Gatos podem passear? Descubra aqui!

Gato em caixa de transporte

Gato em caixa de transporte

Você sabia que seguindo os devidos cuidados e garantindo a segurança do pet, gatos podem passear? Mas não se engane! Não estamos falando dos passeios perigosos e indevidos que alguns fazem sozinhos e sem a supervisão dos donos! Esses devem ser estritamente eliminados da rotina do seu animal de estimação!

No post de hoje, vamos explicar como isso é possível e o que deve ser feito para propiciar um passeio tranquilo e seguro ao seu felino. Confira:

Gatos podem passear?

Gatos podem, sim, passear, mas desde que essa seja a vontade dele. Antes de sair com o animal na rua, observe o comportamento dele e se está apresentando alguns sinais de que não se sente confortável com tal passeio. Pode acontecer dele arrepiar todo e esse é um forte indício de que está com medo.

Uma alternativa é trazer esse hábito para a rotina dele de maneira tranquila e aos poucos. Primeiro, acostumando-o a passear no seu colo na porta da sua casa ou apartamento. Depois, você pode familiarizá-lo com a coleira e observar qual é a reação dele.

Quais cuidados devem ser tomados?

Para garantir que corra tudo bem durante o passeio e que ele não se sinta acuado ou amedrontado, é preciso tomar alguns cuidados. Lembre-se de que os gatos são animais desconfiados e que levam um tempo maior para se acostumar com novidades, portanto, é ideal evitar qualquer tipo de estresse.

Compre uma coleira

O primeiro é adquirir uma coleira/guia específica para gatos e do tamanho adequado do seu pet. Ela deixará você no controle da situação e será de grande auxílio para guiá-lo ao longo do caminho.

No início, deixe que ele ande pela casa com a coleira ou brinque com ele, de modo que ela não se torne algo negativo.

Dê preferência pelo mesmo local

O ideal é que, em um primeiro momento, os passeios sejam feitos no mesmo lugar, de modo que ele o reconheça e passe a se sentir confortável ali.

Leve a caixa de transporte

Tenha também sempre perto a caixa de transporte. Desse modo, caso você perceba que ele cansou ou apresentou algum comportamento anormal, é só colocá-lo dentro.

Se notar que o seu gato está apresentando mais dificuldade do que o normal para sair de casa, converse com o seu veterinário e busque descobrir quais podem ser os motivos para isso estar acontecendo.

Quais são os benefícios de passear com felinos?

Os felinos apresentam um instinto caçador forte e, por conta disso, os passeios farão muito bem a eles e contribuirão para que se sintam mais livres.

Outro benefício muito importante é que, ao passear com o seu gato, você estará realizando uma atividade física com o animal, o que evita que ele desenvolva problemas de saúde, como a obesidade felina.

Inserir na rotina do seu pet a prática regular de exercícios e brincadeiras é primordial para manter a saúde dele em dia e longe de doenças.

Agora que você já sabe se gatos podem passear e quais cuidados devem ser tomados, leia o nosso post sobre os 12 alimentos proibidos para felinos que você não conhecia!

Por que devemos passear com cães? Entenda melhor!

Por que devemos passear com caes

Por que devemos passear com caes

Ter um animal de estimação exige muito mais do que amor e dinheiro para vacinas e consultas ao veterinário. Independente da espécie, um pet sempre precisará ter suas necessidades específicas supridas e com os cães não é diferente. Por mais que sua casa seja grande, que o jornal para o xixi esteja sempre à disposição e que ele nunca fique sozinho, os veterinários e cuidadores são unânimes: passear com cães diariamente é essencial. Vamos descobrir o porquê.

Seu pet não é gente

E não falamos isso para menosprezá-lo, não! Nós entendemos que é difícil resistir a dormir quentinho com seu pet e que o amor transcende explicações. No entanto, é preciso ter em mente que cachorros são diferentes de nós e têm seus instintos específicos. Os cães precisam caminhar para se conectar com seus instintos e sua identidade. Cães selvagens, por exemplo, andam por quilômetros em busca de água e alimento e socializam com outros membros da sua matilha.

O pet canino precisa praticar exercícios físicos, conhecer outros animais e reforçar os laços com o seu tutor. É bacana estimular esses instintos e oferecer a refeição após uma caminhada, relacionando, assim, a caça e procura. Tudo bem você querer passar o domingo em frente à TV, mas tenha em mente que seu cachorro ficará tenso.

Cachorro que passeia é cachorro calmo

Além da já citada conexão do pet com seus instintos, quando o cachorro socializa com outros ele tende a ficar muito menos nervoso no dia a dia. Por mais que sua casa seja imensa, uma vez que o cão não conhece outro mundo além do casa-caminha-tutor-jornal, todo o restante — e nisso incluem-se outros ambientes, outras pessoas e outros animais — lhe parece muito ameaçador. Sabe aquele bichinho dócil que você adotou e agora rosna a torto e a direito? Existem boas chances de ele estar simplesmente se protegendo de algo que é desconhecido para ele.

Um pet que não passeia também tende a ficar hiperativo e, com isso, criam-se os cães destruidores de plantas, sofás e chinelos. Convenhamos, um quintal grande não é garantia de que ele sairá correndo e brincando o tempo todo, já que ele estará acostumado àquele ambiente e não haverá nada de novo para ele explorar.

Falta de tempo não é desculpa

Ok, nós sabemos que as pessoas têm trabalhado cada vez mais e relaxado cada vez menos, mas ser muito ocupado não pode ser motivo para deixar seu cão entediado. Depois de verificar com o veterinário de sua confiança qual a frequência e a duração ideais para a caminhada do seu cão, tente adaptá-las à sua rotina.

Hoje em dia existem muitos lugares pet friendly e até farmácias e padarias que dispõem de um espaço seguro para deixar seu amigo peludo, enquanto você faz compras. Se mesmo assim tudo ficar difícil, peça ajuda. Todo mundo tem um vizinho gente boa, um amigo que ama animais ou um parente super disposto a passear com cães. Não tem isso? Tudo bem! Recorra aos dog walkers, profissionais que vivem de sair e brincar com bichinhos.

E você, costuma passear com seus cães? Não passeia e está tentando resolver esse problema? Comente no post!

A hora do passeio

Por Amanda Salim, colaboradora do Blog do Pata

Cao coleira segurança

Quem tem pet em casa sabe a importância de levar seu animalzinho para passear: eles ficam menos estressados, socializam com outros bichinhos, brincam, se divertem, gastam energia, se exercitam e, de quebra, também nos proporcionam momentos deliciosos.

 

Ainda assim, muita gente não sabe qual a frequência ideal dos passeios, o que levar, o que evitar e como agir em casos de emergência. Para ajudar você nesta tarefa, o Blog do Pata procurou alguns especialistas e tirou dúvidas importantes que vão lhe ajudar a tirar o máximo de benefícios deste momento que é, sem dúvida, o mais esperado pelo seu amiguinho.

 

Cuidados básicos

Antes de mais nada, não se esqueça das vacinas. “Não podemos sair com os nossos bichinhos se eles não estiverem devidamente vacinados com todas as doses das vacinas múltiplas em dia”, afirma a veterinária Dra. Mariza Alves, da rede Petz. A veterinária reforça que devemos sempre levar nosso cachorrinho pelo lado de dentro da calçada. “Isso evita que o animalzinho se assuste, e acabe indo para a rua movimentada”. Outros cuidados básicos: não passear em momentos muito quentes do dia (o horário ideal é antes das 10h e após às 16h), pois o chão quente pode queimar os coxins (almofadinhas das patinhas) do seu bichinho. “Nunca se esqueça também de sempre ter água disponível para seu amigo”, lembra o veterinário Dr. Alexandre Ribeiro, da Petland.

 

Uma regra de segurança que deve ser observada e respeita em todo e qualquer passeio é utilizar guia e coleira de boa qualidade. De acordo com o Dr. Alexandre, o equipamento tem que ter boa procedência e ser ergonômico, para evitar que seu pet se machuque. “Também é importantíssimo manter seu pet identificado, pois em caso de fuga será mais fácil encontrar o proprietário”, afirma. Para o veterinário, a tecnologia da microchipagem é indiscutivelmente a melhor opção do momento, lembrando que uma medalha de identidade também pode ajudar muito para uma rápida localização do dono por alguém que encontrar o animal perdido.

 

Sair quantas vezes por dia?

Uma dúvida bastante comum entre os donos de pets é a quantidade ideal de passeios. Veterinários afirmam que depende da raça e da idade do seu cãozinho. “Um labrador precisa de mais exercício que um Shitzu, por exemplo”, conta. Ele afirma, entretanto, que duas vezes ao dia é suficiente – uma pela manhã e outra à tarde ou à noite. Importante lembrar que, caso o seu animalzinho não tenha um lugar específico para fazer suas necessidades ou se ele não gosta de fazer em ambientes internos, o ideal é levá-lo para passear quatro vezes por dia, como lembra a Dra. Mariza.

 

Em dias de chuva, comum nas estações mais quentes do ano, fica difícil sair com o bichinho. Como compensar o passeio? “O ideal é promover o máximo de brincadeiras com seu amigo para passar tempo com ele e, dessa forma, fazer com que ele se sinta bem”, conta Dra Mariza. Vale jogar bolinha, esconder petiscos, correr pela casa (caso haja espaço) e qualquer outra brincadeira que você sabe que diverte seu pet.

 

Tomar sol. Sim ou não?

Outra questão que levanta dúvidas é se cães e gatos devem tomar sol. Para a Dra Mariza, sim, estes animais devem tomar sol principalmente quando são filhotes, pois existem vitaminas que são importantes para o organismo deles e que são produzidas a partir da radiação solar. Entretanto, essa exposição ao sol deve ser feita com cautela, lembra a veterinária. “O sol deve estar mais ameno e a exposição não deve ser muito longa. Os animais de pele e pelos claros são pré-dispostos a apresentar câncer de pele se ficarem muito tempo expostos ao sol sem proteção”, conta Dra Mariza. Para estes bichinhos, vale lançar mão do protetor solar.

 

O que levar no passeio?

Mesmo que o seu bichinho já tenho feito suas necessidades antes de sair, é aconselhável levar um saquinho para recolher as fezes. De acordo com o Dr. Alexandre, hoje existem modelos chamados “cata cacas”, em que os saquinhos são acondicionados em um porta saquinhos customizado. “Além de bonitos, são bastante práticos e os plásticos, bem resistentes”. Importante também não esquecer da água, pois seu pet precisa estar sempre bem hidratado. Uma opção são os bebedouros portáteis. “São garrafas projetadas para uso com bebedouro acoplado”, conta o veterinário.

 

Coleira peitoral ou enforcador?

A coleira peitoral é mais confortável para o animal, pois não aperta a garganta e não provoca tosse no seu bichinho. Além do conforto, o peitoral é também mais seguro. Por outro lado, o peitoral é indicado para animais mais leves e delicados, enquanto o enforcador corrige hábitos inadequados e é recomendado para animais de porte maior, mais fortes. Para a veterinária Julia Chinellato, da Clínica Bicho de Estimação, o uso de cada tipo de coleira varia de acordo com a raça e controle que o proprietário tem sobre o animal. “Muitas vezes o dono não quer colocar o enforcador para não “machucar” o animal, mas o animal é grande e o dono não tem controle sobre ele. O que acontece? A coleira peitoral estoura e o bichinho ataca outro cães”.  A veterinária afirma que atende muitos cães machucados por conta disso, portanto é importantíssimo adequar o tipo de coleira ao porte do seu cão. Em caso de dúvidas, procure sempre um veterinário.

 

Quando usar focinheira?

O uso da focinheira é obrigatória por lei para animais de raças como Pit Bull, Rotweiller, Mastim Napolitano, American Staffoshire Terrier, entre outros. “O uso da focinheira é necessário quando o animal sair de casa para o convívio com outros animais. O proprietário é o responsável por possíveis ataques de seu cão, então sempre que existir a possibilidade de ataque, o cão deve usar focinheira”, afirma o Dr. Alexandre.  Lembre-se sempre de que a focinheira não deve fechar a boca do animal, pois ele precisa respirar de boca aberta para trocar calor com o ambiente. Se a boca ficar fechada, o cão pode até falecer.
Já para os gatos, Dr. Alexandre afirma que, apesar de existiram modelos de focinheira para felinos, seu uso é incomum e, na maioria das vezes, desnecessário.

 

A coleira é suficiente para evitar acidentes?

Desde que seu animalzinho não fique puxando muito durante o passeio, a coleira é, sim, suficiente, afirma Dra. Mariza. Vale lembrar que a coleira e a guia devem ser de boa qualidade para evitar o rompimento e, consequentemente, a fuga do animal.

 

Se um outro cão vem correndo na direção do meu bichinho, o que fazer?

Evitar o confronto é sempre a melhor alternativa. Antes de mais nada, você deve proteger o seu cão. Perceba se o outro cão vêm correndo para brincar, ou se está correndo com um aspecto mais agressivo. De qualquer forma, se o seu animal perceber que outro está correndo em direção à ele, ficará tenso. “Tente acalmá-lo e o retire daquele ambiente. Às vezes, só o fato de dar dois ou três passos em outra direção deixará o seu animal mais calmo, conta Dra. Mariza. Para o veterinário da Clínica Petland, esta situação é o maior medo de todos os donos de pets. “Somente uma política de conscientização e posse responsável será capaz de inibir tal problema. Por trás de um cão solto existe sempre um proprietário negligente e/ou equipamento inadequado, como guias e peitorais de péssima qualidade”, afirma Dr. Alexandre.

Vale reforçar que você é responsável pelo seu pet. Se ele não caminha corretamente ou é agressivo com outros animais, é dever do proprietário procurar serviços de adestramento, além de ser obrigatório o uso de focinheira.

Um lembrete importante: “Se você tem um cão grande e forte que sabidamente tenta se desvencilhar da guia e coleira, não permita que ele seja conduzido ao passeio por criancas e idosos”, lembra Dr. Alexandre.

 

Em caso de dúvidas, consulte sempre um médico veterinário, pois ele é o único profissional habilitado para cuidar da saúde e demais aspectos da vida do seu pet.

 

Você toma algum cuidado específico durante os passeios com os pets? Já enfrentou alguma situação complicada? Conte-nos suas experiências, deixe seu comentário abaixo!