Entenda mais sobre a castração de cachorros!

Cão com veterinário

Cão com veterinário

Castração de cachorro é um tema que intriga os donos de pets e também aqueles que pretendem ter um. No entanto, por conta de sua relevância, tal assunto deve ser muito bem esclarecido, já que só traz benefícios para o animal.

Por ser um procedimento cirúrgico, há até quem tenha medo de realizá-lo no cão — mas, como você vai perceber, não é preciso ter qualquer tipo de receio.

Você ainda tem alguma dúvida sobre castração de cachorro? Então continue a leitura deste texto. Nele, vamos abordar alguns tópicos sobre o assunto: a importância da cirurgia, quando castrar o cão, como é o procedimento e os principais cuidados que devem ser tomados após a operação. Confira:

Por que a castração de cachorro é importante?

Um dos principais motivos que tornam a castração de cachorro tão importante é o fato dela prevenir várias doenças que poderiam acometer o animal (no caso das fêmeas) e, até mesmo, curar outras (no caso dos machos).

Benefícios da castração em fêmeas

Quando você deixa de castrar uma fêmea, as chances dela desenvolver câncer de mama e infecções no útero aumentam consideravelmente a cada ano de vida do pet.

Além disso, o cio da fêmea, que costuma acontecer a cada seis meses, deixando-a desconfortável e dando um certo trabalho aos donos, vai deixar de existir.

Benefícios da castração em machos

O cão macho tem em seu instinto o hábito de marcar território, ou seja, ele faz xixi em um espaço em que quer demonstrar que é dele. Pois saiba que esse tipo de situação não vai mais se repetir após a operação.

Além disso, a castração contribur para evitar o desenvolvimento de tumores de próstata e hiperplasia na região.

A castração pode provocar algum efeito no cachorro?

Pode acontecer de, após a castração, o cão passar a ganhar peso, já que o seu apetite aumentará. Para evitar que ele se torne obeso, investir em uma alimentação balanceada ou em rações lights são boas alternativas. Além disso, a castração ajuda no temperamento do pet, tornando-o mais calmo.

Quando castrar o cachorro?

O pet deve ser castrado assim que entra na “puberdade”, ou seja, por volta dos 6 ou 9 meses de vida. Isso vai depender da raça, do porte e do sexo do animal.

Portanto, leve-o para se consultar com um veterinário de sua confiança e verifique a opinião do profissional.

Como é a cirurgia?

Se você tem medo de que a cirurgia seja muito complicada, pode tirar isso de cabeça. Antes de mais nada, o animal vai passar por uma avaliação pré-cirúrgica, de modo a garantir que ele está apto para passar pelo procedimento.

Na noite anterior à cirurgia, provavelmente o veterinário vai indicar que o animal não se alimente ou faça ingestão de água. Pouco antes da cirurgia, ele vai tomar uma anestesia que o deixará sedado. Assim, por estar dormindo, não sentirá dor enquanto é operado. Saiba, também, que ele será monitorado durante todo o tempo.

A área a ser operada vai ser raspada e higienizada com um germicida, para reduzir as chances de pegar alguma infecção.

Cirurgia em machos

Para castrar um cão macho vai ser necessário fazer uma incisão na área do escroto. Após a abertura, os testículos são retirados e alguns vasos sanguíneos são fechados.

Cirurgia em fêmeas

Na fêmea o procedimento é diferente. Quando ela ainda é jovem, normalmente é retirado apenas o ovário. Em alguns casos, porém, para evitar problemas no futuro, o útero também vai ser removido.

Quais são os principais cuidados após o procedimento cirúrgico?

Após a operação, o cão vai ficar em observação por algumas horas, até que retome a consciência. Por ser um procedimento cirúrgico, alguns cuidados serão necessários para garantir o bem-estar do pet.

  • dê quantidades menores de água e comida na primeira semana após a cirurgia;
  • observe o local em que foi feita a incisão e fique atento se não surgem machucados ou inchaços;
  • não permita que o cão tenha acesso à incisão. Para tanto, ele pode usar um cone de plástico (colar Elizabethano) e, também, uma roupinha que tampe a área operada.
  • garanta que ele tome as medicações indicadas pelo veterinário nos horários certos;
  • evite que ele faça atividades físicas pelo menos nos primeiros quinze dias.
  • retorne ao veterinário para verificar se correu tudo bem e se ele está liberado para voltar a ter uma rotina normal.

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Plataforma para cuidar do pet: o que é e por que investir?

Cão com mulher olhando notebook

Cão com mulher olhando notebook

Você ainda é o tipo de pessoa que guarda dezenas de cadernetas de vacinação do seu animal de estimação? Tem até um caderninho sobre todo o histórico de saúde e comportamental do seu cão e gato? Precisa de uma agenda para não se esquecer de todas as atividades relacionadas ao animal?

Você já pensou em investir em uma plataforma para cuidar do pet? Por meio desse tipo de sistema, é possível armazenar todas as informações do seu animal de estimação em um só local, de maneira prática e acessível.

E o melhor de tudo: não vai ser mais necessário ocupar espaço guardando tudo isso em sua casa — todas as informações estarão disponíveis online.

Quer conhecer mais alguns benefícios de uma plataforma para cuidar do pet? Então continue a leitura deste post e tire as suas dúvidas sobre o assunto:

Contribui para o controle de vacinação

Muito comum até recentemente, as antigas cadernetas de vacinação de papel eram até métodos eficazes de conservar o histórico de vacina do seu cão e gato. No entanto, com os avanços tecnológicos, já é possível manter esses dados online.

Com isso, além de não ser mais necessário guardar todas as cadernetas em uma gaveta, ocupando espaço e gastando papel, como já informamos, você não vai mais correr o risco de perder o documento, já que ele estará em um local seguro e de fácil acesso.

Além disso, essas plataformas costumam enviar lembretes, via SMS e e-mail, sobre as próximas datas de vacinação, ajudando-o a cuidar da saúde do seu pet.

Auxilia na gestão de atividades do animal de estimação

Outro ponto benéfico de investir em um sistema online para reunir todas as informações sobre o seu animal de estimação é que ele vai auxiliá-lo na gestão de atividades do animal.

Com a rotina agitada e repleta de compromisso que temos, é comum nos esquecer de todas as atividades que devemos realizar com o pet. Portanto, este sistema vai ser uma mão na roda para lembrá-lo de todas as demandas do seu cão ou gato, como consultas com veterinário, prática de exercícios, idas ao pet shop e, também, datas de vacinação.

Armazena de maneira prática informações do dia a dia do pet

Um modo bastante eficiente de perceber alterações comportamentais em seu pet é conhecendo-o muito bem. Assim, qualquer mudança em seus hábitos já despertarão a sua atenção.

Como a nossa memória pode vir a faltar, o ideal é que você mantenha anotações sobre o dia a dia e a rotina do seu pet — e as plataformas digitais permitem que você faça isso. Depois, em caso de dúvidas, é só acessar e conferir os seus registros.

Informa ao veterinário todo o histórico de saúde

Uma plataforma online que reúne todos os dados referentes ao seu animal de estimação também vai se mostrar imprescindível na hora de informar ao veterinário o seu histórico de saúde.

Dessa forma, caso o pet esteja com algum problema de saúde, o profissional terá em mãos informações embasadas e verdadeiras, que auxiliarão na identificação do que ele tem e no diagnóstico adequado.

Além disso, por meio dessa plataforma, o veterinário vai ter ciência sobre alergias ou outras doenças, podendo assim evitar a prescrição de remédios e tratamentos que podem não ser os mais indicados.

Já conhecia os benefícios de investir em uma plataforma para cuidar do pet? Quer ficar sempre por dentro das novidades que compartilhamos? Então, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em sua caixa de e-mail as tendências e dicas publicadas no blog!

Caderneta de vacinação do pet

Veterin[ario vacinando gato

Veterin[ario vacinando gato

Chegou o momento: você e sua família decidiram finalmente trazer um cão ou gato para casa. Antes de mais nada, não se esqueça de que, ao decidir ter um animal de estimação, muitas serão as responsabilidades e custos que virão junto com ele.

Eles são seres vivos que demandam atenção e carinho, e é obrigação sua, e de todos os membros da família, garantir a saúde e segurança deles.

Pode ser que venha a dar trabalho em alguns momentos, principalmente se for um filhote ou enquanto estiver se adaptando ao novo ambiente. Mas não o abandone ou dê para outra pessoa caso isso aconteça. Com o passar do tempo, o pet se acostuma e logo entra na rotina da sua casa.

Neste primeiro momento, muitas são as dúvidas que certamente vão surgir, não se preocupe — independentemente de vocês terem escolhido um cão ou gato (ou até mesmo os dois).

Entre elas, provavelmente você deve estar se perguntando sobre:

  • quais são os principais cuidados?
  • como preparar o meu lar para receber o pet?
  • quais itens preciso ter?
  • como garantir o bem-estar e a saúde do meu animal de estimação?
  • qual a alimentação ideal?
  • devo dar banho em casa ou em um Pet Shop? — e se você tem um felino, ainda deve estar se perguntando se ele precisa ou não tomar banho, não é mesmo?

Além desses questionamentos, muitos outros vão surgir. Portanto, para que você não se sinta sozinho nessa jornada, decidimos escrever este post.

Nele, vamos focar na saúde do seu pet e mostrar a real importância de manter a caderneta de vacinação dele atualizada desde o momento em que ele chegar em sua casa. Também mostraremos a importância de ter todos os registros de vacinas, os benefícios da vacinação e compartilharemos quais são as que os cães e gatos tomam ao longo da vida.

Portanto, continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre a importância da vacinação do pet:

Por que é ideal ter uma caderneta de vacinação do pet?

Assim como nós precisamos tomar uma série de vacinas ao longo da vida, de modo a garantir a prevenção contra diversas doenças, esse cuidado também é primordial para os animais de estimação.

Ajuda no controle de vacinas

O principal ponto que você deve ter em mente para entender a real importância de ter uma caderneta de vacinação do pet, é que elas são essenciais para identificar se ele está com alguma vacina vencida ou não.

Já foi o tempo em que a caderneta de vacinação poderia ser preenchido apenas pelo veterinário. Hoje, com os avanços tecnológicos, já é possível contar com um cartão de vacinação digital, com os dados sempre atualizados e confiáveis.

Assim como acontecia no antigo documento que era físico, também serão registrados a dosagem dada, a data em que foi aplicada e qual o tipo da vacina — existem versões nacionais e internacionais de uma mesma vacina.

Informa ao profissional quais vacinas foram dadas

Um dos problemas que a caderneta de vacinação em papel provocava era a possibilidade de perdê-la e, assim, ficar sem todo o histórico de vacinas do animal ao longo da sua vida — o que poderia prejudicar tratamentos ou a identificação de quais doenças ele está imune.

No entanto, com os registros feitos em um cartão de vacina online, todos os procedimentos realizados em um animal ficam salvos de forma prática e o acesso ao histórico do animal de estimação se torna mais fácil.

A caderneta de vacinação se mostra imprescindível em momentos assim, pois propicia ao médico veterinário informações relevantes sobre o seu pet, de modo que ele possa diagnosticá-lo com base em informações verdadeiras e embasadas — e não apenas em hipóteses, caso ele não tenha os dados necessários para apurar.

Para você ter uma ideia, antes do animal ser vacinado, o indicado é que ele passe por uma avaliação clínica que tem como intuito certificar se ele está apto para receber o estímulo vacinal.

Fêmeas que estejam em um período gestacional, pets com problemas de saúde ou que já tenham apresentado algum tipo de alergia ao medicamento e filhotes que ainda não completaram 30 dias, por exemplo, não devem ser vacinados.

No entanto, independentemente da situação do seu animal, é importante levá-lo para se consultar com um veterinário e ver qual é a orientação dele para o caso.

É um atestado de saúde do animal

Assim como vamos explicar melhor mais à frente neste material, a caderneta de vacinação também pode ser utilizada como um comprovante de que está tudo bem com a saúde do seu pet.

Por que devo vacinar o meu pet apenas com um médico veterinário?

Aplicar a vacina pode parecer um procedimento simples, mas ele demanda alguns cuidados básicos que apenas o profissional capacitado está preparado para realizá-los.

Abaixo, listamos alguns motivos para você realizar a vacinação do pet apenas com o veterinário:

  • certifica o resultado positivo da vacinação;
  • evita que pets doentes sejam vacinados;
  • indica quando a vermifugação é necessária;
  • utiliza apenas materiais novos e com a devida assepsia;
  • Sabe onde deve ser feita a aplicação;
  • garante o uso de vacinas dentro do prazo de validade e que tenham qualidade atestada;
  • é capacitado para organizar um cronograma adequado de vacinação para cada animal.

Portanto, se você quer garantir que o seu animal de estimação receba os devidos cuidados durante a aplicação da vacina, preze sempre por levá-lo em uma clínica veterinária em que o profissional formado e capacitado para tanto é quem aplica a vacina.

Vale a pena contratar um plano de saúde animal?

Hoje em dia, já encontramos planos de saúde voltados especificamente para os animais de estimação. Ao considerarmos todos os gastos que podemos ter com a vacinação, por exemplo, caso o plano escolhido contemple esses serviços, pode ser, sim, uma vantagem.

Porém, antes de tomar uma decisão como esta, é preciso levar em consideração alguns fatores:

  • o plano escolhido contempla quais tipos de serviço? Hospitalização, exames, emergências e doenças são contemplados?
  • qual o custo-benefício para o seu caso? Sua cidade tem uma cobertura que compense o investimento?
  • hospitalização, exames, emergências e doenças são contemplados?
  • a cobertura é total ou alguns serviços precisam de coparticipação?

Além disso, averigue a procedência da empresa que disponibiliza o plano. Se possível, tente conversar com pessoas que já o utilizam e tire todas as suas dúvidas, de modo a garantir que ele realmente vai atender às suas demandas.

Qual a importância de ter os registros de vacina guardados?

Além de manter a caderneta de vacinação do pet atualizada, é muito importante ter um histórico atualizado de todos os procedimentos que o seu cão ou gato já passou.

Nós já explicamos que ela pode ser fundamental para que o veterinário diagnostique problemas no animal ou identifique a falta de alguma vacina. Porém, existem alguns outros motivos para ter esse hábito, como:

Quais os principais registros que devo guardar?

Ao longo da vida do seu animal de estimação, muitas serão as vacinas que ele tomará, além de outros procedimentos que podem vir a ser necessários. O ideal é que você tenha o registro de todas as vacinas que ele já tomou, tanto as que são obrigatórias como as que não são, além da vermifugação.

É nesse ponto que a caderneta de vacinação online vai fazer toda a diferença na sua vida. Além de tornar mais simples o acesso a todos os dados relativos ao seu animal de estimação, não vai ser mais preciso ocupar espaço em sua casa, como acontecia com os modelos de papel — prática que também contribui para o meio ambiente, certo?

Nossa dica é que você aproveite esses momentos de consulta para verificar o peso do animal e o estado de saúde dele. Assim, a cada nova visita ao veterinário, vocês poderão avaliar se ele tem tido alguma variação e se está tudo correndo devidamente. E, em seguida, basta acessar a identidade digital do seu pet para atualizá-la.

Tenha em mente que quanto mais informações você tiver sobre o seu animal de estimação, mais fácil será identificar se ele está apresentando algum sintoma ou comportamento diferente. Esse tipo de conhecimento pode ser um diferencial para o veterinário identificar problemas de saúde.

Por quanto tempo devo guardar os registros de vacinação?

Não há um tempo de validade estabelecido para guardar os registros de vacinação. No entanto, o ideal é que você procure tê-los por todo o período em que o animal viver. E para você que já percebeu as vantagens de optar por uma caderneta de vacinação digital, guardar esses dados não vai mais ser um problema, não é mesmo?

Preciso ter algum registro em caso de viagem com o meu pet?

Principalmente em viagens para o exterior, o seu animal vai precisar de um atestado de saúde emitido por um veterinário. A vacinação deve estar em dia e algumas, como a vacina antirrábica, por exemplo, são obrigatórias — assim como o exame de sorologia de raiva.

Certificado Veterinário Internacional (CVI) é um documento obrigatório e que deve ser obtido antes de viajar. Outro que também pode ser solicitado é o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI). Para emiti-lo é necessário entrar em contato com o Ministério da Agricultura.

No entanto, procure pesquisar se o seu país de destino solicita outras coisas além desse certificado. Em alguns casos, procurar a embaixada é o caminho mais fácil para obter esse tipo de informação — neste post compartilhamos alguns países que são pet friendly e ainda dividimos algumas dicas do que é necessário para viajar com animais de estimação.

Aproveite que você está pesquisando quais são os requisitos para viajar com um animal de estimação e verifique quais são as condições estabelecidas pelas empresas de transportes, sejam elas aéreas ou rodoviárias. Algumas podem não permitir levar animais ou cobrar taxas extras, além de solicitarem uma caixa para transportá-lo em segurança.

Para evitar perder qualquer tipo de informação sobre o seu animal de estimação, procure manter todos os registros dele reunidos em um local seguro e de fácil acesso. Assim, quando precisar de qualquer um deles, saberá onde procurar.

Quais são os benefícios da vacinação correta?

Por mais óbvios que pareçam, nem todos se lembram de que a vacinação correta pode proporcionar muitos benefícios — tanto para o animal quanto para os moradores da casa. Para facilitar a compreensão, compartilhamos os principais:

Evita a transmissão de doenças para a sua família

Outro fator preponderante que confirma a importâncias e os benefícios de manter o cartão de vacinas do seu animal de estimação em dia é o fato de um animal devidamente vacinado ter menos chances de transmitir doenças para a sua família.

A maioria das doenças dos cães e gatos, geralmente, não são transmissíveis para humanos. No entanto, há casos, como da raiva canina, verminoses, raiva etc., em que um cão pode, sim, transmiti-la caso não esteja devidamente vacinado.

Os gatos normalmente podem pegar ou desenvolver doenças por conta dos organismos conhecidos como patógenos — que podem ser microrganismos, vírus ou bactérias.

Essas patogenias costumam ser transmitidas entre animais da mesma espécie ou até de espécies diferentes. Além disso, é possível afetar também pessoas, como em casos de toxoplasmose, alergias, dermatomicose, sarna etc.

Dessa forma, é preciso não dar bobeira e fazer tudo o que for possível para evitar que aconteça a transmissão de doenças. Para garantir que o seu lar está livre delas, além de manter o seu pet vacinado, mantenha o animal e todos os ambientes sempre limpos e bem higienizados.

Proteção contra doenças e vírus

Além disso, quando um cão ou gato estão vacinados, você estará prevenindo a contração de doenças ou que eles venham a desenvolver outros problemas de saúde.

Pensando nisso, para que você fique de olho em qualquer alteração que o seu pet possa vir a apresentar, listamos as principais doenças em cães e gatos e os sintomas mais comuns de que há algo errado com a saúde deles. Acompanhe:

Principais doenças em cães

Entre as doenças que mais acometem os cães, podemos citar raiva, leishmaniose, cinomose, gripe canina, coronavírus, giardíase e outras que são derivadas do carrapato.

Para identificar se o seu pet está com alguma delas, é preciso observar se ele apresenta sinais, como:

Sintomas que pode apresentar
  • prostração;
  • automutilação;
  • abatimento e falta de energia;
  • dificuldade para se alimentar ou falta de apetite;
  • dorme pouco ou apresenta dificuldade;
  • batimentos cardíacos e respiração alterados.

Principais doenças em gatos

Já se você tem um gatinho, as principais doenças que ele pode vir a ter são insuficiência renal crônica, verminoses, doença do trato urinário inferior, parasitoses, problemas nas vias respiratórias, como a asma, retroviroses.

Sintomas que pode apresentar

Para garantir que está tudo bem com o seu felino, observe se ele não apresenta algum desses sintomas:

  • diarreia e vômito;
  • cansaço evidente;
  • isolamento;
  • falta de apetite e indevida ingestão de água;
  • deixar de fazer as necessidades e de cuidar da higiene;
  • alterações no temperamento, como se tornar mais agressivo.

Qual é o roteiro completo de vacinas para cães e gatos?

Até aqui, você já deve ter tomado consciência de que a vacinação do seu pet deve ser uma prioridade, já que o protege de doenças e vírus, além de contribuir para manter o sistema imunológico do animal ativo e imunizado.

Neste tópico, vamos ensinar de forma simples e prática um roteiro de vacinação para cães e gatos, desde quando eles são filhotes até se tornarem adultos.

Roteiro de vacinas para cães

Filhote

Este é considerado um período de grande importância, pois por ainda não ter tomado todas as vacinas, o seu animal não está protegido contra as doenças e pode ter a imunidade baixa. O ideal é evitar o contato com outros pets e não levá-lo em passeios.

6 a 8 semanas

É nos primeiros meses de vida que o cão toma a primeira dose da vacina V10, V11 ou V12 — o princípio ativo é o mesmo, mas o que varia é a quantidade de doenças contempladas para imunização.

Ela previne a Leptospirose, Hepatite Infecciosa Canina, Coronavírus Canino, Parainfluenza Canina, Parvovírus Canino, Adenovírus Canino Tipo 2 e Cinomose — entre outras, dependendo de qual for a vacina que você optou.

12 semanas

Com 12 semanas, outras vacinas serão dadas ao animal. Neste período, vai ser necessário dar a segunda dose de reforço da vacina V10. Além disso, mais duas devem ser dadas, como:

  • Gripe Canina: que o protegerá contra Bordetella Bronchiseptica, Adenovírus Canino Tipo 2 e Parainfluenza Canina;
  • Giardíase: recomendada para os cães que costumam frequentar canis ou que entram em contato com outros animais com maior frequência.
16 semanas

Ao completar 16 semanas, o seu cão fechará o primeiro ciclo de vacinas. Nele, ele vai receber a última dose da vacina V10 (ou qualquer variação dela), tomará uma dose de reforço da Gripe Canina e de Giardíase.

É importante salientar que caso a primeira dose da vacina contra Gripe Canina seja a intranasal, ela tem dose única.

Vai ser com 4 meses, também, que o seu cão vai ser vacinado pela primeira vez com a antirrábica, que o protegerá de ter raiva.

Adulto/ Idoso

Depois da primeira etapa de vacinações, que ocupa o primeiro ano de vida do animal, quando ele se torna um adulto e até seus dias de idoso, ele receberá o reforço anual das vacinas V10, Gripe Canina, Giárdia e antirrábica. É feita também a vermifugação, que deve ser reforçada anualmente.

Além disso, pode ser que o veterinário indique algumas vacinas extras, como é o caso da que previne contra leishmaniose.

Roteiro de vacinas para gatos

Assim como acontece com os cães, os donos de felinos também devem seguir um roteiro de vacinas.

Filhote

A recomendação de evitar o contato com outros animais e de sair com um filhote também deve ser seguida para os gatos. O ideal é que essas situações apenas aconteçam depois que o pet receber todas as doses, quando completar 16 semanas.

6 a 8 semanas

Entre 6 e 8 semanas você deve levar o seu gato para receber a vacina Quádrupla Felina. Ela previne algumas doenças causadas por vírus, como Chlamydia Psittaci, Rinotraqueíte, Panleucopenia Felina e Calicivirose.

12 semanas

Com 12 semanas, é necessário apenas dar a dose de reforço da Quádrupla Felina.

16 semanas

Leve-o para tomar a última dose de reforço da Quádrupla Felina e, também, a vacina antirrábica quando completar 16 semanas.

Adulto/ Idoso

Em gatos adultos e idosos, a manutenção das vacinas Quádrupla e antirrábica deve ser anual. Eles também precisam ser vermifugados contra vermes uma vez ao ano.

Após um animal de estimação receber uma vacina, seja ele um cão ou gato, é importante observar se ele tem algum tipo de efeito colateral. Pode acontecer dele ficar mais quieto e até com um pouco de febre.

Reações mais graves são bem raras e, normalmente, a vacinação é um procedimento muito seguro. No entanto, caso ele tenha algum tipo de alergia na pele ou problemas respiratórios, corra com o pet o quanto antes para uma clínica veterinária. O profissional vai fazer alguns testes e pedir alguns exames para identificar o que pode ter causado a reação.

Você já deve ter percebido que entre todas as dúvidas que citamos no início deste post, apenas em relação à saúde do seu pet, muitos são os cuidados que deverão ser tomados para garantir que a caderneta de vacinação dele esteja sempre em dia.

Reforçamos que é muito importante estar sempre atento a todas as atividades relacionadas ao seu animal de estimação e que já existem sistemas completos de bancos de dados online em que é possível cadastrar todos os dados do seu cão ou gato, como temperamento, nome, data de nascimento, contato do veterinário, cadastro das vacinas tomadas, entre tantos outros. Essa é uma facilidade que você assim que experimentar não vai querer abrir mão mais!

Ter um animal de estimação pode ser um desafio, pois é preciso aprender a lidar com uma vida que, muitas vezes, não demonstrará de maneira clara o que quer. Mas os momentos de alegria e carinho, certamente, serão recompensadores!

O importante é que você seja capaz de proporcionar a ele segurança e qualidade de vida, dando todo o suporte e atenção necessários, de modo que possa se desenvolver e ter uma saúde de ferro!

A nossa intenção com este conteúdo é que você reconheça a relevância da vacinação. Esperamos também ter tirado todas as suas dúvidas sobre o assunto! Use este conteúdo como material de consulta sempre que se esquecer de algo!

Se você gostou dessas dicas e quer ficar sempre por dentro das novidades e tendências que compartilhamos sobre o mundo animal, assine agora a nossa newsletter! Assim, você receberá sempre em primeira mão os posts que compartilhamos, diretamente no em sua caixa de e-mail!

3 razões para ter um controle preciso da vacinação de seu cachorro

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Como todos sabemos, muito melhor do que tratar uma doença é prevenir para que ela nem apareça. Por isso, a vacinação de cachorro é importantíssima! As vacinas são aliadas na tarefa de manter o seu amiguinho saudável e impedir que ele desenvolva uma série de doenças que podem, inclusive, representar um risco à vida do animal.

Você não quer ver seu cãozinho doente, não é mesmo? Então, pensando nisso, preparamos um artigo explicando um pouco sobre a importância de vacinar o seu cachorro. Acompanhe o nosso post e entenda um pouco mais sobre o assunto!

A ação das vacinas no organismo

Sempre que o organismo é infectado por algum vírus ou bactéria, o sistema imunológico ativa, automaticamente, mecanismos de defesa. Entretanto, nem sempre ele é bem-sucedido e o corpo acaba adoecendo.

As vacinas utilizam o próprio agente infeccioso que causa a doença como uma arma para combatê-la. Então, quando o nosso cãozinho é vacinado, ele é exposto a uma pequena quantidade do vírus ou bactéria com o objetivo de apresentá-lo ao agressor.

Com isso, o sistema imunológico do animal é estimulado a produzir anticorpos específicos para responderem a um eventual ataque. Basicamente, as vacinas ensinam o organismo a ativar suas defesas por meio da memória: ele se lembra do contato prévio com o agente agressor e inicia seu processo de defesa.

A importância da vacinação de cachorro

A vacinação de cães é importante porque é a melhor forma de protegê-los contra doenças virais, bactérias e micro-organismos nocivos. Quando os filhotes vêm ao mundo, eles ainda não têm o sistema imunológico bem desenvolvido, então não são capazes de lutar contra as doenças de forma eficaz.

Até então, sua resposta a agentes agressores depende dos anticorpos adquiridos na amamentação, pelo leite da mãe, mas esses anticorpos não são capazes de proteger o cãozinho contra muitas doenças.

As doenças virais, como a Cinomose e Parvovirose, são as que mais matam filhotes, mas afetam animais em qualquer idade. Além disso, há doenças que podem ser transmitidas, inclusive, para os seres humanos, por exemplo, a Raiva e Leptospirose.

O cronograma de vacinação

A vacinação de cachorro deve ser feita em qualquer idade, mas o início do ciclo de prevenção deve ser iniciado a partir dos 45 dias de vida. Em animais adultos que não foram vacinados ou naqueles sem histórico, também devem ser administradas vacinas preventivas, conforme a orientação de um veterinário.

Veja abaixo como é feito o cronograma de vacinas:

Vacina polivalente

Deve ser ministrada aos 45 dias de vida, e protege contra as seguintes doenças virais:

  • Cinomose;
  • Parvovirose;
  • Adenovirose;
  • Coronavirose;
  • Hepatite;
  • Parainfluenza;
  • 4 tipos de leptospirose.

Para filhotes, a polivalente deve ser administrada em mais duas doses de reforço, cada uma após 21 dias da dose anterior. Depois desse ciclo, o animal deve receber doses anuais de reforço.

Vacina contra Raiva

A vacina contra Raiva deve ser dada assim que o animal completa 4 meses de vida, pois já está com o sistema imunológico mais desenvolvido. Após essa dose, deve-se fazer o reforço com uma dose por ano.

As vacinas acima são consideradas como obrigatórias a qualquer cãozinho, mas há outras que também são importantes, como a contra leishmaniose e giardíase, por exemplo.

3 motivos para controlar a vacinação do seu cãozinho

1. Deixa o animal protegido

A vacinação de cachorro é a melhor forma de deixar seu amiguinho protegido contra diversas doenças. Além disso, o procedimento contribui para o bem-estar do cachorro, que terá uma vida mais longa e com muito mais saúde.

2. Proporciona maior controle sobre períodos de imunização

A carteira de vacinação é a melhor forma de você não se descuidar da saúde do seu cachorro. Com ela, você não se esquece de quando devem ser dadas as doses de reforço e mantém o animal sempre protegido.

3. Reduz o índice de contaminação

Você contribui para a saúde de todos os animais. Quando se vacina um cãozinho, as chances de disseminação de doenças reduzem, contribuindo para a proteção geral da população de cães e de seres humanos, no caso de doenças zoonose.

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Veterinário: qual a frequência ideal de visitas?

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Quando se trata do bem-estar de um animal de estimação, todo cuidado é pouco. E a forma mais segura de garantir a saúde e vitalidade do seu, é criando uma rotina de visitas ao veterinário.

Se você é dono de um pet de “primeira viagem” ou já tem um há algum tempo, mas ainda tem dúvidas com relação à frequência indicada de idas ao veterinário, este post é para você! Nele, daremos algumas dicas sobre o assunto, além de explicar qual a importância dessa prática para o seu pet! Confira:

Qual a importância da visita ao veterinário?

Muitas vezes, o seu cão ou gato estão aparentemente bem, mas já podem estar desenvolvendo alguma doença ou problema que ainda não desenvolveu sintomas mais graves. No entanto, com a frequente visita ao veterinário, a chance dele diagnosticar alguma patologia ainda no início é maior, aumentando, assim, as chances de cura e a recuperação do animal com mais facilidade.

Higienização do pet

A higienização do seu animal de estimação também é muito importante, pois tanto quando é feita no pet shop quanto realizada pelo próprio dono, além de ser um momento de maior contato e atenção, é possível perceber se ele está com algum problema de pele ou algo afim.

Porém, é importante ter em mente que cães e gatos apresentam necessidades diferentes com relação à quantidade de banhos. Enquanto que o indicado para um cão é pelo menos duas vezes por mês, gatos devem ser banhados apenas uma vez por mês.

Qual a frequência ideal para levar o animal de estimação ao veterinário?

Para facilitar o seu entendimento, dividimos as fases da vida do pets em filhote, adulto e idoso, e apontaremos qual é a frequência ideal de visitas ao veterinário em cada uma delas.

Filhote (até 6 meses)

Por conta do número de vacinas necessárias e de ser preciso um acompanhamento mais de perto, é aconselhável levar o seu cão ou gato pelo menos uma vez ao mês para uma consulta com o veterinário. Dessa forma, o profissional será capaz de observar de perto o desenvolvimento do filhote e até indicar com mais assertividade os cuidados básicos nessa etapa.

Adulto (a partir dos 7 meses)

Agora que o seu pet já não é mais um filhote, ele deverá retornar ao veterinário pelo menos uma vez ao ano, quando receberá as doses de reforço das vacinas.

Idoso (após 8 anos)

Com o passar dos anos, a saúde de nossos amigos vai se tornando mais frágil, o que torna fundamental aumentar a frequência de visitas ao veterinário. Para garantir que esteja tudo bem com ele e certificar que está recebendo todo o apoio possível durante essa fase da vida, leve-o para uma avaliação clínica de seis em seis meses.

Provavelmente, o veterinário também solicitará alguns exames de rotina para verificar como estão as funções do seu cão ou gato.

Independentemente da idade do seu pet, se você percebeu alguma alteração física ou no comportamento dele, não hesite em levá-lo imediatamente para se consultar com o veterinário.

Com que frequência você costuma levar o seu pet ao veterinário? Tem ainda alguma dúvida sobre o assunto? Compartilhe-a com a gente nos comentários!

Atendimento veterinário: 6 critérios para escolher o profissional

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Dentre as muitas obrigações de quem tem um animal de estimação, está escolher o atendimento veterinário. Além de ser quem vai acompanhar a saúde do seu pet de perto e garantir que esteja tudo em dia, esse atendimento será imprescindível em momentos de urgência e imprevistos.

No post de hoje, confira quais são os critérios que você deve levar em consideração, ao escolher um veterinário.

6 critérios para avaliar ao escolher o atendimento veterinário ideal

1 – Oferecer atendimento 24 horas

Para a sua maior tranquilidade e segurança do seu animal, contar com um atendimento veterinário que esteja disponível 24 horas é muito recomendado. Assim, caso aconteça um imprevisto ou o seu cão ou gato comece a passar mal no meio da noite, você sabe onde levá-lo com urgência.

2 – Estar próximo ao seu lar

Também em casos de urgência, quanto mais próxima a clínica veterinária for da sua casa, melhor será para garantir que o seu pet ficará a salvo.

Dessa forma, antes de escolher qual é a mais indicada para realizar os atendimentos veterinários de rotina, considere também que durante imprevistos você terá que contar com um serviço que, além de ser 24 horas, também seja próximo ao seu lar.

Nesse caso, por você já frequentar e levar o seu pet no estabelecimento com frequência, ele já conhecerá a saúde e costumes dele, o que facilitará ainda mais a consulta.

3 – Contar com boas referências

Uma das melhores formas de saber sobre a reputação de um profissional, seja ele um veterinário ou qualquer outra profissão, é contar com boas referências. Peça a indicação de amigos e familiares, além de fazer uma boa pesquisa na internet e conferir a avaliação dos profissionais que você está considerando.

4 – Utilizar equipamentos de qualidade

Quanto mais completa e bem estruturada for a clínica, maiores serão os benefícios para o seu melhor amigo e com mais agilidade ele dará o diagnóstico de possíveis doenças e enfermidades. Confira quais são os serviços prestados, que tipo de exames são realizados, se conta com equipamentos e um espaço dedicado a uma UTI, dentre outros fatores.

5 – Ter um ótimo currículo

Faça uma breve pesquisa na internet e procure pelas qualificações do veterinário que vai atender o seu pet. Saiba a formação dele, quanto tempo tem de experiência, cursos que já fez e a credencial dele no Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Procure também verificar qual é a especialidade do profissional, por exemplo, se as especializações dele são voltadas para cães ou gatos.

6 – Levar jeito para lidar com animais

De nada vai adiantar que o profissional tenha um currículo invejável se ele não souber conquistar a confiança do seu pet — e, consequentemente, a sua. Durante um atendimento veterinário, certos cuidados serão imprescindíveis para que o seu animal de estimação se sinta confortável o suficiente para permitir que os procedimentos sejam feitos com tranquilidade.

Portanto, busque observar a forma como o veterinário age com relação a cães e gatos, se ele tem paciência, atenção, carinho e dedicação.

Após avaliar todos esses critérios, escolha um local que seja condizente com as suas necessidades e do seu animal de estimação e que faça você se sentir seguro e confortável para levá-lo em qualquer tipo de situação.

Você ainda tem dúvidas sobre como escolher um atendimento veterinário de qualidade para o seu pet? Tem mais algum critério que você leva em consideração, mas que não mencionamos neste post? Deixe o seu comentário e compartilhe com a gente a sua experiência ou questionamentos sobre o assunto!

Veterinária, cuidados básicos – Entrevista com Graziela Morante

veterinária cuidados básicos saúde pets

A terceira entrevista do Blog do Pata tem foco em cuidados básicos de saúde. Conversamos com a veterinária Graziela Morante, e ela nos fala um pouco sobre pontos importantes nos cuidados básicos que todos nós precisamos ter, para garantir aos nossos pets uma vida mais saudável e prolongada!

Assista, e não se esqueça de comentar abaixo!

O que é coprofagia e como lidar com esse problema?

Cao no veterinario

Esse é um problema que muitos donos de pet enfrentam, e por incrível que pareça, é mais comum do que imaginamos. A coprofagia é o ato do cachorro comer cocô, seja o seu ou de outros animais. Além de triste, também nos sentimos constrangidos ao ver nossos animais de estimação nessa situação. Mas não precisa ficar preocupado, esse problema tem cura e nós vamos te ajudar a resolver.

Antes de mais nada, é importante saber que a coprofagia é um problema que pode ter diversas razões. Os pets podem fazer isso por motivos comportamentais ou até mesmo pela falta de nutrientes no corpo, por isso é importante estar atento e realizar o diagnóstico correto com o veterinário, antes de começar qualquer tratamento.

O que pode ocasionar a coprofagia?

Fatores como comportamentais, enzimáticos e até uma pancreatite crônica podem desencadear esse hábito no seu animal de estimação. Na maioria, os motivos são comportamentais. O cãozinho pode fazer isso para chamar sua atenção ou até mesmo por apresentar um distúrbio de ansiedade.

A superalimentação, ou até mesmo, a falta de uma dieta regular e adequada pode fazer seu pet desenvolver a coprofagia. Ele não deve receber alimentação em quantidade errada, nem muito nem pouco. Isso pode ocasionar má digestão, desencadeando o problema.

A falta de espaço adequado para o seu animal de estimação também pode ser um fator agravante, ele precisar andar e ter espaço suficiente para se exercitar. Não deixe a vasilha do seu pet muito próxima do local que faz suas necessidades e lembre-se de deixar o ambiente em que ele fica constantemente limpo.

A vermifugação é outro ponto importante, converse com o veterinário e veja de quantos em quantos meses você precisa vermifugar o seu cão, isso ajudar a mantê-lo constantemente saudável e livre de verminoses.

Além disso, não deixe seu amigo muito tempo sozinho ou preso, eles tendem a ficar ansiosos e acabam comendo as fezes para passar o tempo.

Como devo agir com meu pet?

Não aplique punição excessiva no seu cachorro, principalmente quando ele fizer as necessidades no local errado. Muitas vezes eles acabam comendo as próprias fezes para esconder do dono e evitar a bronca.

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Se os gatos também são moradores da sua casa, evite deixar a caixa de areia deles em locais acessíveis aos cãezinhos. As fezes dos felinos contém alto teor de gordura e são mais ricas em proteínas, isso chama a atenção dos cães e eles podem comer as fezes do amiguinho.

Chame a atenção do seu pet com um sonoro “não” cada vez que ele esboçar interesse em fazê-lo, procure distrair ele e esteja atento ao comportamento.

Por fim, é muito importante levar o seu cachorrinho a um veterinário, só ele poderá dar o diagnóstico correto e analisar o caso com mais prioridade.

Agora que você já sabe como agir diante desta situação, aproveite essas dicas para cuidar melhor do seu amiguinho. Comente, deixe suas dúvidas e experiências a respeito do assunto!

Fique alerta: como descobrir se o cachorro está doente?

como descobrir seu o cachorro está doente

como descobrir seu o cachorro está doente

Cães não são bichos muito discretos: eles costumam ser os próprios delatores de suas travessuras e comportamentos que não merecem exposição em galerias ou demonstração para as visitas. No entanto, quando a habitual agitação e alegria são substituídas, sem causa aparente, por uma postura cabisbaixa e um comportamento cansado, ele pode estar comunicando algo muito importante para você.

Para apurar de fato o que esses sinais significam, o melhor remédio é uma consulta com o veterinário. No entanto, cabe a você identificar de antemão se há algo errado com o seu amigão de 4 patas: confira a seguir como descobrir se o cachorro está doente!

Apetite desregulado

Ele fazia companhia em todas as refeições, sempre esperançoso por uma sobrinha, mas perdeu muito ou totalmente o apetite? Esse tipo de comportamento brusco pode significar que há algo errado e convém uma consulta com o veterinário.

Perda abrupta de peso

Assim como a falta de apetite, a perda de peso também é um sintoma fácil de perceber e que, quando ocasionada sem motivo aparente (como uma mudança de dieta ou ração), pode apontar para alguma doença que exige atendimento veterinário.

Vômito e diarreia

Diarreia ou vômito, em casos isolados, não são preocupantes. Afinal de contas, cães têm o péssimo hábito de comer primeiro e se arrepender depois.

No entanto, episódios frequentes podem ser sintomas de algum tipo de desconforto que merece um diagnóstico preciso do veterinário. Não espere para piorar e marque um horário o quanto antes.

Olhos vermelhos ou esbranquiçados

Sabia que há como descobrir se o cachorro está doente a partir dos olhos dele?

Catarata, glaucoma e outras disfunções visuais, como úlceras na córnea, são condições perigosas para o seu animalzinho de estimação. Em comum, elas possuem também um sintoma peculiar, que é a vermelhidão nos olhos do animal.

Secreções e olhos esbranquiçados também são consequências de algum incômodo que deve ser notificado ao veterinário do seu cãozinho.

Ingestão de água em excesso

Após exercícios e brincadeiras, ou mesmo nas estações mais quentes do ano, a ingestão de muita água é comum para o seu bichinho.

Mas se o mesmo ocorre sem necessidade evidente, é sinal claro de que é hora de procurar o veterinário para que um exame aprofundado seja realizado.

Coceira e lambidas em áreas do corpo

Não é novidades que os gatos fazem da língua o aparato fundamental para um delicado banho. Para cães, no entanto, é um comportamento não usual que merece sua atenção.

Em muitos casos, alguns tipos de doença se manifestam na superfície da pele, causando coceiras no corpo do animal. Tente perceber se eles lambem, coçam ou mordem com frequência alguma região do corpo.

Agora você já sabe os principais sinais para reconhecer que há algo de errado com o seu companheiro para todas as horas. Mas lembre-se: mesmo que o cão não aparente nenhum desses sinais ou sintomas, é importante levá-lo regularmente ao veterinário!

Passe o seu conhecimento adiante para amigos que também possuem animaizinhos de estimação e que farão grande uso das dicas de como descobrir se o cachorro está doente. Aproveite também para assinar a nossa newsletter: com ela, você sempre terá em mãos dicas tão importantes como as que você conhece aqui, para auxiliar no cuidado e bem-estar do seu bichinho!

A importância de levar o pet regularmente em clínicas veterinárias

a importancia de levar o pet regularmente em clinicas veterinarias

a importancia de levar o pet regularmente em clinicas veterinarias

Não é só quando seu bichinho fica doente que você deve levá-lo às clínicas veterinárias! As visitas regulares ao veterinário são muito importantes para tirar as suas dúvidas, dar dicas de cuidados, garantir a boa saúde do pet, sua correta higienização, a identificação precoce de doenças, o controle de parasitas e para manter as vacinas em dia.

Em cada fase da vida do seu amigo, o check-up periódico terá uma função — mas o objetivo sempre será o de manter seu bem-estar e disposição para brincar e manter aquela alegria especial na casa!

No post de hoje, conheça algumas das principais razões para não faltar às consultas regulares ao veterinário. Vamos lá?

Garantir que esteja tudo bem com o filhote

Assim como os bebês humanos, os filhotes de cães e gatos recebem seus primeiros anticorpos diretamente de suas mães, durante a amamentação. Mas, após o desmame, eles ficam mais suscetíveis às doenças e parasitas. Por isso, é muito importante haver um acompanhamento inicial do filhote na clínica veterinária.

Além das primeiras vacinas, que vão protegê-lo, o veterinário vai avaliar o estado geral de sua saúde, prescrever vitaminas quando necessário e identificar precocemente alguma doença que ele pode ter adquirido antes de chegar em sua casa.

Como os filhotes são ainda muito sensíveis, o profissional também vai orientá-lo sobre a melhor alimentação e o que esperar do seu comportamento.

E você ainda pode receber dicas valiosas para ajudar no adestramento do bichinho, como ensiná-lo a usar os locais corretos para fazer xixi e cocô e como contornar a fase de morder tudo que veem pela frente!

Dar auxílio a cães e gatos idosos

Se quando o pet é filhote é importante levá-lo para se consultar com o veterinário, ao se tornar um idoso, essas visitas vão se tornar ainda mais necessárias.

Dos 7 meses de vida a por volta dos 7 anos de idade, o ideal é que a frequência de consultas com o veterinário seja anual, de modo que ele possa avaliar o estado de saúde do seu pet e garantir que esteja tudo bem.

No entanto, após os 8 anos, cães e gatos passam a ser considerados idosos. Durante essa fase da vida, é natural que alguns aspectos sejam afetados, como a saúde, disposição, se tornando a cada dia mais frágeis e debilitados. Portanto, a frequência de visitas deve passar a ser semestral.

Veterinária examinando cão

Tirar suas dúvidas sobre os principais cuidados com animais de estimação

Quando decidimos ter um animal de estimação, independentemente dele ser um cão ou gato, muitas são as dúvidas que passam em nossa cabeça, não é mesmo?

Como garantir a segurança, como preparar a casa para recebê-lo, quais itens ele vai precisar, o que pode, ou não, dar para alimentá-lo, são apenas algumas das perguntas que você pode fazer a ele.

Não importa a fase da vida do seu pet, o veterinário vai ajudá-lo sempre que você tiver algum questionamento ou incerteza de como agir em determinada situação. Ele tem experiência o suficiente para orientá-lo em qualquer momento e não precisa ser o seu ponto de apoio apenas se o pet adoecer.

A cada consulta, por sinal, é importante que você relate tudo o que estiver acontecendo com o animal e possíveis alterações no comportamento. Se possível, leve uma anotação, evitando, assim, esquecer de algum detalhe.

Quanto mais informações o profissional souber, maiores serão as chances dele identificar o que está acontecendo e tomar as devidas providências.

Dicas para escolher o veterinário

Para você se sentir seguro e com a certeza de que escolheu um profissional de qualidade para cuidar do seu bichinho, observe alguns quesitos, como:

  • proximidade da clínica do seu lar e horário de atendimento;
  • se ele é cuidadoso com o animal;
  • currículo e experiência;
  • qualidade dos materiais utilizados.

Esses são critérios que podem fazer toda a diferença em uma emergência e que não podem ser deixados de lado na hora de escolher o melhor veterinário.

Fazer o devido acompanhamento das vacinas

Os cães e gatos têm um calendário próprio de vacinação, e é essencial que as aplicações sejam feitas e acompanhadas em uma clínica veterinária de confiança. Os primeiros meses de vida são os que concentram as principais doses.

Vacinação de cães

Para os cães, a primeira vacina é a óctupla — que previne contra cinomose, coronavirose, hepatite (adenovirose I), adenovirose II, leptospiroses, parvovirose e parainfluenza. Ela é tomada em três doses — aos dois, três e quatro meses — e deve ser dado um reforço anual.

A vacina contra a giardíase também é dada aos dois meses, com um reforço trinta dias após a primeira dose. A vacina antirrábica é anual e obrigatória.

Vacinação de gatos

A principal vacina para os gatos é a quíntupla, ministrada nos primeiros quatro meses de vida em três doses. Ela previne contra rinotraqueíte viral felina, calicivirose felina, panleucopenia felina, clamidiose felina e leucemia felina — e também tem reforço anual. Os gatinhos também devem ser obrigatoriamente vacinados contra a raiva, todos os anos.

Visando facilitar a sua vida e evitar que se esqueça de quando é a próxima data de vacinar o seu pet, conte com o auxílio de uma caderneta de vacinação online. Assim, você pode acessar o site sempre que tiver uma dúvida, de qualquer dispositivo, bastando apenas conexão com internet.

Possibilitar a identificação precoce de doenças

Algumas doenças podem ficar mascaradas por muito tempo, trazendo riscos de complicações e morte quando descobertas tardiamente. Os check-ups periódicos vão permitir a identificação precoce de sintomas e predisposições a algumas patologias, protegendo o pet.

Realizar a higienização do pet

Mesmo que você tenha o costume de dar banho no seu animal de estimação em casa, é importante levá-lo na clínica veterinária pelo menos uma vez por mês para uma higienização completa. A tosa dos pelos e o corte das unhas, quando necessários, devem ser feitos por profissionais capacitados — para evitar machucar o pet no processo.

Outra vantagem dos banhos nas clínicas veterinárias são os usos de produtos específicos para combater e prevenir parasitas, como pulgas e carrapatos.

Não deixe de levar seu amigo para fazer check-ups regulares! Aproveite as vacinas anuais para avaliar a saúde do seu bichinho, e não demore em visitar as clínicas veterinárias caso ele apresente algum comportamento anormal.

Gostou de saber mais sobre a importância da visita regular a uma clínica veterinária? Para te ajudar a cuidar da saúde e do bem-estar do seu pet, cadastre-se no Pataapata e use nosso sistema sempre que precisar!