar prejuízos. “Evite enfeites de vidro, ou que sejam fáceis de quebrar”, recomenda a adestradora Neusa Maria Carvalho. “Além do estrago, o gato pode se assustar e até se ferir.”

Fios longe do alcance das patinhas

Não se esqueça de colocar os cabos das luzes bem longe do alcance dos animais. “Tanto gatos quanto cachorros, principalmente filhotes, gostam de roer esses fios”, conta Neusa. De preferência, revista os cabos com fita isolante. Assim, se o pet brincar com ele longe da sua visão, é mais difícil de danificar a fiação elétrica e, também, de o animal sofrer com um choque.

Caminhada antes da ceia: bom para o seu cão e para os convidados

Se você vai receber visitas em casa, esteja preparado: seu cão vai ficar eufórico. Alguns donos chegam a dar tranquilizantes para o animal a fim de acalmá-lo, mas a melhor solução é partir para o exercício físico. “Leve-o para caminhar ou correr antes de receber seus convidados”, indica. “Se seu cão for bastante ativo, dedique um bom tempo a ele, até cansá-lo.”

Cantinho relax

Reserve um cantinho da casa para o pet. “Se ele tiver uma caminha na qual se sinta confortável, é mais provável que ele passe mais tempo lá do que no meio da família”, conta Neusa.

Fuja dos fogos

Evite os fogos de artifício. Cães tem a audição muito mais sensível que a nossa, e o barulho os assusta demais. Caso as explosões não estejam ao seu controle, uma série de providências precisa ser tomada para diminuir o desconforto do bicho. Veja mais aqui.

Sem petiscos e doces

Oriente aos convidados que não deem comida para os animais. “Em último caso, pequenos pedaços de carne podem ser servidos”, diz. Doces, no entanto, são extremamente proibidos. O chocolate, inclusive, é venenoso para os cães e, em grande quantidade, podem até matar o animal.

Ceia apropriada

Mas, já que é Natal, seu animalzinho também merece um jantar especial. “Eles adoram biscoitos especiais para animais e ossos”, recomenda Neusa. E dá pra ir mais além, presenteando o animal. Caminhas, potes e roupas são algumas das opções.

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Adestramento de gatos: o que Jackson Galaxy pode nos ensinar?

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Pegar a bolinha, dar a patinha, fazer xixi no local certo, sentar, deitar e rolar. Quando pensamos em adestrar um animal, logo nos vem à cabeça alguns truques para cães, não é mesmo? Mas você já ouviu falar que existe o adestramento de gatos?

Deixando os mitos de lado, saiba que é possível educar o seu felino e tornar o comportamento dele mais tranquilo e adequado. Para tanto, mais do que conhecer as melhores práticas e dicas de adestração, é preciso levar em consideração o temperamento e até os instintos naturais do gato.

E é isso que torna Jackson Galaxy tão habilidoso no que ele faz. Já conhece o trabalho dele? No post de hoje, compartilharemos com você algumas dicas de adestramento de gatos ensinadas por ele e que contribuirão bastante para a domesticação do seu pet. Confira:

Quem é Jackson Galaxy?

Conhecido nos Estados Unidos como “The cat daddy”, algo que poderia ser traduzido como pai dos gatos, Jackson Galaxy se tornou famoso ao apresentar o programa “Meu gato endiabrado” e por conseguir ajudar e dar dicas a donos de gatos e “domar” até mesmo os felinos que se mostram mais arredios e indisciplinados.

O seu diferencial é que para colocar o adestramento de gatos, ele tenta primeiro entender o que pode estar provocando tal comportamento no animal, para depois encontrar uma solução.

Dicas de adestramento de gatos

Com tanta sabedoria e conhecimento sobre o comportamento dos gatos, existem algumas dicas práticas que podemos aprender com Jackson Galaxy, como:

1 – Ensinar o gato a andar na coleira

O seu gato precisa se sentir confortável para permitir que você saia com ele na coleira. Portanto, crie nele a sensação de que está propiciando algo benéfico a ele enquanto coloca o acessório — uma dica é dar biscoito para felinos durante essa etapa.

Depois, para que ele ande com a coleira, chame a atenção dele com o saco de biscoitos, tentando recompensá-lo com o petisco e com carinhos toda vez que ele “cumprir com o papel dele”.

2 – Aprenda a lidar com o comportamento agressivo

Você ama o seu felino e se dedica a ele da melhor forma que pode, mas, mesmo assim, ele não perde uma oportunidade de atacá-lo. Para mudar essa atitude, primeiro você precisa entender que, provavelmente, o seu gato não está tentando atacá-lo, mas, sim, brincando de uma forma mais agressiva.

Mas como assim? — você deve estar se perguntando. Por conta do seu temperamento, pode ser comum que ele tente se divertir brincando de caça e caçador e, no caso, você é a presa dele.

Tente passar um tempo todo dia promovendo atividades divertidas e interessantes para o seu gato, de modo que ele pare de ter esse tipo de comportamento.

3 – Conquiste o carinho do seu felino

Você tenta se aproximar do seu gato e fazer com que ele deixe acariciá-lo, mas isso parece impossível? Talvez você não esteja fazendo isso da forma adequada.

Alguns gatos não sentem uma sensação agradável com carinho em excesso, pois esse movimento no pelo provoca estática neles e, por conta disso, podem apresentar algumas reações como se afastar ou até mesmo atacá-lo.

Mas isso não quer dizer que você não pode nunca acariciá-lo. Tente observar as reações dele e quando demonstra estar cansando do carinho. Além disso, aprenda quais são os locais em que ele gosta de receber os afagos.

Gatos costumam ser desconfiados e territorialistas, portanto, conquiste a confiança dele e, antes de tentar qualquer aproximação, tenha a permissão dele.

Já conhecia o trabalho do Jackson Galaxy? Já tentou algum dia o adestramento de gatos? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência no assunto!

Placa de identificação para animais: entenda a importância

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Imagine a seguinte situação: você está passeando tranquilamente com o seu cão, quando, de repente, ele consegue se soltar da coleira e foge tão rápido que ninguém consegue alcançá-lo. Nesse momento, não adianta se desesperar. É preciso ter calma e começar a pensar em formas de encontrá-lo. E, para tanto, será de extrema importância que ele tenha uma placa de identificação.

Agora, digamos que você não tenha um cão, mas, sim, um gatinho. Mesmo que ele não saia na rua para dar um passeio, é imprescindível garantir a segurança dele e colocar uma placa com identificação na coleira dele. Pode acontecer, por exemplo, de alguém deixar a porta aberta e ele conseguir escapar sem que ninguém perceba.

Conseguiu entender a importância da placa de identificação para animais? Então, neste post, mostraremos como ela deve ser usada, quais informações deve fornecer e se existe diferença entre as placas dos cães e gatos. Confira:

Como usar a placa de identificação para animais

Coloque a placa de identificação na coleira do seu pet e nunca a retire. Isso o deixará resguardado em caso de imprevistos ou situações de perigo. Além disso, o ideal é que todas as informações contidas nela estejam atualizadas e corretas.

Informações que devem ter na placa

Para que a placa cumpra a sua função com excelência, ela deve ser legível e conter algumas informações básicas. Dentre elas, podemos citar:

  • Nome do cão ou gato;
  • Modo de contato com o dono — seja telefone celular ou fixo (atualizados) ou e-mail;
  • Se o seu pet tiver algum problema de saúde, essa informação também deve estar na placa — por exemplo: Baby – Diabético;
  • Nome do dono, se possível.

Hoje em dia, por sinal, já existem no mercado algumas placas de identificação com um QRCode disponível para leitura via internet, contendo todas as informações sobre o animal de maneira mais completa e que não caberiam em uma placa tradicional.

Diferenças entre placas para cães e gatos

Cães

É mais comum que este acessório seja utilizado em cães e isso não costuma ser um problema para eles. Escolha o tamanho da placa de acordo com o porte do seu cachorro, de modo que ela fique visível e em evidência. Além disso, sempre certifique se ela está bem presa e segura na coleira do seu cão.

Gatos

Alguns gatos não costumam se adaptar ao uso de coleiras e muitos donos, por conta disso, deixam de colocar uma placa de identificação neles. No entanto, é possível optar por outros acessórios para o caso dos felinos. Para auxiliar que ele se habitue e para o conforto do pet, as coleiras precisam ser elásticas e as placas em tamanhos menores e mais leves.

Investir em uma medida tão simples pode fazer toda diferença em caso de fugas e desaparecimento de animais e não tem motivos para que você não invista nessa facilidade! Garanta a segurança do seu pet!

Agora que você já sabe a importância da placa de identificação para animais, conte para a gente: já passou por alguma situação em que seu animal fugiu e que ele não estava identificado adequadamente? Tem mais alguma dica para compartilhar? Deixe o seu comentário!